A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL
PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU)
DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO
José Antônio Ve...
ESTRUTURA
INTRODUÇÃO
MÉTODO
MOBILIDADE URBANA
SISTEMAS BRT
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO
DESIGN VISUAL
ANÁLISES E CONS...
A crescente expansão da população mundial e o
aumento da concentração em áreas urbanas fazem
com que a presença de um sist...
No Brasil, a Constituição Federal define o transporte
coletivo como um serviço público essencial. Contudo, as
tarifas dest...
A priorização do transporte individual nas políticas
governamentais influencia no custo e na qualidade dos
serviços presta...
+
++
-
Ciclo vicioso da mobilidade urbana.
Fonte: Elaborado pelo autor.
Estima-se que a perda econômica gerada pelo trânsito
das grandes cidades brasileiras gire em torno de 2,5%
do PIB nacional...
Pesquisas sobre SIU no exterior:
Diminuição do tempo gasto pelo usuário;
Aumento da percepção de qualidade do
serviço;
(SC...
Pesquisas sobre SIU no Brasil:
Atração de novos usuários;
(RÖSNER, 2013; SCHEIN, 2003)
Insuficiência ou baixa qualidade da...
Qual a contribuição do Design visual no projeto
relacionado ao Sistema de Informação ao
Usuário (SIU) do BRT de Belo Horiz...
160 sistemas BRT em operação ou construção
no mundo;
Retomada dos investimentos na infra estrutura
para o transporte colet...
PlanMobBH – Plano Diretor de Mobilidade
Urbana de Belo Horizonte;
BRT como alternativa de inclusão social,
otimização do e...
Contratação Verdi Design para
desenvolvimento do sistema de informação ao
usuário do BRT de Belo Horizonte incluindo:
Iden...
Identificar e estudar quais os aspectos centrais
do Design visual contribuíram no projeto
relacionado ao Sistema de Inform...
Objetivos específicos:
Compreender quais elementos compõem os Sistemas
de Informação ao Usuário;
Investigar quais subáreas...
Neutralidade
Design
Método
Envolvimento do
Pesquisador com o objeto
de estudo
Ciência Social Aplicada
Subjetividade ineren...
Pesquisa bibliográfica:
‘transporte público’ + ‘sistemas de informação’
UFPR - Programa de Pós-Graduação em Design
UFRGS -...
Pesquisa documental:
- Edital de Licitação CP11/2011 e seus anexos;
- Edital de Licitação SCO 045/2013 e seus anexos;
- Ed...
Validação dos dados:
Entrevistas com técnicos da BHTRANS;
Observação assistemática.
As entrevistas foram realizadas entre ...
O pesquisador deve olhar com objetividade o
problema, e dentro do possível estabelecer uma
relação lógica.
Os dados devem ...
Análise Quantitativa
Análise Qualitativa
MOBILIDADE URBANA NO BRASIL
Incentivos e Modelos
de Concessões
Planejamento Urbano
Indústria
Automobilística
Legislação e ...
31%
40%
29%
Transporte individual motorizado
(carros, motos)
Transporte coletivo
(ônibus, trem, metrô)
Transporte não moto...
Introdução na década de 1960;
Incentivo nos governos militares;
Sinônimo de progresso;
Redução de impostos (Carro 1.0);
Tr...
Modernismo
Urbanismo baixa densidade
Prejuízo à mobilidade
(CALDANA, 2011; JACOBS, 2009; LEITE, 2012; VASCONCELLOS, 2013)
...
50
100
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100
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32
Espalhada
Média
Concentrada
Tarifa (índice) Densidade (hab/km2)
Densidade urbana e nível da tarifa de...
Experiência com diferentes modelos;
Modelo regulamentado (atual);
Serviço Público exercido ou fiscalizado
pelos municípios...
442
308
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2,4
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1,7
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401
PVD:
Passageiros/veículos/d
ia
Evolução da demanda de passageiros do sistema de transp...
Política Nacional de Mobilidade Urbana
Lei Federal 12.587/2012
Princípios essencialidade; sustentabilidade; acessibilidade...
Novo paradigma institucional;
Consolidação de novos conceitos.
(GOMIDE, 2008)
Dificuldade dos municípios em cumprir a Lei;...
Bus Rapid Transit (BRT):
BRT é um transporte público de alta qualidade, orientado
ao usuário, que realiza mobilidade urban...
Infra estrutura física
vias segregadas; rede integrada; estações abrigadas ; integração;
entorno qualificado.
Operação
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Espectro da qualidade dos transporte públicos sobre pneus.
Fonte: Adaptado de WRIGHT; HOOK (2008)
Até novembro de 2006 “existiam apenas dois
verdadeiros sistemas de ‘BRT completos’ no
mundo: Bogotá (Colômbia) e Curitiba ...
Antônio Carlos Cristiano Machado
Extensão 23 km 6 km
Demanda
(passageiros/dia útil)
400 mil 300 mil
Linhas 130 (43 mun ./ ...
Embarque no sistema convencional (esquerda) e BRT (direita)
Fonte: BHTRANS
Tempo de embarque:
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Tempo ...
Perspectiva eletrônica das estações de transferência
Fonte: BHTRANS
Estação corredores (módulo-tipo)
Projeto: Gustavo Penn...
Outras características do BRT Move:
- Cobrança de Tarifa nas estações;
- Livre transferência entre linhas;
- Sistema de In...
Algumas funcionalidades previstas no sistema SITBus.
Fonte: Elaborado pelo autor com base em (BHTRANS, 2008a)
O conceito de sistema de informação implica a presença
de um conjunto de componentes que se inter-relacionem
de forma a of...
Objetivos do SIU
Promover o transporte público;
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Melhorar a imagem do transporte público;
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Objetivos do SIU
Divulgar as possibilidades de conexão;
Permitir a realização de uma viagem;
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Análise Quantitativa
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- Locais de exibição ou canais de divulgação
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Local ou canal de informação
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Estático
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Fonte: Elaborado pelo autor com base na pesquisa realizada.
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Integração
Veículos Imprensa
Materiais
Gráficos
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Razão 63:85 20:85 02:85
Percentual 74,1% 23,6% 2,3%
Participação relativa de cada meio de transmissão ...
[...] nomeação amplificada desse campo, por não
se restringir diretamente às questões gráficas, ou
seja, produzidas por al...
Design de Identidade de Marcas
Design de Interfaces
Design de Sinalização
Design InformacionalSUBÁREAS
Identidade de marca
Aspectos verbais Aspectos visuais
Nome Símbolo
Slogan Logotipo
Tagline Assinatura visual
Tom de voz Co...
Identificados: Nome (Move); Slogan (você e a
cidade) e tagline.
Não identificados: Tom de voz e Vocabulário.
Em vez de sigla ou de um nome descritivo, a opção da BHTRANS foi por uma
marca que identificasse os atributos do sistema. ...
Requisitos Conceituais atributos de significado
Requisitos Práticos adequação às aplicações da identidade
(BOZZETTI, 2009)
A identidade visual do sistema MOVE está sustentada em três pilares: rapidez,
conexão e humanismo. Rapidez no transporte, ...
Etapas de construção do Símbolo Move
Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2012 p. 7)
Etapas de construção do Símbolo Move
Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2012 p. 8)
Código cromático da frota de ônibus convencional de BH
Fonte: Adaptado de BHTRANS (2008b )
Diametral
Troncal
Alimentadoras...
Identidade de Marca aplicada nos veículos Move.
Fonte: Adaptado de BHTRANS; VERDI (2014 )
Resumo dos requisitos projetuais da Identidade de Marca Move.
Fonte: Elaborado pelo autor com base em Bozzetti (2009) e na...
Metas de usabilidade:
- Eficácia
- Eficiência
- Segurança
- Utilidade
- Learnability
- Memorability
(PREECE; ROGERS; SHARP...
Interface website Move
Fonte : http://www.bhtrans.pbh.gov.br/move último acesso em 28/01/2014.
Representações dos itinerários das linhas no website Move.
Fonte: http://www.bhtrans.pbh.gov.br/move último acesso em 28/0...
Linguagem Visual:
Tipografia sem serifa; letras minúsculas
Cores cores básicas; alto contraste
Símbolos universais; padrão...
Tipografia e padrão cromático da sinalização das estações de transferência Move
Fonte : Adaptado de BHTrans; Verdi (2013)
Pictogramas adotados na sinalização das estações de transferência Move
Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2013 p. 10)
6% (2) são idênticos
46% (16) são similares
14% (5) são diferentes
34% (12) não foram encontrados significados
corresponde...
Setas utilizadas na sinalização das estações Move
Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2012; ABNT, 2014)
Setas especificadas na
NBR 70...
SINALIZAÇÃO
Tipos de sinais:
Identificação
Direção
Orientação
Regulação
(GIBSON, 2009)
Sinais de identificação na parte externa das estações de transferência dos corredores
Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2012; BHTRA...
Sinais de direção no interior das estações de transferência
Fonte : (BHTRANS, 2015)
Exemplos de sinais regulatórios das estações de transferência Move
Fonte : (BHTRANS, 2015)
Sinais de orientação no interior das estações de transferência
Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2013)
Parâmetros:
Tipos de mapas (BERGER, 2005)
Elementos que compõe a imagem mental
de uma cidade (LYNCH, 1997)
Variáveis retin...
Mapa da rede Move
Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2013)
Mapa da área central
Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2013)
<exemplar físico>
<exem...
Elementos que compõe a imagem
mental de uma cidade:
- Vias
- Limites
- Bairros
- Pontos Nodais
- Marcos
-(LYNCH, 1997)
DES...
Análise da representação
gráfica do mapa da rede
Move.
Fonte: Elaborado pelo autor com
base em Bertin (1973 apud JOLY,
201...
MOBILIDADE URBANA NO BRASIL
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
RESULTADOS ALCANÇADOS
74% das emissões do SIU utilizam o meio visual;
Dificuldade de atender a redundância de meios
(ABNT,...
RESULTADOS ALCANÇADOS
O Design visual através das subáreas Design de
Identidade de Marcas, Design de Interfaces, Design de...
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
DIFICULDADES E LIMITAÇÕES
Abrangência: quantidade de parâmetros e requisitos,
identificados na pesqui...
CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA
Gama de possibilidades de estudo e atuação do
designer visual no contexto do SIU;
Parâmetros qua...
CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA
O sistema ideal de informação ao usuário deve combinar
canais tradicionais e novas tecnologias;
...
CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA
pertinência do tema no contexto político, econômico,
social e ambiental.
a informação a respeito...
REFERÊNCIAS
ADG, A. DOS D. G. DO B. O valor do design: guia ADG Brasil de prática profissional do designer gráfico. São Pa...
CNPQ, C. N. DE D. C. E T. Tabela de Áreas do Conhecimento. Disponível em:
<http://www.cnpq.br/documents/10157/186158/Tabel...
IPEA, I. PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. O custo do caos - Prejuízo ao bolso e ao meio ambiente: Cidades não suportam
mais o ...
OVENDEN, M. London Underground by Design. Londres: Penguin Books, 2013. p. 288
PEON, M. L. SISTEMAS DE IDENTIDADE VISUAL. ...
SOARES, D. A. F.; GUERINO FILHO, E.; TEIXEIRA, V. C. Transporte público urbano: Análise do sistema de informações ao usuár...
A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU) DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO
A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU) DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO
A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU) DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO
A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU) DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO
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Identificar e estudar que aspectos centrais do Design visual contribuíram no projeto relacionado ao Sistema de Informação ao Usuário (SIU) do BRT de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, é o objeto desta pesquisa. A Lei Federal nº 12.587, aprovada em 2012, estabelece as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), dentre as quais encontram-se o princípio da acessibilidade e o direito dos usuários de serem informados de forma gratuita e acessível sobre o serviço de transporte público coletivo. A disponibilidade de informação nos diversos pontos de contato dos usuários com o transporte público (veículos, pontos de embarque, estações, centrais de atendimento, entre outros) é prerrogativa de um sistema de informação ao usuário. A correta manipulação dos elementos gráficos para composição de mensagens visuais faz parte do escopo do Design visual. Especificamente as subáreas design informacional, design de interfaces, design de sinalização e identidade de marcas instrumentam o Design visual para concepção e projetação dos sistemas de informação do transporte coletivo. Assim, a partir do estudo dos requisitos projetuais identificados em cada uma destas subáreas, foram estabelecidos parâmetros para análise qualitativa e quantitativa da interação do Design visual no projeto do sistema de informação ao usuário do BRT de Belo Horizonte, implantado em 2014. Os dados apresentados atestam que diversos aspectos indicados na literatura foram contemplados no Design visual da maior parte dos itens de informação do objeto em análise e apontam para a importância desta disciplina em termos qualitativos e quantitativos no contexto do transporte coletivo urbano.

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A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU) DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO

  1. 1. A CONTRIBUIÇÃO DO DESIGN VISUAL PARA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO (SIU) DO TRANSPORTE COLETIVO URBANO José Antônio Verdi Orientadora Prof. Dra. Márcia Santana Fernandes Porto Alegre, abril de 2015 Centro Universitário Ritter dos Reis Programa de Mestrado em Design
  2. 2. ESTRUTURA INTRODUÇÃO MÉTODO MOBILIDADE URBANA SISTEMAS BRT SISTEMAS DE INFORMAÇÃO AO USUÁRIO DESIGN VISUAL ANÁLISES E CONSIDERAÇÕES FINAIS
  3. 3. A crescente expansão da população mundial e o aumento da concentração em áreas urbanas fazem com que a presença de um sistema de transporte público seja frequente e indispensável. (FERNANDES, 2013)
  4. 4. No Brasil, a Constituição Federal define o transporte coletivo como um serviço público essencial. Contudo, as tarifas deste serviço são incompatíveis com as populações de baixa renda, contribuindo para a perpetuação da pobreza urbana, da segregação residencial e da exclusão social. (BRASIL, 2006)
  5. 5. A priorização do transporte individual nas políticas governamentais influencia no custo e na qualidade dos serviços prestados, uma vez que o transporte coletivo disputa o espaço físico nas cidades e investimentos financeiros públicos com o transporte individual. (AMARAL; RODRIGUES, 2012; VASCONCELLOS, 2013; WRIGHT; HOOK, 2008)
  6. 6. + ++ - Ciclo vicioso da mobilidade urbana. Fonte: Elaborado pelo autor.
  7. 7. Estima-se que a perda econômica gerada pelo trânsito das grandes cidades brasileiras gire em torno de 2,5% do PIB nacional. (IPEA, 2009)
  8. 8. Pesquisas sobre SIU no exterior: Diminuição do tempo gasto pelo usuário; Aumento da percepção de qualidade do serviço; (SCHWARZMANN, 1995 apud SCHEIN, 2003; ABDEL-ATY, 2001 apud TOBALDINI; MELGAREJO; KRAUS JUNIOR, 2013; CARR e PELLS 1995, ATKINS et al, 1994 apud SILVA, 2000).
  9. 9. Pesquisas sobre SIU no Brasil: Atração de novos usuários; (RÖSNER, 2013; SCHEIN, 2003) Insuficiência ou baixa qualidade das informações. (FERNANDES, 2007; MAIA, 2013, 2012; PILON, 2009; SANTOS, 2012; SOARES; GUERINO FILHO; TEIXEIRA, 2013)
  10. 10. Qual a contribuição do Design visual no projeto relacionado ao Sistema de Informação ao Usuário (SIU) do BRT de Belo Horizonte (Minas Gerais, Brasil)?
  11. 11. 160 sistemas BRT em operação ou construção no mundo; Retomada dos investimentos na infra estrutura para o transporte coletivo no Brasil; (FERNANDES, 2013)
  12. 12. PlanMobBH – Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Belo Horizonte; BRT como alternativa de inclusão social, otimização do espaço urbano, construção de um ambiente sustentável e mudança cultural e institucional. (AMARAL; RODRIGUES, 2012)
  13. 13. Contratação Verdi Design para desenvolvimento do sistema de informação ao usuário do BRT de Belo Horizonte incluindo: Identidade de marca; Mapas do sistema e entorno nas estações; Sinalização das estações .
  14. 14. Identificar e estudar quais os aspectos centrais do Design visual contribuíram no projeto relacionado ao Sistema de Informação ao Usuário (SIU) do BRT de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil.
  15. 15. Objetivos específicos: Compreender quais elementos compõem os Sistemas de Informação ao Usuário; Investigar quais subáreas do Design visual podem contribuir para a concepção de Sistemas de Informação ao Usuário.
  16. 16. Neutralidade Design Método Envolvimento do Pesquisador com o objeto de estudo Ciência Social Aplicada Subjetividade inerente Pesquisa Participante
  17. 17. Pesquisa bibliográfica: ‘transporte público’ + ‘sistemas de informação’ UFPR - Programa de Pós-Graduação em Design UFRGS - Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (área de concentração Sistemas de Transportes)
  18. 18. Pesquisa documental: - Edital de Licitação CP11/2011 e seus anexos; - Edital de Licitação SCO 045/2013 e seus anexos; - Edital de Licitação SCO 033/2014 e seus anexos; - www.brtmove.pbh.gov.br - www.bhtrans.pbh.gov.br - www.portalpbh.pbh.gov.br Adicionalmente foram utilizados relatórios gerenciais da BHTRANS e arquivos de projeto da Verdi Design.
  19. 19. Validação dos dados: Entrevistas com técnicos da BHTRANS; Observação assistemática. As entrevistas foram realizadas entre os dias 2 e 6 de Fevereiro de 2015, por email ou telefone. A observação foi realizada nos dias 01, 02 e 03 de outubro de 2014.
  20. 20. O pesquisador deve olhar com objetividade o problema, e dentro do possível estabelecer uma relação lógica. Os dados devem ser, quanto possível, expressos com medidas numéricas. (MARKONI e LAKATOS, 2011 p. 4)
  21. 21. Análise Quantitativa Análise Qualitativa
  22. 22. MOBILIDADE URBANA NO BRASIL Incentivos e Modelos de Concessões Planejamento Urbano Indústria Automobilística Legislação e Direito dos Usuários
  23. 23. 31% 40% 29% Transporte individual motorizado (carros, motos) Transporte coletivo (ônibus, trem, metrô) Transporte não motorizado (a pé, bicicleta) Participação dos modais no total de deslocamentos no Brasil. Fonte: Elaborado pelo autor com base Vasconcellos (2013)
  24. 24. Introdução na década de 1960; Incentivo nos governos militares; Sinônimo de progresso; Redução de impostos (Carro 1.0); Trânsito 5º ranking causa mortis. MOBILIDADE URBANA NO BRASIL Incentivos e Modelos de Concessões Planejamento Urbano Indústria Automobilística Legislação e Direito dos Usuários
  25. 25. Modernismo Urbanismo baixa densidade Prejuízo à mobilidade (CALDANA, 2011; JACOBS, 2009; LEITE, 2012; VASCONCELLOS, 2013) MOBILIDADE URBANA NO BRASIL Incentivos e Modelos de Concessões Planejamento Urbano Indústria Automobilística Legislação e Direito dos Usuários
  26. 26. 50 100 200 100 59 32 Espalhada Média Concentrada Tarifa (índice) Densidade (hab/km2) Densidade urbana e nível da tarifa de ônibus. Fonte: Ferraz et al (1991 apud VASCONCELLOS, 2013)
  27. 27. Experiência com diferentes modelos; Modelo regulamentado (atual); Serviço Público exercido ou fiscalizado pelos municípios (1988) Obrigatoriedade Vale-Transporte (1987); Queda na demanda. MOBILIDADE URBANA NO BRASIL Incentivos e Modelos de Concessões Planejamento Urbano Indústria Automobilística Legislação e Direito dos Usuários
  28. 28. 442 308 329 2,4 1,6 1,7 629 410 401 PVD: Passageiros/veículos/d ia Evolução da demanda de passageiros do sistema de transporte. Elaborado pelo autor baseado em NTU (2012 apud VASCONCELLOS 2013 p. 131). Passageiros/mês (milhões)
  29. 29. Política Nacional de Mobilidade Urbana Lei Federal 12.587/2012 Princípios essencialidade; sustentabilidade; acessibilidade Priorização não motorizado; coletivo; individual Direitos dos usuários informação; acessibilidade. (BRASIL, 2012) MOBILIDADE URBANA NO BRASIL Incentivos e Modelos de Concessões Planejamento Urbano Indústria Automobilística Legislação e Direito dos Usuários
  30. 30. Novo paradigma institucional; Consolidação de novos conceitos. (GOMIDE, 2008) Dificuldade dos municípios em cumprir a Lei; Falta de pessoal qualificado para propor desenvolver e gerir projetos. (LINDAU, 2012) MOBILIDADE URBANA NO BRASIL Incentivos e Modelos de Concessões Planejamento Urbano Indústria Automobilística Legislação e Direito dos Usuários
  31. 31. Bus Rapid Transit (BRT): BRT é um transporte público de alta qualidade, orientado ao usuário, que realiza mobilidade urbana rápida, confortável e de custo eficiente. (WRIGHT; HOOK, 2008 p. 12)
  32. 32. Infra estrutura física vias segregadas; rede integrada; estações abrigadas ; integração; entorno qualificado. Operação rápida e frequente; alta capacidade; embarque nivelado; cobrança prévia; integração tarifária; Estrutura institucional sistema fechado; transparência; sistema tarifário independente. Tecnologia emissão poluentes e ruídos; SAAT; ITS; AVL Marketing identidade de marca; excelência em serviços ao usuário; facilidade de acesso; acessibilidade. (WRIGHT; HOOK, 2008)
  33. 33. Espectro da qualidade dos transporte públicos sobre pneus. Fonte: Adaptado de WRIGHT; HOOK (2008)
  34. 34. Até novembro de 2006 “existiam apenas dois verdadeiros sistemas de ‘BRT completos’ no mundo: Bogotá (Colômbia) e Curitiba (Brasil)” (WRIGHT; HOOK, 2008 p. 15) Sob muitos aspectos, o BRT deve sua existência à criatividade e à determinação de Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba (Brasil) e ex-governador do Estado do Paraná. (WRIGHT; HOOK, 2008 p. VII)
  35. 35. Antônio Carlos Cristiano Machado Extensão 23 km 6 km Demanda (passageiros/dia útil) 400 mil 300 mil Linhas 130 (43 mun ./ 87 metrop.) 114 (43 mun./71 metrop.) Capacidade 35 mil 25 mil (passageiros pico da manhã) Estações 24 transferência 03 integração 09 transferência 02 integração Características dos Corredores BRT BH Fonte: (SILVA, 2011)
  36. 36. Embarque no sistema convencional (esquerda) e BRT (direita) Fonte: BHTRANS Tempo de embarque: 4 segundos/passageiro Tempo de embarque: 0,8 segundo/passageiro
  37. 37. Perspectiva eletrônica das estações de transferência Fonte: BHTRANS Estação corredores (módulo-tipo) Projeto: Gustavo Penna Arquitetura Estação-tipo área central Projeto: B&L Arquitetura
  38. 38. Outras características do BRT Move: - Cobrança de Tarifa nas estações; - Livre transferência entre linhas; - Sistema de Informação ao Usuário; - Sistema Inteligente de Transporte (SITBus); - Integração Intermodal (Metro, convencional, metropolitano); - Atendimento aos passageiros (Posso Ajudar). (SILVA, 2011)
  39. 39. Algumas funcionalidades previstas no sistema SITBus. Fonte: Elaborado pelo autor com base em (BHTRANS, 2008a)
  40. 40. O conceito de sistema de informação implica a presença de um conjunto de componentes que se inter-relacionem de forma a oferecer ao usuário o máximo de informação sobre o transporte público. (MOLINERO ;ARELLANO,2005 apud LANZONI, 2013 p. 33)
  41. 41. Objetivos do SIU Promover o transporte público; Informar sobre sua presença; Melhorar a imagem do transporte público; Permitir o acesso ao sistema; Informar sobre como utilizar;
  42. 42. Objetivos do SIU Divulgar as possibilidades de conexão; Permitir a realização de uma viagem; Informar sobre mudanças na operação. Aliviar a ansiedade do usuário; Aumentar a autonomia do usuário.
  43. 43. Análise Quantitativa - Elementos que compõe o SIU; - Locais de exibição ou canais de divulgação da informação; - Status da informação; - Meios de transmissão da informação.
  44. 44. Categoria Item Informaçõesgerais sobre a rede Identificação da rede e AMT Mapa da rede Horários da rede Precificação geral da rede Identificação do serviço Nome da parada Nome(s) da(s) linha(s) que serve(m) a parada Identificação da linha (código alfanumérico) Direção ou destino Próxima parada e destino Serviçosespeciais ou ocasionais Itinerários Diagrama da linha (individual) Serviçosespeciais Horários Horários de passagem na parada Horários de partida ou frequência da linha Horários especiais Tarifas Bilhete unitário Informaçõesdiversas Endereços úteis Avisos de serviço Regras de funcionamento Orientação espacial* Sistema de sinalização (wayfinding) Elementos que compõe o SIU. Fonte: Elaborado pelo autor com base Gouin; Kéchi; Vincent (1998). (*) Itens incluídos pelo pesquisador
  45. 45. Todos os itens de informação estão contemplados no SIU analisado em pelo menos um canal ou local. Alguns itens não são apresentados da mesma forma ou com a mesma nomenclatura encontrada na literatura.
  46. 46. Local ou canal de informação Acesso remoto (Telefone) Acesso remoto (Website)* Balcões ou quiosques de informações Displays Interativos* Pontos de embarque e desembarque (PED) Estações de integração ou terminais Veículos (Ônibus) Imprensa Distribuição de materiais gráficos Comunicação dirigida Disponibilidade da informação no SIU. Fonte: Elaborado pelo autor com base Gouin; Kéchi; Vincent (1998). (*) Itens incluídos pelo pesquisador
  47. 47. De um total de 10 locais ou canais possíveis para transmissão da informação, o SIU do BRT de Belo Horizonte está disponível em nove (90%), sendo sete (70%) de forma exclusiva ou expressamente identificados com a marca Move.
  48. 48. Estático informações que não se alternam no curto prazo Quase dinâmico informações oriundas de fontes externas ao sistema que necessitam de verificações periódicas Dinâmico O fornecimento da informação depende de uma detecção contínua, sendo seu estado validado através do sistema. (SCHWARZMANN 1995 apud SCHEIN, 2003)
  49. 49. Estáticas Quase dinâmicas Dinâmicas Razão 69:82 06:82 07:82 Percentual 84,1% 7,3% 8,6% Status da informação em relação ao total de variações do SIU. Fonte: Elaborado pelo autor com base na pesquisa realizada.
  50. 50. Meios de transmissão da informação identificados no SIU Move. Fonte: Elaborado pelo autor com base na pesquisa realizada.
  51. 51. Item Acesso remoto Balcões de Informações PED Estações Integração Veículos Imprensa Materiais Gráficos Com. DirigidaFone Internet Identificação da rede e AMT N/O N N N N N Mapa da rede N N Horários da rede O N N Precificaçãogeral da rede O N O N N Nome da parada O N N N Nome(s) da(s) linha(s) que serve(m) a parada O N N Identificação da linha (código alfanumérico) O N N N N Direção ou destino O N N N N Próxima parada e destino N Serviçosespeciais ou ocasionais (identificação) O N N Diagrama da linha (itinerário) O N N N N Serviçosespeciais (itinerários) O N N Horários de passagem na parada O N Horários de partida ou frequência da linha O N N N Horários especiais O N N Bilhete unitário O N O N N N N Endereçosúteis O N N N N N Avisos de serviço O N N N N/O N Regras de funcionamento O N N N N N Sistema de sinalização(wayfinding) NN NN O = Sonoro, N= Tátil e N= Visual.
  52. 52. Visual Sonoro Tátil Razão 63:85 20:85 02:85 Percentual 74,1% 23,6% 2,3% Participação relativa de cada meio de transmissão do SIU Move. Fonte: Elaborado pelo autor com base na pesquisa realizada.
  53. 53. [...] nomeação amplificada desse campo, por não se restringir diretamente às questões gráficas, ou seja, produzidas por algum tipo de impressão. (ADG, 2003, p. 175) Design Gráfico Design Visual
  54. 54. Design de Identidade de Marcas Design de Interfaces Design de Sinalização Design InformacionalSUBÁREAS
  55. 55. Identidade de marca Aspectos verbais Aspectos visuais Nome Símbolo Slogan Logotipo Tagline Assinatura visual Tom de voz Cores institucionais Vocabulário Alfabeto institucional
  56. 56. Identificados: Nome (Move); Slogan (você e a cidade) e tagline. Não identificados: Tom de voz e Vocabulário.
  57. 57. Em vez de sigla ou de um nome descritivo, a opção da BHTRANS foi por uma marca que identificasse os atributos do sistema. Chegou-se assim ao nome MOVE, valorizando o ato de você se movimentar de um ponto a outro, de ir em frente, com uma marca que tem legibilidade, fácil grafia e originalidade. O nome, identificado também por um M, reforça o conceito de integração que o MOVE vai trazer para diversas regiões da cidade. O slogan é “MOVE: você e a cidade” dando uma ideia do indivíduo e, ao mesmo tempo, do coletivo. (BHTRANS, 2015)
  58. 58. Requisitos Conceituais atributos de significado Requisitos Práticos adequação às aplicações da identidade (BOZZETTI, 2009)
  59. 59. A identidade visual do sistema MOVE está sustentada em três pilares: rapidez, conexão e humanismo. Rapidez no transporte, conexão entre as pessoas e humanismo de um sistema de transporte público projetado por pessoas, para pessoas. (BHTRANS; VERDI, 2012 p. 3)
  60. 60. Etapas de construção do Símbolo Move Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2012 p. 7)
  61. 61. Etapas de construção do Símbolo Move Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2012 p. 8)
  62. 62. Código cromático da frota de ônibus convencional de BH Fonte: Adaptado de BHTRANS (2008b ) Diametral Troncal Alimentadoras e circulares Perimetral
  63. 63. Identidade de Marca aplicada nos veículos Move. Fonte: Adaptado de BHTRANS; VERDI (2014 )
  64. 64. Resumo dos requisitos projetuais da Identidade de Marca Move. Fonte: Elaborado pelo autor com base em Bozzetti (2009) e na pesquisa realizada. Elemento Requisitos conceituais Requisitos práticos (aplicações) Símbolo Conexão / humanismo Fácil identificação em sinalização, frota e peças de comunicação. Logotipo Rapidez/humanismo Curto, boa legibilidade, fácil reprodução. Cor (verde) “alternativa ecológica” Difere o BRT dos demais sistemas (metrô, ônibus metropolitano) nos mapas e peças de sinalização. Fácil identificação da frota.
  65. 65. Metas de usabilidade: - Eficácia - Eficiência - Segurança - Utilidade - Learnability - Memorability (PREECE; ROGERS; SHARP, 2005) Design de Interfaces
  66. 66. Interface website Move Fonte : http://www.bhtrans.pbh.gov.br/move último acesso em 28/01/2014.
  67. 67. Representações dos itinerários das linhas no website Move. Fonte: http://www.bhtrans.pbh.gov.br/move último acesso em 28/01/2014.
  68. 68. Linguagem Visual: Tipografia sem serifa; letras minúsculas Cores cores básicas; alto contraste Símbolos universais; padrão AIGA Formas e layout proporções geométricas; grids (BAER, 2005; COSTA, 2007; SMITSHUIJZEN, 2007; UEBELE, 2007).SINALIZAÇÃO
  69. 69. Tipografia e padrão cromático da sinalização das estações de transferência Move Fonte : Adaptado de BHTrans; Verdi (2013)
  70. 70. Pictogramas adotados na sinalização das estações de transferência Move Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2013 p. 10)
  71. 71. 6% (2) são idênticos 46% (16) são similares 14% (5) são diferentes 34% (12) não foram encontrados significados correspondentes. Em um caso (bilheteria) a norma apresenta um significado diferente para o mesmo símbolo (recepção/checkin). Pictogramas Move X NBR 7001:2014
  72. 72. Setas utilizadas na sinalização das estações Move Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2012; ABNT, 2014) Setas especificadas na NBR 7001:2014 Setas utilizadas na sinalização das estações Move
  73. 73. SINALIZAÇÃO Tipos de sinais: Identificação Direção Orientação Regulação (GIBSON, 2009)
  74. 74. Sinais de identificação na parte externa das estações de transferência dos corredores Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2012; BHTRANS, 2015)
  75. 75. Sinais de direção no interior das estações de transferência Fonte : (BHTRANS, 2015)
  76. 76. Exemplos de sinais regulatórios das estações de transferência Move Fonte : (BHTRANS, 2015)
  77. 77. Sinais de orientação no interior das estações de transferência Fonte : (BHTRANS; VERDI, 2013)
  78. 78. Parâmetros: Tipos de mapas (BERGER, 2005) Elementos que compõe a imagem mental de uma cidade (LYNCH, 1997) Variáveis retinianas (BERTIN, 1973 apud JOLY 2013) DESIGN INFORMACIONAL
  79. 79. Mapa da rede Move Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2013) Mapa da área central Fonte: (BHTRANS; VERDI, 2013) <exemplar físico> <exemplar físico>
  80. 80. Elementos que compõe a imagem mental de uma cidade: - Vias - Limites - Bairros - Pontos Nodais - Marcos -(LYNCH, 1997) DESIGN INFORMACIONAL
  81. 81. Análise da representação gráfica do mapa da rede Move. Fonte: Elaborado pelo autor com base em Bertin (1973 apud JOLY, 2013) e na pesquisa realizada. NI = Não identificado
  82. 82. MOBILIDADE URBANA NO BRASIL
  83. 83. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  84. 84. RESULTADOS ALCANÇADOS 74% das emissões do SIU utilizam o meio visual; Dificuldade de atender a redundância de meios (ABNT, 2008) 84% das informações são estáticas X 9% dinâmicas; Sistemas com menos recursos tecnológicos mas disponíveis são preferíveis aos sistemas de informação sofisticados pouco disponíveis (SCHEIN, 2003). Todos os itens identificados na literatura estão contemplados no SIU Move; Disponíveis em 90% dos canais ou locais. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  85. 85. RESULTADOS ALCANÇADOS O Design visual através das subáreas Design de Identidade de Marcas, Design de Interfaces, Design de Sinalização e Design Informacional, instrumentaliza os profissionais envolvidos na elaboração das mensagens dos SIU. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  86. 86. CONSIDERAÇÕES FINAIS DIFICULDADES E LIMITAÇÕES Abrangência: quantidade de parâmetros e requisitos, identificados na pesquisa bibliográfica, incompatíveis com os recursos e instrumentos empregados na pesquisa; Dinâmica: O objeto de estudo não é estático, apresentou mudanças durante o período de análise. Projetado x implantado: resultados diferentes.
  87. 87. CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA Gama de possibilidades de estudo e atuação do designer visual no contexto do SIU; Parâmetros quantitativos = análise comparativa dos SIU; Com menos de 1% do valor da obra, foi possível conceber, com qualidades intrínsecas ao Design, mais de 80% das informações oferecidas aos usuários. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  88. 88. CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA O sistema ideal de informação ao usuário deve combinar canais tradicionais e novas tecnologias; AMT devem deliberar a respeito dos direitos dos usuários visando atender à PNMU e a correta aplicação de recursos; Diferença de tratamento dado ao tema pelas AMT. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  89. 89. CONTRIBUIÇÕES DA PESQUISA pertinência do tema no contexto político, econômico, social e ambiental. a informação a respeito do transporte público é condição para o exercício pleno da cidadania. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  90. 90. REFERÊNCIAS ADG, A. DOS D. G. DO B. O valor do design: guia ADG Brasil de prática profissional do designer gráfico. São Paulo: SENAC São Paulo, 2003. p. 224 AMARAL, M. C. DO (BHTRANS); RODRIGUES, F. H. (LOGIT E. C. PLANO DE MOBILIDADE URBANA DE BELO HORIZONTE (PlanMob-BH): Relatório Final. Belo Horizonte: [s.n.]. ANTP, A. N. DOS T. P. Pesquisa de Imagem dos Transportes na Região Metropolitana de São Paulo. São Paulo: [s.n.]. BAER, K. Information Design Workbook: Graphic Approaches, Solutions, and Inspiration + 30 Case Studies. 1a Ed ed. Beverly: Rockport,2008. p. 239 BARBOSA, D. B. Propriedade intelectual: a aplicação do Acordo TRIPs. 2a. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005. p. 286 BERGER, C. Wayfinding: Designing and Implementing Graphic Navigational Systems. Mies (Suíça): RotoVision, 2005. p. 176 BRASIL. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ConstituicaoCompilado.htm>. Acesso em: 2 dez. 2014. BRASIL. LEI No 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993 - Lei da Licitações. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8666cons.htm>. Acesso em: 2 dez. 2014. BRASIL. LEI No 12.587, DE 3 DE JANEIRO DE 2012 - Política Nacional de Mobilidade Urbana. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm>. Acesso em: 2 dez. 2014. CALDANA, V. Especialista explica Plano Diretor e descarta arranha-céus como os de Nova York em São Paulo. Disponível em: <http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/sao-paulo/especialista-explica-plano-diretor-e-descarta-arranha-ceus-como-os-de-nova- york-em-sao-paulo.html>.Acesso em: 28 nov. 2014. CALDANA, V. São Paulo, Cidade Planejada. In: Projetos Urbanos em São Paulo: Oportunidades, Experiências e Instrumentos. 1a. ed. São Paulo: Livre Expressão, 2011. p. 59–75.
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