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CURSO: ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: TOPOGRAFIA
PROFESSOR(A): PEDRO ALMI DA COSTA FREIRE
SEMESTRE/ANO: 2016.1
HORÁRIOS: QUARTA E SEXTA/ TERÇA E QUINTA
CARGA HORÁRIA: 80h/a
APRESENTAÇÃO
1. INTRODUÇÃO
2. CONTEÚDO
3. AULAS PRÁTICAS
4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR
5. AVALIAÇÃO
1. INTRODUÇÃO - IMPORTÂNCIA DA TOPOGRAFIA
A Topografia se faz necessária em vários trabalhos das Engenharias,
Arquitetura e Agronomia. Na construção civil, de um modo geral, é indispensável
correto estudo e conhecimento do terreno onde será implantada a futura obra.
• ESTRADAS - FERROVIAS E RODOVIAS;
• TRANSPORTES;
• PORTOS E CANAIS;
• IRRIGAÇÃO E DRENAGEM;
• SANEAMENTO BÁSICO;
• ABASTECIMENTO D’ÁGUA;
• URBANIZAÇÃO - PLANEJAMENTO URBANO;
• PROJETO DE LOTEAMENTO;
• LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO DE LOTES;
• LOCAÇÃO INDUSTRIAL;
• MINERAÇÃO E PESQUISAS MINERAIS;
• LINHAS DE TRANSMISSÃO E REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA ELÉTRICA;
• AEROFOTOGRAMETRIA;
• GEODESIA POR SATÉLITE;
• GEOPROCESSAMENTO;
1. INTRODUÇÃO - IMPORTÂNCIA DA TOPOGRAFIA
UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO À TOPOGRAFIA
UNIDADE 2 - REVISÃO MATEMÁTICA
UNIDADE 3 – ESCALAS
UNIDADE 4 – NORMALIZAÇÃO
UNIDADE 5 - MEDIÇÃO DE DISTÂNCIAS
UNIDADE 6 - MEDIÇÃO DE DIREÇÕES
UNIDADE 7 – ORIENTAÇÃO
UNIDADE 8 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO – PLANIMETRIA
UNIDADE 9 - TÉCNICAS DE LEVANTAMENTO PLANIMÉTRICO
UNIDADE 10 - CÁLCULO DE ÁREAS
UNIDADE 11 – NIVELAMENTO
UNIDADE 12 - INTRODUÇÃO AO DESENHO TOPOGRÁFICO ASSISTIDO POR COMPUTADOR
UNIDADE 13 - TOPOGRAFIA APLICADA A ENGENHARIA
UNIDADE 14 - GPS - SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL
UNIDADE 15 - RTK LEVANTAMENTOS CINEMÁTICOS EM TEMPO REAL
UNIDADE 16 – AEROFOTOGRAMETRIA
UNIDADE 17 - BATIMETRIAUNIDADE 18 - LASER SCAN
UNIDADE 19 - TOPOGRAFIA SUBTERRANEA
2. CONTEÚDO DA DISCIPLINA
3. AULAS PRÁTICAS
• Aulas de campo 01 - Medições de distância.
• Aulas do Campo 02 - Medições de ângulos horizontais e verticais.
• Aulas de Campo 03 – Levantamento planialtimétrico.
• Aulas de Campo 04 - Nivelamento com nível convencional, eletrônico
e nível com código de barra. GPS simples e GPS de alta precisão.
• Trabalhos de campo.A
4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
1. TOPOGRAFIA PARA ENGENHARIA -TEORIA E PRÁTICA DE GEOMÁTICA. Irineu Silva, Paulo
Segantine. 2015. Ed. Campus.
2. TOPOGRAFIA - TÉCNICAS E PRÁTICAS DE CAMPO. João Dalton Daibert. 2014. Ed. Érica
3. FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA. Marcelo Tuler , Sérgio Saraiva. 2014. Ed. Bookman.
4. TOPOGRAFIA GERAL. José Machado Coelho Júnior, Fernando Cartaxo Rolim Neto, Júlio
da Silva Correa de Oliveira Andrade. 2014. EDUFRPE.
5. TOPOGRAFIA CONCEITOS E APLICAÇÕES. José Alberto Gonçalves, Sérgio Madeira e J.
João Sousa. 2014. Ed. Lidel.
6. TOPOGRAFIA APLICADA A ENGENHARIA CIVIL VOL. 1. Alberto de Campos Borges. 2013.
Ed. Blucher.
7. TOPOGRAFIA APLICADA A ENGENHARIA CIVIL VOL. 2. Alberto de Campos Borges. 2013.
Ed. Blucher
8. TOPOGRAFIA. Aluízio Alves da Costa. 2012. Ed. LT
9. TOPOGRAFIA - 5ª EDIÇÃO VOL. 2. Jack Mccormac. 2007. Ed. LTC
10. TOPOGRAFIA GERAL. João Casaca, João Matos, Miguel Baio. 2007.Ed. Lidel
Unidade 01   topografia
Topos = Lugar
Graphen = Decsrição
“A Topografia tem por objetivo o estudo dos instrumentos e métodos utilizados
para obter a representação gráfica de uma porção do terreno sobre uma superfície
plana” DOUBEK (1989).
“A Topografia tem por finalidade determinar o contorno, dimensão e posição
relativa de uma porção limitada da superfície terrestre, sem levar em conta a
curvatura resultante da esfericidade terrestre” ESPARTEL (1987).
UNIDADE 1 – Definições
UNIDADE 1 – Divisão da Topografia
Topometria tem por objetivo o estudo e aplicação dos processos de medidas, baseado na
geometria aplicada, onde os elementos geométricos (ângulos e distâncias)são obtidos através
de instrumentos topográficos tais como teodolitos, taqueômetros, estações totais, níveis,
receptores GPS, trenas, miras, etc.
Topologia é a parte da topografia que estuda as formas exteriores da terra (relevo) e as leis que
regem o seu modelado.
Taqueometria é a parte da topografia que trata da medida indireta da distância horizontal e
diferença de nível.
Fotogrametria é a parte da topografia que tem por objetivo a confecção de cartas topográficas
ou geográficas, a partir de fotos aéreas ou terrestres de uma superfície terrestre.
Agrimensura:
Parte da Topografia que trata da medida e da representação planimétrica de superfícies, bem
como sua divisão em parcelas, de acordo com condições preestabelecidas
UNIDADE 1 – O trabalho topográfico
O trabalho prático da Topografia pode ser dividido em cinco
etapas:
1) Tomada de decisão;
2) Trabalho de campo ou aquisição de dados;
3) Cálculos ou processamento;.
4) Mapeamento ou representação;.
5) Locação.
UNIDADE 1 – Definições
Historicamente, não seria possível determinar o início da topografia, mas quando o homem
deixou de ser nômade e passou a fixar moradia, a topografia já estava presente nas
atividades e na determinação do espaço físico utilizado.
UNIDADE 1 – Definições
UNIDADE 1 – Modelos de Representação da Terra
UNIDADE 1 – Modelos de Representação da Terra
Em 547 o livro chamado "Topografia Cristã“ Cosmas imaginava a Terra como um grande baú, sendo o
firmamento a "tampa" deste baú, e ridicularizava a crença pagã numa Terra redonda com os velhos
argumentos de pessoas de ponta cabeça, chuva caindo para cima, etc.
UNIDADE 1 – Qual o formato da superfície terrestre?
UNIDADE 1 – Qual o formato da superfície terrestre?
UNIDADE 1 – O estudo da superfície terrestre
UNIDADE 1 – DETERMINAÇÃO DAS COORDENADAS DE UM PONTO
UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS
UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS
UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS CARTESIANAS
Um sistema coordenado cartesiano no espaço 3-D é caracterizado por um
conjunto de três retas (x,y e z), denominados de eixos coordenados, mutuamente
perpendiculares. Ele associado à um Sistema de Referência Geodésico, recebe a
denominação de Sistema Cartesiano Geodésico .
A origem é definida quanto a localização. Se está localizada no centro de massas
da Terra (geocêntro), as coordenadas são denominadas de geocêntricas,
usualmente utilizadas no posicionamento à satélites, como é o caso do WGS84,
SIRGAS 2000, SAD69.
UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS GEODÉSICAS
Um ponto na superfície definido por suas coordenadas geodésicas (latitude, longitude e
altitude geométrica ou elipsoidal) considera-se um elipsóide de revolução.
Latitude geodésica é o ângulo formado entre a normal (linha perpendicular ao elipsóide)
no ponto considerado e o plano equatorial do elipsóide.
Longitude geodésica é o ângulo formado entre o meridiano de origem (Greenwich) e o
meridiano do ponto considerado, contado sobre o plano equatorial.
Altitude geométrica ou elipsoidal corresponde à distância entre o ponto considerado à
superfície do elipsóide medida sobre a sua normal.
Raio aproximado da terra = 6.370 km.
UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
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Geodésia adota como modelo o elipsóide de revolução.O elipsóide de revolução ou biaxial é a
figura geométrica gerada pela rotação de uma semi-elipse (geratriz) em torno de um de seus eixos
(eixo de revolução); se este eixo for o menor tem-se um elipsóide achatado. Mais de 70 diferentes
elipsóides de revolução são utilizados em trabalhos de Geodésia no mundo.
No Brasil, o atual Sistema Geodésico Brasileiro (SIRGAS2000 - SIstema de Referência Geocêntrico
para as AméricaS.
UNIDADE 1 – EFEITO DA CURVATURA DA TERRA
UNIDADE 1 – EFEITO DA CURVATURA DA TERRA
UNIDADE 1 – ERROS
Um erro da largura de um fio de cabelo pode causar um desvio
de mil quilômetros. (Provérbio Chinês)
UNIDADE 1 – Classificação dos Erros de Observação
Condições ambientais: causados pelas variações das condições ambientais, como vento,
temperatura, etc.
Instrumentais: causados por problemas como a imperfeição na construção de
equipamento ou ajuste do mesmo. A maior parte dos erros instrumentais pode ser
reduzida adotando técnicas de verificação/retificação, calibração e classificação, além de
técnicas particulares de observação.
Pessoais: causados por falhas humanas, como falta de
atenção ao executar uma medição, cansaço, etc.
UNIDADE 1 – ERROS GROSSEIROS
Causados por engano na medição, leitura errada nos instrumentos, identificação de alvo, etc.,
normalmente relacionados com a desatenção do observador ou uma falha no equipamento. Cabe
ao observador cercar-se de cuidados para evitar a sua ocorrência ou detectar a sua presença. A
repetição de leituras é uma forma de evitar erros grosseiros.
Exemplos:
UNIDADE 1 – ERROS SISTEMÁTICOS
São aqueles erros cuja magnitude e sinal algébrico podem ser determinados, seguindo leis
matemáticas ou físicas. Pelo fato de serem produzidos por causas conhecidas podem ser evitados
através de técnicas particulares de observação ou mesmo eliminados mediante a aplicação de
fórmulas específicas. São erros que se acumulam ao longo do trabalho.
UNIDADE 1 – ERROS ACIDENTAIS
São aqueles que permanecem após os erros anteriores terem sido eliminados. São erros
que não seguem nenhum tipo de lei e ora ocorrem num sentido ora noutro, tendendo a
se neutralizar quando o número de observações é grande.
UNIDADE 1 – PRECISÃO E ACURÁCIA
A precisão de uma estimativa é determinada pelo tamanho do intervalo de confiança utilizado.
Quanto menor é o intervalo de confiança, mais precisa será a estimativa; na figura abaixo, a precisão
aumenta da esquerda para a direita.
A acurácia de uma estimativa é definida pela distância do valor real, independentemente do
intervalo de confiança utilizado. Quanto menor a diferença entre a estimativa e o valor real
verificado posteriormente, maior terá sido a sua acurácia.
UNIDADE 1 – PRECISÃO E ACURÁCIA
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Unidade 01 topografia

  • 1. CURSO: ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA: TOPOGRAFIA PROFESSOR(A): PEDRO ALMI DA COSTA FREIRE SEMESTRE/ANO: 2016.1 HORÁRIOS: QUARTA E SEXTA/ TERÇA E QUINTA CARGA HORÁRIA: 80h/a
  • 2. APRESENTAÇÃO 1. INTRODUÇÃO 2. CONTEÚDO 3. AULAS PRÁTICAS 4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR 5. AVALIAÇÃO
  • 3. 1. INTRODUÇÃO - IMPORTÂNCIA DA TOPOGRAFIA A Topografia se faz necessária em vários trabalhos das Engenharias, Arquitetura e Agronomia. Na construção civil, de um modo geral, é indispensável correto estudo e conhecimento do terreno onde será implantada a futura obra.
  • 4. • ESTRADAS - FERROVIAS E RODOVIAS; • TRANSPORTES; • PORTOS E CANAIS; • IRRIGAÇÃO E DRENAGEM; • SANEAMENTO BÁSICO; • ABASTECIMENTO D’ÁGUA; • URBANIZAÇÃO - PLANEJAMENTO URBANO; • PROJETO DE LOTEAMENTO; • LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO DE LOTES; • LOCAÇÃO INDUSTRIAL; • MINERAÇÃO E PESQUISAS MINERAIS; • LINHAS DE TRANSMISSÃO E REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA; • AEROFOTOGRAMETRIA; • GEODESIA POR SATÉLITE; • GEOPROCESSAMENTO; 1. INTRODUÇÃO - IMPORTÂNCIA DA TOPOGRAFIA
  • 5. UNIDADE 1 - INTRODUÇÃO À TOPOGRAFIA UNIDADE 2 - REVISÃO MATEMÁTICA UNIDADE 3 – ESCALAS UNIDADE 4 – NORMALIZAÇÃO UNIDADE 5 - MEDIÇÃO DE DISTÂNCIAS UNIDADE 6 - MEDIÇÃO DE DIREÇÕES UNIDADE 7 – ORIENTAÇÃO UNIDADE 8 - LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO – PLANIMETRIA UNIDADE 9 - TÉCNICAS DE LEVANTAMENTO PLANIMÉTRICO UNIDADE 10 - CÁLCULO DE ÁREAS UNIDADE 11 – NIVELAMENTO UNIDADE 12 - INTRODUÇÃO AO DESENHO TOPOGRÁFICO ASSISTIDO POR COMPUTADOR UNIDADE 13 - TOPOGRAFIA APLICADA A ENGENHARIA UNIDADE 14 - GPS - SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL UNIDADE 15 - RTK LEVANTAMENTOS CINEMÁTICOS EM TEMPO REAL UNIDADE 16 – AEROFOTOGRAMETRIA UNIDADE 17 - BATIMETRIAUNIDADE 18 - LASER SCAN UNIDADE 19 - TOPOGRAFIA SUBTERRANEA 2. CONTEÚDO DA DISCIPLINA
  • 6. 3. AULAS PRÁTICAS • Aulas de campo 01 - Medições de distância. • Aulas do Campo 02 - Medições de ângulos horizontais e verticais. • Aulas de Campo 03 – Levantamento planialtimétrico. • Aulas de Campo 04 - Nivelamento com nível convencional, eletrônico e nível com código de barra. GPS simples e GPS de alta precisão. • Trabalhos de campo.A
  • 7. 4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 1. TOPOGRAFIA PARA ENGENHARIA -TEORIA E PRÁTICA DE GEOMÁTICA. Irineu Silva, Paulo Segantine. 2015. Ed. Campus. 2. TOPOGRAFIA - TÉCNICAS E PRÁTICAS DE CAMPO. João Dalton Daibert. 2014. Ed. Érica 3. FUNDAMENTOS DE TOPOGRAFIA. Marcelo Tuler , Sérgio Saraiva. 2014. Ed. Bookman. 4. TOPOGRAFIA GERAL. José Machado Coelho Júnior, Fernando Cartaxo Rolim Neto, Júlio da Silva Correa de Oliveira Andrade. 2014. EDUFRPE. 5. TOPOGRAFIA CONCEITOS E APLICAÇÕES. José Alberto Gonçalves, Sérgio Madeira e J. João Sousa. 2014. Ed. Lidel. 6. TOPOGRAFIA APLICADA A ENGENHARIA CIVIL VOL. 1. Alberto de Campos Borges. 2013. Ed. Blucher. 7. TOPOGRAFIA APLICADA A ENGENHARIA CIVIL VOL. 2. Alberto de Campos Borges. 2013. Ed. Blucher 8. TOPOGRAFIA. Aluízio Alves da Costa. 2012. Ed. LT 9. TOPOGRAFIA - 5ª EDIÇÃO VOL. 2. Jack Mccormac. 2007. Ed. LTC 10. TOPOGRAFIA GERAL. João Casaca, João Matos, Miguel Baio. 2007.Ed. Lidel
  • 9. Topos = Lugar Graphen = Decsrição “A Topografia tem por objetivo o estudo dos instrumentos e métodos utilizados para obter a representação gráfica de uma porção do terreno sobre uma superfície plana” DOUBEK (1989). “A Topografia tem por finalidade determinar o contorno, dimensão e posição relativa de uma porção limitada da superfície terrestre, sem levar em conta a curvatura resultante da esfericidade terrestre” ESPARTEL (1987). UNIDADE 1 – Definições
  • 10. UNIDADE 1 – Divisão da Topografia Topometria tem por objetivo o estudo e aplicação dos processos de medidas, baseado na geometria aplicada, onde os elementos geométricos (ângulos e distâncias)são obtidos através de instrumentos topográficos tais como teodolitos, taqueômetros, estações totais, níveis, receptores GPS, trenas, miras, etc. Topologia é a parte da topografia que estuda as formas exteriores da terra (relevo) e as leis que regem o seu modelado. Taqueometria é a parte da topografia que trata da medida indireta da distância horizontal e diferença de nível. Fotogrametria é a parte da topografia que tem por objetivo a confecção de cartas topográficas ou geográficas, a partir de fotos aéreas ou terrestres de uma superfície terrestre. Agrimensura: Parte da Topografia que trata da medida e da representação planimétrica de superfícies, bem como sua divisão em parcelas, de acordo com condições preestabelecidas
  • 11. UNIDADE 1 – O trabalho topográfico O trabalho prático da Topografia pode ser dividido em cinco etapas: 1) Tomada de decisão; 2) Trabalho de campo ou aquisição de dados; 3) Cálculos ou processamento;. 4) Mapeamento ou representação;. 5) Locação.
  • 12. UNIDADE 1 – Definições Historicamente, não seria possível determinar o início da topografia, mas quando o homem deixou de ser nômade e passou a fixar moradia, a topografia já estava presente nas atividades e na determinação do espaço físico utilizado.
  • 13. UNIDADE 1 – Definições
  • 14. UNIDADE 1 – Modelos de Representação da Terra
  • 15. UNIDADE 1 – Modelos de Representação da Terra Em 547 o livro chamado "Topografia Cristã“ Cosmas imaginava a Terra como um grande baú, sendo o firmamento a "tampa" deste baú, e ridicularizava a crença pagã numa Terra redonda com os velhos argumentos de pessoas de ponta cabeça, chuva caindo para cima, etc.
  • 16. UNIDADE 1 – Qual o formato da superfície terrestre?
  • 17. UNIDADE 1 – Qual o formato da superfície terrestre?
  • 18. UNIDADE 1 – O estudo da superfície terrestre
  • 19. UNIDADE 1 – DETERMINAÇÃO DAS COORDENADAS DE UM PONTO
  • 20. UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS
  • 21. UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS
  • 22. UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS CARTESIANAS Um sistema coordenado cartesiano no espaço 3-D é caracterizado por um conjunto de três retas (x,y e z), denominados de eixos coordenados, mutuamente perpendiculares. Ele associado à um Sistema de Referência Geodésico, recebe a denominação de Sistema Cartesiano Geodésico . A origem é definida quanto a localização. Se está localizada no centro de massas da Terra (geocêntro), as coordenadas são denominadas de geocêntricas, usualmente utilizadas no posicionamento à satélites, como é o caso do WGS84, SIRGAS 2000, SAD69.
  • 23. UNIDADE 1 – SISTEMA DE COORDENADAS GEODÉSICAS Um ponto na superfície definido por suas coordenadas geodésicas (latitude, longitude e altitude geométrica ou elipsoidal) considera-se um elipsóide de revolução. Latitude geodésica é o ângulo formado entre a normal (linha perpendicular ao elipsóide) no ponto considerado e o plano equatorial do elipsóide. Longitude geodésica é o ângulo formado entre o meridiano de origem (Greenwich) e o meridiano do ponto considerado, contado sobre o plano equatorial. Altitude geométrica ou elipsoidal corresponde à distância entre o ponto considerado à superfície do elipsóide medida sobre a sua normal.
  • 24. Raio aproximado da terra = 6.370 km. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
  • 25. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
  • 26. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
  • 27. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
  • 28. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
  • 29. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA
  • 30. UNIDADE 1 – SUPERFÍCIE DE REFERÊNCIA Geodésia adota como modelo o elipsóide de revolução.O elipsóide de revolução ou biaxial é a figura geométrica gerada pela rotação de uma semi-elipse (geratriz) em torno de um de seus eixos (eixo de revolução); se este eixo for o menor tem-se um elipsóide achatado. Mais de 70 diferentes elipsóides de revolução são utilizados em trabalhos de Geodésia no mundo. No Brasil, o atual Sistema Geodésico Brasileiro (SIRGAS2000 - SIstema de Referência Geocêntrico para as AméricaS.
  • 31. UNIDADE 1 – EFEITO DA CURVATURA DA TERRA
  • 32. UNIDADE 1 – EFEITO DA CURVATURA DA TERRA
  • 33. UNIDADE 1 – ERROS Um erro da largura de um fio de cabelo pode causar um desvio de mil quilômetros. (Provérbio Chinês)
  • 34. UNIDADE 1 – Classificação dos Erros de Observação Condições ambientais: causados pelas variações das condições ambientais, como vento, temperatura, etc. Instrumentais: causados por problemas como a imperfeição na construção de equipamento ou ajuste do mesmo. A maior parte dos erros instrumentais pode ser reduzida adotando técnicas de verificação/retificação, calibração e classificação, além de técnicas particulares de observação. Pessoais: causados por falhas humanas, como falta de atenção ao executar uma medição, cansaço, etc.
  • 35. UNIDADE 1 – ERROS GROSSEIROS Causados por engano na medição, leitura errada nos instrumentos, identificação de alvo, etc., normalmente relacionados com a desatenção do observador ou uma falha no equipamento. Cabe ao observador cercar-se de cuidados para evitar a sua ocorrência ou detectar a sua presença. A repetição de leituras é uma forma de evitar erros grosseiros. Exemplos:
  • 36. UNIDADE 1 – ERROS SISTEMÁTICOS São aqueles erros cuja magnitude e sinal algébrico podem ser determinados, seguindo leis matemáticas ou físicas. Pelo fato de serem produzidos por causas conhecidas podem ser evitados através de técnicas particulares de observação ou mesmo eliminados mediante a aplicação de fórmulas específicas. São erros que se acumulam ao longo do trabalho.
  • 37. UNIDADE 1 – ERROS ACIDENTAIS São aqueles que permanecem após os erros anteriores terem sido eliminados. São erros que não seguem nenhum tipo de lei e ora ocorrem num sentido ora noutro, tendendo a se neutralizar quando o número de observações é grande.
  • 38. UNIDADE 1 – PRECISÃO E ACURÁCIA A precisão de uma estimativa é determinada pelo tamanho do intervalo de confiança utilizado. Quanto menor é o intervalo de confiança, mais precisa será a estimativa; na figura abaixo, a precisão aumenta da esquerda para a direita. A acurácia de uma estimativa é definida pela distância do valor real, independentemente do intervalo de confiança utilizado. Quanto menor a diferença entre a estimativa e o valor real verificado posteriormente, maior terá sido a sua acurácia.
  • 39. UNIDADE 1 – PRECISÃO E ACURÁCIA
  • 40. UNIDADE 1 – PRECISÃO E ACURÁCIA