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DANÇAS CIRCULARES COMO POSSIBILIDADE DE DESALIENAÇÃO <ul><li>Linguagem de auto-conhecimento e valorização individual e col...
UMA NOITE DE VIVÊNCIAS E ALGUMAS REFLEXÕES <ul><li>Foi, com essa idéia na cabeça e alguns arranjos de horários na mão, que...
SE CONHECER E SE ENCONTRAR... <ul><li>PRIMEIRA  EXPERIÊNCIA - DINÂMICA DE GRUPO </li></ul><ul><li>Aproximações baseadas na...
SE CONHECER E SE ENCONTRAR... <ul><li>SEGUNDA EXPERIÊNCIA – PRÁTICA DAS DANÇAS: </li></ul><ul><li>Vivenciamos algumas danç...
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COM ELES A PALAVRA... <ul><li>Estranhamentos e inibições... </li></ul><ul><li>“ Na dança de roda todos estavam meio exalta...
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COM ELES A PALAVRA... <ul><li>Depois do Estranhamento... </li></ul><ul><li>“ Nessa dança espiritual eu senti bastante paz,...
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>BOURCIER, P.  História da dança no ocidente. SP – Martins Fontes, </li></ul><ul><li>CAR...
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  1. 1. DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS O CORPO COMO LINGUAGEM DE COMPREENSÃO DO SER NO MUNDO Professoras Magali Dias Rodriguez e Roselena Leal Colombo EMEF Senador Alberto Pasqualini - EJA
  2. 2. DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS O CORPO COMO LINGUAGEM DE COMPREENSÃO DO SER NO MUNDO <ul><li>COMO COMEÇOU: </li></ul><ul><li>No início de 2008 o coletivo de professores da EJA/Pasqualini discutiu a realização de um trabalho mais efetivo de autoria intitulado Projeto Escritores da Liberdade . Alguns meses e com algumas experiências acumuladas, resolvemos “dar asas” aos nossos desejos. </li></ul>
  3. 3. DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS O CORPO COMO LINGUAGEM DE COMPREENSÃO DO SER NO MUNDO <ul><li>Esta experiência é, antes de tudo, um desejo a ser desenvolvido na EJA da EMEF Alberto Pasqualini pelas professoras de História e Educação Física. Procura concretizar anseios , desejos e intenções dos educadores em favorecer aos educandos(as) a busca pela autonomia na realização de suas experimentações, produções e reflexões, tanto no contexto escolar quanto no do seu cotidiano. </li></ul><ul><li>Estamos atendendo ,inicialmente ,duas turmas de T4 e duas de T6, possibilitando o encontro de diferentes gerações carregadas de suas experiências e saberes. </li></ul>
  4. 4. DANÇAS CIRCULARES SAGRADAS O CORPO COMO LINGUAGEM DE COMPREENSÃO DO SER NO MUNDO <ul><li>CONTEXTUALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES CORPO/MOVIMENTO </li></ul><ul><li>DANÇAS CIRCULARES COMO POSSIBILIDADE DE DESALIENAÇÃO </li></ul><ul><li>  UMA NOITE DE VIVÊNCIAS E ALGUMAS REFLEXÕES </li></ul>
  5. 5. <ul><ul><li>História do Corpo na Cultura Ocidental </li></ul></ul><ul><li>O corpo sofreu profundas modificações ao longo da história da humanidade. </li></ul><ul><ul><li>Antiguidade Clássica : corpo glorificado </li></ul></ul><ul><ul><li>Idade Média : corpo renegado </li></ul></ul><ul><ul><li>Dualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Corpo Mente </li></ul></ul><ul><ul><li>Renascimento : redescoberta do corpo validação científica </li></ul></ul><ul><ul><li>Período Moderno : preparação dos corpos para a domesticação industrial -vigiados, controlados, inventados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Contemporaneidade/ pós-industrialização : conflitos permanentes – corpos vigiados, controlados x corpos rebeldes, libertários .. .de lutas constantes para libertar o corpo das imposições do sistema industrial capitalista; </li></ul></ul><ul><li>História da Dança na Cultura Ocidental </li></ul><ul><li>A dança emerge como expressão carregada de simbologias construídas e reconstruídas por uma determinada sociedade ao longo dos tempos. </li></ul><ul><li>Da Pré-História à Idade Antiga : manifestação corporal nos diversos rituais de invocação existentes na sociedade, corpos expressando ritmos, sentimentos e emoções sempre com sentido de solidariedade e comunidade; </li></ul><ul><li>Idade Média: corpo amordaçado,a dança perdeu sua força transformando-se em pecado; </li></ul><ul><li>Renascimento: a dança ressurge com uma nova lógica, a de um corpo que atua, difundindo as maneiras e costumes da corte e também exercendo a domínio e opressão dos povos; </li></ul><ul><li>Séculos XVIII/XIX: de certa forma a dança vive e revive um compromisso com o passado, com uma lógica que dá conta tanto da continuidade quanto da ruptura( balé); </li></ul><ul><li>Séculos XX/XXI: a expressão da essência humana, conflitos, quebras de paradigmas, busca da integralidade,...busca do corpo cósmico, da ancestralidade. </li></ul>
  6. 6. <ul><ul><li>História do Corpo na Cultura Ocidental </li></ul></ul><ul><li>O corpo sofreu profundas modificações ao longo da história da humanidade. </li></ul><ul><ul><li>Antiguidade Clássica : corpo glorificado </li></ul></ul><ul><ul><li>Idade Média : corpo renegado </li></ul></ul><ul><ul><li>Dualidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Corpo Mente </li></ul></ul><ul><ul><li>Renascimento : redescoberta do corpo validação científica </li></ul></ul><ul><ul><li>Período Moderno : domesticação e invenção dos corpos - controle </li></ul></ul><ul><ul><li>Contemporaneidade/pós-industrialização : conflitos permanentes – corpos vigiados, controlados x corpos rebeldes, libertários </li></ul></ul><ul><li>História da Dança na Cultura Ocidental </li></ul><ul><li>A dança emerge como expressão carregada de simbologias construídas e reconstruídas por uma determinada sociedade ao longo dos tempos. </li></ul><ul><li>Da Pré-História à Idade Antiga : rituais de invocação expressando ritmos, sentimentos e emoções ; </li></ul><ul><li>sentido de solidariedade e comunidade; </li></ul><ul><li>Idade Média: corpo amordaçado; </li></ul><ul><li>dança como pecado; </li></ul><ul><li>Renascimento: ressurge a dança com uma nova lógica: corpo que atua - difundir maneiras e costumes da corte e exercer domínio e opressão </li></ul><ul><li>Período Moderno: compromisso com o passado, com uma lógica que dá conta tanto da continuidade quanto da ruptura( balé); </li></ul><ul><li>Contemporaneidade: a expressão da essência humana, conflitos, quebras de paradigmas, busca da integralidade,...busca do corpo cósmico, da ancestralidade. </li></ul>
  7. 7. DANÇAS CIRCULARES COMO POSSIBILIDADE DE DESALIENAÇÃO <ul><li>Linguagem de auto-conhecimento e valorização individual e coletiva . </li></ul><ul><li>Ao dançarmos, não movemos apenas corpos no espaço mas idéias e energias de nosso espaço interior ( Bill T. Jones) </li></ul><ul><li>Expressão humana movida por uma força transcendente. Através dela, pode-se ir além da fragmentação, fazendo a síntese entre corpo e espírito, ampliando a percepção de si mesmo e do mundo ao redor em um constante exercício de alteridade; </li></ul><ul><li>Rompimento com as aparentes diferenças, possibilitando a aproximação e identificação de uma humanidade mais profunda comum no grupo, compartilhando emoções. </li></ul><ul><li>Instrumentalização do ensino-aprendizagem através do estabelecimento de relações favoráveis ao crescimento dos educandos e educadores, trazendo todos a um patamar de auto-estima; </li></ul>
  8. 8. UMA NOITE DE VIVÊNCIAS E ALGUMAS REFLEXÕES <ul><li>Foi, com essa idéia na cabeça e alguns arranjos de horários na mão, que resolvemos experimentar o desejo de romper com nosso tempo-relógio-pedagógico e vivenciar alguns momentos didáticos diferenciados com as turmas; </li></ul><ul><li>Compartilhamos alguns estranhamentos e relocalizações de sentidos. </li></ul><ul><li>Realizamos uma dinâmica de grupo e um grande período de prática das danças onde após os momentos de ansiedades, disputas , solidariedades... surgiram as seguintes reflexões: </li></ul>
  9. 9. SE CONHECER E SE ENCONTRAR... <ul><li>PRIMEIRA EXPERIÊNCIA - DINÂMICA DE GRUPO </li></ul><ul><li>Aproximações baseadas na proposta de ressaltar a dependência em relação ao outro, em como precisamos do coletivo para nos estabelecermos individualmente e como nossas ações individuais interferem no coletivo. </li></ul><ul><li>Experimentamos momentos de ansiedades, disputas solidariedades... </li></ul>
  10. 10. SE CONHECER E SE ENCONTRAR... <ul><li>SEGUNDA EXPERIÊNCIA – PRÁTICA DAS DANÇAS: </li></ul><ul><li>Vivenciamos algumas danças circulares sagradas após trocas de idéias sobre o que havia acontecido na primeira dinâmica; </li></ul><ul><li>Nas danças, uma certa agitação individual e coletiva foi sendo substituída pelo ritmo dos corpos em sintonia com a música; </li></ul><ul><li>Nessa experiência, o sentir os movimentos é essencial e suas produções textuais surgiram em outro dia. </li></ul>
  11. 11. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  12. 12. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  13. 13. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  14. 14. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  15. 15. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  16. 16. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  17. 17. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  18. 18. SE CONHECER E SE ENCONTRAR...
  19. 19. COM ELES A PALAVRA... <ul><li>Estranhamentos e inibições... </li></ul><ul><li>“ Na dança de roda todos estavam meio exaltados no começo da aula pois parecia um pouco coisa de criança(...)” </li></ul><ul><li>“ Eu achei meio estranho aquelas danças, pois não estou acostumado a ver tal dança que a gente praticou aquele dia.” </li></ul><ul><li>“ Bom eu não achei muito legal porque tava meio estranho não sei...” </li></ul><ul><li>“ Teve gente que não respeitou...” </li></ul><ul><li>“ Ah professora...não sei...parece dança gay...” </li></ul><ul><li>“ As danças eram bem diferentes mas eu não entendi porque nós estamos aprendendo aquilo? E por que ela é dada em aula?” </li></ul><ul><li>“ O que é aula? Aula é isso também.” </li></ul><ul><li>“ professora fiquei surpresa com nossa aula (...) para ser sincera para mim foi uma bagunça só(...) </li></ul>
  20. 20. COM ELES A PALAVRA... <ul><li>Depois do Estranhamento... </li></ul><ul><li>“ (...)mas no segundo momento foi mais interessante tinha poucos alunos (...) eu nunca tinha visto ninguém dançar essa dança e foi uma coisa bonita e divertida e também(...) a gente esquece do mundo lá fora.” </li></ul><ul><li>“ (...) a música parecia nos invadir no final da aula, claro a mim particularmente. Foi estimulante e ao mesmo tempo relaxante.” </li></ul><ul><li>“ Conhecer o outro/ solidariedade/trocar de lugar/contato, calor humano....” </li></ul><ul><li>“ Ninguém faz nada sozinho/quebra da individualidade....” </li></ul><ul><li>“ Olho no olho – sentido de conhecer...” </li></ul><ul><li>“ (...) o propósito era para que possamos ser solidários com uns aos outros(...)” </li></ul>
  21. 21. COM ELES A PALAVRA... <ul><li>Depois do Estranhamento... </li></ul><ul><li>“ Nessa dança espiritual eu senti bastante paz, tranqüilidade e muitas energias positivas e uma grande união pessoal(...) eu tinha chegado muito agitada, com febre e falta de ar, que nem eu mesma consegui me controlar. Só depois que nós entramos na dança para dançar (...) que eu consegui me manter calma e tranqüila, que até minha febre e falta de ar essa música conseguiu afastar de mim(...)” </li></ul><ul><li>“ Eu pessoalmente gostei porque tivemos a oportunidade de conhecer novos alunos, novas turmas, novos professores...deu para tirar algumas conclusões, observações, aprender, ensinar, participar, ver pessoas solidárias, pessoas não tanto, pessoas educadas, pessoas de todas as idades no mesmo grupo” </li></ul>
  22. 22. É NECESSÁRIO REFLETIR... <ul><li>(...) O corpo só se torna útil se é ao mesmo tempo corpo produtivo e corpo submisso. Essa sujeição não é obtida só pelos instrumentos da violência ou da ideologia; pode muito bem ser direta, física(...) pode ser calculada, organizada, tecnicamente pensada, pode ser sutil, não fazer uso das armas nem do terror, e no entanto continuar a ser de ordem física.(...)a alma tem uma realidade, que é produzida permanentemente, em torno, na superfície, no interior do corpo pelo funcionamento de um poder que se exerce sobre os que são punidos – de uma maneira mais geral sobre os que são vigiados, treinados e corrigidos, sobre os loucos, as crianças, os escolares, os colonizados, sobre os que são fixados a um aparelho de produção e controlados durante toda a existência.(...) </li></ul><ul><li>FOUCAULT, M. Vigiar e Punir </li></ul>
  23. 23. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>BOURCIER, P. História da dança no ocidente. SP – Martins Fontes, </li></ul><ul><li>CARNEIRO, H. A Igreja, a Medicina e o Amor – Prédicas moralistas da época moderna em Portugal e no Brasil. SP - Ed. Xamã, 2000 . </li></ul><ul><li>FOUCAULT, M. Vigiar e Punir . RJ - Ed. Vozes, 1977. </li></ul><ul><li>MONTEIRO, M. Balé, tradição e ruptura. Lições de Dança 1. RJ. UniverCidade,1999. </li></ul><ul><li>RAMOS, R. C. L. (org.) . Danças Circulares Sagradas. SP - Ed. Triom </li></ul><ul><li>ROMERO, E. (org.). Corpo, Mulher e Sociedade. SP - Ed. Papirus , 1995. </li></ul>

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