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Uma viagem sem regresso…
       José vivia numa aldeia longe de tudo e de todos, era uma menino que
gosta de viver com a natureza, na sua terra existia um pequena ribeira
onde, ele brincava com folha fazendo de barcos, e grandes montes de terra
que faziam de ilhas.
       A sua família era muito pobre e José, por vezes era agredido pelo seu
pai, mas um dia foi espancado pelo seu e pai e decidiu fugir de casa.
       Lembrou-se dos dias felizes que brincava naquela ribeira com os
barcos e ilhas.
       Decidiu fugir de casa, naquela noite olhando para um pequeno barco
que trazia sempre consigo, que o seu avô lhe tinha oferecido quando era
criança.
       Mas no dia seguinte, foi pedir alguns conselhos ao seu melhor amigo
da aldeia no qual lhe perguntou:
       -Amigo, o meu pai maltrataram-me e decidi fugir de casa para
procurar um sítio melhor para ter paz.
       Ele um pouco sem saber o que havia de dizer responde:
       -José, tu queres que te direi sempre um conselho de um amigo, os
conselhos de amigo servem para ajudar, e eu acho que, deves fazer o que
quiseres mas um dia podes vir-te a arrepender-te.
       Depois foi construir o seu barco de madeira e mais tarde partir por
mares alem.
       De barco por um campo de água azul depois de uma grande nevoeiro
intenso, avista uma grande ilha onde decidiu ficar durante algum tempo.
Naquela ilha para se alimentar pescou e colheu frutos de árvores, naquele
dia explorou toda a ilha onde havia grandes grutas, árvores enormes, um
pequeno lago onde pescava, e um grande manto de água que cobrir todas
as margens daquela ilha.
       No fim do dia foi descansar para uma gruta que existia no cimo da
ilha sempre com a companhia do seu
barquinho que o seu avô lhe terá dado.
       Naquela     noite   acordou    muito
assustado, e fui junto a entrada da gruta
onde viu génio vestido com um capa azul
clara, e parecia ter umas nuvens nos pés,
fui ter como o génio e perguntou-lhe quem
era ele e o que estava ali a fazer, ele
respondeu:
       -Chamo Laplace e morri no dia 5 de
Março de 1827 mas os meus espíritos
ficaram presentes nesta ilha e eu apreço
todos as noites.
       O José ficou muito admirado e disse que se chamava José e tinha
vindo hoje para aquele ilha morar porque o seu pai o tinha maltratado, o
génio Laplace disse para ele o seguir, caminharam, caminharam e
encontraram uma gruta, dela existia um grande percurso para percorrer.
       Tão surpreendido que estava a olhar para o interior daquela gruta,
olhou ligeiramente para o génio e ele tinha desaparecido, então caminhou
durante alguns metros, e encontrou um dragão, verde com chamas azuis
que deitava saliva pelos seus grandes dentes tortos, mas para José se


                               Página N.º 1
defender escondeu-se entre um grande murro que pedra que existia ali
perto, aquele pequeno espaço mal dava para o rapaz se movimentar mas,
depois do dragão ter visto o José tentando retirar as pedras, o génio
apareceu novamente e deitou um dos seus feitiços e o dragão adormeceu
suavemente, mas o génio volta novamente a desaparecer.
      José continuou o seu caminho e depois viu pequenos dragões e
pensou em voz alta:
      -Será que aquele dragão estava tão furioso por pensar que lhe víria
roubar os seus pequenos dragões?
      Durante alguns metros percorridos de curvas, cruzamentos, sem
saber para onde seguir o seu caminho, não lhe saia este pensamento da
cabeça…
      Ando, ando, ultrapassou muitos obstáculos dos quais uns grandes
troncos de roseiras com grandes espinhos, varias pequenas ribeiras de água
vermelha…
      No fim de todos o percurso pensou ele, quando viu um pequena porta
rectangular branca e azul, olhou a sua volta e não existia mais nenhuma
passagem e decidiu entrar.
      Nunca ninguém, nem seus pais vieram a saber do desaparecimento
do seu filho até hoje…




                                                      Rui Pedro Oliveira
                                                          Número: 5364
                                                       Ano/Turma: 9.ºD




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Uma Viagem Sem Regresso

  • 1. Uma viagem sem regresso… José vivia numa aldeia longe de tudo e de todos, era uma menino que gosta de viver com a natureza, na sua terra existia um pequena ribeira onde, ele brincava com folha fazendo de barcos, e grandes montes de terra que faziam de ilhas. A sua família era muito pobre e José, por vezes era agredido pelo seu pai, mas um dia foi espancado pelo seu e pai e decidiu fugir de casa. Lembrou-se dos dias felizes que brincava naquela ribeira com os barcos e ilhas. Decidiu fugir de casa, naquela noite olhando para um pequeno barco que trazia sempre consigo, que o seu avô lhe tinha oferecido quando era criança. Mas no dia seguinte, foi pedir alguns conselhos ao seu melhor amigo da aldeia no qual lhe perguntou: -Amigo, o meu pai maltrataram-me e decidi fugir de casa para procurar um sítio melhor para ter paz. Ele um pouco sem saber o que havia de dizer responde: -José, tu queres que te direi sempre um conselho de um amigo, os conselhos de amigo servem para ajudar, e eu acho que, deves fazer o que quiseres mas um dia podes vir-te a arrepender-te. Depois foi construir o seu barco de madeira e mais tarde partir por mares alem. De barco por um campo de água azul depois de uma grande nevoeiro intenso, avista uma grande ilha onde decidiu ficar durante algum tempo. Naquela ilha para se alimentar pescou e colheu frutos de árvores, naquele dia explorou toda a ilha onde havia grandes grutas, árvores enormes, um pequeno lago onde pescava, e um grande manto de água que cobrir todas as margens daquela ilha. No fim do dia foi descansar para uma gruta que existia no cimo da ilha sempre com a companhia do seu barquinho que o seu avô lhe terá dado. Naquela noite acordou muito assustado, e fui junto a entrada da gruta onde viu génio vestido com um capa azul clara, e parecia ter umas nuvens nos pés, fui ter como o génio e perguntou-lhe quem era ele e o que estava ali a fazer, ele respondeu: -Chamo Laplace e morri no dia 5 de Março de 1827 mas os meus espíritos ficaram presentes nesta ilha e eu apreço todos as noites. O José ficou muito admirado e disse que se chamava José e tinha vindo hoje para aquele ilha morar porque o seu pai o tinha maltratado, o génio Laplace disse para ele o seguir, caminharam, caminharam e encontraram uma gruta, dela existia um grande percurso para percorrer. Tão surpreendido que estava a olhar para o interior daquela gruta, olhou ligeiramente para o génio e ele tinha desaparecido, então caminhou durante alguns metros, e encontrou um dragão, verde com chamas azuis que deitava saliva pelos seus grandes dentes tortos, mas para José se Página N.º 1
  • 2. defender escondeu-se entre um grande murro que pedra que existia ali perto, aquele pequeno espaço mal dava para o rapaz se movimentar mas, depois do dragão ter visto o José tentando retirar as pedras, o génio apareceu novamente e deitou um dos seus feitiços e o dragão adormeceu suavemente, mas o génio volta novamente a desaparecer. José continuou o seu caminho e depois viu pequenos dragões e pensou em voz alta: -Será que aquele dragão estava tão furioso por pensar que lhe víria roubar os seus pequenos dragões? Durante alguns metros percorridos de curvas, cruzamentos, sem saber para onde seguir o seu caminho, não lhe saia este pensamento da cabeça… Ando, ando, ultrapassou muitos obstáculos dos quais uns grandes troncos de roseiras com grandes espinhos, varias pequenas ribeiras de água vermelha… No fim de todos o percurso pensou ele, quando viu um pequena porta rectangular branca e azul, olhou a sua volta e não existia mais nenhuma passagem e decidiu entrar. Nunca ninguém, nem seus pais vieram a saber do desaparecimento do seu filho até hoje… Rui Pedro Oliveira Número: 5364 Ano/Turma: 9.ºD Página N.º 2