Mitos e lendas

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Atividade da aula de Leitura e Redação - 2o. bimestre de 2013

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Mitos e lendas

  1. 1. MITOS E LENDASRÔMULO E REMO MEDUSAROBIN HOODCAVALEIRO SEM CABEÇADRÁCULATHOR
  2. 2. CONCEITOLendassão narrativas transmitidas oralmente pelas pessoascom o objetivo de explicar acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Paraisso há uma mistura de fatos reais com imaginários. Misturam a história e afantasia. As lendas vão sendo contadas ao longo do tempo e modificadas atravésda imaginação do povo. Ao se tornarem conhecidas, são registradas nalinguagem escrita. Do latim legenda (aquilo que deve ser lido), as lendasinicialmente contavam histórias de santos, mas ao longo do tempo o conceito setransformou em histórias que falam sobre a tradição de um povo e que fazemparte de sua cultura.
  3. 3. CARACTERÍSTICAS DE UMA LENDA - Se utiliza da fantasia ou ficção, misturando-as com a realidade dosfatos. - Faz parte da tradição oral, e vem sendo contada através dos tempos. - Usam fatos reais e históricos para dar suporte às histórias, mas juntocom eles envolvem a imaginação para “aumentar um ponto” narealidade. - Fazem parte da realidade cultural de todos os povos. - Assim como os mitos, fornecem explicações aos fatos que não sãoexplicáveis pela ciência ou pela lógica. Essas explicações, porém, sãomais facilmente aceitas, pois apesar de serem fruto da imaginação nãosão necessariamente sobrenaturais ou fantásticas. - Sofrem alterações ao longo do tempo, por serem repassadasoralmente
  4. 4. O CAVALEIRO SEM CABEÇA Na Escócia, os membros do Clã MacLaine, do distrito de Lochbuie, evitam a todo custo andar pelaestrada da região durante a noite. Eles temem encontrar um dito "cavalo espectral" conduzido por umcavaleiro negro sem cabeça, e ouvir seu tropel de cascos brilhantes e o tinir sinistros de rédeas. Dizemos moradores do local que esse cavaleiro anuncia mortes iminentes.O nome do cavaleiro é Ewen, que era filho e herdeiro do chefe do clã MacLaine. Mas a inveja e ódioque sentia pelo pai, fez com que os dois caíssem em desgraça, e resolvessem as diferenças no Campode Batalha de Lochbuie. Em 1538, os dois exércitos se encontraram e o filho acabou decapitado comum golpe de machado desferido por um dos seguidores de seu pai. Desde então, até hoje, muitastestemunhas afirmam ter visto e/ou ouvido Ewen, sem cabeça, em seu corcel negro, cavalgando paracolher as almas dos Campos de Batalha.Reza a lenda também que esse mensageiro da morte teria tido um presságio dele próprio. Na noiteanterior ao conflito, Ewen teve um encontro com a Fada Lavadeira (uma figura folclórica escocesaaparentada com a Bansidhe Irlandesa e a Bruxa da Baba Galesa). Na véspera dos combates, era sualúgubre função lavar as roupas dos guerreiros que morreriam no combate.Ewen caminhava ao longo de um riacho quando viu a velha agachada à beira dágua, enxaguando umapilha de camisas manchadas de sangue. Ele perguntou a ela se sua camisa estaria entre elas, e aresposta foi afirmativa. Ewen caindo no desespero, perguntou a velha se haveria algum jeito dereverter aquele prognóstico macabro. A velha disse que ele estaria livre da maldição se sua esposa, semser avisada, servisse manteiga para ele ao amanhecer. Mas a sorte não sorriu à Ewen, pois sua amávelesposa não serviu manteiga na manhã seguinte. O infeliz mastigou estoicamente seu pão seco,rumando posteriormente para a batalha, sabendo que não retornaria.
  5. 5. CONCEITOMitossão narrativas utilizadas pelos povos antigos para explicarfatos da realidade e fenômenos da natureza que não eram compreendidos poreles. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais,deuses e heróis. Todos estes componentes são misturados a fatos reais,características humanas e pessoas que realmente existiram. Um dos objetivos domito é transmitir conhecimento e explicar fatos que a ciência ainda não haviaexplicado.
  6. 6. MITO INDÍGENA DO SOL (Apostila p. 8 ex. 2)(Índios Tucuna, Vale do Rio Solimões, Amazonas) Antigamente, muito antigamente, no tempo em que vivia entre osTucuna, o Sol era um moço forte e muito bonito. Por ocasião da festa deMoça-Nova, o rapaz ajudava sua velha tia no preparo da tinta de urucu.Ia à mata e trazia uma madeira muito vermelha, chamadamuirapiranga. Cortava a lenha para o fogo onde a velha fervia o urucupara pintar os Tucuna. A tia do moço era muito mal humorada, estavasempre a reclamar e a pedir mais lenha. Um dia o Sol trouxe muitamuirapiranga e a velha tia ainda resmungava insatisfeita. O rapazresolveu então que acabaria com toda aquela trabalheira. Olhou para ofogo que ardia, soltando longe suas faíscas. Olhou para o urucuborbulhante, vermelho, quente. Desejou beber aquele líquido e pediupermissão à tia que consentiu: - Bebe, bebe tudo e logo, disse zangada.Ela julgava e desejava que o moço morresse. Mas, à medida que iabebendo a tintura quente, o rapaz ia ficando cada vez mais vermelho,tal qual o urucu e a muirapiranga. Depois, subindo para o céu,intrometeu-se entre as nuvens. E passou desde então a esquentar e ailuminar o mundo.
  7. 7. TRABALHO PARA NOTAPESQUISA SOBRE UMA LENDA BRASILEIRAVale: até 2,0 pontos na média O TRABALHO DEVERÁ SER EM GRUPOS COM NO MÁXIMO05 ALUNOS. FEITO NO POWER POINT , E ENVIADO PARA O EMAILMFACELLI@MSN.COM ATÉ DIA ___/____/2013. APRESENTARIMAGENS, A HISTÓRIA DA LENDA ESCOLHIDA E UM NOVOFINAL . ATENÇÃO O TEMPO MÁXIMO DE APRESENTAÇÃO SERÁDE 10 MINUTOS POR GRUPO. DEVERÁ SER APRESENTADO NO DIA ___/05/13
  8. 8. EIS ALGUMAS LENDAS:BOITATÁ MULA SEM CABEÇA SACI
  9. 9. CURUPIRASALAMANCA DO JARAUNEGRINHO DO PASTOREIROLOBISOMENCORPO SECO
  10. 10. MATINTA PERERA VITÓRIA RÉGIACOBRA NORATO
  11. 11. OBRIGADA PELA ATENÇÃO!PROFESSORA MARCIA REGINA FACELLI AGUINASUGESTÃO DE SITES PARA PESQUISA:. http://www.arteducacao.pro.br/Cultura/lendas.htm http://www.sohistoria.com.br/lendasemitos/br/ http://ifolclore.vilabol.uol.com.br/lendas/index.htm http://www.memoriaviva.com.br/cascudo/lendas.htm#lendas YOU TUBE GOOGLE
  12. 12. TRABALHO: LENDA BRASILEIRAGrupo: Pedro A. Mariano no. 25Ana Maria no. 01Carlos Santos no. 05Série: 9º. 4
  13. 13. LOIRA DOBANHEIROEsta história é muito contada em escolas da redepública na cidade de São Paulo. Sua fama é muitogrande entre os alunos.Uma garota muito bonita de cabelos loiros comaproximadamente 15 anos sempre planejava maneirasde matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro daescola esperando o tempo passar.Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loiraescorregou no piso molhado do banheiro e bateu suacabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depoisveio a morrer.Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeramautópsia na menina para saber a causa de sua morte.A menina não se conformou com seu fim trágico eprematuro. Sua alma não quis descansar em paz epassou a assombrar os banheiros das escolas. Muitosalunos juram ter visto a famosa loira do banheiro,pálida e com algodão no nariz para evitar que osangue escorra.
  14. 14. NOVO FINALEsta história é muito contada em escolas da redepública na cidade de São Paulo. Sua fama é muitogrande entre os alunos.Uma garota muito bonita de cabelos loiros comaproximadamente 15 anos sempre planejavamaneiras de matar aula. Uma delas era ficar aobanheiro da escola esperando o tempo passar.Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. Aloira escorregou no piso molhado do banheiro ebateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e poucotempo depois veio a morrer.Mesmo sem a permissão dos pais, os médicosfizeram autópsia na menina para saber a causade sua morte.A menina não se conformou com seu fim trágicoe prematuro. Sua alma não quis descansar empaz e passou a assombrar os banheiros dasescolas. Muitos alunos juram ter visto a famosaloira do banheiro, pálida e com algodão no narizpara evitar que o sangue escorra.Esta história é muito contada em escolas da redepública na cidade de São Paulo. Sua fama é muitogrande entre os alunos.Uma garota muito bonita de cabelos loiros comaproximadamente 15 anos sempre planejavamaneiras de matar aula. Uma delas era ficar aobanheiro da escola esperando o tempo passar.Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. Aloira escorregou no piso molhado do banheiro ebateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e poucotempo depois veio a morrer.Mesmo sem a permissão dos pais, os médicosfizeram autópsia na menina para saber a causade sua morte.A menina, então, passou a assombrar osbanheiros das escolas . Sempre apareciagritando: “ Você irá morrer!”Só escapa da maldição, o aluno que gritarrapidamente: Sou um bom aluno, não matoaula!”

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