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<ul><li>O Sonho </li></ul><ul><li>Pelo Sonho  é  que vamos, </li></ul><ul><li>comovidos e mudos. </li></ul><ul><li>Chegamo...
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<ul><li>Liceu Camões  </li></ul><ul><li>Fotografia de Alberto Carlos Lima </li></ul>Liceu Alexandre Herculano
<ul><li>Liceu Nacional de D. Dinis </li></ul>Liceu Rainha D. Amélia
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Edif í cios Escolares
Edif í cios Escolares
Edif í cios Escolares
O Mobili á rio Escolar “ A carteira deve adaptar-se ao aluno, e não o contr á rio! ” Ant ó nio N ó voa
O Mobili á rio Escolar <ul><li>“ As carteiras actuais deformam corporalmente a crian ç a, originam atitudes viciosas e doe...
Entre a Infância e a Vida Adulta <ul><li>“ Se a infância vive os primeiros anos de escola numa proximidade grande com a fa...
Entre a Infância e a Vida Adulta
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Entre a Infância e a Vida Adulta
Entre a Infância e a Vida Adulta
Entre a Infância e a Vida Adulta
Entre a Infância e a Vida Adulta
Entre a Infância e a Vida Adulta
Educa ç ão do Sexo Feminino <ul><li>“ A abertura da escola normal prim á ria para as raparigas, em 1886,  é  um momento si...
Educa ç ão do Sexo Feminino <ul><li>“ O objectivo não  é  conseguir uma educa ç ão para a mulher, mas, sim, a educa ç ão p...
Educa ç ão do Sexo Feminino
Educa ç ão do Sexo Feminino
Educa ç ão do Sexo Feminino
Livros Escolares <ul><li>“ Na fase de expansão dos sistemas educativos, descobre-se a importância do  livro escolar  enqua...
Livros Escolares
Livros Escolares
Livros Escolares
O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino <ul><li>“ A cria ç ão do ciclo ...
O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino Escola Preparatória de Barbosa ...
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O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino
Os Exames <ul><li>“ Não h á  ensino sem avalia ç ão. A partir de meados do s é culo XIX, o exame transforma-se no disposit...
Os Exames
Os Exames
Os Exames
Ensino Infantil <ul><li>“   O ensino infantil oficial  é  uma cria ç ão da Rep ú blica, que transforma em projecto legal a...
Ensino Infantil Jardim de Infância a funcionar junto ao Liceu Infanta D. Maria, em Coimbra, 1973
Ensino Infantil Jardim de Infância a funcionar junto ao Liceu Infanta D. Maria, em Coimbra, 1973
<ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa,  Evidentemente. Hist ó rias da Educa ç ão, Edi ç ões Asa </li><...
 
 
 
 
 
Foi a língua dos sonetos do génio de Camões, da épica d’”Os Lusíadas”, mas também de Sá de Miranda, de Bernardim Ribeiro e...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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21 Fevereiro 2010 Dia Internacional Da LíNgua Materna

  1. 1. 21 Fevereiro 2010 Dia Internacional da L í ngua Materna <ul><li>“ Da minha l í ngua vê-se o mar. ” </li></ul><ul><li>Verg í lio Ferreira </li></ul>
  2. 3. <ul><li>“ A minha p á tria </li></ul><ul><li>é a </li></ul><ul><li>l í ngua portuguesa ” </li></ul><ul><li>Livro do Desassossego, </li></ul><ul><li>Bernardo Soares </li></ul><ul><li>(heter ó nimo de Fernando Pessoa) </li></ul>
  3. 4. <ul><li>eu tlim ciências </li></ul><ul><li>tu tlim matem á ticas </li></ul><ul><li>ele tlim trabalhos manuais </li></ul><ul><li>n ó s tlim recreio </li></ul><ul><li>v ó s tlim senhora </li></ul><ul><li>eles tlim castigo </li></ul><ul><li>M á rio Cesariny </li></ul>
  4. 5. <ul><li>O Sonho </li></ul><ul><li>Pelo Sonho é que vamos, </li></ul><ul><li>comovidos e mudos. </li></ul><ul><li>Chegamos? Não chegamos? </li></ul><ul><li>Haja ou não frutos, </li></ul><ul><li>Pelos Sonho é que vamos. </li></ul><ul><li>Basta f é no que temos. </li></ul><ul><li>Basta a esperan ç a naquilo </li></ul><ul><li>que talvez não teremos. </li></ul><ul><li>Basta que a alma demos, </li></ul><ul><li>com a mesma alegria, </li></ul><ul><li>ao que desconhecemos </li></ul><ul><li>e ao que é do dia-a-dia. </li></ul><ul><li>Chegamos? Não chegamos? </li></ul><ul><li>Partimos. Vamos. Somos. </li></ul><ul><li>Sebastião da Gama </li></ul>
  5. 6. Modelo Escolar e Estatiza ç ão do Ensino do antigo Regime para o Liberalismo <ul><li>“ Em meados do s é culo XVIII, gra ç as ao trabalho dos jesu í tas e de outras congrega ç ões docentes, o modelo escolar encontra-se j á razoavelmente definido: a educa ç ão das crian ç as e dos jovens realiza-se num espa ç o pr ó prio, separado da fam í lia e do trabalho, sendo da responsabilidade de um ou de v á rios mestres que ensinam um elenco de mat é rias previamente definidas atrav é s de determinados procedimentos did á cticos. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  6. 7. <ul><li>“ Torno a dizer – as Cortes Portuguesas legislando no s é culo XIX sem darem uma s ó hora de suas tarefas à p ú blica instru ç ão, é um fen ó meno em pol í tica, que a posteridade não saber á explicar. ” </li></ul><ul><li>Almeida Garrett, 1822 </li></ul>
  7. 8. O Ensino M ú tuo A Primeira Tentativa Oficial de Reforma dos M é todos <ul><li>“ No final do s é culo XVIII, o modo de ensino individual j á tinha ca í do em desuso, substitu í do pelo modo de ensino simultâneo, que, como o seu nome indica, consiste em dar li ç ão a muitos disc í pulos ao mesmo tempo, como se fosse a um s ó . ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  8. 11. “ Liceus de Portugal ” 1836 - 1978 <ul><li>“ É poss í vel identificar três fases principais na hist ó ria do ensino liceal. Um primeiro per í odo, de grandes indecisões, que vai do momento fundador (1836) at á à reforma que cria, de facto, o “ liceu moderno ” (1894-1895). Um segundo per í odo, de consolida ç ão do “ liceu real ” , que se prolonga, com avan ç os e recuos, at é ao ano de 1930. Um terceiro per í odo, de expansão e “ explosão ” , que dura at é à extin ç ão dos liceus ap ó s o 25 de Abril. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  9. 12. <ul><li>Liceu Camões </li></ul><ul><li>Fotografia de Alberto Carlos Lima </li></ul>Liceu Alexandre Herculano
  10. 13. <ul><li>Liceu Nacional de D. Dinis </li></ul>Liceu Rainha D. Amélia
  11. 14. Edif í cios Escolares <ul><li>“ Os edif í cios escolares são um tema recorrente do debate educativo. No decurso do s é culo XX, eles adquirem uma enorme visibilidade p ú blica, ocupando um lugar de primeiro plano na geografia do pa í s, mas tamb é m no imagin á rio individual e colectivo. Para al é m das suas fun ç ões internas, a casa da escola delimita um territ ó rio de poder e de expectativas: o futuro de muitas crian ç as joga-se no interior destas paredes mais ou menos majestosas. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  12. 15. Edif í cios Escolares
  13. 16. Edif í cios Escolares
  14. 17. Edif í cios Escolares
  15. 18. O Mobili á rio Escolar “ A carteira deve adaptar-se ao aluno, e não o contr á rio! ” Ant ó nio N ó voa
  16. 19. O Mobili á rio Escolar <ul><li>“ As carteiras actuais deformam corporalmente a crian ç a, originam atitudes viciosas e doen ç as – escoliose, miopia, etc. – impõem-lhe uma imobilidade contr á ria à sua natureza, à s suas necessidades de movimento e liberdade f í sica, cansam-na excessivamente, barbaramente. São carteiras feitas para a audi ç ão passiva, para o estudo livresco, para a disciplina autorit á ria do silêncio e da imobilidade. ” </li></ul><ul><li>Faria de Vasconcelos, 1921 </li></ul>
  17. 20. Entre a Infância e a Vida Adulta <ul><li>“ Se a infância vive os primeiros anos de escola numa proximidade grande com a fam í lia e as comunidades locais, o liceu vai ajudar a construir socialmente uma “ nova idade ” que ganhar á uma importância cada vez maior ao longo dos s é culos </li></ul><ul><li>XIX e XX. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  18. 21. Entre a Infância e a Vida Adulta
  19. 22. Entre a Infância e a Vida Adulta
  20. 23. Entre a Infância e a Vida Adulta
  21. 24. Entre a Infância e a Vida Adulta
  22. 25. Entre a Infância e a Vida Adulta
  23. 26. Entre a Infância e a Vida Adulta
  24. 27. Entre a Infância e a Vida Adulta
  25. 28. Entre a Infância e a Vida Adulta
  26. 29. Entre a Infância e a Vida Adulta
  27. 30. Entre a Infância e a Vida Adulta
  28. 31. Entre a Infância e a Vida Adulta
  29. 32. Entre a Infância e a Vida Adulta
  30. 33. Entre a Infância e a Vida Adulta
  31. 34. Educa ç ão do Sexo Feminino <ul><li>“ A abertura da escola normal prim á ria para as raparigas, em 1886, é um momento simb ó lico no debate sobre a educa ç ão da mulher. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  32. 35. Educa ç ão do Sexo Feminino <ul><li>“ O objectivo não é conseguir uma educa ç ão para a mulher, mas, sim, a educa ç ão para a mulher ” </li></ul><ul><li>Adolfo Lima, 1925 </li></ul>
  33. 36. Educa ç ão do Sexo Feminino
  34. 37. Educa ç ão do Sexo Feminino
  35. 38. Educa ç ão do Sexo Feminino
  36. 39. Livros Escolares <ul><li>“ Na fase de expansão dos sistemas educativos, descobre-se a importância do livro escolar enquanto instrumento did á ctico. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  37. 40. Livros Escolares
  38. 41. Livros Escolares
  39. 42. Livros Escolares
  40. 43. O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino <ul><li>“ A cria ç ão do ciclo preparat ó rio do ensino secund á rio, em 1967, representa uma viragem importante na pol í tica educativa: redu ç ão da escolaridade obrigat ó ria e a bifurca ç ão das vias de ensino – liceus e escolas t é cnicas. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>Escola Preparatória de Luís António Verney - 1973
  41. 44. O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino Escola Preparatória de Barbosa du Bocage - 1973
  42. 45. O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino Escola Preparatória de Afonso de Paiva - 1973
  43. 46. O Ciclo Preparat ó rio do Ensino Secund á rio Um Sinal Claro da Democratiza ç ão do Ensino
  44. 47. Os Exames <ul><li>“ Não h á ensino sem avalia ç ão. A partir de meados do s é culo XIX, o exame transforma-se no dispositivo principal de regula ç ão das pol í ticas educativas e das pr á ticas de ensino. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  45. 48. Os Exames
  46. 49. Os Exames
  47. 50. Os Exames
  48. 51. Ensino Infantil <ul><li>“ O ensino infantil oficial é uma cria ç ão da Rep ú blica, que transforma em projecto legal a preocupa ç ão social com a pequena infância e com o seu enquadramento educativo. ” </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa </li></ul>
  49. 52. Ensino Infantil Jardim de Infância a funcionar junto ao Liceu Infanta D. Maria, em Coimbra, 1973
  50. 53. Ensino Infantil Jardim de Infância a funcionar junto ao Liceu Infanta D. Maria, em Coimbra, 1973
  51. 54. <ul><li>Bibliografia: </li></ul><ul><li>Ant ó nio N ó voa, Evidentemente. Hist ó rias da Educa ç ão, Edi ç ões Asa </li></ul>
  52. 60. Foi a língua dos sonetos do génio de Camões, da épica d’”Os Lusíadas”, mas também de Sá de Miranda, de Bernardim Ribeiro e dos engenhosos barrocos com filigranas de som deixando boquiabertas as damas de nome sonante Foi a língua dos degredados Para África e para o Brasil, mas também a dos Sermões do Padre António Vieira que usava as imagens como se a fala para ele fosse um teatro de vocábulos capazes de fascinar o mundo.

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