SlideShare uma empresa Scribd logo
ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE ARTUR GONÇALVES, TORRES NOVAS




               RELATÓRIO CIENTÍFICO
                      ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.5
               COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DE UM LÍQUIDO

             A viscosidade dos líquidos é uma propriedade que os pode tornar
             mais ou menos adequados para certos fins. Os óleos lubrificantes
             utilizados em automóveis, por exemplo, estão disponíveis com várias
             viscosidades e a escolha do óleo mais adequado depende das
             temperaturas habituais do local onde o veículo circula. Neste
             trabalho determina-se o coeficiente de viscosidade de um líquido, a
             partir da velocidade terminal de um corpo em queda no seu seio.




ELABORADO POR:

 JOÃO MENDES (5363); PEDRO ABREU (5524); RUI OLIVEIRA (5364),12.ºA/B

                                         PROFESSORA: Mª EDUARDA CASTRO

                                                  ANO LECTIVO: 2011/2012
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




APRESENTAÇÃO/OBJECTIVOS DA ACTIVIDADE
        Nesta actividade experimental pretendeu-se fazer um projecto para o estudo do
coeficiente de viscosidade de um líquido, no nosso caso do detergente para a loiça, que
consistiu em mergulhar três esferas de diâmetros diferentes dentro do detergente colocado
numa proveta de 0,5l e identificar o local em que a velocidade da esfera estabilizou
(velocidade terminal). Depois de marcá-lo, marcar outro local um pouco mais abaixo e medir a
distância entre as marcas, já que, a velocidade terminal já tinha sido atingida podémos
cronometrar o tempo que a esfera demorou a passar pelas marcas e calcular assim a
velocidade terminal para posteriormente calcular o coeficiente de viscosidade do detergente.

        Esta actividade laboratorial tem como objectivos principais:
         Identificar as forças que actuam num corpo que cai, sob a acção da gravidade, no
            seio de um fluido viscoso e aplicar a Segunda Lei de Newton.
         Medir massas volúmicas.
         Determinar a velocidade terminal de um corpo que cai no seio de um fluido viscoso.
         Determinar o coeficiente de viscosidade de um líquido.

       Como objectivos “mais gerais” tivemos de saber manusear com os vários materiais de
laboratório e respeitar as suas regras de segurança.
       Para esta actividade experimental foi-nos proposto realizarmos três medições diferentes
utilizando três esferas de diâmetros diferentes.
       Para melhor credibilidade dos resultados obtidos repetimos a actividade para cada
esfera e trabalhámos com os valores médios dos tempos obtidos.




                              Detergente
                               para loiça




 Sistema utilizado para realização do experimento, com o objectivo de determinar o valor do coeficiente de viscosidade do detergente para loiça.




Página 2 de 13                                                                                                             Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




INTRODUÇÃO TEÓRICA
         A viscosidade de líquidos é uma propriedade que os pode
tornar mais ou menos indicados para determinados fins.
         A viscosidade é uma medida da resistência interna
oferecida pelo líquido ao acto de fluir, resultando das forças de
atrito interno entre diferentes camadas do líquido que se movem
com velocidades relativas diferentes.
         A força de resistência ao movimento é proporcional e
                                      
oposta à velocidade: Fresis  6 .r..v
         Nesta expressão, k depende da forma do corpo, sendo para uma esfera de raio r, k=6πr
e η é o coeficiente de viscosidade dinâmica do fluido (exprime-se em Kg/m.s).
         Esta expressão é válida quando o corpo cai numa
extensão elevada de fluido e o escoamento do líquido é feito
em regime estacionário. O corpo tem de cair numa coluna de
líquido de raio bem superior ao seu raio.
         Quando a esfera é largada, em queda livre, desce com
movimento uniformemente acelerado; ao entrar no líquido
tem movimento retardado, dado o aumento da força de
resistência que, sendo oposta ao movimento da esfera,
contribui para uma diminuição cada vez maior da aceleração
e, a partir de um determinado instante, passa a ter
movimento uniforme.
         A esfera fica sujeita a uma força vertical, dirigida de baixo para cima, impulsão, que se
mantém constante durante a descida. Após ter percorrido alguma distância no interior do
líquido, a resultante das forças anula-se e a velocidade terminal (velocidade constante) é
atingida.
         As forças que actuam na esfera são o peso, a força de resistência ao movimento e a
impulsão.




                                                             in http://www.feiradeciencias.com.br/sala05/05_83.asp




Página 3 de 13                                                                              Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas


        De seguida apresenta-se deduzida a expressão que nos permite calcular o coeficiente
de viscosidade de um líquido:
           
 F 0
            
P  Fresis  I  0
           
P  Fresis  I  0
P  Fresis  I
                         
Em equilíbrio, P  I
                              
Como Fresis  6 .r..v
                                                                     
Sendo r, o raio da esfera;  , o coeficiente de viscosidade; v , velocidade terminal da esfera;
        
Como I  .g.Vdeslocado
Sendo  , a densidade do líquido; Vdeslocado , o volume da esfera
                    4 3
Como Vesfera         r
                    3
Então
                                          
             esfera.g.Vesfera  6 .r. .v   liquido .g.Vesfera
                         4                       4               
              esfera.g. r 3   liquido .g. r 3  6 .r. .v
                         3                       3
                 4                                4            
             g. r 2 (  esfera   liquido ).g. r 3  6.r. .v
                 3                                3
               2(  esfera   liquido ).g.r
                                                 2

            v 
                                9
               2 g (  esfera   liquido ) 2
            v                               .r
                              9

       Esta última expressão permite calcular a velocidade terminal, utilizando um sensor e a
partir desta, o coeficiente de viscosidade η do líquido, através da expressão
 2 g (  esfera   liquido ) 2
v                            .r conhecidas as massas volúmicas do material de que é feita a
              9
esfera e do líquido, bem como o raio da esfera utilizada.
                                                                         
        O declive da recta é determinado pela função v  f (r )
                                                                             2

permite calcular o coeficiente de viscosidade.
        A expressão deduzida tem como base a lei de Stokes que se
refere à força de fricção experimentada por objectos esféricos que se
movem no seio de um fluido viscoso, num regime laminar de números
de Reynolds de valores baixos. Esta lei foi derivada em 1851 por
George Gabriel Stokes depois de resolver um caso particular das
equações de Navier-Stokes. De maneira geral, a lei de Stokes é válida
para todos os movimentos de partículas esféricas pequenas,
movendo-se a velocidades baixas.




Página 4 de 13                                                                         Física .12.ºAno

Recomendado para você

TL I.2 – Atrito Estático e Cinético
TL I.2 – Atrito Estático e CinéticoTL I.2 – Atrito Estático e Cinético
TL I.2 – Atrito Estático e Cinético

1) O relatório descreve experimentos para medir forças de atrito estático e cinético entre diferentes materiais. 2) Os resultados mostraram que o coeficiente de atrito aumenta com o ângulo de inclinação e é maior para cortiça do que para metal ou madeira. 3) O coeficiente de atrito cinético medido foi menor do que o coeficiente de atrito estático, concordando com a teoria.

12ºanoeça de queirós
Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas

Nas estrofes de invocação, Camões pede ajuda às ninfas do rio Tejo para que o inspirem a cantar em estilo elevado os feitos dos portugueses, comparando a nova inspiração que necessita à de Hipocrene, fonte das Musas na mitologia grega. O poeta deseja uma "fúria grande e sonorosa" para exaltar em verso os feitos da nação portuguesa de forma digna.

Medição em Química
Medição em Química Medição em Química
Medição em Química

Documento produzido pela professora Marília Peres (www.fq.ciberprof.com) como apoio à actividade laboratorial 1.1.

erros experimentaismedioquimica
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




QUESTÕESPRÉ-LABORATORIAIS
  I.    Uma esfera de metal cai num líquido viscoso, contido numa proveta. Que forças
        actuam sobre ela?

                       Actua o peso da esfera, (P), a impulsão, (I), e a força de resistência (Fr).




 II.    De que tipo é o movimento inicial das esferas no interior do liquido?

                 O movimento da esfera até atingir a sua velocidade terminal é um movimento
        rectilíneo uniformemente acelerado.


III.    A esfera acaba por atingir a velocidade terminal. Porquê?

                 Tal acontece porque a soma das forças da impulsão e da resistência do fluido
        acabam por se equilibrar com o peso da esfera, provocando nesta um movimento
        rectilíneo uniforme uma vez que a força resultante é zero.


IV.     Como poderá determinar experimentalmente a massa volúmica do metal e do fluido?

                Para o metal depois de medirmos o raio da esfera conseguimos calcular o
        volume da mesma. Posteriormente com uma balança obtemos a massa da esfera e por
        último para o cálculo da massa volúmica basta calcular o quociente entre a massa e o
        volume da esfera.
                Para o líquido (no nosso caso o detergente), depois de determinarmos a massa
        do picnómetro vazio e de seguida a massa do picnómetro cheio de detergente,
        subtraímos a esta última a massa do picnómetro vazio e obtemos a massa do
        detergente. Para obter o volume basta verificar o volume do picnómetro e calcular a
        massa volúmica do detergente calculando o quociente entre a massa do detergente e
        o seu volume.


V.      Após a esfera ter atingido a velocidade terminal, como poderá medi-la?
                A olho, observamos o local onde a velocidade da esfera estabiliza e marcamos
        esse local. Seguidamente marcamos um local mais abaixo e calculamos a distância
        entre as duas marcas. E por fim, com a ajuda de um cronómetro, obtenho o tempo
        que a esfera demora a percorrer a distância das marcas e sabendo a distância e a
        tempo foi possível calcular a velocidade média ou seja a velocidade terminal da esfera.




Página 5 de 13                                                                      Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




QUESTÕES PÓS LABORATORIAIS
  I.    Apresente em tabela os dados registados, assim como os valores da velocidade
        terminal para cada esfera.




 II.   Qual das esferas atinge mais rapidamente a velocidade terminal? Porquê?
       A esfera que mais rapidamente atinge a velocidade terminal é a esfera de maior raio,
       pois para esta esfera a componente do peso é maior e por isso ela será atraída mais
       rapidamente para o fundo da proveta. Isto acontece porque a componente do peso é
       maior relativamente à componente da força de resistência, o que leva a concluir que
       ambas as forças não se anulam durante o movimento, fazendo com que a espera mais
       pesada deslize no líquido com maior facilidade, atingindo assim a velocidade terminal
       mais rapidamente.


III.    Construa um gráfico que relacione a velocidade terminal com o raio das esferas, de
        modo que essa relação seja linear. Obtenha, a partir desse gráfico, o declive da recta
        de regressão.

                               0.00004
                              0.000035
                               0.00003
           Raio ao quadrado




                              0.000025
                               0.00002
                              0.000015
                               0.00001
                              0.000005
                                    0
                                     0.155     0.16     0.165     0.17     0.175       0.18   0.185    0.19
                                                            Velocidade terminal m/s2




Página 6 de 13                                                                                Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas


                                               
        Iremos obter o declive da função v  f (r ) :
                                                          2

                                             
                 Velocidade terminal (m/s), v     Raio ao quadrado (m), r 2
                              0,157                         9x10-6
                              0,177                        2,5x10-5
                              0,185                        3,6x10-5

Como obter? Calculadora CASIO – Menu 2 (STAT); introduzir na list1 valores da velocidade
terminal; introduzir na list2 valores do raio ao quadrado; GRPH; GPH1; CALC; X; ax+b
 y  ax  b

Como a, corresponde ao declive da recta então:
a(declive)=9,33x10-4 e b (ordenada na origem)= -1,38x10-4


IV.     O que representa o declive da recta anterior? Obtenha, a partir dele, o coeficiente de
        viscosidade do líquido. Compare os resultados com os dos outros grupos. Em que
        grupo foi maior a precisão das medições?
                O declive da recta anterior tal como foi dito na introdução teórica (página 3 e
                                         2 g (  esfera   liquido )
        4) corresponde à expressão:
                                                    9                  .

 esfera  10800,67Kg / m3 liquido  1080,0Kg / m3 g  9,8m / s 2
Então
                 2.9,8(10800,67  1080,0)                 19,6  (9720,67)
9,33  104                               9,33  104 
                           9                                     9
          19,6  (9720,67)        19,6  (9720,67)      2,04  108
  9                      9                    
             9,33  104             9,33  104            9
         2,04  108
                    2,27  107 Nsm 2
             9


V.      A temperatura do líquido influenciará o valor do coeficiente de viscosidade? Justifique
                Sim, a temperatura do líquido influencia o valor do coeficiente de viscosidade,
        pois quanto maior a temperatura menor será o coeficiente de viscosidade do líquido
        seja ele qual for. Podemos observar na seguinte tabela no caso da água e da glicerina
        como evolui o coeficiente de viscosidade em relação à temperatura que se faz sentir
        no meio:

     ºC              0            10                 15                   20        25           30
   Água           0,0018        0,0013             0,0011               0,0010   0,00089       0,0080
 Glicerina         10,6          3,44               2,41                 1,49      0,94         0,66




Página 7 de 13                                                                             Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas



VI.     Nas regiões de clima frio usa-se nos carros um óleo menos viscoso no inverno e um
        óleo mais viscoso no verão. Porquê?
        Como vimos anteriormente o aumento da temperatura faz com que a viscosidade de
        um líquido diminui, por isso é necessária a utilização de um óleo mais viscoso no verão
        para que mesmo com as temperaturas elevadas, o grau de viscosidade mantenha-se
        dentro dos valores padrão para ser utilizado pelo carro. Ao contrário, no inverno deve
        ser utilizado um óleo com menos viscosidade. O grupo que tambémcalculou o
        coeficiente de viscosidade do detergente da loiça, determinouexperimentalmente que
        esse valor, η,correspondia a 1,45 x 108 Pa/s, valor este mais ou menos próximo do que
        nós obtivemos, razão pela qual deve-se devido principalmente: à temperatura a quese
        encontrava o líquido, erros experimentais, deficiências no material e dificuldadena
        leitura dos valores pretendidos.




Página 8 de 13                                                                  Física .12.ºAno

Recomendado para você

Relatório Um ciclo de cobre
Relatório Um ciclo de cobreRelatório Um ciclo de cobre
Relatório Um ciclo de cobre

Este documento descreve um experimento químico no qual um ciclo de cobre é realizado através de uma série de reações. O cobre metálico é oxidado a nitrato de cobre, que é posteriormente convertido em hidróxido de cobre e óxido de cobre. O óxido de cobre é então convertido em sulfato de cobre e finalmente de volta ao cobre metálico original através da adição de zinco. O rendimento da reação foi de aproximadamente 61%.

Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora

O documento resume um capítulo sobre a rémora no Sermão de Santo António aos peixes, comparando o pequeno peixe com grande força à língua de Santo António. Analisa como a pregação de Santo António impediu que os homens pecassem, representado pela travagem de quatro naus alegóricas: a soberba, a vingança, a cobiça e a sensualidade. Explora recursos expressivos como a antítese, comparação e metáfora para elogiar a força da palavra de Santo Antón

sermão de santo antónio aos peixes - rémora 11ºan
Ricardo Reis
Ricardo ReisRicardo Reis
Ricardo Reis

O poema descreve um encontro entre Ricardo Reis e Lídia à beira de um rio. Reis reflete sobre a fugacidade da vida e do amor diante da certeza da morte, levando-o a uma atitude de indiferença estoica. No final, antevê a própria morte e a de Lídia, encontrando na lembrança pacífica dela após a morte um consolo para o sofrimento causado pela brevidade da vida.

Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Materiais utilizados

         Para conseguirmos realizar esta actividade tivemos que fazer uma montagem (fig.1)
utilizando sobre uma mesa (1) uma proveta de 0,5L (2), detergente para a loiça (3), três esferas
de diâmetros diferentes, uma de 0,6cm, outra de 1cm e outra de 1,2cm (4), um cronómetro (5)
para calcular o tempo de descida das esferas depois de atingida a velocidade terminal, uma
balança (6), uma craveira (7) para medir o diâmetro das esferas, uma régua (8) para medir a
distância percorrida pelas esferas em velocidade terminal, um termómetro (9) para medir a
temperatura a que a actividade experimental foi realizada, um íman (10) para retirar as esferas
da proveta, uma pinça (11) para pegar nas esferas, um picnómetro de 50 ml (12) para calcular
a densidade do detergente e papel absorvente (13) para auxiliar a limpeza de possíveis
derrames.




        Figura 4 – Esquematização do material necessário.




Modo de proceder

         Medimos o diâmetro das esferas com a craveira e calculámos os seus volumes;
         Medimos as massas das esferas e calculámos as suas densidades;
         Medimos a massa do picnómetro vazio;
         Medimos a massa do picnómetro cheio de detergente;
         Calculámos a densidade do detergente;
         Enchemos a proveta com o detergente;
         Fizemos ensaios com as diferentes esferas e marcamos uma zona na proveta onde a
          sua velocidade se estabilizou;
         Medimos o comprimento dessa zona;
         Colocamos com a pinça uma esfera junto ao nível do detergente e largámo-la e
          cronometrámos o tempo que a esfera demorou a percorrer a zona delimitada em
          velocidade terminal;
         Repetimos o processo três vezes para cada esfera e utilizámos a média dos tempos de
          descida de cada esfera;
         Apontámos os resultados obtidos.




Página 9 de 13                                                                      Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




APRESENTAÇÃO E TRATAMENTO DOS
RESULTADOS
Temperatura a que o detergente se encontrava no momento da actividade experimental: 16oC.



       Esfera 1 (menor diâmetro):

Massa: 1,05g ou 1,05x10-3Kg      Raio: 0,3cm ou 0,3x10-2m

Diâmetro: 0,6cm ou 0,6x10-2m Volume: 3/4π(raio)3 = 3/4 π(0,3 x10-2)3 = 6,36 x10-8m3

Densidade: densidade = massa/volume = 1,05x10-3/ 6,36 x10-8 = 9433,96 Kg/m3



       Esfera 2 (diâmetro intermédio):

Massa: 3,53g ou 3,53x10-3Kg      Raio: 0,5cm ou 0,5x10-2m

Diâmetro: 1,0cm ou 1,0x10-2m Volume: 3/4π(raio)3 = 3/4 π(0,5x10-2m)3 = 2,95x10-7m3

Densidade: densidade = massa/volume = 3,53x10-3/ 2,95x10-7= 11966,10 Kg/m3



       Esfera 3 (maior diâmetro):

Massa: 5,60g ou 5,60x10-3Kg      Raio: 0,6cm ou 0,6x10-2m

Diâmetro: 1,2cm ou 1,2x10-2m Volume: 3/4π(raio)3 = 3/4 π(0,6x10-2m)3 = 5,09x10-7m3

Densidade: densidade = massa/volume = 5,60x10-3/ 5,09x10-7= 11001,96 Kg/m3



Tabela síntese (Esferas)

                               Esfera 1                 Esfera 2                  Esfera 3
    Massa (Kg)                1,05x10-3                 3,53x10-3                 5,60x10-3
   Diâmetro (m)                0,6x10-2                  1,0x10-2                  1,2x10-2
     Raio (m)                  0,3x10-2                  0,5x10-2                  0,6x10-2
   Volume (m3)                6,36 x10-8                2,95x10-7                 5,09x10-7
 Densidade (Kg/m3)             9433,96                  11966,10                  11001,96


           Quanto maior a massa da esfera maior será a sua densidade
           Valor médio da densidade das esferas:
            9433,96 + 11966,10 + 11001,96
                                          = 10800.67Kg/m3(valor que iremos utilizar mais à frente)
                          3




Página 10 de 13                                                                     Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas


Densidade do detergente:

Volume do picnómetro: 50 ml ou 50x10-3L = 50x10-3dm3 = 50x10-6m3

Massa do picnómetro vazio: 22,30g ou 22,30x10-3Kg

Massa do picnómetro cheio de detergente: 76,30g ou 76,30x10-3Kg

Diferença entre as massas do picnómetro cheio em relação ao picnómetro vazio:

22,30x10-3 - 76,30x10-3 = 54 x10-3 Kg = massa do detergente

Densidade: densidade = massa/volume = 54 x10-3 / 50x10-6 = 1080 Kg/m3



Tabela síntese (Densidade)

                                                          Detergente
                     Densidade (Kg/m3)                    1080 Kg/m3


Cálculo da velocidade terminal das esferas




      Velocidade da esfera 1 (menor diâmetro):

       Velocidade terminal = distância/variação do tempo

       Velocidade terminal = 0,085/0,54 = 0,157m/s

      Velocidade da esfera 2 (diâmetro intermédio):

       Velocidadeterminal= distância/variação do tempo

       Velocidade terminal = 0,085/0,48 = 0,177m/s

      Velocidade da esfera 3 (maior diâmetro):

       Velocidade terminal = distância/variação do tempo

       Velocidade terminal = 0,085/0,46 = 0,185m/s

Tabela síntese (Velocidade das esferas)

                                               Esfera 1    Esfera 2    Esfera 3
                        Distância (m)                       0,085
                          Tempo (s)             0,54         0,48       0,46
                  Velocidade terminal (m/s)     0,157       0,177       0,185



Página 11 de 13                                                                   Física .12.ºAno
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas


                                                                            
        Através do declive da recta da função v  f (r ) é possível calcular o coeficiente de
                                                                                      2

viscosidade.
                                             2 g (  esfera   liquido ) 2
                                            v                            .r
                                                          9
                                           
                Velocidade terminal (m/s), v Raio da esfera (m), r           Raio ao quadrado (m), r 2
                                 0,157                                   0,3x10-2                       9x10-6
                                 0,177                                   0,5x10-2                      2,5x10-5
                                 0,185                                   0,6x10-2                      3,6x10-5

                                                         
Iremos obter o declive da função v  f (r ) :
                                                                     2

                                              
                 Velocidade terminal (m/s), v                                    Raio ao quadrado (m), r 2
                              0,157                                                        9x10-6
                              0,177                                                       2,5x10-5
                              0,185                                                       3,6x10-5

Como obter? Calculadora CASIO – Menu 2 (STAT); introduzir na list1 valores da velocidade
terminal; introduzir na list2 valores do raio ao quadrado; GRPH; GPH1; CALC; X; ax+b
y  ax  b
                       0.00004
                      0.000035
                       0.00003
   Raio ao quadrado




                      0.000025
                       0.00002
                      0.000015
                       0.00001
                      0.000005
                             0
                              0.155          0.16            0.165        0.17        0.175     0.18         0.185      0.19
                                                                     Velocidade terminal m/s2


Obtivemos a(declive)=9,33x10-4 e b(ordenada na origem)= -1,38x10-4
                          2 g (  esfera   liquido )
Sendo a 
                                      9
e esfera  10800,67Kg / m3 liquido  1080,0Kg / m3 g  9,8m / s 2
Então
                             2.9,8(10800,67  1080,0)                 19,6  (9720,67)
9,33  104                                           9,33  104 
                                       9                                     9
                       19,6  (9720,67)        19,6  (9720,67)      2,04  108
 9                                    9                    
                          9,33  104             9,33  104            9
                      2,04  108
                                 2,27  107 Nsm 2
                          9


Página 12 de 13                                                                                                   Física .12.ºAno

Recomendado para você

caderno-de-apoio-ao-professor
caderno-de-apoio-ao-professorcaderno-de-apoio-ao-professor
caderno-de-apoio-ao-professor

Este documento fornece um guia de exploração dos recursos multimédia disponíveis no projeto "Mensagens" para o ensino de Português no 10o ano. Inclui descrições de vídeos, áudios e ferramentas digitais que podem ser usadas para apoiar as atividades propostas no manual, abrangendo diferentes objetivos e temas do programa.

Poesia Trovadoresca - Resumo
Poesia Trovadoresca - ResumoPoesia Trovadoresca - Resumo
Poesia Trovadoresca - Resumo

1. A poesia trovadoresca galego-portuguesa desenvolveu-se entre os séculos XII-XIV na Península Ibérica. 2. As composições eram musicadas e cantadas em saraus nas cortes dos senhores feudais. 3. Foram coligidas em três cancioneiros dos séculos XIII-XIV, compreendendo cerca de 1680 composições.

Corrida De Cavalos - Os Maias
Corrida De Cavalos - Os MaiasCorrida De Cavalos - Os Maias
Corrida De Cavalos - Os Maias

Este episódio descreve as corridas de cavalos em Lisboa e critica o provincianismo da alta sociedade lisboeta através de uma imitação desajeitada de modas estrangeiras. A ação retrata o comportamento desinteressado e ridículo do público e concorrentes, revelando a diferença entre como eles realmente são e como querem parecer.

corrida de cavalos os maias
Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas




CONCLUSÃO E CRÍTICA
        Nesta actividade experimental concluímos que, a velocidadeaumenta quando a massa
da esfera inserida no detergente aumenta também.

        Na primeira fase da actividade, tentamos determinar em que altura as esferas atinjam
a velocidade terminal, visto que este processo foi realizado sem o apoio de recursos
tecnológicos temos, teve um grande contributo para que os resultados obtidos não fossem
rigorosos e com uma margem de erro muito pequena.

        Já na segunda fase da actividade, depois de marcar o início e o fim do percurso em que
a esfera atingia a velocidade terminal, com esferas de diferentes massas cronometramos o
tempo que essas esferas demoravam a percorrer esse percurso, deparando-nos de novo com
problemas de medição pois este processo acontecia muito rápido e o tempo de reacção do ser
humano não e tão rápido como deveria.

        Os erros das medições associados à balança, ao cronómetro e à régua são
respectivamente ± 0,01, ± 0,01 e ± 0,05.

        Em suma, a actividade experimental correu como previsto. Não encontramos
dificuldades que pusessem em causa a realização da mesma e interferissem nos resultados
obtidos a não ser os tempos de reacção humana na actividade.

        Contudo, pensamos que conseguimos atingir o principal objectivo desta actividade:
calcular o coeficiente de viscosidade do detergente de loiça através deste método
experimental.




BIBLIOGRAFIA
      Ventura, Graça; Fiolhais, Manuel; Fiolhais, Carlos; Paixão, José António; “12 F”, Texto Editores,
       Lisboa, 2005, 1ª edição
      Ontem e Hoje - Física - 12.º Ano “Caderno de Laboratório”; Autores: Helena Caldeira,
       Adelaide Bello, João Gomes; Editora: Porto Editora
      http://www.meu20.com/home/showthread.php?t=334
      http://education.ti.com/sites/PORTUGAL/downloads/pdf/determinacao_coeficiente_viscosi
       dade_liquido.pdf
      http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAcOUAD/determinacao-coeficiente-viscosidade-
       liquido




Página 13 de 13                                                                        Física .12.ºAno

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Frei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, sínteseFrei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, síntese
Maria Teresa Soveral
 
Memorial do convento
Memorial do conventoMemorial do convento
Memorial do convento
João Pedro Rodrigues
 
Ficha de gramática12º
Ficha de gramática12ºFicha de gramática12º
Ficha de gramática12º
quintaldasletras
 
TL I.2 – Atrito Estático e Cinético
TL I.2 – Atrito Estático e CinéticoTL I.2 – Atrito Estático e Cinético
TL I.2 – Atrito Estático e Cinético
Luís Rita
 
Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas
Lurdes Augusto
 
Medição em Química
Medição em Química Medição em Química
Medição em Química
Rui Barqueiro
 
Relatório Um ciclo de cobre
Relatório Um ciclo de cobreRelatório Um ciclo de cobre
Relatório Um ciclo de cobre
hugosilvapinto
 
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
kikaveiga1
 
Ricardo Reis
Ricardo ReisRicardo Reis
Ricardo Reis
guestde10d2
 
caderno-de-apoio-ao-professor
caderno-de-apoio-ao-professorcaderno-de-apoio-ao-professor
caderno-de-apoio-ao-professor
anamuges
 
Poesia Trovadoresca - Resumo
Poesia Trovadoresca - ResumoPoesia Trovadoresca - Resumo
Poesia Trovadoresca - Resumo
Gijasilvelitz 2
 
Corrida De Cavalos - Os Maias
Corrida De Cavalos - Os MaiasCorrida De Cavalos - Os Maias
Corrida De Cavalos - Os Maias
mauro dinis
 
Valor modal das frases
Valor modal das frasesValor modal das frases
Valor modal das frases
nando_reis
 
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando PessoaResumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Raffaella Ergün
 
Miguel Torga - Poemas
Miguel Torga - PoemasMiguel Torga - Poemas
Miguel Torga - Poemas
Ana Tapadas
 
O heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto CaeiroO heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto Caeiro
guest155834
 
Síntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptx
Síntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptxSíntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptx
Síntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptx
LaraCosta708069
 
Ficha verificação leitura memorial
Ficha verificação leitura memorialFicha verificação leitura memorial
Ficha verificação leitura memorial
Fernanda Pereira
 
Resumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os MaiasResumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os Maias
Raffaella Ergün
 
Lista obras textos educação Literária Secundário
Lista obras textos educação Literária  SecundárioLista obras textos educação Literária  Secundário
Lista obras textos educação Literária Secundário
BE123AEN
 

Mais procurados (20)

Frei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, sínteseFrei Luís de Sousa, síntese
Frei Luís de Sousa, síntese
 
Memorial do convento
Memorial do conventoMemorial do convento
Memorial do convento
 
Ficha de gramática12º
Ficha de gramática12ºFicha de gramática12º
Ficha de gramática12º
 
TL I.2 – Atrito Estático e Cinético
TL I.2 – Atrito Estático e CinéticoTL I.2 – Atrito Estático e Cinético
TL I.2 – Atrito Estático e Cinético
 
Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas Análise de Os Lusíadas
Análise de Os Lusíadas
 
Medição em Química
Medição em Química Medição em Química
Medição em Química
 
Relatório Um ciclo de cobre
Relatório Um ciclo de cobreRelatório Um ciclo de cobre
Relatório Um ciclo de cobre
 
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
Sermão de Santo António aos peixes - Rémora
 
Ricardo Reis
Ricardo ReisRicardo Reis
Ricardo Reis
 
caderno-de-apoio-ao-professor
caderno-de-apoio-ao-professorcaderno-de-apoio-ao-professor
caderno-de-apoio-ao-professor
 
Poesia Trovadoresca - Resumo
Poesia Trovadoresca - ResumoPoesia Trovadoresca - Resumo
Poesia Trovadoresca - Resumo
 
Corrida De Cavalos - Os Maias
Corrida De Cavalos - Os MaiasCorrida De Cavalos - Os Maias
Corrida De Cavalos - Os Maias
 
Valor modal das frases
Valor modal das frasesValor modal das frases
Valor modal das frases
 
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando PessoaResumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
Resumos de Português: Heterónimos De Fernando Pessoa
 
Miguel Torga - Poemas
Miguel Torga - PoemasMiguel Torga - Poemas
Miguel Torga - Poemas
 
O heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto CaeiroO heteronimo Alberto Caeiro
O heteronimo Alberto Caeiro
 
Síntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptx
Síntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptxSíntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptx
Síntese_ José Saramago - O ano da morte de Ricardo Reis.pptx
 
Ficha verificação leitura memorial
Ficha verificação leitura memorialFicha verificação leitura memorial
Ficha verificação leitura memorial
 
Resumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os MaiasResumos de Português: Os Maias
Resumos de Português: Os Maias
 
Lista obras textos educação Literária Secundário
Lista obras textos educação Literária  SecundárioLista obras textos educação Literária  Secundário
Lista obras textos educação Literária Secundário
 

Destaque

Relatório viscosidade
Relatório viscosidade Relatório viscosidade
Relatório viscosidade
Tulio Montalvão
 
Viscosidade
ViscosidadeViscosidade
Viscosidade
Ariane Lara
 
Relatório 7: Viscosímetro de Stokes
Relatório 7: Viscosímetro de StokesRelatório 7: Viscosímetro de Stokes
Relatório 7: Viscosímetro de Stokes
Fausto Pagan
 
Viscosidade absoluta ou dinâmica
Viscosidade absoluta ou dinâmicaViscosidade absoluta ou dinâmica
Viscosidade absoluta ou dinâmica
Marques Valdo
 
TL I.4 - Pêndulo Gravítico
TL I.4 - Pêndulo GravíticoTL I.4 - Pêndulo Gravítico
TL I.4 - Pêndulo Gravítico
Luís Rita
 
Apostila de lubrificantes e lubrificação
Apostila de lubrificantes e lubrificação Apostila de lubrificantes e lubrificação
Apostila de lubrificantes e lubrificação
Wagner Coelho Henriques
 
Impulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedesImpulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedes
Casa Ciências
 
Guião Felizmente há Luar!
Guião Felizmente há Luar!Guião Felizmente há Luar!
Guião Felizmente há Luar!
Rui Oliveira
 
Relatório atrito viscoso turma t5
Relatório atrito viscoso   turma t5Relatório atrito viscoso   turma t5
Relatório atrito viscoso turma t5
Roberto Leao
 
Proj lin excel
Proj lin excelProj lin excel
Proj lin excel
Fabiano Souza Palgrossi
 
1.1.Máquina de Atwood
1.1.Máquina de Atwood1.1.Máquina de Atwood
1.1.Máquina de Atwood
Rui Oliveira
 
Reações Ácido-Base para Separação de Compostos Orgânicos
Reações Ácido-Base para Separação de Compostos OrgânicosReações Ácido-Base para Separação de Compostos Orgânicos
Reações Ácido-Base para Separação de Compostos Orgânicos
Luís Rita
 
Practica1 fluidos viscosidad dinamica
Practica1 fluidos viscosidad dinamicaPractica1 fluidos viscosidad dinamica
Practica1 fluidos viscosidad dinamica
20_masambriento
 
ColisõEs
ColisõEsColisõEs
ColisõEs
guestf9bbf1
 
A natação em portugal
A natação em portugalA natação em portugal
A natação em portugal
Rui Oliveira
 
Relatório de Mecânica do Fluídos
Relatório de Mecânica do FluídosRelatório de Mecânica do Fluídos
Relatório de Mecânica do Fluídos
Bianca Solanho
 
Comportamento dos gases
Comportamento dos gasesComportamento dos gases
Comportamento dos gases
Daniela F Almenara
 
Centro de massa
Centro de massaCentro de massa
Centro de massa
Isael Pereira
 
32 colisões
32  colisões32  colisões
Relatório colisões turma t5
Relatório colisões   turma t5Relatório colisões   turma t5
Relatório colisões turma t5
Roberto Leao
 

Destaque (20)

Relatório viscosidade
Relatório viscosidade Relatório viscosidade
Relatório viscosidade
 
Viscosidade
ViscosidadeViscosidade
Viscosidade
 
Relatório 7: Viscosímetro de Stokes
Relatório 7: Viscosímetro de StokesRelatório 7: Viscosímetro de Stokes
Relatório 7: Viscosímetro de Stokes
 
Viscosidade absoluta ou dinâmica
Viscosidade absoluta ou dinâmicaViscosidade absoluta ou dinâmica
Viscosidade absoluta ou dinâmica
 
TL I.4 - Pêndulo Gravítico
TL I.4 - Pêndulo GravíticoTL I.4 - Pêndulo Gravítico
TL I.4 - Pêndulo Gravítico
 
Apostila de lubrificantes e lubrificação
Apostila de lubrificantes e lubrificação Apostila de lubrificantes e lubrificação
Apostila de lubrificantes e lubrificação
 
Impulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedesImpulsão e lei de arquimedes
Impulsão e lei de arquimedes
 
Guião Felizmente há Luar!
Guião Felizmente há Luar!Guião Felizmente há Luar!
Guião Felizmente há Luar!
 
Relatório atrito viscoso turma t5
Relatório atrito viscoso   turma t5Relatório atrito viscoso   turma t5
Relatório atrito viscoso turma t5
 
Proj lin excel
Proj lin excelProj lin excel
Proj lin excel
 
1.1.Máquina de Atwood
1.1.Máquina de Atwood1.1.Máquina de Atwood
1.1.Máquina de Atwood
 
Reações Ácido-Base para Separação de Compostos Orgânicos
Reações Ácido-Base para Separação de Compostos OrgânicosReações Ácido-Base para Separação de Compostos Orgânicos
Reações Ácido-Base para Separação de Compostos Orgânicos
 
Practica1 fluidos viscosidad dinamica
Practica1 fluidos viscosidad dinamicaPractica1 fluidos viscosidad dinamica
Practica1 fluidos viscosidad dinamica
 
ColisõEs
ColisõEsColisõEs
ColisõEs
 
A natação em portugal
A natação em portugalA natação em portugal
A natação em portugal
 
Relatório de Mecânica do Fluídos
Relatório de Mecânica do FluídosRelatório de Mecânica do Fluídos
Relatório de Mecânica do Fluídos
 
Comportamento dos gases
Comportamento dos gasesComportamento dos gases
Comportamento dos gases
 
Centro de massa
Centro de massaCentro de massa
Centro de massa
 
32 colisões
32  colisões32  colisões
32 colisões
 
Relatório colisões turma t5
Relatório colisões   turma t5Relatório colisões   turma t5
Relatório colisões turma t5
 

Semelhante a 1.5.coeficiente de viscosidade de um líquido

Apostila
ApostilaApostila
Apostila
matheusmaia2407
 
Cinemátic..
Cinemátic..Cinemátic..
Fis ii fluidos
Fis ii fluidosFis ii fluidos
Fis ii fluidos
Gustavo Lamese
 
Reynolds
Reynolds Reynolds
Fluidizacao
FluidizacaoFluidizacao
Fluidizacao
Thays Alves
 
Mecânica dos fluidos (parte 1)
Mecânica dos fluidos (parte 1)Mecânica dos fluidos (parte 1)
Mecânica dos fluidos (parte 1)
Charlesguidotti
 
Aula 1- Mecânica dos Fluidos
Aula 1- Mecânica dos Fluidos Aula 1- Mecânica dos Fluidos
Aula 1- Mecânica dos Fluidos
Charles Guidotti
 
Balança hidrostática
Balança hidrostáticaBalança hidrostática
Balança hidrostática
Gustavo Paulucci
 
Aula 02 ENG 4281 C01_2020.1.pdf
Aula 02  ENG 4281 C01_2020.1.pdfAula 02  ENG 4281 C01_2020.1.pdf
Aula 02 ENG 4281 C01_2020.1.pdf
EmperorTwice
 
Física II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de FluidosFísica II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de Fluidos
João Monteiro
 
mecanica dos fluidos
mecanica dos fluidosmecanica dos fluidos
Hidrostática
HidrostáticaHidrostática
Hidrostática
Vlamir Gama Rocha
 
Aula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdf
Aula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdfAula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdf
Aula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdf
DalmedsonFreitasFilh
 
Mecanica fluidos usp
Mecanica fluidos uspMecanica fluidos usp
Mecanica fluidos usp
Jorginho Jhj
 
Propriedades específicas da matéria
Propriedades específicas  da matériaPropriedades específicas  da matéria
Propriedades específicas da matéria
Pedro Araújo
 
Reologia PPT.ppt
Reologia PPT.pptReologia PPT.ppt
Reologia PPT.ppt
EciangelaErnestoBorg
 
Unidade i física 12
Unidade i física 12Unidade i física 12
Unidade i física 12
Mário Henrique
 
Liquidos e sólidos
Liquidos e sólidosLiquidos e sólidos
Liquidos e sólidos
Fernando Lucas
 
15 fluidos vi
15 fluidos vi15 fluidos vi
15 fluidos vi
Kassiane Campelo
 
OPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptx
OPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptxOPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptx
OPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptx
ssuser2b53fe
 

Semelhante a 1.5.coeficiente de viscosidade de um líquido (20)

Apostila
ApostilaApostila
Apostila
 
Cinemátic..
Cinemátic..Cinemátic..
Cinemátic..
 
Fis ii fluidos
Fis ii fluidosFis ii fluidos
Fis ii fluidos
 
Reynolds
Reynolds Reynolds
Reynolds
 
Fluidizacao
FluidizacaoFluidizacao
Fluidizacao
 
Mecânica dos fluidos (parte 1)
Mecânica dos fluidos (parte 1)Mecânica dos fluidos (parte 1)
Mecânica dos fluidos (parte 1)
 
Aula 1- Mecânica dos Fluidos
Aula 1- Mecânica dos Fluidos Aula 1- Mecânica dos Fluidos
Aula 1- Mecânica dos Fluidos
 
Balança hidrostática
Balança hidrostáticaBalança hidrostática
Balança hidrostática
 
Aula 02 ENG 4281 C01_2020.1.pdf
Aula 02  ENG 4281 C01_2020.1.pdfAula 02  ENG 4281 C01_2020.1.pdf
Aula 02 ENG 4281 C01_2020.1.pdf
 
Física II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de FluidosFísica II - Dinâmica de Fluidos
Física II - Dinâmica de Fluidos
 
mecanica dos fluidos
mecanica dos fluidosmecanica dos fluidos
mecanica dos fluidos
 
Hidrostática
HidrostáticaHidrostática
Hidrostática
 
Aula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdf
Aula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdfAula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdf
Aula 02 - Propriedade dos Fluidos solução.pdf
 
Mecanica fluidos usp
Mecanica fluidos uspMecanica fluidos usp
Mecanica fluidos usp
 
Propriedades específicas da matéria
Propriedades específicas  da matériaPropriedades específicas  da matéria
Propriedades específicas da matéria
 
Reologia PPT.ppt
Reologia PPT.pptReologia PPT.ppt
Reologia PPT.ppt
 
Unidade i física 12
Unidade i física 12Unidade i física 12
Unidade i física 12
 
Liquidos e sólidos
Liquidos e sólidosLiquidos e sólidos
Liquidos e sólidos
 
15 fluidos vi
15 fluidos vi15 fluidos vi
15 fluidos vi
 
OPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptx
OPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptxOPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptx
OPF HIDROSTÁTICA dá agua agronomia II.pptx
 

Mais de Rui Oliveira

Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024
Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024
Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024
Rui Oliveira
 
Regulamento Interno - CRM Outeiro Grande
Regulamento Interno  - CRM Outeiro GrandeRegulamento Interno  - CRM Outeiro Grande
Regulamento Interno - CRM Outeiro Grande
Rui Oliveira
 
Estatutos CRMOG - versão antiga
Estatutos CRMOG - versão antigaEstatutos CRMOG - versão antiga
Estatutos CRMOG - versão antiga
Rui Oliveira
 
Resumo - Visão Por Computador
Resumo - Visão Por Computador Resumo - Visão Por Computador
Resumo - Visão Por Computador
Rui Oliveira
 
Gestor de Filmes - Relatório Prático
Gestor de Filmes - Relatório PráticoGestor de Filmes - Relatório Prático
Gestor de Filmes - Relatório Prático
Rui Oliveira
 
Relatório Prático - Sistemas Eletrónicos
Relatório Prático - Sistemas EletrónicosRelatório Prático - Sistemas Eletrónicos
Relatório Prático - Sistemas Eletrónicos
Rui Oliveira
 
Apontamentos Arquitetura de Computadores 2
Apontamentos Arquitetura de Computadores 2 Apontamentos Arquitetura de Computadores 2
Apontamentos Arquitetura de Computadores 2
Rui Oliveira
 
Planeamento de uma prova no concurso - Robô Bombeiro
Planeamento de uma prova no concurso - Robô BombeiroPlaneamento de uma prova no concurso - Robô Bombeiro
Planeamento de uma prova no concurso - Robô Bombeiro
Rui Oliveira
 
Documento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTO
Documento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTODocumento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTO
Documento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTO
Rui Oliveira
 
Apresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTO
Apresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTOApresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTO
Apresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTO
Rui Oliveira
 
Teoria da Relatividade de NEWTON
Teoria da Relatividade de NEWTONTeoria da Relatividade de NEWTON
Teoria da Relatividade de NEWTON
Rui Oliveira
 
Sofbol em Portugal e no mundo
Sofbol em Portugal e no mundoSofbol em Portugal e no mundo
Sofbol em Portugal e no mundo
Rui Oliveira
 
Centenário de Nss. Sª de Lourdes
Centenário de Nss. Sª de Lourdes Centenário de Nss. Sª de Lourdes
Centenário de Nss. Sª de Lourdes
Rui Oliveira
 
Corfebol em Portugal e no Mundo
Corfebol em Portugal e no MundoCorfebol em Portugal e no Mundo
Corfebol em Portugal e no Mundo
Rui Oliveira
 
1.2.Atrito cinético e estático
1.2.Atrito cinético e estático1.2.Atrito cinético e estático
1.2.Atrito cinético e estático
Rui Oliveira
 
Movimento circular
Movimento circularMovimento circular
Movimento circular
Rui Oliveira
 
Filarmónica XXI 1ªedição
Filarmónica XXI 1ªediçãoFilarmónica XXI 1ªedição
Filarmónica XXI 1ªedição
Rui Oliveira
 
Filarmónica XXI - 3.ª Edição
Filarmónica XXI - 3.ª EdiçãoFilarmónica XXI - 3.ª Edição
Filarmónica XXI - 3.ª Edição
Rui Oliveira
 
Filarmónica XXI - 2.ª Edição
Filarmónica XXI - 2.ª EdiçãoFilarmónica XXI - 2.ª Edição
Filarmónica XXI - 2.ª Edição
Rui Oliveira
 
Resultados dos inquéritos online
Resultados dos inquéritos onlineResultados dos inquéritos online
Resultados dos inquéritos online
Rui Oliveira
 

Mais de Rui Oliveira (20)

Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024
Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024
Estatutos - CRM Outeiro Grande, atualizado em 2024
 
Regulamento Interno - CRM Outeiro Grande
Regulamento Interno  - CRM Outeiro GrandeRegulamento Interno  - CRM Outeiro Grande
Regulamento Interno - CRM Outeiro Grande
 
Estatutos CRMOG - versão antiga
Estatutos CRMOG - versão antigaEstatutos CRMOG - versão antiga
Estatutos CRMOG - versão antiga
 
Resumo - Visão Por Computador
Resumo - Visão Por Computador Resumo - Visão Por Computador
Resumo - Visão Por Computador
 
Gestor de Filmes - Relatório Prático
Gestor de Filmes - Relatório PráticoGestor de Filmes - Relatório Prático
Gestor de Filmes - Relatório Prático
 
Relatório Prático - Sistemas Eletrónicos
Relatório Prático - Sistemas EletrónicosRelatório Prático - Sistemas Eletrónicos
Relatório Prático - Sistemas Eletrónicos
 
Apontamentos Arquitetura de Computadores 2
Apontamentos Arquitetura de Computadores 2 Apontamentos Arquitetura de Computadores 2
Apontamentos Arquitetura de Computadores 2
 
Planeamento de uma prova no concurso - Robô Bombeiro
Planeamento de uma prova no concurso - Robô BombeiroPlaneamento de uma prova no concurso - Robô Bombeiro
Planeamento de uma prova no concurso - Robô Bombeiro
 
Documento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTO
Documento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTODocumento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTO
Documento CAPITULO SETE - tópicos MEMORIAL DO CONVENTO
 
Apresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTO
Apresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTOApresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTO
Apresentação CAPITULO SETE - MEMORIAL DO CONVENTO
 
Teoria da Relatividade de NEWTON
Teoria da Relatividade de NEWTONTeoria da Relatividade de NEWTON
Teoria da Relatividade de NEWTON
 
Sofbol em Portugal e no mundo
Sofbol em Portugal e no mundoSofbol em Portugal e no mundo
Sofbol em Portugal e no mundo
 
Centenário de Nss. Sª de Lourdes
Centenário de Nss. Sª de Lourdes Centenário de Nss. Sª de Lourdes
Centenário de Nss. Sª de Lourdes
 
Corfebol em Portugal e no Mundo
Corfebol em Portugal e no MundoCorfebol em Portugal e no Mundo
Corfebol em Portugal e no Mundo
 
1.2.Atrito cinético e estático
1.2.Atrito cinético e estático1.2.Atrito cinético e estático
1.2.Atrito cinético e estático
 
Movimento circular
Movimento circularMovimento circular
Movimento circular
 
Filarmónica XXI 1ªedição
Filarmónica XXI 1ªediçãoFilarmónica XXI 1ªedição
Filarmónica XXI 1ªedição
 
Filarmónica XXI - 3.ª Edição
Filarmónica XXI - 3.ª EdiçãoFilarmónica XXI - 3.ª Edição
Filarmónica XXI - 3.ª Edição
 
Filarmónica XXI - 2.ª Edição
Filarmónica XXI - 2.ª EdiçãoFilarmónica XXI - 2.ª Edição
Filarmónica XXI - 2.ª Edição
 
Resultados dos inquéritos online
Resultados dos inquéritos onlineResultados dos inquéritos online
Resultados dos inquéritos online
 

Último

Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Texto e atividade -  Fontes alternativas de energiaTexto e atividade -  Fontes alternativas de energia
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Mary Alvarenga
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Redação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redação
Redação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redaçãoRedação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redação
Redação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redação
GrazielaTorrezan
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdfLEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LucliaMartins5
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
STALINISMO apresentação slides para escolares
STALINISMO apresentação slides para escolaresSTALINISMO apresentação slides para escolares
STALINISMO apresentação slides para escolares
Daniel273024
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
mozalgebrista
 

Último (20)

Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Texto e atividade -  Fontes alternativas de energiaTexto e atividade -  Fontes alternativas de energia
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
 
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
Redação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redação
Redação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redaçãoRedação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redação
Redação e Leitura - Entenda o texto expositivo na redação
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdfLEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 
STALINISMO apresentação slides para escolares
STALINISMO apresentação slides para escolaresSTALINISMO apresentação slides para escolares
STALINISMO apresentação slides para escolares
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
 

1.5.coeficiente de viscosidade de um líquido

  • 1. ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE ARTUR GONÇALVES, TORRES NOVAS RELATÓRIO CIENTÍFICO ACTIVIDADE LABORATORIAL 1.5 COEFICIENTE DE VISCOSIDADE DE UM LÍQUIDO A viscosidade dos líquidos é uma propriedade que os pode tornar mais ou menos adequados para certos fins. Os óleos lubrificantes utilizados em automóveis, por exemplo, estão disponíveis com várias viscosidades e a escolha do óleo mais adequado depende das temperaturas habituais do local onde o veículo circula. Neste trabalho determina-se o coeficiente de viscosidade de um líquido, a partir da velocidade terminal de um corpo em queda no seu seio. ELABORADO POR: JOÃO MENDES (5363); PEDRO ABREU (5524); RUI OLIVEIRA (5364),12.ºA/B PROFESSORA: Mª EDUARDA CASTRO ANO LECTIVO: 2011/2012
  • 2. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas APRESENTAÇÃO/OBJECTIVOS DA ACTIVIDADE Nesta actividade experimental pretendeu-se fazer um projecto para o estudo do coeficiente de viscosidade de um líquido, no nosso caso do detergente para a loiça, que consistiu em mergulhar três esferas de diâmetros diferentes dentro do detergente colocado numa proveta de 0,5l e identificar o local em que a velocidade da esfera estabilizou (velocidade terminal). Depois de marcá-lo, marcar outro local um pouco mais abaixo e medir a distância entre as marcas, já que, a velocidade terminal já tinha sido atingida podémos cronometrar o tempo que a esfera demorou a passar pelas marcas e calcular assim a velocidade terminal para posteriormente calcular o coeficiente de viscosidade do detergente. Esta actividade laboratorial tem como objectivos principais:  Identificar as forças que actuam num corpo que cai, sob a acção da gravidade, no seio de um fluido viscoso e aplicar a Segunda Lei de Newton.  Medir massas volúmicas.  Determinar a velocidade terminal de um corpo que cai no seio de um fluido viscoso.  Determinar o coeficiente de viscosidade de um líquido. Como objectivos “mais gerais” tivemos de saber manusear com os vários materiais de laboratório e respeitar as suas regras de segurança. Para esta actividade experimental foi-nos proposto realizarmos três medições diferentes utilizando três esferas de diâmetros diferentes. Para melhor credibilidade dos resultados obtidos repetimos a actividade para cada esfera e trabalhámos com os valores médios dos tempos obtidos. Detergente para loiça Sistema utilizado para realização do experimento, com o objectivo de determinar o valor do coeficiente de viscosidade do detergente para loiça. Página 2 de 13 Física .12.ºAno
  • 3. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas INTRODUÇÃO TEÓRICA A viscosidade de líquidos é uma propriedade que os pode tornar mais ou menos indicados para determinados fins. A viscosidade é uma medida da resistência interna oferecida pelo líquido ao acto de fluir, resultando das forças de atrito interno entre diferentes camadas do líquido que se movem com velocidades relativas diferentes. A força de resistência ao movimento é proporcional e   oposta à velocidade: Fresis  6 .r..v Nesta expressão, k depende da forma do corpo, sendo para uma esfera de raio r, k=6πr e η é o coeficiente de viscosidade dinâmica do fluido (exprime-se em Kg/m.s). Esta expressão é válida quando o corpo cai numa extensão elevada de fluido e o escoamento do líquido é feito em regime estacionário. O corpo tem de cair numa coluna de líquido de raio bem superior ao seu raio. Quando a esfera é largada, em queda livre, desce com movimento uniformemente acelerado; ao entrar no líquido tem movimento retardado, dado o aumento da força de resistência que, sendo oposta ao movimento da esfera, contribui para uma diminuição cada vez maior da aceleração e, a partir de um determinado instante, passa a ter movimento uniforme. A esfera fica sujeita a uma força vertical, dirigida de baixo para cima, impulsão, que se mantém constante durante a descida. Após ter percorrido alguma distância no interior do líquido, a resultante das forças anula-se e a velocidade terminal (velocidade constante) é atingida. As forças que actuam na esfera são o peso, a força de resistência ao movimento e a impulsão. in http://www.feiradeciencias.com.br/sala05/05_83.asp Página 3 de 13 Física .12.ºAno
  • 4. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas De seguida apresenta-se deduzida a expressão que nos permite calcular o coeficiente de viscosidade de um líquido:    F 0   P  Fresis  I  0    P  Fresis  I  0 P  Fresis  I   Em equilíbrio, P  I   Como Fresis  6 .r..v  Sendo r, o raio da esfera;  , o coeficiente de viscosidade; v , velocidade terminal da esfera;  Como I  .g.Vdeslocado Sendo  , a densidade do líquido; Vdeslocado , o volume da esfera 4 3 Como Vesfera  r 3 Então   esfera.g.Vesfera  6 .r. .v   liquido .g.Vesfera 4 4    esfera.g. r 3   liquido .g. r 3  6 .r. .v 3 3 4 4   g. r 2 (  esfera   liquido ).g. r 3  6.r. .v 3 3  2(  esfera   liquido ).g.r 2 v  9  2 g (  esfera   liquido ) 2 v  .r 9 Esta última expressão permite calcular a velocidade terminal, utilizando um sensor e a partir desta, o coeficiente de viscosidade η do líquido, através da expressão  2 g (  esfera   liquido ) 2 v .r conhecidas as massas volúmicas do material de que é feita a 9 esfera e do líquido, bem como o raio da esfera utilizada.  O declive da recta é determinado pela função v  f (r ) 2 permite calcular o coeficiente de viscosidade. A expressão deduzida tem como base a lei de Stokes que se refere à força de fricção experimentada por objectos esféricos que se movem no seio de um fluido viscoso, num regime laminar de números de Reynolds de valores baixos. Esta lei foi derivada em 1851 por George Gabriel Stokes depois de resolver um caso particular das equações de Navier-Stokes. De maneira geral, a lei de Stokes é válida para todos os movimentos de partículas esféricas pequenas, movendo-se a velocidades baixas. Página 4 de 13 Física .12.ºAno
  • 5. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas QUESTÕESPRÉ-LABORATORIAIS I. Uma esfera de metal cai num líquido viscoso, contido numa proveta. Que forças actuam sobre ela? Actua o peso da esfera, (P), a impulsão, (I), e a força de resistência (Fr). II. De que tipo é o movimento inicial das esferas no interior do liquido? O movimento da esfera até atingir a sua velocidade terminal é um movimento rectilíneo uniformemente acelerado. III. A esfera acaba por atingir a velocidade terminal. Porquê? Tal acontece porque a soma das forças da impulsão e da resistência do fluido acabam por se equilibrar com o peso da esfera, provocando nesta um movimento rectilíneo uniforme uma vez que a força resultante é zero. IV. Como poderá determinar experimentalmente a massa volúmica do metal e do fluido? Para o metal depois de medirmos o raio da esfera conseguimos calcular o volume da mesma. Posteriormente com uma balança obtemos a massa da esfera e por último para o cálculo da massa volúmica basta calcular o quociente entre a massa e o volume da esfera. Para o líquido (no nosso caso o detergente), depois de determinarmos a massa do picnómetro vazio e de seguida a massa do picnómetro cheio de detergente, subtraímos a esta última a massa do picnómetro vazio e obtemos a massa do detergente. Para obter o volume basta verificar o volume do picnómetro e calcular a massa volúmica do detergente calculando o quociente entre a massa do detergente e o seu volume. V. Após a esfera ter atingido a velocidade terminal, como poderá medi-la? A olho, observamos o local onde a velocidade da esfera estabiliza e marcamos esse local. Seguidamente marcamos um local mais abaixo e calculamos a distância entre as duas marcas. E por fim, com a ajuda de um cronómetro, obtenho o tempo que a esfera demora a percorrer a distância das marcas e sabendo a distância e a tempo foi possível calcular a velocidade média ou seja a velocidade terminal da esfera. Página 5 de 13 Física .12.ºAno
  • 6. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas QUESTÕES PÓS LABORATORIAIS I. Apresente em tabela os dados registados, assim como os valores da velocidade terminal para cada esfera. II. Qual das esferas atinge mais rapidamente a velocidade terminal? Porquê? A esfera que mais rapidamente atinge a velocidade terminal é a esfera de maior raio, pois para esta esfera a componente do peso é maior e por isso ela será atraída mais rapidamente para o fundo da proveta. Isto acontece porque a componente do peso é maior relativamente à componente da força de resistência, o que leva a concluir que ambas as forças não se anulam durante o movimento, fazendo com que a espera mais pesada deslize no líquido com maior facilidade, atingindo assim a velocidade terminal mais rapidamente. III. Construa um gráfico que relacione a velocidade terminal com o raio das esferas, de modo que essa relação seja linear. Obtenha, a partir desse gráfico, o declive da recta de regressão. 0.00004 0.000035 0.00003 Raio ao quadrado 0.000025 0.00002 0.000015 0.00001 0.000005 0 0.155 0.16 0.165 0.17 0.175 0.18 0.185 0.19 Velocidade terminal m/s2 Página 6 de 13 Física .12.ºAno
  • 7. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas  Iremos obter o declive da função v  f (r ) : 2  Velocidade terminal (m/s), v Raio ao quadrado (m), r 2 0,157 9x10-6 0,177 2,5x10-5 0,185 3,6x10-5 Como obter? Calculadora CASIO – Menu 2 (STAT); introduzir na list1 valores da velocidade terminal; introduzir na list2 valores do raio ao quadrado; GRPH; GPH1; CALC; X; ax+b y  ax  b Como a, corresponde ao declive da recta então: a(declive)=9,33x10-4 e b (ordenada na origem)= -1,38x10-4 IV. O que representa o declive da recta anterior? Obtenha, a partir dele, o coeficiente de viscosidade do líquido. Compare os resultados com os dos outros grupos. Em que grupo foi maior a precisão das medições? O declive da recta anterior tal como foi dito na introdução teórica (página 3 e 2 g (  esfera   liquido ) 4) corresponde à expressão: 9 . esfera  10800,67Kg / m3 liquido  1080,0Kg / m3 g  9,8m / s 2 Então 2.9,8(10800,67  1080,0) 19,6  (9720,67) 9,33  104   9,33  104  9 9 19,6  (9720,67) 19,6  (9720,67) 2,04  108  9   9    9,33  104 9,33  104 9 2,04  108      2,27  107 Nsm 2 9 V. A temperatura do líquido influenciará o valor do coeficiente de viscosidade? Justifique Sim, a temperatura do líquido influencia o valor do coeficiente de viscosidade, pois quanto maior a temperatura menor será o coeficiente de viscosidade do líquido seja ele qual for. Podemos observar na seguinte tabela no caso da água e da glicerina como evolui o coeficiente de viscosidade em relação à temperatura que se faz sentir no meio: ºC 0 10 15 20 25 30 Água 0,0018 0,0013 0,0011 0,0010 0,00089 0,0080 Glicerina 10,6 3,44 2,41 1,49 0,94 0,66 Página 7 de 13 Física .12.ºAno
  • 8. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas VI. Nas regiões de clima frio usa-se nos carros um óleo menos viscoso no inverno e um óleo mais viscoso no verão. Porquê? Como vimos anteriormente o aumento da temperatura faz com que a viscosidade de um líquido diminui, por isso é necessária a utilização de um óleo mais viscoso no verão para que mesmo com as temperaturas elevadas, o grau de viscosidade mantenha-se dentro dos valores padrão para ser utilizado pelo carro. Ao contrário, no inverno deve ser utilizado um óleo com menos viscosidade. O grupo que tambémcalculou o coeficiente de viscosidade do detergente da loiça, determinouexperimentalmente que esse valor, η,correspondia a 1,45 x 108 Pa/s, valor este mais ou menos próximo do que nós obtivemos, razão pela qual deve-se devido principalmente: à temperatura a quese encontrava o líquido, erros experimentais, deficiências no material e dificuldadena leitura dos valores pretendidos. Página 8 de 13 Física .12.ºAno
  • 9. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Materiais utilizados Para conseguirmos realizar esta actividade tivemos que fazer uma montagem (fig.1) utilizando sobre uma mesa (1) uma proveta de 0,5L (2), detergente para a loiça (3), três esferas de diâmetros diferentes, uma de 0,6cm, outra de 1cm e outra de 1,2cm (4), um cronómetro (5) para calcular o tempo de descida das esferas depois de atingida a velocidade terminal, uma balança (6), uma craveira (7) para medir o diâmetro das esferas, uma régua (8) para medir a distância percorrida pelas esferas em velocidade terminal, um termómetro (9) para medir a temperatura a que a actividade experimental foi realizada, um íman (10) para retirar as esferas da proveta, uma pinça (11) para pegar nas esferas, um picnómetro de 50 ml (12) para calcular a densidade do detergente e papel absorvente (13) para auxiliar a limpeza de possíveis derrames. Figura 4 – Esquematização do material necessário. Modo de proceder  Medimos o diâmetro das esferas com a craveira e calculámos os seus volumes;  Medimos as massas das esferas e calculámos as suas densidades;  Medimos a massa do picnómetro vazio;  Medimos a massa do picnómetro cheio de detergente;  Calculámos a densidade do detergente;  Enchemos a proveta com o detergente;  Fizemos ensaios com as diferentes esferas e marcamos uma zona na proveta onde a sua velocidade se estabilizou;  Medimos o comprimento dessa zona;  Colocamos com a pinça uma esfera junto ao nível do detergente e largámo-la e cronometrámos o tempo que a esfera demorou a percorrer a zona delimitada em velocidade terminal;  Repetimos o processo três vezes para cada esfera e utilizámos a média dos tempos de descida de cada esfera;  Apontámos os resultados obtidos. Página 9 de 13 Física .12.ºAno
  • 10. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas APRESENTAÇÃO E TRATAMENTO DOS RESULTADOS Temperatura a que o detergente se encontrava no momento da actividade experimental: 16oC.  Esfera 1 (menor diâmetro): Massa: 1,05g ou 1,05x10-3Kg Raio: 0,3cm ou 0,3x10-2m Diâmetro: 0,6cm ou 0,6x10-2m Volume: 3/4π(raio)3 = 3/4 π(0,3 x10-2)3 = 6,36 x10-8m3 Densidade: densidade = massa/volume = 1,05x10-3/ 6,36 x10-8 = 9433,96 Kg/m3  Esfera 2 (diâmetro intermédio): Massa: 3,53g ou 3,53x10-3Kg Raio: 0,5cm ou 0,5x10-2m Diâmetro: 1,0cm ou 1,0x10-2m Volume: 3/4π(raio)3 = 3/4 π(0,5x10-2m)3 = 2,95x10-7m3 Densidade: densidade = massa/volume = 3,53x10-3/ 2,95x10-7= 11966,10 Kg/m3  Esfera 3 (maior diâmetro): Massa: 5,60g ou 5,60x10-3Kg Raio: 0,6cm ou 0,6x10-2m Diâmetro: 1,2cm ou 1,2x10-2m Volume: 3/4π(raio)3 = 3/4 π(0,6x10-2m)3 = 5,09x10-7m3 Densidade: densidade = massa/volume = 5,60x10-3/ 5,09x10-7= 11001,96 Kg/m3 Tabela síntese (Esferas) Esfera 1 Esfera 2 Esfera 3 Massa (Kg) 1,05x10-3 3,53x10-3 5,60x10-3 Diâmetro (m) 0,6x10-2 1,0x10-2 1,2x10-2 Raio (m) 0,3x10-2 0,5x10-2 0,6x10-2 Volume (m3) 6,36 x10-8 2,95x10-7 5,09x10-7 Densidade (Kg/m3) 9433,96 11966,10 11001,96  Quanto maior a massa da esfera maior será a sua densidade  Valor médio da densidade das esferas: 9433,96 + 11966,10 + 11001,96 = 10800.67Kg/m3(valor que iremos utilizar mais à frente) 3 Página 10 de 13 Física .12.ºAno
  • 11. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas Densidade do detergente: Volume do picnómetro: 50 ml ou 50x10-3L = 50x10-3dm3 = 50x10-6m3 Massa do picnómetro vazio: 22,30g ou 22,30x10-3Kg Massa do picnómetro cheio de detergente: 76,30g ou 76,30x10-3Kg Diferença entre as massas do picnómetro cheio em relação ao picnómetro vazio: 22,30x10-3 - 76,30x10-3 = 54 x10-3 Kg = massa do detergente Densidade: densidade = massa/volume = 54 x10-3 / 50x10-6 = 1080 Kg/m3 Tabela síntese (Densidade) Detergente Densidade (Kg/m3) 1080 Kg/m3 Cálculo da velocidade terminal das esferas  Velocidade da esfera 1 (menor diâmetro): Velocidade terminal = distância/variação do tempo Velocidade terminal = 0,085/0,54 = 0,157m/s  Velocidade da esfera 2 (diâmetro intermédio): Velocidadeterminal= distância/variação do tempo Velocidade terminal = 0,085/0,48 = 0,177m/s  Velocidade da esfera 3 (maior diâmetro): Velocidade terminal = distância/variação do tempo Velocidade terminal = 0,085/0,46 = 0,185m/s Tabela síntese (Velocidade das esferas) Esfera 1 Esfera 2 Esfera 3 Distância (m) 0,085 Tempo (s) 0,54 0,48 0,46 Velocidade terminal (m/s) 0,157 0,177 0,185 Página 11 de 13 Física .12.ºAno
  • 12. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas  Através do declive da recta da função v  f (r ) é possível calcular o coeficiente de 2 viscosidade.  2 g (  esfera   liquido ) 2 v .r 9  Velocidade terminal (m/s), v Raio da esfera (m), r Raio ao quadrado (m), r 2 0,157 0,3x10-2 9x10-6 0,177 0,5x10-2 2,5x10-5 0,185 0,6x10-2 3,6x10-5  Iremos obter o declive da função v  f (r ) : 2  Velocidade terminal (m/s), v Raio ao quadrado (m), r 2 0,157 9x10-6 0,177 2,5x10-5 0,185 3,6x10-5 Como obter? Calculadora CASIO – Menu 2 (STAT); introduzir na list1 valores da velocidade terminal; introduzir na list2 valores do raio ao quadrado; GRPH; GPH1; CALC; X; ax+b y  ax  b 0.00004 0.000035 0.00003 Raio ao quadrado 0.000025 0.00002 0.000015 0.00001 0.000005 0 0.155 0.16 0.165 0.17 0.175 0.18 0.185 0.19 Velocidade terminal m/s2 Obtivemos a(declive)=9,33x10-4 e b(ordenada na origem)= -1,38x10-4 2 g (  esfera   liquido ) Sendo a  9 e esfera  10800,67Kg / m3 liquido  1080,0Kg / m3 g  9,8m / s 2 Então 2.9,8(10800,67  1080,0) 19,6  (9720,67) 9,33  104   9,33  104  9 9 19,6  (9720,67) 19,6  (9720,67) 2,04  108  9   9    9,33  104 9,33  104 9 2,04  108      2,27  107 Nsm 2 9 Página 12 de 13 Física .12.ºAno
  • 13. Escola Básica e Secundária de Artur Gonçalves, Torres Novas CONCLUSÃO E CRÍTICA Nesta actividade experimental concluímos que, a velocidadeaumenta quando a massa da esfera inserida no detergente aumenta também. Na primeira fase da actividade, tentamos determinar em que altura as esferas atinjam a velocidade terminal, visto que este processo foi realizado sem o apoio de recursos tecnológicos temos, teve um grande contributo para que os resultados obtidos não fossem rigorosos e com uma margem de erro muito pequena. Já na segunda fase da actividade, depois de marcar o início e o fim do percurso em que a esfera atingia a velocidade terminal, com esferas de diferentes massas cronometramos o tempo que essas esferas demoravam a percorrer esse percurso, deparando-nos de novo com problemas de medição pois este processo acontecia muito rápido e o tempo de reacção do ser humano não e tão rápido como deveria. Os erros das medições associados à balança, ao cronómetro e à régua são respectivamente ± 0,01, ± 0,01 e ± 0,05. Em suma, a actividade experimental correu como previsto. Não encontramos dificuldades que pusessem em causa a realização da mesma e interferissem nos resultados obtidos a não ser os tempos de reacção humana na actividade. Contudo, pensamos que conseguimos atingir o principal objectivo desta actividade: calcular o coeficiente de viscosidade do detergente de loiça através deste método experimental. BIBLIOGRAFIA  Ventura, Graça; Fiolhais, Manuel; Fiolhais, Carlos; Paixão, José António; “12 F”, Texto Editores, Lisboa, 2005, 1ª edição  Ontem e Hoje - Física - 12.º Ano “Caderno de Laboratório”; Autores: Helena Caldeira, Adelaide Bello, João Gomes; Editora: Porto Editora  http://www.meu20.com/home/showthread.php?t=334  http://education.ti.com/sites/PORTUGAL/downloads/pdf/determinacao_coeficiente_viscosi dade_liquido.pdf  http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAcOUAD/determinacao-coeficiente-viscosidade- liquido Página 13 de 13 Física .12.ºAno