Partículas sedimentáveis e incômodo

1.803 visualizações

Publicada em

Apresentação realizada pela professora Jane Meri Santos, da Ufes

Publicada em: Notícias e política
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.803
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
587
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
9
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Nota-se uma relação positiva entre a variável “Nível de Incômodo Mensal” e “Fluxo de Deposição Mensal”, sendo que cada aumento de uma unidade na variável “Fluxo de Deposição Mensal” acarreta uma variação de 1,7389 unidade na variável “Nível de Incômodo Mensal”.
  • Partículas sedimentáveis e incômodo

    1. 1. Estudos sobre a Poluição do Ar:Partículas Sedimentáveis e Incômodo GTI Respira Vitória Jane Meri Santos Núcleo de Estudos da Qualidade do Ar Departamento de Engenharia Ambiental Universidade Federal do Espírito Santo Abril de 2013
    2. 2. Núcleo de Estudos da Qualidade do Ar (NQualiAr)/PPGEA/UFESO NQualiAr (diretório do grupo de pesquisas do CNPq ) é composto por 05 professores e 2 recém- doutores:  Davidson M Moreira (nível 1C ): Físico, doutorado em Engenharia Mecânica pela UFRGS  Jane Méri Santos (nível 2): Engenheira Mecânica, doutorado em Tecnologias Ambientais pela UMIST - UK  Neyval C Reis Júnior (nível 2): Engenheiro Mecânico, doutorado em Tecnologias Ambientais pela UMIST - UK  Valdério Anselmo Reisen (nível 1C) Matemático, doutorado em Estatistica pela UMIST- UK  Taciana T A Albuquerque : Meteorologista, doutorado em Ciências Atmosféricas pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP.  Bruno Furieri: Engenheiro ambiental, doutorado em Génie Mécanique et Énergétique  pela École des Mines de Douai, França
    3. 3. Sumário1. Poluição do ar e as partículas sedimentáveis2. Dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas e em andamento3. Estudos realizados e em andamento a. Monitoramento, caracterização química e responsabilidade de fontes na RGV e Anchieta; b. Desenvolvimento de coletor automático de partículas; c. Avaliação do nível de incômodo por MPS da população na RGV e Anchieta.
    4. 4. Poluição do ar por partículas Partículas de poeria do deserto do Saara Partículas de carbono (fuligem)23 Partículas de carbono Partícula de (fuligem) quartzo
    5. 5. Poluição do ar por partículas A legislação ambiental Brasileira prevê 3 parâmetros para caracterizar a presença de particulados na atmosfera:  PTS (partículas totais em suspensão)  d < 30 µm  MP10 (partículas inaláveis)  d < 10 µm  Fumaça23
    6. 6. Novas diretrizes (OMS, 2005)PM2,5 24 horas 25 MAA 10 Novas diretrizes (OMS, 2005)PM10 24 horas 50 MAA 20
    7. 7. 175 150 125Concetração PM10 CONAMA (padrão primário e secundário) 100 75 OMS 50 25 0 fev/11 set/11 mai/11 out/11 nov/11 abr/11 jul/11 jan/11 mar/11 dez/11 ago/11 jun/11 Tempo Laranjeiras Jardim Camburi Enseada do Suá Vitória Centro Vila Velha IBES Cariacica TEOM série 1400 ab
    8. 8. 225 200 175 CONAMA (padrão secundário)Concentração PTS 150 125 100 75 50 25 0 jan/11 jun/11 jul/11 nov/11 abr/11 out/11 mai/11 dez/11 fev/11 mar/11 ago/11 set/11 Tempo Laranjeiras Carapina Jardim Camburi Enseada do Suá Vitória Centro Vila Velha IBES Cariacica TEOM série 1400 ab
    9. 9. Poluição do ar por partículas A legislação ambiental Brasileira prevê 3 parâmetros para caracterizar a presença de particulados na atmosfera:  PTS (partículas totais em suspensão)  d < 30 µm  MP10 (partículas inaláveis)  d < 10 µm  Fumaça2 Entretanto, a legislação ambiental em outros países inclui outros3 parâmetros para caracterizar a presença de particulados na atmosfera:  MP2.5  d < 2.5 µm  MPS (material particulado sedimentado) “Poeira presente na atmosfera, suscetível à coleta por sedimentação livre, composta de partículas sólidas ou líquidas suficientemente grandes para se depositarem no frasco coletor e bastante pequenas para atravessarem a peneira de 0,84 mm (ABNT – MB 3402, 1991)”.
    10. 10. Poluição do ar por partículas sedimentáveis
    11. 11. Poluição do ar por partículas sedimentáveisAlguns países possuem padrões de referência para o valorlimite da deposição de partículas sedimentáveis:•Espanha•Argentina•Austrália Minas Gerais 3 a 15 g/m2 ∙30 dias•Alemanha (COPAM, 1991)•Finlândia•Canadá*•Estados Unidos* 5 a 10 g/m2 ∙30 dias*Alguns Estados possuem padrões próprios.
    12. 12. Poluição do ar por partículas sedimentáveis 24,0 L aranjeirasF luxo de depos iç ão de P S [g /(m 2.30 dias )] 22,0 C arapina 20,0 J ardim C amburi 18,0 16,0 E ns eada do S uá Padrões de 3 a 5 g/m².30 dias segundo Vallack & Shillito, 1998. 14,0 V itória C entro 12,0 V ila V elha Ibes 10,0 V ila V elha C entro 8,0 6,0 C ariac ic a 4,0 Hotel S E NA C 2,0 C lube Ítalo B ras ileiro 0,0 B anc a C entro ag 1 a g l-09 no t-09 a g l-10 no t-10 no t-11 m r- 1 0 m r-09 s e -09 s e -10 m r-11 s e -11 ju 09 ou - 0 9 fe -10 m v- 1 0 ju 10 ou - 1 0 fe -11 m v-1 1 ju 1 ou -11 ju -09 de - 0 9 ju -10 de - 1 0 ja -10 de - 1 1 11 ja -09 ju -11 a b - 10 a b -11 l-1 1 n- n- n- z- t t t o o o n n ai ai ai v v v ar ar z z ab T empo (m e se s) •Método ASTM D1739-98 que contempla o uso de um cilindro com anteparo instalado a 2 m de altura acima da superfície
    13. 13. Poluição do ar por partículas sedimentáveis e o incômodo A maior parte da massa das partículas sedimentadas não é suficientemente pequena para penetrar mais profundamente no sistema respiratório, ficando mais restrita às vias aéreas superiores. Apesar de não estar fortemente ligada a problemas de saúde pulmonar, a poeira sedimentada causa incômodos à população, tais como a sujeira gerada pela deposição sobre superfícies de uso cotidiano.
    14. 14. Poluição do ar por partículas sedimentáveis e o incômodo Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 Política Nacional do Meio AmbientePoluição é a alteração da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ouindiretamente prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população, criemcondições adversas às atividades sociais e econômicas, afetem desfavoravelmente a biota eas condições sanitárias do meio e/ou lancem matéria ou energia em desacordo com padrõesestabelecidos. Organização Mundial da Saúde (OMS)(...) define a saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, enão apenas a ausência de doença ou enfermidade (WHO, 1948)
    15. 15. Poluição do ar por partículas sedimentáveis e o incômodo Resolução CONAMA Nº 03/1990(...) que define os padrões para qualidade do ar, poluenteatmosférico é qualquer forma de matéria ou energia comintensidade e em quantidade, concentração, tempo oucaracterísticas em desacordo com os níveis estabelecidos, e quetornem ou possam tornar o ar impróprio, nocivo ou ofensivo àsaúde, inconveniente ao bem-estar público, danoso aos materiais,à fauna e flora, prejudicial à segurança, ao uso e gozo dapropriedade e às atividades normais da comunidade.
    16. 16. Poluição do ar por partículas sedimentáveis e o incômodoO termo incômodo é utilizado no cotidiano, porém é de difícilcaracterização, por ser extremamente subjetivo para diferentesindivíduos e situações (AMUNDSEN,2008; KLAEBOE,2008).A terminologia da palavra “incômodo” pode ser apresentadaconforme Ferreira (2009): “1. Que não oferece comodidade; 2. Quecausa desconforto; 3. Que enfada, aborrece; 4. Aquilo que incomoda,desagrada ou importuna; 5. Transtorno, perturbação; 6. Doençaligeira, indisposição [...]”.
    17. 17. Poluição do ar por partículas sedimentáveis e o incômodo A literatura científica apresenta estudos que correlacionam a concentração de determinados poluentes do ar com o incômodo percebido pela população em centros urbanos. Segundo Hislop (2008), o incômodo causado pelo material particulado esta relacionado, principalmente, com o aumento das sujidades em ambientes urbanos e residências quando este se sedimenta. Os efeitos da deposição de partículas são visíveis e tangíveis, por isso a poeira é uma das principais causas de reclamação sobre a poluição do ar (HALL et al., 1993 apud VALLACK e SHILLITO, 1998).
    18. 18. Poluição do ar por partículas sedimentáveis e o incômodoEstudos que avaliaram a relação exposição-resposta Concentrações de NO2 versus Incômodo causado pela poluição atmosférica e•Klæbo et al (2000) sonora ocasionado pelo tráfego de veículos – Oslo, Noruega. Concentrações de NO2 e PM2,5 versus Incômodo em 3 ambientes - Europa•Rotko et al (2002) (Expolis). Concentrações de NO2 versus•Llop et al (2008) Incômodo causado pela poluição atmosférica e sonora em mulheres grávidas - Valência, Espanha. Concentrações de material particulado versus Incômodo –•Stenlund et al (2009) Efeitos da diminuição da poluição – Oxelosund, Suécia.
    19. 19. Sumário1. Poluição do ar e as partículas sedimentáveis2. Dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas e em andamento3. Estudos realizados e em andamento a. Monitoramento, caracterização química e responsabilidade de fontes na RGV e Anchieta; b. Desenvolvimento de coletor automático de partículas; c. Avaliação do nível de incômodo por MPS da população na RGV e Anchieta.
    20. 20. Dissertações e teses concluídas sobre poluição do ar por partículas 2007: Camila C Trindade “Avaliação do uso de diferentes modelos receptores com dados de PM2,5 : Balanço químico de massa e Fatoração de matriz positiva” 2011: Larissa B de Souza. “Avaliação do incômodo à população por partículas sedimentadas: estudo de correlação entre a percepção de incômodo e os níveis de concentração de partículas sedimentáveis na atmosfera” 2011: Brigida G Maioli. “Quantificação e Caracterização do Material Particulado Fino (MP2,5) na Região Metropolitana da Grande Vitória-ES” 2011: Israel P Soares. “Avaliação do uso de diferentes modelos receptores para determinação da contribuição das fontes de partículas totais em suspensão” 2011: Mayana Rigo Alves. “Estudo do fluxo de deposição de partículas para a Região Metropolitana da Grande Vitória usando dados de PTS” 2012: Bruno Furieri. « Influence de la structuration tourbillonnaire turbulente d un lécoulement dair sur lérosion éolienne de matières granulaires »
    21. 21. Teses em andamento sobre poluição do ar por partículas Melina Conti “Caracterização Físico-Química e de Origem de Partículas Sedimentáveis na Atmosfera” . Início: 2008 Edilson Luis do Nascimento. “Modelagem matemática da dispersão de partículas provenientes de pilhas de estocagem” . Início: 2009 Milena M de Melo. “Avaliação do incômodo causado por poluentes atmosféricos”. Início: 2010 Ayres G Loriato. “Estudo da qualidade do ar nas regiões metropolitanas de Vitória (ES)-Brasil e Dunkerque (França) empregando o modelos WRF-CHEM” . Início: 2011
    22. 22. Sumário1. Poluição do ar e as partículas sedimentáveis2. Dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas e em andamento3. Estudos realizados e em andamento a. Monitoramento, caracterização química e responsabilidade de fontes na RGV e Anchieta; b. Desenvolvimento de coletor automático de partículas; c. Avaliação do nível de incômodo por MPS da população na RGV e Anchieta.
    23. 23. Monitoramento, caracterização e responsabilidade de fontes Coleta de amostras de material particulado nos receptores Coleta de amostras de material particulado nas fontesCaracterização química do material particulado das amostras Correlação entre as composições químicas do material particulado nas amostras coletas nas fontes com as composições das amostras coletas nos receptores
    24. 24. Monitoramento, caracterização e responsabilidade de fontes Coleta de amostras de material particulado nos receptores Coleta de amostras de material particulado nas fontesCaracterização química do material particulado das amostras Correlação entre as composições químicas do material particulado nas amostras coletas nas fontes com as composições das amostras coletas nos receptores
    25. 25. RGV
    26. 26. Anchieta
    27. 27. Coletor projetado de acordo com a normaASTM D1739. Detalhe do alinhamento do coletor e da proteção. Ambos devem estar alinhados ou a distância entre a proteção e o coletor não deve ultrapassar 0,01m.
    28. 28. Deposição média de 12 meses
    29. 29. Sumário1. Poluição do ar e as partículas sedimentáveis2. Dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas e em andamento3. Estudos realizados e em andamento a. Monitoramento, caracterização química e responsabilidade de fontes na RGV e Anchieta; b. Desenvolvimento de coletor automático de partículas; c. Avaliação do nível de incômodo por MPS da população na RGV e Anchieta.
    30. 30. Coletor automático de partículas sedimentáveis• Celso Munaro: Engenheiro Eletricista, Doutor em Engenharia Elétrica e Professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Espírito Santo• Projeto e construção de um protótipo de uma unidade de medição (UMED) capaz de realizar de forma autônoma ciclos de medição de partículas precipitáveis e enviá-las a um concentrador de dados remoto (computador), utilizando para isto telefonia celular.
    31. 31. Coletor automático de partículas sedimentáveis (*) (*) Resolução 0,7mg de partículas na área dada a cada hora
    32. 32. Coletor automático de partículas sedimentáveis Proposta construtiva Resolução 0,7mg de partículas na área dada a cada hora
    33. 33. Sumário1. Poluição do ar e as partículas sedimentáveis2. Dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas e em andamento3. Estudos realizados e em andamento a. Monitoramento, caracterização química e responsabilidade de fontes na RGV e Anchieta; b. Desenvolvimento de coletor automático de partículas; c. Avaliação do nível de incômodo por MPS da população na RGV e Anchieta.
    34. 34. 2011: Larissa B de Souza. “Avaliação do incômodo à população por partículas sedimentadas: estudo de correlação entre a percepção de incômodo e os níveis de concentração de partículas sedimentáveis na atmosfera” Distribuição dos entrevistados na pesquisa de opinião.
    35. 35. Fluxo médio de deposição de PS nas estações da Ilhado Boi durante o período de desenvolvimento dapesquisa de painel. 10 9,4 9,0 9 8 7 6 5,4 5 4,6 4 3,6 3,2 3 2 1mDF03gpdoxuãçes)( 0²/il jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 Meses
    36. 36. Níveis mensais de percepção de incômodo 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0M 2,0mNoôndvacesIlí 1,0 0,0 jan/11 fev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 Meses
    37. 37. Níveis semanais de percepção de incômodo 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1mNoôndvacesIlí 0 Semanas
    38. 38. Níveis diários de percepção de incômodo 10 9 8 7 6 5 4 3 2mDNoôndvácerIilí 1 0 Dias
    39. 39. Nível mensal médio de incômodo x Fluxo médio dedeposição de PS 10 9 8 7 6 5 y = 1,7389x - 3,6089 4 R² = 0,9151 3 2 1 m N o ô n d v a c e s i l í 0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 Fluxo de deposição mensal experimental (g/m2 *30dias)
    40. 40. Análise da relação Exposição-Resposta Nível _ incommensal = 1,7389 * FluxoDepmensal − 3,6089Tabela 03: Nível de incômodo correspondente a alguns padrões de fluxo de deposiçãoadotados por alguns locais.PADRÃO NÍVEL DE INCÔMODO (g/m2 30 PAÍS/CIDADE PECULIARIDADE CORRESPONDENTE dias) Minas Gerais (MM) 10,00 Áreas Industrializadas 10,00 Argentina (MA) 6,00 Nova York (MM) Áreas povoadas/ industrialização forte 6,82 5,00 Minas Gerais (MM) Áreas Residenciais e comerciais 5,09 5,25 Mississipi (MM) Áreas Residenciais 5,52 4,00 Austrália (MA) Mínimo Impacto Percebido 3,35 Áreas rurais para 3,00 Nova York (MM) 1,61 agricultura/recreação
    41. 41. Tendênciade aumento
    42. 42. Milena M de Melo. “Avaliação do incômodo causado por poluentes atmosféricos”. Início: Estações de Monitoramento da Qualidade do Ar 2010 Grande Vitória - ES Laranjeiras Carapina Jardim Camburi ¯ 0 1 2 4 6 8 Enseada do Suá km Vitória - Centro Vila Velha - Centro Campo Grande Sistema de Coordenadas Geográficas Ibes Projeção Policônica Datum/ Sistem a Geodésico de Referência: SAD-69 Elaborado por: João Henrique Malverdes Coelho Data: 03/11/2011 Fonte: IBGE (2010) Laboratório de Cartografia e Geotecnologias (Censo, 2010)
    43. 43. Cálculo de tamanho da amostra• Amostragem estratificada simples com alocação proporcional, devido a HabitantesRegião de Monitoramento diferenças proporcionais na Habitantes composição da população alvo. (n) (%)Laranjeiras 31 8,13%Carapina −1 28 7,40% Jardim Camburi( N − 1)  e  2  30 Ni 7,91% n ≥ N 1 +    ni = ×nEnseada do SuáP (1 − P )  zα  N     35 9,00% (BARNETT, 1991).Centro de Vitória 50 12,92%Centro de Vila Velha 71 18,54%onde: n é o tamanho da amostra; N é o tamanho da população geral; Ni é o tamanho da população naIbesregião i; ni é o tamanho da amostra na região i; Z é o nº de unidades de desvio padrão de acordo 79 20,60% com a probabilidade e nível de confiança escolhidos; α é o nível de significância; P é a proporção populacional; e é a margem de erro, especificada como 0,05.Campo Grande 59 15,49%Total (mínimo) 384 100,00% Foram aplicados 515 questionários em julho de 2011 e 513 em janeiro de 2012.
    44. 44. Resposta ao Incômodo versus Exposição à PS 100% 90% 80%Freq. relativa acumulada 70% 60% 50% Muito Incomodado 40% 30% 20% 10% 0% 1 2 4 6 8 10 12 14 16 20 Fluxo de deposição PS (g/m2.30 dias)
    45. 45. ContatoJane Meri Santosjane.santos@pq.cnpq.br+ 55 27 3335 2066

    ×