6 aldeias

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6 aldeias

  1. 1. SEMI-ANNUAL MEETING<br />ENVIRONMENTAL PROGRAM - USAID BRAZIL <br />Brasilia, May 2nd, 2011<br />
  2. 2. Abrangência do Projeto Aldeias<br />Consórcio Visão Mundial (organização líder) e <br /> OPAN (sub-consorciada)<br />Focado em 7 terras indígenas do estado do Amazonas:<br />TI Katukina do Rio Biá<br />TI Deni<br />TIs Paumari (TI Lago Manissuã, TI Paricá, TI Cuniuá)<br />TI Zuruaha (‘recente contato’)<br />TI Hi Merimã (isolados)<br />BASES REGIONAIS / EQUIPES INDIGENISTAS EM: <br />- MANAUS<br /><ul><li> LÁBREA E CARAUARI</li></ul>****<br />APOIO DE GESTÃO EM:<br /><ul><li> BRASÍLIA (VM) e </li></ul>- CUIABÁ (OPAN)<br />
  3. 3. TI PAUMARI DO CUNIUÁ<br />TI PAUMARI DO PARICÁ<br />TI PAUMARI DO MANISSUÃ<br />TI RIO BIÁ<br />TI DENI<br />TI HIMERIMÃ<br />TI ZURUAHA<br />
  4. 4. Dados comparativos de população, superfície e desmatamento nas terras indígenas de abrangência do Projeto Aldeias<br />
  5. 5. AS TRÊS ESFERAS FUNDAMENTAIS DE ATUAÇÃO<br />Proteção Etnoambiental das TIs Hi Merimã e Zuruaha<br />Apoio à Conservação e Gestão Ambiental nas TIs Deni, Katukina e Paumari<br />Promoção de Direitos Indígenas e Capacitação Organizativa da FOCIMP, AMIMP, COPIJU e ASPODEX<br />
  6. 6. objetivos<br />FORTALECIMENTO DA ORGANIZAÇÃO INDÍGENA LOCAL/REGIONAL<br />MELHORIA DA CONSERVAÇÃO E DA GRN NAS TERRAS INDÍGENAS<br />resultados<br />BONS PLANOS DE GESTÃO TERRITORIAL<br />ORGANIZAÇÕES COM MAIS HABILIDADE DE GESTÃO E MAIOR ARTICULAÇÃO REGIONAL<br />FERRAMENTAS DE CONSERVAÇÃO REINVENTADAS E MANEJOS ESPECÍFICOS EM PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO<br />MAIS GOVERNANÇA REGIONAL<br />(GOVERNO+ORGANIZAÇÕES INDÍGENAS+EXTRATIVISTAS+PARCEIROS SOCIOAMBIENTAIS)<br />
  7. 7. Qual será o DIFERENCIAL nesta região amazônica após o Projeto Aldeias:<br />Referencial pioneiro na construção de Planos de Gestão Territorial Indígena nas bacias Purus, Juruá e Jutaí (Amazonas)<br />Caminho aberto para a construção de metodologias de manejo de recursos pesqueiros em terra indígena (Manejo de Pirarucu; Pesquisa de Viabilidade de Pesca Ornamental)<br />Organizações indígenas menos corporativas, mais articuladas com as aldeias e mais focadas na interação com as políticas públicas.<br />Abertura de processos colaborativos entre comunidades indígenas e extrativistas, entre as suas associações, entre FUNAI e ICMBio, facilitando a efetiva articulação de mosaico<br />
  8. 8. O que é NECESSÁRIO FAZER para que isso aconteça? (componentes principais  e seus resultados) <br />Estabelecer parcerias mais efetivas em nível local/regional com os órgãos governamentais para dar base legal e capacidade de implementação aos Planos de Gestão e Manejos Específicos nas TIs.<br />Fortalecer a capacidade gerencial e administrativa das organizações indígenas<br />Avançar dos Planos de Gestão Indígena à consolidação de Cadeias Produtivas Regionais com participação indígena direta<br />Fortalecer as agendas inter-setoriais (indígenas, extrativistas, socioambientais, municipais)<br />
  9. 9. QUAIS OUTROS ATORES terão que contribuir, responder, reagir, mudar para que isso aconteça? <br />As organizações indígenas regionais (sendo menos ‘agência de serviços’ das aldeias e mais articuladoras de processos ‘de base’);<br />A FUNAI (fortalecendo-se regionalmente, constituindo Comitês Regionais dinâmicos);<br />O ‘universo extrativista’: em nível local (as lideranças comunitárias), institucional (as suas associações) e governamental (ICMBio);<br />Os governos municipais (habitualmente antagônicos , ao estilo ‘patrão/seringalista’): as políticas indígenas estão mais ‘municipalizadas’<br />
  10. 10. Quais resultados já foram alcançados neste período?  De que forma foram verificados?<br />Avanço na implementação de manejos pesqueiros como contraponto às práticas predatórias  aumento dos estoques de ictiofauna<br />Avanço na articulação inter-setorial (TIs + UCs + Município)  efetivação de agendas conjuntas<br />Organizações indígenas fortalecidas  novas interações com COIAB, SEIND, FUNAI, municípios<br />Terras de Povos Indígenas Isolados melhor protegidas  além do trabalho da FUNAI de vigilância e localização, há avanço na articulação dos entornos<br />
  11. 11. Quais dos impactos e resultados poderiam ser divulgados a outros consórcios, ao mundo afora? <br />A experiência de manejo de recursos pesqueiros nas TIs Deni e Paumari.<br />O modelo de “proposta integrada” com o componente extrativista (não existem soluções ‘só para as TIs’).<br />A experiência (em construção) de avançar na proteção de povos isolados através de uma intervenção que prioriza as ‘agendas dos entornos’.<br />
  12. 12. De que forma o trabalho do consórcio poderia continuar após o término do projeto?<br /><ul><li> Com uma capacidade plena dos órgãos de governo para implementar os Planos de Gestão e os Manejos Específicos em TIs (mas isso é possível no momento atual?)
  13. 13. Com canais mais claros de acesso e participação das organizações indígenas às políticas públicas (p. ex., como conectar os dilemas extrativistas dos Katukina com a PNGATI)
  14. 14. Com maior articulação social/ econômica/ ambiental de mosaico entre TIs e UCs(até que ponto só as ONGs queremos esta agenda colaborativa)
  15. 15. Quais os riscos de diminuir a capacidade dos parceiros socioambientais no momento de irrupção acelerada do modelo agropecuário (com a “rondonização” do Sul do Amazonas, precisa marcar presença regional sólida).</li></li></ul><li>
  16. 16. Miguel Aparicio <br />miguel@amazonianativa.org.br<br />

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