Glossario2.1

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Glossario2.1

  1. 1. Enfermagem Psiquiátrica Instrumentos Cuidadativos . Observação . Registo . Comunicação
  2. 2. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória
  3. 3. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto
  4. 4. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto3. Funções Biológicas Vitais
  5. 5. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto3. Funções Biológicas Vitais4. Humor
  6. 6. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto3. Funções Biológicas Vitais4. Humor5. Afecto
  7. 7. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto3. Funções Biológicas Vitais4. Humor5. Afecto6. Emoções
  8. 8. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto3. Funções Biológicas Vitais4. Humor5. Afecto6. Emoções7. Consciência
  9. 9. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto3. Funções Biológicas Vitais4. Humor5. Afecto6. Emoções7. Consciência8. Pensamento
  10. 10. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto • Delírios3. Funções Biológicas Vitais4. Humor5. Afecto6. Emoções7. Consciência8. Pensamento
  11. 11. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto • Delírios3. Funções Biológicas Vitais • Atenção4. Humor5. Afecto6. Emoções7. Consciência8. Pensamento
  12. 12. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto • Delírios3. Funções Biológicas Vitais • Atenção4. Humor • Percepção5. Afecto6. Emoções7. Consciência8. Pensamento
  13. 13. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto • Delírios3. Funções Biológicas Vitais • Atenção4. Humor • Percepção5. Afecto • Linguagem6. Emoções7. Consciência8. Pensamento
  14. 14. PRINCIPAL TERMINOLOGIA EM PSIQUIATRIA E SAÚDE MENTAL1. Memória2. Contacto • Delírios3. Funções Biológicas Vitais • Atenção4. Humor • Percepção5. Afecto • Linguagem6. Emoções • Comportamento Motor7. Consciência8. Pensamento
  15. 15. 1. MEMÓRIAA memória é a função pela qual a informação é armazenada e mais tarderecordada. É a capacidade, processo ou acto de relembrar ou lembrare de reproduzir o que foi aprendido ou vivenciado.
  16. 16. 1. MEMÓRIAExistem quatro tipos de memória:
  17. 17. 1. MEMÓRIAExistem quatro tipos de memória:1. imediata – preserva-se de 30 segundos a 3-5 minutos
  18. 18. 1. MEMÓRIAExistem quatro tipos de memória:1. imediata – preserva-se de 30 segundos a 3-5 minutos2. recente – preserva a informação de algumas horas a alguns dias
  19. 19. 1. MEMÓRIAExistem quatro tipos de memória:1. imediata – preserva-se de 30 segundos a 3-5 minutos2. recente – preserva a informação de algumas horas a alguns dias3. passado recente – preserva a informação para além de alguns meses
  20. 20. 1. MEMÓRIAExistem quatro tipos de memória:1. imediata – preserva-se de 30 segundos a 3-5 minutos2. recente – preserva a informação de algumas horas a alguns dias3. passado recente – preserva a informação para além de alguns meses4. remota – preserva a informação para além do passado recente.
  21. 21. 1. MEMÓRIAAlgumas características da memória são:
  22. 22. 1. MEMÓRIAAlgumas características da memória são:a) fixaçãocorresponde à memória imediata e um pouco à recente
  23. 23. 1. MEMÓRIAAlgumas características da memória são:a) fixaçãocorresponde à memória imediata e um pouco à recenteb) conservaçãocorresponde à memória recente, passado recente e remota
  24. 24. 1. MEMÓRIAAlgumas características da memória são:a) fixaçãocorresponde à memória imediata e um pouco à recenteb) conservaçãocorresponde à memória recente, passado recente e remotac) evocaçãocapacidade de evocar factos ou dados à memória (as amnésias surgem porincapacidade de evocação)
  25. 25. 1. MEMÓRIAAlgumas características da memória são:a) fixaçãocorresponde à memória imediata e um pouco à recenteb) conservaçãocorresponde à memória recente, passado recente e remotac) evocaçãocapacidade de evocar factos ou dados à memória (as amnésias surgem porincapacidade de evocação)d) motivaçãosendo esta característica um importante factor para o funcionamento damemória, através do condicionamento, repetição e atenção.
  26. 26. 1. MEMÓRIAOs problemas relacionados com a memória podem ser classificadosI. DISTORÇÕES DA MEMÓRIAII. AMNÉSIA
  27. 27. 1. MEMÓRIA Os problemas relacionados com a memória podem ser classificados I. DISTORÇÕES DA MEMÓRIA II. AMNÉSIAI. DISTORÇÕES DA MEMÓRIADismnésias ou paramnésiasCaracteriza-se por uma ilusão da recordação ou falsificação retrospectiva.Há percepção e a memória recorda algo mas com tonalidades diferentes. Trata-se de uma alteração normal da memória e que não é patológica com o evoluirda idade. No entanto considera-se patológica se for contada de modo totalmentenovo (como acontece nos distúrbios de personalidade: histeria, depressão,mania)
  28. 28. 1. MEMÓRIA Os problemas relacionados com a memória podem ser classificados I. DISTORÇÕES DA MEMÓRIA II. AMNÉSIAI. DISTORÇÕES DA MEMÓRIADismnésias ou paramnésiasCaracteriza-se por uma ilusão da recordação ou falsificação retrospectiva.Há percepção e a memória recorda algo mas com tonalidades diferentes. Trata-se de uma alteração normal da memória e que não é patológica com o evoluirda idade. No entanto considera-se patológica se for contada de modo totalmentenovo (como acontece nos distúrbios de personalidade: histeria, depressão,mania)
  29. 29. 1. MEMÓRIA Os problemas relacionados com a memória podem ser classificados I. DISTORÇÕES DA MEMÓRIA II. AMNÉSIAI. DISTORÇÕES DA MEMÓRIADismnésias ou paramnésiasCaracteriza-se por uma ilusão da recordação ou falsificação retrospectiva.Há percepção e a memória recorda algo mas com tonalidades diferentes. Trata-se de uma alteração normal da memória e que não é patológica com o evoluirda idade. No entanto considera-se patológica se for contada de modo totalmentenovo (como acontece nos distúrbios de personalidade: histeria, depressão,mania)
  30. 30. 1. MEMÓRIA Os problemas relacionados com a memória podem ser classificados I. DISTORÇÕES DA MEMÓRIA II. AMNÉSIAI. DISTORÇÕES DA MEMÓRIADismnésias ou paramnésiasCaracteriza-se por uma ilusão da recordação ou falsificação retrospectiva.Há percepção e a memória recorda algo mas com tonalidades diferentes. Trata-se de uma alteração normal da memória e que não é patológica com o evoluirda idade. No entanto considera-se patológica se for contada de modo totalmentenovo (como acontece nos distúrbios de personalidade: histeria, depressão,mania)
  31. 31. MEMÓRIADelírio retrospectivoO indivíduo tem a memória de que alguma coisa aconteceu mas agoraenquadra-o num contexto paranóide. Surge neste quadro a memória delirante,em que o indivíduo tenta justificar um delírio de grandeza com memória queeles próprios criam (ex. sou Deus porque em 1964 vim à Terra montado numaestrela)
  32. 32. MEMÓRIADelírio retrospectivoO indivíduo tem a memória de que alguma coisa aconteceu mas agoraenquadra-o num contexto paranóide. Surge neste quadro a memória delirante,em que o indivíduo tenta justificar um delírio de grandeza com memória queeles próprios criam (ex. sou Deus porque em 1964 vim à Terra montado numaestrela)
  33. 33. MEMÓRIADelírio retrospectivoO indivíduo tem a memória de que alguma coisa aconteceu mas agoraenquadra-o num contexto paranóide. Surge neste quadro a memória delirante,em que o indivíduo tenta justificar um delírio de grandeza com memória queeles próprios criam (ex. sou Deus porque em 1964 vim à Terra montado numaestrela)
  34. 34. MEMÓRIAConfabulaçõesSão falsas memórias com que o doente preenche as suas lacunas amnésicas(como acontece nos casos de demência, síndroma de Korsakov). Nestasituação o doente preenche o vazio amnésico com descrições que parecemautênticas, havendo inclusive alguma coerência na descrição dos factos.
  35. 35. MEMÓRIAConfabulaçõesSão falsas memórias com que o doente preenche as suas lacunas amnésicas(como acontece nos casos de demência, síndroma de Korsakov). Nestasituação o doente preenche o vazio amnésico com descrições que parecemautênticas, havendo inclusive alguma coerência na descrição dos factos.
  36. 36. MEMÓRIAConfabulaçõesSão falsas memórias com que o doente preenche as suas lacunas amnésicas(como acontece nos casos de demência, síndroma de Korsakov). Nestasituação o doente preenche o vazio amnésico com descrições que parecemautênticas, havendo inclusive alguma coerência na descrição dos factos.
  37. 37. MEMÓRIAConfabulaçõesSão falsas memórias com que o doente preenche as suas lacunas amnésicas(como acontece nos casos de demência, síndroma de Korsakov). Nestasituação o doente preenche o vazio amnésico com descrições que parecemautênticas, havendo inclusive alguma coerência na descrição dos factos.
  38. 38. MEMÓRIADejá-vuO indivíduo tem a sensação de já ter visto ou vivenciado determinadasituação (acontece com alguma frequência nos casos de epilepsia do lobotemporal).
  39. 39. MEMÓRIAJamais-vuNuma situação habitual o indivíduo tem a convicção de que aquilo nuncaaconteceu ou nunca foi visto por si (também frequente em casos de epilepsiado lobo temporal)
  40. 40. MEMÓRIACriptomnésiaO sujeito lembra-se de um acontecimento mas não o reconhece como sendomemória e vivencia-o fortemente como sendo algo novo.
  41. 41. MEMÓRIAFalso reconhecimentoO indivíduo vê pela primeira vez uma pessoa e têm-no como seu conhecidode longa data.
  42. 42. MEMÓRIAII. AMNÉSIAPerda de memória, manifestando-se pela incapacidade parcial ou total delembrar-se de experiências anteriores. Quanto à origem pode ser :
  43. 43. MEMÓRIAII. AMNÉSIAPerda de memória, manifestando-se pela incapacidade parcial ou total delembrar-se de experiências anteriores. Quanto à origem pode ser :i) orgânicaii) psicológica
  44. 44. MEMÓRIAi) orgânicasempre que existe alteração da memória recente e imediata devemos pensarnum caso de amnésia orgânica.
  45. 45. MEMÓRIAi) orgânicasempre que existe alteração da memória recente e imediata devemos pensarnum caso de amnésia orgânica. Acontece nos casos de alcoolismo, epilepsia,alterações bioquímicas, traumatismos crânio-encefálicos, estados infecciosos,...
  46. 46. MEMÓRIAi) orgânicasempre que existe alteração da memória recente e imediata devemos pensarnum caso de amnésia orgânica. Acontece nos casos de alcoolismo, epilepsia,alterações bioquímicas, traumatismos crâneo-encefálicos, estados infecciosos,...Quanto ao tipo podem ser:
  47. 47. MEMÓRIAanterógrada – não há memória para o período a seguir (ex. traumatismocraniano)
  48. 48. MEMÓRIAretrógrada – quando a amnésia é para a informação recebida antes dotraumatismo, havendo a tendência para recuperar a memória da mais antigapara a mais recente.
  49. 49. MEMÓRIAtotal ou retroanterograda – quando acontecem ambas as situações anteriores
  50. 50. MEMÓRIAlacunar – quando não há memória para determinado período da vida doindivíduo (ex. epilepsia, traumatismo crânio-encefálico)
  51. 51. MEMÓRIAii) Psicológicaneste caso a memória vai perdendo “frescura” com a idade, podendo ficarofuscada e/ou dando uma falsificação da memória. Pode-se classificar em:
  52. 52. MEMÓRIAamnésia catatímica – está ligada a aspectos traumáticos (desagradáveis) epor isso tendem a ser reprimidas
  53. 53. MEMÓRIAamnésia ansiosa – a ansiedade excessiva interfere com a capacidade deevocação, fixação, conservação e raciocínio.
  54. 54. MEMÓRIAamnésia dissociativa ou histérica – a pessoa perde o conhecimentotemporal de si própria e embora possa manter comportamentos adequados,não retém a informação recolhida durante essa período. Quando sai desteestado, é como se não tivesse acontecido nada. (US)
  55. 55. 2. CONTACTOÉ a relação que se estabelece entre o técnico de saúde e o paciente e queenvolve a comunicação.
  56. 56. 2. CONTACTOSuperficialidade – refere-se quando o paciente apresenta uma relação fraca.
  57. 57. 2. CONTACTOIndiferença – o paciente toma uma postura de completa indiferença para como técnico
  58. 58. 2. CONTACTOExuberante – quando o contacto é bom em demasia, deixando de ser formal
  59. 59. 2. CONTACTONegativista – quando a atitude persistente, mesmo perante a tentativa deajuda, é a negação, oposição ou resistência, aberta ou encoberta, a sugestõesou recomendações de origem externa
  60. 60. 2. CONTACTOImpossível ou difícil – quando o paciente nega o contacto tornando-oimpossível (esquizofrenia, alucinações auditivas, delírios) ou muito difícil(delírios de ruína, auto-desvalorização, ideias de suicídio) (US)
  61. 61. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAISEm psiquiatria são quatro as funções biológicas vitais:
  62. 62. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAISEm psiquiatria são quatro as funções biológicas vitais: 1. instinto de conservação
  63. 63. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAISEm psiquiatria são quatro as funções biológicas vitais: 1. instinto de conservação 2. função alimentar
  64. 64. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAISEm psiquiatria são quatro as funções biológicas vitais: 1. instinto de conservação 2. função alimentar 3. libido
  65. 65. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAISEm psiquiatria são quatro as funções biológicas vitais: 1. instinto de conservação 2. função alimentar 3. libido 4. sono
  66. 66. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS1. alterações do instinto de conservaçãoideação suicida – o indivíduo pensa/fala com frequência na morte/matar-se
  67. 67. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS1. alterações do instinto de conservaçãoideação suicida – o indivíduo pensa/fala com frequência na morte/matar-seauto-mutilação – o indivíduo provoca em si mesmo ferimentos
  68. 68. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS1. alterações do instinto de conservaçãoideação suicida – o indivíduo pensa/fala com frequência na morte/matar-seauto-mutilação – o indivíduo provoca em si mesmo ferimentosideias de morte – apresenta um discurso em que a sua morte é tema central
  69. 69. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS1. alterações do instinto de conservaçãoideação suicida – o indivíduo pensa/fala com frequência na morte/matar-seauto-mutilação – o indivíduo provoca em si mesmo ferimentosideias de morte – apresenta um discurso em que a sua morte é tema centralpara-suicídio – o indivíduo não quer nem deseja a morte
  70. 70. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS1. alterações do instinto de conservaçãoideação suicida – o indivíduo pensa/fala com frequência na morte/matar-seauto-mutilação – o indivíduo provoca em si mesmo ferimentosideias de morte – apresenta um discurso em que a sua morte é tema centralpara-suicídio – o indivíduo não quer nem deseja a mortetentativa de suicídio – procura a morte mas falha por algum motivo
  71. 71. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar peso
  72. 72. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar pesohiperfagia – aumento do apetite com grande ingestão de alimentos
  73. 73. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar pesohiperfagia – aumento do apetite com grande ingestão de alimentosbulimia nervosa– ingestão compulsiva e descontrolada de alimentos
  74. 74. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar pesohiperfagia – aumento do apetite com grande ingestão de alimentosbulimia nervosa– ingestão compulsiva e descontrolada de alimentosAberrações alimentares:
  75. 75. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar pesohiperfagia – aumento do apetite com grande ingestão de alimentosbulimia nervosa– ingestão compulsiva e descontrolada de alimentosAberrações alimentares:- para sólidos – coprofagia (comer fezes)
  76. 76. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar pesohiperfagia – aumento do apetite com grande ingestão de alimentosbulimia nervosa– ingestão compulsiva e descontrolada de alimentosAberrações alimentares:- para sólidos – coprofagia (comer fezes) geofagia (comer terra)
  77. 77. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS2. alterações alimentaresAnorexia nervosa – medo intenso de ganhar pesohiperfagia – aumento do apetite com grande ingestão de alimentosbulimia nervosa– ingestão compulsiva e descontrolada de alimentosAberrações alimentares:- para sólidos – coprofagia (comer fezes) geofagia (comer terra)- para líquidos – polidipsia (beber grande quantidade de líquidos) (ex. esquizo)
  78. 78. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS3. Alterações da líbidoaumento da libido – aumento do apetite sexual. (ex. estados maníacos)
  79. 79. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS3. Alterações da líbidoaumento da libido – aumento do apetite sexual. (ex. estados maníacos)diminuição da libido – diminuição do apetite sexual (ex. depressão)
  80. 80. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS3. Alterações da líbidoaumento da libido – aumento do apetite sexual. (ex. estados maníacos)diminuição da libido – diminuição do apetite sexual (ex. depressão)aberrações sexuais – alterações da sexualidade (pedofilia, zoofilia)
  81. 81. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS4. Alterações da sonoinsónia – dificuldade em adormecer
  82. 82. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS4. Alterações da sonoinsónia – dificuldade em adormecer = inicial (frequente na ansiedade, obsessão)
  83. 83. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS4. Alterações da sonoinsónia – dificuldade em adormecer = inicial (frequente na ansiedade, obsessão) = intermédia (frequente na ansiedade)
  84. 84. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS4. Alterações da sonoinsónia – dificuldade em adormecer = inicial (frequente na ansiedade, obsessão) = intermédia (frequente na ansiedade) = terminal (frequente na depressão endógena)
  85. 85. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS4. Alterações da sonoinsónia – dificuldade em adormecer = inicial (frequente na ansiedade, obsessão) = intermédia (frequente na ansiedade) = terminal (frequente na depressão endógena)hipersónia – dormir em demasia (ex. depressão atípica)
  86. 86. 3. FUNÇÕES BIOLÓGICAS VITAIS4. Alterações da sonoinsónia – dificuldade em adormecer = inicial (frequente na ansiedade, obsessão) = intermédia (frequente na ansiedade) = terminal (frequente na depressão endógena)hipersónia – dormir em demasia (ex. depressão atípica)cataplexia – perda de tónus muscular repentino e não controlado
  87. 87. 4. HUMORO humor é a tonalidade dos sentimentos e sensações, especialmente enquantoexperiência interna do indivíduo. (US)
  88. 88. 4. HUMORO humor é a tonalidade dos sentimentos e sensações, especialmente enquantoexperiência interna do indivíduo. É emocionalmente prolongada, percebida aolongo de um continuum normal, que vai da sensação de estar triste à de estarfeliz.
  89. 89. 4. HUMORO humor é a tonalidade dos sentimentos e sensações, especialmente enquantoexperiência interna do indivíduo. É emocionalmente prolongada, percebida aolongo de um continuum normal, que vai da sensação de estar triste à de estarfeliz. Os distúrbios do humor (bipolar e depressivo) caracterizam-se porsensações anormais de depressão ou euforia, com manifestações psicóticasassociadas, em alguns casos sendo graves.
  90. 90. 4. HUMOREutímico – quando não há alterações de humor e é adequado
  91. 91. 4. HUMOREutímico – quando não há alterações de humor e é adequadoEufórico – quando há alegria excessiva
  92. 92. 4. HUMOREutímico – quando não há alterações de humor e é adequadoEufórico – quando há alegria excessivaLábil – variação/flutuação de humor (triste/alegre)
  93. 93. 4. HUMOREutímico – quando não há alterações de humor e é adequadoEufórico – quando há alegria excessivaLábil – variação/flutuação de humor (triste/alegre)Irritável – não está alegre nem triste mas facilmente irritável e agressivo
  94. 94. 4. HUMOREutímico – quando não há alterações de humor e é adequadoEufórico – quando há alegria excessivaLábil – variação/flutuação de humor (triste/alegre)Irritável – não está alegre nem triste mas facilmente irritável e agressivoDepressivo – estado de tristeza que se mantém para além do normal (US)
  95. 95. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOO afecto é algo que surge de dentro e se manifesta por intervenção doexterior.
  96. 96. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOO afecto é algo que surge de dentro e se manifesta por intervenção doexterior. Há no entanto dificuldade em definir afectividade, preferindo algunsautores em dividir a afectividade em emoções e humor.
  97. 97. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOO afecto é algo que surge de dentro e se manifesta por intervenção doexterior. Há no entanto dificuldade em definir afectividade, preferindo algunsautores em dividir a afectividade em emoções e humor. Assim emoções sãoafectos bruscos e agudos que se desencadeiam por uma percepção (externa ouinterna) ou uma representação e tem uma abundante correlação somática.
  98. 98. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOQuanto ao afecto podemos classificá-lo como:Embotado – quando não mostra qualquer afecto,
  99. 99. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOQuanto ao afecto podemos classificá-lo como:Embotado – quando não mostra qualquer afecto, é incapaz de variabilidade deafecto,
  100. 100. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOQuanto ao afecto podemos classificá-lo como:Embotado – quando não mostra qualquer afecto, é incapaz de variabilidade deafecto, não reage a um estímulo afectuoso, parecendo não haver ressonância como exterior
  101. 101. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTORestrito – quando o indivíduo apresenta afecto mas este está nitidamentediminuído, não havendo qualidade nem intensidade.
  102. 102. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOInadequado – quando é esperado um determinado tipo de afecto para umadeterminada situação e o indivíduo apresenta outro
  103. 103. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOIndiferente – é o extremo da superficialidade afectiva. Não há exposição doafecto ainda que o sinta. Pode reagir para ele próprio mas é incapaz de oexprimir.
  104. 104. 5. ALTERAÇÕES DO AFECTOAmbivalente – coexistência de atitudes/emoções opostas (US)
  105. 105. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESReacção emocional – ex. reacção de luto
  106. 106. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESReacção depressiva
  107. 107. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESReacção de ajustamento – é um quadro transitório
  108. 108. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESPreocupação – é um estado de alerta
  109. 109. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESMedo – é um estado de alerta muitas vezes sem objecto
  110. 110. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESSusto – é uma reactividade neurovegetativa
  111. 111. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESAlexitimia – incapacidade em reconhecer as suas próprias emoções
  112. 112. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESAnsiedade – é uma emoção neurofisiológica
  113. 113. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESAnsiedade – é uma emoção neurofisiológica cognitiva – verifica-se a nível do pensamento
  114. 114. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESAnsiedade – é uma emoção neurofisiológica cognitiva – verifica-se a nível do pensamento motora – manifesta-se por movimentos característicos
  115. 115. 6. ALTERAÇÕES DAS EMOÇÕESAnsiedade – é uma emoção neurofisiológica cognitiva – verifica-se a nível do pensamento motora – manifesta-se por movimentos característicos vegetativa – manifesta-se por sudurese, hiperventilação(É frequente apresentarem-se os três níveis de ansiedade em simultâneo.) (US)
  116. 116. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.
  117. 117. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.Pode ser caracterizado por: 1. continuidade
  118. 118. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.Pode ser caracterizado por: 1. continuidade 2. reflexibilidade
  119. 119. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.Pode ser caracterizado por: 1. continuidade 2. reflexibilidade 3. clareza
  120. 120. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.Pode ser caracterizado por: 1. continuidade 2. reflexibilidade 3. clareza 4. orientação
  121. 121. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.Pode ser caracterizado por: 1. continuidade 2. reflexibilidade 3. clareza 4. orientação 5. amplitude
  122. 122. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAConsciência é o estado de conhecimento do próprio e do meio.Pode ser caracterizado por: 1. continuidade 2. reflexibilidade 3. clareza 4. orientação 5. amplitude 6. polarização
  123. 123. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA1. continuidadea consciência fluí continuamente de um estado ao outro em suave transiçãoque pode ir até à sua ausência (sono profundo, crises epilépticas, cataplexia,estados de delírium)
  124. 124. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA2. reflexibilidadeé a capacidade que nós temos de fazer um juízo sobre nós próprios, sendo o quemais se aproxima da consciência, no senso comum. Trata-se da auto-avaliação.
  125. 125. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAAlterações: obtusão – a reflexibilidade está prejudicada (neuroses dissociativas)
  126. 126. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAAlterações: obtusão – a reflexibilidade está prejudicada (neuroses dissociativas) acting-out – trata-se da passagem ao acto (histéricos)
  127. 127. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIAAlterações: obtusão – a reflexibilidade está prejudicada (neuroses dissociativas) acting-out – trata-se da passagem ao acto (histéricos) automatismos epilépticos – há perda de continuidade e reflexibilidade
  128. 128. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA3. clarezaé a capacidade que os indivíduos têm de identificar, de limitarem esepararem os conteúdos da mente em plena vigília.
  129. 129. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA3. clarezaé a capacidade que os indivíduos têm de identificar, de limitarem esepararem os conteúdos da mente em plena vigília.Alterações não patológicas - cansaço e sonolência - elevado nível de ansiedade
  130. 130. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA3. clarezaAlterações patológicas turvação – a clareza está prejudicada, podendo levar a alucinações
  131. 131. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA3. clarezaAlterações patológicas turvação – a clareza está prejudicada, podendo levar a alucinações estado onírico – se as representações internas se sobrepõem ao exterior
  132. 132. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA3. clarezaAlterações patológicas turvação – a clareza está prejudicada, podendo levar a alucinações estado onírico – se as representações internas se sobrepõem ao exterior oniróide – se as representações internas se desenvolvem em paralelo com o mundo exterior
  133. 133. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA3. clarezaAlterações patológicas turvação – a clareza está prejudicada, podendo levar a alucinações estado onírico – se as representações internas se sobrepõem ao exterior oniróide – se as representações internas se desenvolvem em paralelo com o mundo exterior hiperlucidez – é o aumento da clareza, observável nas auras epilépticas
  134. 134. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA4. orientaçãoé a consciência que o indivíduo tem do tempo, do espaço e de si próprio.
  135. 135. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA4. orientaçãoé a consciência que o indivíduo tem do tempo, do espaço e de si próprio.Alterações: desorientação – quando a orientação está prejudicada
  136. 136. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA4. orientaçãoé a consciência que o indivíduo tem do tempo, do espaço e de si próprio.Alterações: desorientação – quando a orientação está prejudicadaA primeira desorientação a surgir refere-se ao tempo
  137. 137. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA4. orientaçãoé a consciência que o indivíduo tem do tempo, do espaço e de si próprio.Alterações: desorientação – quando a orientação está prejudicadaA primeira desorientação a surgir refere-se ao tempoA segunda é relativa ao espaço
  138. 138. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA4. orientaçãoé a consciência que o indivíduo tem do tempo, do espaço e de si próprio.Alterações: desorientação – quando a orientação está prejudicadaA primeira desorientação a surgir refere-se ao tempoA segunda é relativa ao espaçoA terceira é a relação a si próprio.
  139. 139. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA5. amplitudeé a quantidade de conteúdos que a consciência de um indivíduo consegueabarcar de uma só vez.
  140. 140. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA5. amplitudeé a quantidade de conteúdos que a consciência de um indivíduo consegueabarcar de uma só vez.Alterações: diminuição – nos estados crepusculares, dissociativos e ansiosos
  141. 141. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA5. amplitudeé a quantidade de conteúdos que a consciência de um indivíduo consegueabarcar de uma só vez.Alterações: diminuição – nos estados crepusculares, dissociativos e ansiosos aumento ou extensão – como por ex. nos maníacos (fuga de ideias)
  142. 142. 7. ALTERAÇÕES DA CONSCIÊNCIA6. polarizaçãorefere-se a uma hierarquização dos conteúdos dos pensamentos(nota: nos maníacos há perda de polarização, enquanto que nos esquizofrénicos a polarização é extrema)
  143. 143. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIAConfusão – estado que oscila entre a continuidade, reflexibilidade e amplitude
  144. 144. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIAConfusão – estado que oscila entre a continuidade, reflexibilidade e amplitudeEstados crepusculares – o campo de consciência está estreitado (ex. epilepsia)
  145. 145. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIAConfusão – estado que oscila entre a continuidade, reflexibilidade e amplitudeEstados crepusculares – o campo de consciência está estreitado (ex. epilepsia)Torpor – existe confusão associada à sonolência (estado orgânico), observando-se também uma diminuição do número de ideias
  146. 146. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIADelírium – estado de alteração da consciência mais permanente, implícito aalterações orgânicas subjacentes
  147. 147. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIAEstupor – estado de pré-coma (área da neurologia)
  148. 148. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIACatatonia – o indivíduo está em mutismo, dando impressão que nãocompreende mas está alerta
  149. 149. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIAEnevoamento da consciência – todas as características da consciência estãoalteradas, podendo haver sonolência, alteração das percepções auditivas esensitivas e restrições do conteúdo do pensamento
  150. 150. 7. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIALetargia – hipersonolento, apenas reagindo a estímulos (US)

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