O documento descreve as qualidades de um bom catequista, referindo-se a eles como "bem-aventurados". Enumera diversas qualidades como a capacidade de inspirar outros, permanecer apaixonado pelo ensino da fé mesmo em meio a dificuldades, e usar criativamente novas tecnologias e linguagens para transmitir a mensagem cristã. Conclui que um catequista feliz é aquele que ama e se deixa surpreender pelo amor de Deus, não precisando ser perfeito, mas ciente de sua própria imperfeição.