A história conta a rivalidade entre uma agulha e um novelo de linha durante a costura de um vestido. A agulha acredita que seu papel de furar o tecido é mais importante, mas a linha argumenta que é ela quem realmente cosi o vestido. Quando a costureira começa a trabalhar, ignora a discussão e ambas fazem seu trabalho em silêncio. No baile, a linha zomba da agulha, notando que é o vestido que desfrutará do evento, não a ferramenta.