O artigo discute a experiência da violência do original sobre o tradutor e sua língua, que deflagra a pulsão de traduzir. A experiência da tradução é pensada como uma relação já em movimento com um original que se apresenta em tensão tradutória desde sempre. Explora-se a discussão da tradução como Bildung no sentido freudiano de uma forma em formação interminável e conflituosa.