Web 2.0 e Biblioteca 2.0 Influência da Web 2.0 nos serviços de unidades documentais Andreia Dora Braga Moreira Pinto (1), Emília Rosa Pereira Cardoso (2)  e Júlio dos Anjos (3)  1 CTDI, Bibliotecas Digitais, Edição e Informação Electrónicas  2 CTDI, Bibliotecas Digitais, Edição e Informação Electrónicas  3 CTDI, Bibliotecas Digitais, Edição e Informação Electrónicas
Sumário O que a web mudou desde os 1990’s Como nasceu a ideia de Web 2.0 Características da Web 2.0 Como a ideia se desenvolve Exemplos de bibliotecas a implementar ideias e tecnologias 2.0
A Web de 1994 (1.0) Acesso à informação democratizado A maior parte das pessoas não consegue publicar conteúdos na web Sítios web principalmente veículos de informação de um só sentindo Os fornecedores de informação eram grandes companhias Algum software social Fóruns e mailing lists
Web de 2007 (2.0) Participação democratizada Qualquer um pode publicar conteúdos Muitos sítios web permitem comentários, participação, personalização, etc As pessoas têm mais opções na escolha de fornecedores de informação Variadas ferramentas de software social permitem a construção de comunidades a partir das bases e colaboração em tempo real
Nascimento de Web 2.0 como conceito Tim O’Reilly (editor de livros e organizador de conferências) num encontro com pessoal da MediaLive International quer realizar conferencias e exposições À procura de um termo que definisse a era post crash .com Tudo isto estava em andamento antes de Tim O’Reilly cunhar o termo, mas ele deu-lhe um nome e uma ideia à volta da qual as pessoas se agregaram
Definição primitiva de Web 2.0 stickiness  directories (taxonomy)  content management systems  publishing  screen scraping  page views  domain name speculation  evite  personal websites  Britannica Online  mp3.com  Akamai  Ofoto  DoubleClick  Web 1.0  syndication tagging ("folksonomy") wikis +participation web services cost per click search engine optimization upcoming.org and EVDB blogging Wikipedia Napster BitTorrent Flickr Google AdSense Web 2.0
Web 2.0 – Como a definir Arquitectura Web AJAX A web como plataforma API Mashup’s Aspectos Humanos Web 2.0 é feita de pessoas Efeitos de Rede Sabedoria das multidões Personalização Comunidade
Web 2.0 Arquitectura
Web como plataforma Aplicações web a substituir aplicações locais
Mashup’s Envolve a combinação (mescla/puré) de duas aplicações separadas, ou uma aplicação e dados, para criar uma aplicação completamente nova Normalmente por API’s mas por vezes por  screen scrapping screen scrapping : apanhar dados directamente dum sitio web
Chicagocrime.org
RSS RSS é uma formato de sindicação de conteúdos Baseado em XML Permite ver conteúdo de vários sítios numa única página Muitos sítios possuem canais RSS se têm informação com actualizações frequentes (jornais diários) Pode-se consultar um canal RSS num outro sitio web, num agregador ou por email
Web 2.0 – Design estratégico Arquitectura leve Interfaces ricos, interactivos e ágeis AJAX – Asynchronous JavaScript and XML Permite às páginas interagirem com os servidores sem necessidade de recarga completa Torna aplicações web tão rápidas como aplicações locais Condição de Beta perpétuo na base de actualizações continuas
Web 2.0 Rede de Pessoas
Pessoas que partilham Pela partilha de: Imagens Vídeos Noticias Favoritos Conhecimento Leituras Intimidades
 
Usando a inteligência colectiva Há muito a aprender do conhecimento e comportamento agregado de todos os utilizadores da internet Sistemas de Avaliação Bancos de conhecimento Folksonomias
Conselhos de viagem Prefere receber de  um agente de viagens ou de milhares de viajantes como você? http://www.traveladvisor.com
Wikipedia – A nova arbitragem por pares? Mas é a opinião mais popular a mais correcta?
Qual o sentido da Web - 1.0 Um directório feito por alguém… http://www.yahoo.com em 1996
Qual o sentido da Web - 2.0 O que é interessante hoje?
Efeito de rede Quantas mais pessoas usam uma ferramenta específica, mais útil esta se torna Mais recomendações = melhores recomendações (normalização de  outliers ) Mais críticos da wikipedia – mais fiscalização Mais pessoas a etiquetar sítios web, mais requinte  na etiquetagem
Descritores mais usados pelas outras pessoas que marcaram este sítio
Auto-expressão/Transparência Cada internauta o seu  próprio canal de noticias  Um canal de televisão para cada internauta
Igualdade de acesso  a audiências Os  bloggers  estão a revelar corrupção politica antes dos canais tradicionais Mais oportunidades para badalar os seus talentos Bloggers  a editarem livros Criadores de  youtube  a tornarem-se celebridades PodCaster’s a fecharem contratos na industria musical
Personalização Cada um pode escolher que informações tem acesso Efeito de Caverna
Transparência Se uma tecnologia tem defeitos as pessoas saberão disso rapidamente (blogues, avaliações, etc) Empresas tentando relacionara-se com os clientes de um modo mais pessoal Blogues (GM’s  FastLane  o  blog  dos directores da Ford Motor Co) Marketing via sítios de rede social
Será isto realmente uma nova web?
Problemas Tanto conteúdo… poucas maneiras eficientes de o pesquisar A multidão nem sempre tem razão Confiar o seu conteúdo a empresas Quem é o dono do seu conteúdo Problemas de privacidade Problemas de Direito de cópia
Biblioteca 2.0 Michael Casey do blogue  Library Crunch  cunha o termo no Outono de 2005 Primeiro artigo em Outubro de 2005 por Paul Miller Popularizado por  bloggers  e conferencistas em biblioteconomia 1º Livro sobre Biblioteca 2.0 a publicar na primavera de 2007 Tópico controverso
Biblioteca 2.0: o que é? Atingir novos utilizadores por novos meios Explorar a  long tail  para fornecer serviços aos utilizadores que não usam a biblioteca Explorar a inteligência colectiva Sistemas de gestão de Bibliotecas mais transparentes e usáveis (usando ideias web 2.0)
Biblioteca 2.0: Princípios Paul Miller e Ken Chad 2005 A biblioteca está em todo o lado Disponível no ponto de necessidade Ir onde os utilizadores estão A biblioteca não tem barreiras Não há barreiras entre o utilizador e a informação A biblioteca convida à participação Blogues, wikis, etiquetar e comentar no catálogo, etc A biblioteca usa sistemas flexíveis, os melhores no seu ramo O OPAC feito de pequenas peças levemente agregadas. Serviços, modulares e inter-operáveis
O que faz um serviço Biblioteca 2.0? Qualquer serviço, físico ou virtual que atinja os utilizadores com sucesso, avaliado frequentemente, e faça uso da contribuição do utilizador. Mesmo serviços antigos, podem ser Biblioteca 2.0 se os critérios forem cumpridos. De igual modo, ser novo, não é sinónimo de Biblioteca 2.0 Michael Casey e  Laura Savastinuk
Bibliotecas a caminho do 2.0
 
 
 
 
 
Se em certas gerações, 90% usa  chat , porque não ter uma caixa de  chat  para falar com o serviço de referência da biblioteca?
Integrar uma barra de ferramenta com serviços da biblioteca no  browser  dos utilizadores
Em vez de boletim bibliográfico, pode-se aceder aos canais RSS das revistas relevantes
História local feita  à custa de …
 
2.0
A colecção da biblioteca apresentada como nuvem de etiquetas
A colecção da Biblioteca a contribuir para um esforço de catalogação colectivo
 
Criticas à Biblioteca 2.0 Estas ideias não são novidade Demasiadas ideias para uma só cabeça O título pode afastar as pessoas Devíamos olhar mais para mudanças concretas do que para as mudanças de títulos Isto é só para bibliotecas ricas ou com programadores?
Biblioteca 2.0 Digitalização  de prestação de  serviços  à comunidade de utilizadores de uma biblioteca onde quer ….
…que se encontrem

Web 2.0 e Biblioteca 2.0

  • 1.
    Web 2.0 eBiblioteca 2.0 Influência da Web 2.0 nos serviços de unidades documentais Andreia Dora Braga Moreira Pinto (1), Emília Rosa Pereira Cardoso (2) e Júlio dos Anjos (3) 1 CTDI, Bibliotecas Digitais, Edição e Informação Electrónicas 2 CTDI, Bibliotecas Digitais, Edição e Informação Electrónicas 3 CTDI, Bibliotecas Digitais, Edição e Informação Electrónicas
  • 2.
    Sumário O quea web mudou desde os 1990’s Como nasceu a ideia de Web 2.0 Características da Web 2.0 Como a ideia se desenvolve Exemplos de bibliotecas a implementar ideias e tecnologias 2.0
  • 3.
    A Web de1994 (1.0) Acesso à informação democratizado A maior parte das pessoas não consegue publicar conteúdos na web Sítios web principalmente veículos de informação de um só sentindo Os fornecedores de informação eram grandes companhias Algum software social Fóruns e mailing lists
  • 4.
    Web de 2007(2.0) Participação democratizada Qualquer um pode publicar conteúdos Muitos sítios web permitem comentários, participação, personalização, etc As pessoas têm mais opções na escolha de fornecedores de informação Variadas ferramentas de software social permitem a construção de comunidades a partir das bases e colaboração em tempo real
  • 5.
    Nascimento de Web2.0 como conceito Tim O’Reilly (editor de livros e organizador de conferências) num encontro com pessoal da MediaLive International quer realizar conferencias e exposições À procura de um termo que definisse a era post crash .com Tudo isto estava em andamento antes de Tim O’Reilly cunhar o termo, mas ele deu-lhe um nome e uma ideia à volta da qual as pessoas se agregaram
  • 6.
    Definição primitiva deWeb 2.0 stickiness directories (taxonomy) content management systems publishing screen scraping page views domain name speculation evite personal websites Britannica Online mp3.com Akamai Ofoto DoubleClick Web 1.0 syndication tagging ("folksonomy") wikis +participation web services cost per click search engine optimization upcoming.org and EVDB blogging Wikipedia Napster BitTorrent Flickr Google AdSense Web 2.0
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    Web 2.0 –Como a definir Arquitectura Web AJAX A web como plataforma API Mashup’s Aspectos Humanos Web 2.0 é feita de pessoas Efeitos de Rede Sabedoria das multidões Personalização Comunidade
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    Web como plataformaAplicações web a substituir aplicações locais
  • 10.
    Mashup’s Envolve acombinação (mescla/puré) de duas aplicações separadas, ou uma aplicação e dados, para criar uma aplicação completamente nova Normalmente por API’s mas por vezes por screen scrapping screen scrapping : apanhar dados directamente dum sitio web
  • 11.
  • 12.
    RSS RSS éuma formato de sindicação de conteúdos Baseado em XML Permite ver conteúdo de vários sítios numa única página Muitos sítios possuem canais RSS se têm informação com actualizações frequentes (jornais diários) Pode-se consultar um canal RSS num outro sitio web, num agregador ou por email
  • 13.
    Web 2.0 –Design estratégico Arquitectura leve Interfaces ricos, interactivos e ágeis AJAX – Asynchronous JavaScript and XML Permite às páginas interagirem com os servidores sem necessidade de recarga completa Torna aplicações web tão rápidas como aplicações locais Condição de Beta perpétuo na base de actualizações continuas
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    Web 2.0 Redede Pessoas
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    Pessoas que partilhamPela partilha de: Imagens Vídeos Noticias Favoritos Conhecimento Leituras Intimidades
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    Usando a inteligênciacolectiva Há muito a aprender do conhecimento e comportamento agregado de todos os utilizadores da internet Sistemas de Avaliação Bancos de conhecimento Folksonomias
  • 18.
    Conselhos de viagemPrefere receber de um agente de viagens ou de milhares de viajantes como você? http://www.traveladvisor.com
  • 19.
    Wikipedia – Anova arbitragem por pares? Mas é a opinião mais popular a mais correcta?
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    Qual o sentidoda Web - 1.0 Um directório feito por alguém… http://www.yahoo.com em 1996
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    Qual o sentidoda Web - 2.0 O que é interessante hoje?
  • 22.
    Efeito de redeQuantas mais pessoas usam uma ferramenta específica, mais útil esta se torna Mais recomendações = melhores recomendações (normalização de outliers ) Mais críticos da wikipedia – mais fiscalização Mais pessoas a etiquetar sítios web, mais requinte na etiquetagem
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    Descritores mais usadospelas outras pessoas que marcaram este sítio
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    Auto-expressão/Transparência Cada internautao seu próprio canal de noticias Um canal de televisão para cada internauta
  • 25.
    Igualdade de acesso a audiências Os bloggers estão a revelar corrupção politica antes dos canais tradicionais Mais oportunidades para badalar os seus talentos Bloggers a editarem livros Criadores de youtube a tornarem-se celebridades PodCaster’s a fecharem contratos na industria musical
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    Personalização Cada umpode escolher que informações tem acesso Efeito de Caverna
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    Transparência Se umatecnologia tem defeitos as pessoas saberão disso rapidamente (blogues, avaliações, etc) Empresas tentando relacionara-se com os clientes de um modo mais pessoal Blogues (GM’s FastLane o blog dos directores da Ford Motor Co) Marketing via sítios de rede social
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    Será isto realmenteuma nova web?
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    Problemas Tanto conteúdo…poucas maneiras eficientes de o pesquisar A multidão nem sempre tem razão Confiar o seu conteúdo a empresas Quem é o dono do seu conteúdo Problemas de privacidade Problemas de Direito de cópia
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    Biblioteca 2.0 MichaelCasey do blogue Library Crunch cunha o termo no Outono de 2005 Primeiro artigo em Outubro de 2005 por Paul Miller Popularizado por bloggers e conferencistas em biblioteconomia 1º Livro sobre Biblioteca 2.0 a publicar na primavera de 2007 Tópico controverso
  • 31.
    Biblioteca 2.0: oque é? Atingir novos utilizadores por novos meios Explorar a long tail para fornecer serviços aos utilizadores que não usam a biblioteca Explorar a inteligência colectiva Sistemas de gestão de Bibliotecas mais transparentes e usáveis (usando ideias web 2.0)
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    Biblioteca 2.0: PrincípiosPaul Miller e Ken Chad 2005 A biblioteca está em todo o lado Disponível no ponto de necessidade Ir onde os utilizadores estão A biblioteca não tem barreiras Não há barreiras entre o utilizador e a informação A biblioteca convida à participação Blogues, wikis, etiquetar e comentar no catálogo, etc A biblioteca usa sistemas flexíveis, os melhores no seu ramo O OPAC feito de pequenas peças levemente agregadas. Serviços, modulares e inter-operáveis
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    O que fazum serviço Biblioteca 2.0? Qualquer serviço, físico ou virtual que atinja os utilizadores com sucesso, avaliado frequentemente, e faça uso da contribuição do utilizador. Mesmo serviços antigos, podem ser Biblioteca 2.0 se os critérios forem cumpridos. De igual modo, ser novo, não é sinónimo de Biblioteca 2.0 Michael Casey e Laura Savastinuk
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    Se em certasgerações, 90% usa chat , porque não ter uma caixa de chat para falar com o serviço de referência da biblioteca?
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    Integrar uma barrade ferramenta com serviços da biblioteca no browser dos utilizadores
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    Em vez deboletim bibliográfico, pode-se aceder aos canais RSS das revistas relevantes
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    História local feita à custa de …
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    A colecção dabiblioteca apresentada como nuvem de etiquetas
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    A colecção daBiblioteca a contribuir para um esforço de catalogação colectivo
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    Criticas à Biblioteca2.0 Estas ideias não são novidade Demasiadas ideias para uma só cabeça O título pode afastar as pessoas Devíamos olhar mais para mudanças concretas do que para as mudanças de títulos Isto é só para bibliotecas ricas ou com programadores?
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    Biblioteca 2.0 Digitalização de prestação de serviços à comunidade de utilizadores de uma biblioteca onde quer ….
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