FUTURAMB
GESTÃO SUSTENTÁVEL
DE RECURSOS
29.01.15
Nelson Miguel Guerreiro Lourenço
Sónia Isabel Dias Coelho
FUTURAMB
WORKSHOP EM VERMICOMPOSTAGEM
ÍNDICE
1. Definição;
2. Escalas;
3. Onde fazer;
4. Objectivos;
5. Tipos de resíduos a utilizar;
6. Espécies de minhocas utilizadas;
7. Montagem de um vermicompostor doméstico;
8. Quantidade de minhocas necessária;
9. Colocação de resíduos no vermicompostor;
10. Separação das minhocas do vermicomposto;
11. Produtos da vermicompostagem;
o Vermicomposto;
o Chá de vermicomposto;
o Minhocas.
12. Oportunidades / Conclusões.
29.01.15
1. DEFINIÇÃO
 Degradação controlada
pelo Homem, na
presença de oxigénio e a
temperaturas
moderadas, dos resíduos
orgânicos utilizando-se a
minhoca como agente
biológico;
2. ESCALAS
 VERMICOMPOSTAGEM
DOMÉSTICA
Pequena escala - na varanda,
no escritório, no jardim.
 VERMICOMPOSTAGEM EM
ESPAÇO RURAL
Média escala - na quinta, na
exploração ou espaço agrícola.
 VERMICOMPOSTAGEM
INDUSTRIAL
Grande escala - em grandes
unidades centralizadas para
tratamento de resíduos.
3. ONDE FAZER
Onde a vermicompostagem pode ser realizada:
 Cozinha;
 Varanda;
 Escritório;
 Jardim;
 Quintal;
 Exploração agrícola.
29.01.15
4. OBJECTIVOS
 Redução e eliminação da perigosidade associada aos
resíduos;
 Tratamento e valorização controlada dos resíduos;
 Aumento dos teores de matéria orgânica nos solos;
 Poupança de recursos naturais;
 Aumento da fertilidade e produtividade do solo;
 Diminuição da poluição.
29.01.15
5.
TIPOS DE RESÍDUOS A
UTILIZAR
29.01.15
Lourenço, (2010)
5. TIPOS DE RESÍDUOS A UTILIZAR
ALGUNS EXEMPLOS
 Fracção orgânica dos RSU
– resíduos alimentares;
 Papel e cartão;
 Lamas de ETAR e industriais;
 Resíduos verdes;
 Resíduos florestais;
 Estrumes;
 Óleos alimentares usados.
Todos os
de natureza
orgânica
5. TIPOS DE RESÍDUOS A UTILIZAR
ALGUNS EXEMPLOS
29.01.15
Borras de café
Mistura de diferentes
materiais -
substratos
5. TIPOS DE RESÍDUOS A UTILIZAR
ALGUNS EXEMPLOS
29.01.15
Resíduos alimentares mistos
Estrumes
6.
ESPÉCIES DE
MINHOCAS UTILIZADAS
29.01.15
Lourenço, (2010)
6. ESPÉCIES DE MINHOCAS UTILIZADAS
Eisenia foetida
 Ingerem por dia o equivalente a
metade e até ao total do seu
peso em resíduos;
 São hermafroditas incompletos
– necessitam do parceiro para
acasalarem;
 São uma espécie animal
fotofóbica – sensíveis à luz
natural ou artificial;
 O peso no estado adulto é
variável dependendo da
espécie e do tipo de resíduos.
6. ESPÉCIES DE MINHOCAS UTILIZADAS
Eisenia foetida
29.01.15
Minhocas num
substrato de
sobrevivência
Casulos de
minhoca
7.
MONTAGEM DE UM
VERMICOMPOSTOR
DOMÉSTICO
29.01.15
Lourenço, (2010)
7. MONTAGEM DE UM VERMICOMPOSTOR
DOMÉSTICO
 Método simples e prático
podendo ser realizado no
jardim, cozinha ou
varanda;
 Resíduos que deverão ser
valorizados: resíduos
alimentares e de cozinha.
7. MONTAGEM DE UM VERMICOMPOSTOR
DOMÉSTICO
 Estrutura feita em plástico
reciclado ou madeira;
 Permite o tratamento e
valorização de resíduos
orgânicos;
 Produção de
vermicomposto e chá de
vermicomposto;
 Recolha aprox. de 110 kg
de resíduos ano-1;
 Produção aprox. de 73 kg
de vermicomposto ano-1;
29.01.15
7. MONTAGEM DE UM VERMICOMPOSTOR
DOMÉSTICO
 Passo 1
Colocar o compartimento base por cima dos pés e utilizar os
parafusos disponibilizados para prender ambas as partes.
• Passo 2
Colocar o compartimento de produção do chá de vermicomposto
sobre o compartimento base e alinhar os buracos.
• Passo 3
Aplicar as anilhas de borracha no local destinado à torneira e só
depois enroscar a torneira.
• Passo 4
Colocar por cima todos os compartimentos restantes e finalmente o
compartimento relativo ao telhado.
29.01.15
7. MONTAGEM DE UM VERMICOMPOSTOR
DOMÉSTICO
 Vermicompostor
doméstico de 3 a 4
compartimentos;
 Quantidade de resíduos
valorizados: 100 kg por
ano.
29.01.15
TRATAMENTO DE RESÍDUOS
E PRODUÇÃO
DE VERMICOMPOSTO
PRODUÇÃO DE CHÁ
(LIXIVIADO)
DE VERMICOMPOSTO
8.
QUANTIDADE DE
MINHOCAS
NECESSÁRIA
29.01.15
Lourenço, (2010)
8. QUANTIDADE DE MINHOCAS NECESSÁRIA
Área superficial do
vermicompostor (m2)
N.º minhocas
aprox.
Volume
minhocas (L)
Quantidade
minhocas (g)
0,125 222 0,11 120
0,25 454 0,23 240
0,5 909 0,45 500
1,0 1 818 0,91 1 000
29.01.15
Importante:
Para maiores quantidades de minhocas no vermicompostor, mais
rapidamente os resíduos são decompostos.
9.
COLOCAÇÃO DE
RESÍDUOS NO
VERMICOMPOSTOR
29.01.15
Lourenço, (2010)
9. COLOCAÇÃO DE RESÍDUOS NO
VERMICOMPOSTOR
29.01.15
Quantidade substrato
inicial (kg)
Frequência de
colocação
Quantidade substrato
adicionado aprox. (kg)
3,8
Diariamente 0,18
2x por semana 0,47
Semanalmente 0,95
Vinte dias 3,8
Importante:
A quantidade de resíduo
adicionada irá depender da
quantidade de resíduos
decompostos pelas minhocas.
10.
SEPARAÇÃO DAS
MINHOCAS DO
VERMICOMPOSTO
29.01.15
Lourenço, (2010)
10. SEPARAÇÃO DAS MINHOCAS DO
VERMICOMPOSTO
 As minhocas são separadas
do vermicomposto através da
sua passagem por uma
malha existente em cada
compartimento;
 Esta passagem (ou migração)
é feita devido ao facto de
serem adicionados resíduos
ao compartimento que se
encontra imediatamente
superior ao actual.
29.01.15
11.
PRODUTOS DA
VERMICOMPOSTAGEM
29.01.15
Lourenço, (2010)
11. PRODUTOS DA VERMICOMPOSTAGEM
VERMICOMPOSTO
CHÁ DE
VERMICOMPOSTO
MINHOCAS
29.01.15
11. PRODUTOS DA VERMICOMPOSTAGEM
VERMICOMPOSTO
29.01.15
Passível de aplicação em
solo agrícola
Material higienizado
Ausência de odores
11. PRODUTOS DA VERMICOMPOSTAGEM
CHÁ DE VERMICOMPOSTO
29.01.15
Passível de aplicação em
solo agrícola
Aplicável por fertirrega ou
em hidroponia
Solução nutritiva
11. PRODUTOS DA VERMICOMPOSTAGEM
CHÁ DE VERMICOMPOSTO - APLICAÇÃO
29.01.15
11. PRODUTOS DA VERMICOMPOSTAGEM
MINHOCAS
Casulo
Minhoca
recém nascida
Minhoca
juvenil
Minhoca
adulta
29.01.15
29.01.15
Lourenço, (2010)
12.
OPORTUNIDADES
CONCLUSÕES
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
EFEITO DA APLICAÇÃO DO CHÁ NA GERMINAÇÃO DO
TOMATE
 ).
Com CHÁ Sem CHÁ
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
APLICAÇÃO DO VERMICOMPOSTO
 Solos leves e pouco
densos: aumenta a
capacidade de retenção
de água
- Menor perda de água e
lixiviação de nutrientes.
 Solos pesados e mais
densos: aumenta a taxa
de infiltração e a
permeabilidade.
- Melhor drenagem
- Menor escorrência
superficial (redução da
erosão).
29.01.15
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
APLICAÇÃO DO CHÁ DE VERMICOMPOSTO
 Maior resistência e
sanidade das plantas fruto
da supressão de pragas e
doenças;
 Melhoria da estrutura,
porosidade e densidade
aparente do solo com
melhores condições para as
raízes;
 Aumento da fertilidade do
solo;
 Aumento da biodiversidade a
nível do solo – circulação de
nutrientes facilitada.
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
TRIAGEM E RECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS
29.01.15
Plástico
Plástico
Plástico
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
VERMICOMPOSTAGEM
 A vermicompostagem pode ser desenvolvida de forma fácil
e prática;
 A vermicompostagem possibilita o aproveitamento e
valorização dos resíduos orgânicos produzindo-se
vermicomposto, chá de vermicomposto e minhocas;
 Para realizar vermicompostagem doméstica necessita de
resíduos, minhocas, 1 vermicompostor e 5 minutos
diários de manutenção;
 A vermicompostagem pode ser realizada em casa ou no
jardim (doméstica), numa exploração agrícola (rural) ou
por empresas ou Associações de Municípios (industrial).
29.01.15
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
É PRECISO
 Desmistificar;
 Eliminar equívocos e opiniões erradas;
 Entender/compreender;
 Praticar/experimentar.
29.01.15
FUTURAMB
QUEM SOMOS
NELSON LOURENÇO
Mestre em Gestão Sustentável dos Espaços Rurais
Licenciado em Engenharia do Ambiente
Formador
Departamento Científico e de Engenharia Ambiental - DCEA
Centro de Pesquisa e Investigação em Vermicompostagem - CPIV
Telemóvel: 967359487
cientifico@futuramb.com
SÓNIA COELHO
Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho
Formadora
Licenciada em Educação Social
Departamento de Formação / Departamento Comercial
Telemóvel: 963851179
comercial@futuramb.com
BOAS PRÁTICAS!
SAUDAÇÕES AMBIENTAIS

Workshop loulé (20 nov.)

  • 1.
    FUTURAMB GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS 29.01.15 NelsonMiguel Guerreiro Lourenço Sónia Isabel Dias Coelho FUTURAMB WORKSHOP EM VERMICOMPOSTAGEM
  • 2.
    ÍNDICE 1. Definição; 2. Escalas; 3.Onde fazer; 4. Objectivos; 5. Tipos de resíduos a utilizar; 6. Espécies de minhocas utilizadas; 7. Montagem de um vermicompostor doméstico; 8. Quantidade de minhocas necessária; 9. Colocação de resíduos no vermicompostor; 10. Separação das minhocas do vermicomposto; 11. Produtos da vermicompostagem; o Vermicomposto; o Chá de vermicomposto; o Minhocas. 12. Oportunidades / Conclusões. 29.01.15
  • 3.
    1. DEFINIÇÃO  Degradaçãocontrolada pelo Homem, na presença de oxigénio e a temperaturas moderadas, dos resíduos orgânicos utilizando-se a minhoca como agente biológico;
  • 4.
    2. ESCALAS  VERMICOMPOSTAGEM DOMÉSTICA Pequenaescala - na varanda, no escritório, no jardim.  VERMICOMPOSTAGEM EM ESPAÇO RURAL Média escala - na quinta, na exploração ou espaço agrícola.  VERMICOMPOSTAGEM INDUSTRIAL Grande escala - em grandes unidades centralizadas para tratamento de resíduos.
  • 5.
    3. ONDE FAZER Ondea vermicompostagem pode ser realizada:  Cozinha;  Varanda;  Escritório;  Jardim;  Quintal;  Exploração agrícola. 29.01.15
  • 6.
    4. OBJECTIVOS  Reduçãoe eliminação da perigosidade associada aos resíduos;  Tratamento e valorização controlada dos resíduos;  Aumento dos teores de matéria orgânica nos solos;  Poupança de recursos naturais;  Aumento da fertilidade e produtividade do solo;  Diminuição da poluição. 29.01.15
  • 7.
    5. TIPOS DE RESÍDUOSA UTILIZAR 29.01.15 Lourenço, (2010)
  • 8.
    5. TIPOS DERESÍDUOS A UTILIZAR ALGUNS EXEMPLOS  Fracção orgânica dos RSU – resíduos alimentares;  Papel e cartão;  Lamas de ETAR e industriais;  Resíduos verdes;  Resíduos florestais;  Estrumes;  Óleos alimentares usados. Todos os de natureza orgânica
  • 9.
    5. TIPOS DERESÍDUOS A UTILIZAR ALGUNS EXEMPLOS 29.01.15 Borras de café Mistura de diferentes materiais - substratos
  • 10.
    5. TIPOS DERESÍDUOS A UTILIZAR ALGUNS EXEMPLOS 29.01.15 Resíduos alimentares mistos Estrumes
  • 11.
  • 12.
    6. ESPÉCIES DEMINHOCAS UTILIZADAS Eisenia foetida  Ingerem por dia o equivalente a metade e até ao total do seu peso em resíduos;  São hermafroditas incompletos – necessitam do parceiro para acasalarem;  São uma espécie animal fotofóbica – sensíveis à luz natural ou artificial;  O peso no estado adulto é variável dependendo da espécie e do tipo de resíduos.
  • 13.
    6. ESPÉCIES DEMINHOCAS UTILIZADAS Eisenia foetida 29.01.15 Minhocas num substrato de sobrevivência Casulos de minhoca
  • 14.
  • 15.
    7. MONTAGEM DEUM VERMICOMPOSTOR DOMÉSTICO  Método simples e prático podendo ser realizado no jardim, cozinha ou varanda;  Resíduos que deverão ser valorizados: resíduos alimentares e de cozinha.
  • 16.
    7. MONTAGEM DEUM VERMICOMPOSTOR DOMÉSTICO  Estrutura feita em plástico reciclado ou madeira;  Permite o tratamento e valorização de resíduos orgânicos;  Produção de vermicomposto e chá de vermicomposto;  Recolha aprox. de 110 kg de resíduos ano-1;  Produção aprox. de 73 kg de vermicomposto ano-1; 29.01.15
  • 17.
    7. MONTAGEM DEUM VERMICOMPOSTOR DOMÉSTICO  Passo 1 Colocar o compartimento base por cima dos pés e utilizar os parafusos disponibilizados para prender ambas as partes. • Passo 2 Colocar o compartimento de produção do chá de vermicomposto sobre o compartimento base e alinhar os buracos. • Passo 3 Aplicar as anilhas de borracha no local destinado à torneira e só depois enroscar a torneira. • Passo 4 Colocar por cima todos os compartimentos restantes e finalmente o compartimento relativo ao telhado. 29.01.15
  • 18.
    7. MONTAGEM DEUM VERMICOMPOSTOR DOMÉSTICO  Vermicompostor doméstico de 3 a 4 compartimentos;  Quantidade de resíduos valorizados: 100 kg por ano. 29.01.15 TRATAMENTO DE RESÍDUOS E PRODUÇÃO DE VERMICOMPOSTO PRODUÇÃO DE CHÁ (LIXIVIADO) DE VERMICOMPOSTO
  • 19.
  • 20.
    8. QUANTIDADE DEMINHOCAS NECESSÁRIA Área superficial do vermicompostor (m2) N.º minhocas aprox. Volume minhocas (L) Quantidade minhocas (g) 0,125 222 0,11 120 0,25 454 0,23 240 0,5 909 0,45 500 1,0 1 818 0,91 1 000 29.01.15 Importante: Para maiores quantidades de minhocas no vermicompostor, mais rapidamente os resíduos são decompostos.
  • 21.
  • 22.
    9. COLOCAÇÃO DERESÍDUOS NO VERMICOMPOSTOR 29.01.15 Quantidade substrato inicial (kg) Frequência de colocação Quantidade substrato adicionado aprox. (kg) 3,8 Diariamente 0,18 2x por semana 0,47 Semanalmente 0,95 Vinte dias 3,8 Importante: A quantidade de resíduo adicionada irá depender da quantidade de resíduos decompostos pelas minhocas.
  • 23.
  • 24.
    10. SEPARAÇÃO DASMINHOCAS DO VERMICOMPOSTO  As minhocas são separadas do vermicomposto através da sua passagem por uma malha existente em cada compartimento;  Esta passagem (ou migração) é feita devido ao facto de serem adicionados resíduos ao compartimento que se encontra imediatamente superior ao actual. 29.01.15
  • 25.
  • 26.
    11. PRODUTOS DAVERMICOMPOSTAGEM VERMICOMPOSTO CHÁ DE VERMICOMPOSTO MINHOCAS 29.01.15
  • 27.
    11. PRODUTOS DAVERMICOMPOSTAGEM VERMICOMPOSTO 29.01.15 Passível de aplicação em solo agrícola Material higienizado Ausência de odores
  • 28.
    11. PRODUTOS DAVERMICOMPOSTAGEM CHÁ DE VERMICOMPOSTO 29.01.15 Passível de aplicação em solo agrícola Aplicável por fertirrega ou em hidroponia Solução nutritiva
  • 29.
    11. PRODUTOS DAVERMICOMPOSTAGEM CHÁ DE VERMICOMPOSTO - APLICAÇÃO 29.01.15
  • 30.
    11. PRODUTOS DAVERMICOMPOSTAGEM MINHOCAS Casulo Minhoca recém nascida Minhoca juvenil Minhoca adulta 29.01.15
  • 31.
  • 32.
    12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES EFEITO DAAPLICAÇÃO DO CHÁ NA GERMINAÇÃO DO TOMATE  ). Com CHÁ Sem CHÁ
  • 33.
    12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES APLICAÇÃO DOVERMICOMPOSTO  Solos leves e pouco densos: aumenta a capacidade de retenção de água - Menor perda de água e lixiviação de nutrientes.  Solos pesados e mais densos: aumenta a taxa de infiltração e a permeabilidade. - Melhor drenagem - Menor escorrência superficial (redução da erosão). 29.01.15
  • 34.
    12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES APLICAÇÃO DOCHÁ DE VERMICOMPOSTO  Maior resistência e sanidade das plantas fruto da supressão de pragas e doenças;  Melhoria da estrutura, porosidade e densidade aparente do solo com melhores condições para as raízes;  Aumento da fertilidade do solo;  Aumento da biodiversidade a nível do solo – circulação de nutrientes facilitada.
  • 35.
    12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES TRIAGEM ERECOLHA SELECTIVA DE RESÍDUOS 29.01.15 Plástico Plástico Plástico
  • 36.
    12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES VERMICOMPOSTAGEM  Avermicompostagem pode ser desenvolvida de forma fácil e prática;  A vermicompostagem possibilita o aproveitamento e valorização dos resíduos orgânicos produzindo-se vermicomposto, chá de vermicomposto e minhocas;  Para realizar vermicompostagem doméstica necessita de resíduos, minhocas, 1 vermicompostor e 5 minutos diários de manutenção;  A vermicompostagem pode ser realizada em casa ou no jardim (doméstica), numa exploração agrícola (rural) ou por empresas ou Associações de Municípios (industrial). 29.01.15
  • 37.
    12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES É PRECISO Desmistificar;  Eliminar equívocos e opiniões erradas;  Entender/compreender;  Praticar/experimentar. 29.01.15
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    FUTURAMB QUEM SOMOS NELSON LOURENÇO Mestreem Gestão Sustentável dos Espaços Rurais Licenciado em Engenharia do Ambiente Formador Departamento Científico e de Engenharia Ambiental - DCEA Centro de Pesquisa e Investigação em Vermicompostagem - CPIV Telemóvel: 967359487 cientifico@futuramb.com SÓNIA COELHO Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho Formadora Licenciada em Educação Social Departamento de Formação / Departamento Comercial Telemóvel: 963851179 comercial@futuramb.com
  • 39.