sexualidade

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sexualidade

  1. 1. INTRODUÇÃO As discussões a respeito dos papeis de homens e mulher tem sido marcantes no século 21, sobre tudo com a ascensão da mulher no mercado de trabalho e a liberdade de expressão que permitiu que as demais orientações sexuais se manifestassem e fossem vistas pela a sociedade. Ainda vivemos hoje muito do que dizia o pensamento de alguns séculos passados, onde o homem era o ser dominador e a mulher o ser auxiliador, incapaz de tomar decisões ou ocupar cargos de chefia por ser tida como sentimental e flexível as emoções; a partir deste momento histórico compreendemos que não nascia uma ideia de como manter a sociedade produtiva e sadia, mas tratava-ser de determinar o que é coisa de homem e o que é coisa de mulher. Essa era uma percepção cultural da Europa e que se implantava em todas as colônias colonizadas pelos europeus. Tais valores preconceituosos eram transmitidos principalmente pela escola que funcionava de forma segregacionista onde os homens treinavam-se para os ofícios diversos e as mulheres eram preparadas para as atividades domesticas como cuidar da casa e dos filhos, não optava nas decisões públicas e tão pouco podiam contestar o seu marido. Historicamente os gêneros eram tratados como determinantes do status social, desta forma a cultura europeia agregava ao homem total autoridade para desenvolver-se social, político e culturalmente. Se consultarmos algumas bibliografias que relatam o papel da escola durante os séculos observaremos que ela foi grande contribuinte para o fortalecimento do comportamento preconceituoso implantado na sociedade quando se trata das relações entre homens e mulheres. A escola inicialmente foi um espaço exclusivamente masculino, após a conquista com a revolução francesa, a escola permite o acesso das meninas a escola em regime monossexista. O medo de enfraquecer as raízes religiosas pujante em toda Europa, a escola fora fechada para o acesso das mulheres visando não torná- las subversivas aos ensinamentos sacros.
  2. 2. A mulher cabia o cuidado da família e o serviço ao marido como necessário As discussões sobre sexualidade e relações de gênero não são novas, desde o inicio do século passado são travados diversos movimentos e debates a respeito deste tema, logicamente que em uma perspectiva muito mais ampla e abrangente, resultado disso são as conquistas do movimento feminista e a própria imagem da mulher em nossos dias. Discutir gênero e sexualidade hoje vai muito alem da avaliação da situação da mulher, tendo em vista que novas relações têm sido intensificadas em nossos dias e merecido nossa atenção, a luta pela conquista do seu espaço na sociedade travada pelo grupo GLBTS (Gays, Lesbicas, Biafetivos, Transexuados e Sinpatizantes), este trabalho busca compreender como em sua totalidade tem a sociedade compreendido e respeitado a condição sexual do outro, independente de ser homem ou mulher. Por muito tempo a escola estava fechada a discussão das relações de gênero e sexualidade. Assuntos como gravidez na adolescência, homoafetividade, a mulher contemporânea, machismo, entre muitos outros assuntos que envolva as diferenças de gênero e seu papel social. Se consentirmos na escola a existência de pessoas conservadoras do pensamento influenciado pelo século XIX, que engessa as atividades determinando o que é atividade de homem e o que é a atividade de mulher, negamos ao estudante o conhecimento a respeito da existência da diversidade populacional, logo, recriamos o individuo preconceituoso do século supracitado. Discutiremos então como a história dos movimentos sociais sobre tudo o feminista contribuíram para a ampliação na discussão de gênero e sexualidade dentro da escola. No auge de 1970 o movimento feminista ganha força e reafirma a capacidade psicomotora da mulher em desenvolver-se em pé de igualdade com os homens, daí em diante muitas conquistas foram alcançadas como o direito ao voto em eleições eleitoral, a concorrer a cargos políticos, concursos públicos, acessos a escola em iguais condições para homens e mulheres. A mulher quebra o paradigma comum onde ela só podia dedicar-se a família e as atividades de ensino e passa a ser vista nos mais variados postos de trabalho.
  3. 3. Objetivamos com este trabalho demonstrar o quadro social brasileiro no que concernem as rerelações de gênero e sexualidade. Nesse tocante falaremos sobre o machismo histórico, orientação sexual, gravidez na adolescência, condição da mulher na sociedade moderna e praticas educativas capazes de transformar a visão do aluno e da sociedade na busca de melhor sistematização do tema sexualidade e relação de gênero na escola. Por muito tempo a escola viveu um tabu na discussão de como as relações de gêneros seriam tratadas dentro das salas de aula e até mesmo que disciplina tratariam destes temas dentro das salas de aula; se por um lado o professor se escusava de tratar sobre a condição das diferenças anatômicas entre homens e mulheres . A pesquisa de campo terá como norteador os questionários que visam sondar qual a concepção de sexualidade presente no pensamento dos alunos, professores e diretores, bem como observar a forma sobre as quais são tratadas as relações de gêneros são tratadas dentro da escola. Como a homoafetividade é tratada dentro da escola.

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