Turbinas a Vapor
Fábio Leandro
Fernando de Farias
Henrique Ribeiro
Prof: Paulo Lagos
Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
Por volta de 150 A.C.
Hero, da Alexandra, definiu a
famosa “aeolipile”. Utilizou a
transformação de energia
térmica em energia mecânica
de rotação, devido a força do
vapor que agiu sobre as pás
rotativas.
Aeolipile
Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Aeolipile
Charles Algernon Parsons,
Inglês, licenciado em Matemática e
formado em Engenharia Mecânica,
inventor da primeira turbina a vapor
moderna em 1884, cujo o modelo foi
ligado à um dínamo que gerava 7,5 kW
de eletricidade.
Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
Esta turbina tornou mais barata a eletricidade para o
transporte marítimo, revolucionando-o.
Após esse modelo, uma série de outras variações de
turbinas foram desenvolvidas para trabalhar eficazmente
com o vapor.
Em 1890, Gustaf de Laval criou um tubo para
acelerar o vapor a uma velocidade máxima antes de lançá-
lo contra uma lâmina da turbina, esta ficou conhecida como
a turbina de Laval.
A partir disto, o impulso da turbina se tornou mais
simples, com menos custos e não precisava ser à prova de
pressão.
Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
É uma substância na fase de gás com uma
temperatura inferior a sua temperatura crítica. Isto
significa que o vapor pode ser condensado para um
líquido e para um sólido pelo aumento de sua pressão.
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Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/diagrama-fases.htm
É um equipamento que aproveita a energia
calorífica do vapor (Energia Potencial), que é transformada
em Energia Cinética devido a sua expansão através dos
bocais. Esta energia será transformada em Energia
Mecânica de rotação devido a força do vapor agindo sobre
as pás rotativas.
Essa energia mecânica pode ser utilizada para mover
equipamentos e quando acoplado um gerador a turbina a
vapor, se obtém a transformação da energia mecânica
em energia elétrica.
Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
Fonte: os próprios autores.
TURBINA DE RATEAU :
Ao invés da queda total de pressão ocorrer em um
único bocal (ou conjunto de bocais) a queda de pressão é
dividida em duas ou mais fileiras de bocais. Com este
arranjo se obtém um efeito semelhante ao que se teria com
um arranjo de duas ou mais turbinas de Laval em série.
A vantagem consiste em que se pode obter uma
velocidade de palhetas mais adequadas em termos de
resistência de materiais.
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Turbina de Rateau
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Fonte: http://www.atmosferis.com/tipos-de-turbinas-de-vapor/
TURBINA CURTIS-RATEAU:
O desenvolvimento desta turbina partiu do princípio
de se conseguir velocidade de pás ideais (maiores
rendimentos) utilizando-se uma combinação de estágios
Curtis (escalonamento de velocidade) e estágios Rateau
(escalonamento de pressão).
O emprego do estágio Curtis ocasiona grande perda
de pressão e de temperatura do vapor permitindo o uso de
materiais mais leves e baratos nos estágios Rateau, assim
como turbinas curtas.
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Turbina Curtis-Rateau
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Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor
TURBINA PARSONS:
Este tipo de turbina é constituído de múltiplos
estágios de reação, que resulta em quedas parciais de
pressão através de sucessivas fileiras de palhetas fixas e
móveis. Com isto a queda de pressão em cada fileira é
pequena resultando em baixas velocidades do vapor em
cada estágio. À medida que o vapor se expande, o seu
volume específico aumenta. Nos estágios de alta pressão
ocorre fuga de vapor através das folgas entre as palhetas
móveis e a carcaça, resultando em perda de eficiência.
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Turbinas Parsons
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Algernon_Parsons
TURBINA CURTIS-PARSONS:
Neste tipo de turbina usam-se os estágios de ação e
reação de forma escalonada. Primeiro usa-se um estágio
Curtis (por exemplo duas quedas de velocidade) para
reduzir a pressão e temperatura do vapor e logo em
seguida usa-se os estágios de reação.
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Turbina Curtis - Parsons
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Fonte: http://www.leander-project.homecall.co.uk/turbines.html
Princípio Construtivo
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Fonte: http://www.academiadeciencia.org.br/site/2012/06/28/turbina-a-vapor/
A turbina é composta, basicamente de:
• Rotor (roda móvel)
• Estator (roda fixa)
• Bocais
• Palhetas
• Diafragmas
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Rotor
É o elemento móvel da turbina (envolvido pelo
estator) cuja função é transformar a energia cinética do
vapor em trabalho mecânico através do receptores fixos.
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Rotor
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Fonte: http://portuguese.heavysteel-forgings.com/sale-2097635-astm-gb-steam-turbine-rotor-forging.html
Elementos da Turbina
Estator
É o elemento fixo da turbina (que envolve o rotor)
cuja função é transformar a energia potencial (térmica)
do vapor em cinética através dos distribuidores.
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Estator
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Fonte: http://es.slideshare.net/gocando/turbinas-de-vapor-3159160
Elementos da Turbina
Bocais
A turbina a vapor é alimentada através destes
elementos. Seu trabalho é obter uma distribuição
adequada de vapor.
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Bocais
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Fonte: http://www.resumosetrabalhos.com.br/turbinas-de-vapor.html
Palhetas
Palhetas móveis são aquelas fixadas ao rotor,
enquanto que palhetas fixas são fixadas no estator. As
palhetas fixas (guias, diretrizes) orientam o vapor para a
coroa de palhetas móveis seguinte. Já as palhetas
móveis tem a finalidade de receber o impacto do
vapor proveniente dos expansores (palhetas fixas) para
movimentação do rotor.
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Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAeoeUAG/analise-causa-basica-falha-palheta
Diafragma
São constituídos por dois semicírculos, que
separam os diversos estágios de uma turbina de ação
multi-estágio juntamente com o anel de palhetas.
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Diafragma
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Fonte: https://www.sekogroup.com/pt/produzimos/energia/
O elemento básico da turbina é o rotor, que conta
com palhetas, hélices, cubos colocados ao redor de sua
circunferência, de forma que o fluido em movimento produza
uma força tangencial que impulsiona o rotor, fazendo-o girar.
Essa energia mecânica é transferida através de um
eixo para movimentar uma máquina, um compressor, um
gerador elétrico ou uma hélice.
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Funcionamento
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Fonte: http://www.sofisica.com.br/conteudos/curiosidades/nuclear2.php
A passagem do vapor gera forças, que aplicada às
pás, determinam um momento motor resultante, que faz
girar o rotor.
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Fonte: http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
Nelas predominam a força de impulsão e os
estágios podem ser de dois tipo: estágio de pressão,
conhecido como Rateau e estágio de velocidade,
conhecido com Curtis.
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Fonte: http://ec2-107-21-65-169.compute-1.amazonaws.com/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor
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Fonte: http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
Em um estágio de ação toda a transformação de
energia do vapor em energia cinética ocorrerá nos
expansores, em conseqüência haverá uma queda na
pressão do vapor e um aumento da velocidade.
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Fonte: http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
Em uma turbina de reação comercial teremos
sempre vários estágios, colocados em serie, sendo cada
estágio constituído de um anel de expansores (também
chamado de roda de palhetas fixas), seguido de uma
roda de palhetas móveis.Tanto as palhetas fixas, como
as palhetas móveis têm seção assimétrica, o que resulta
em áreas de passagens convergentes, para o vapor em
ambas.
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Por esta razão, em uma turbina de reação
comercial, parte da expansão do vapor ocorrerá nas
palhetas fixas e parte ocorrerá nas palhetas móveis. Nas
palhetas fixas teremos, portanto, uma expansão parcial
do vapor, resultando em uma queda de pressão e em um
aumento da velocidade.
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Fonte: http://ec2-107-21-65-169.compute-1.amazonaws.com/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor
As turbinas a vapor são partes de um sistema
gerador de potência. As instalações de potência com
turbina a vapor visam, fundamentalmente obter energia
elétrica ou mecânica e vapor para processo industrial.
A turbina a vapor é atualmente o mais usado
entre os diversos tipos de acionadores primários
existentes. Sua maior aplicação é no acionamento de
bombas, compressores e geradores de energia elétrica.
Embora inventada e conhecida a alguns séculos, seu
desenvolvimento e aplicação de forma prática se deu
principalmente nas últimas décadas.
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Aplicação
Do ponto de vista termodinâmico a turbina a
vapor ocupa umas posição favorável, transformando em
energia mecânica grande parte da energia térmica que
consome. Sua eficiência pode ser considerada boa,
especialmente nas turbinas de grandes capacidades
acionadas por vapor de alta pressão.
Do ponto de vista mecânico, a turbina a vapor
pode ser considerada ideal, pois a força de propulsão é
aplicada diretamente no elemento de rotação da
máquina, não sendo necessário, como no caso das
máquinas alternativas a vapor, um dispositivo do tipo
biela-manivela para transformar o movimento alternativo
em rotativo.
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Pelo fato de apenas possuir peças com
movimento de rotação, não tem o inconveniente de
desbalanceamento mecânico, como no caso das
máquinas alternativas a vapor e à combustão interna. É
um equipamento mecânico que se presta muito bem
para o acionamento de máquinas que exigem torques
constantes e rotações elevadas como no caso de
bombas, geradores de energia elétrica e compressores
rotativos.
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Fonte: http://www.mundovestibular.com.br/articles/244/1/COMBUSTIVEL-DAS-USINAS-TERMICAS/Paacutegina1.html
Utilização de vapor a alta pressão e alta temperatura.
Alta velocidade de rotação.
 Alta relação potência /tamanho.
Operação suave, quase sem vibração.
Não há necessidade de lubrificação interna.
Vapor na saída sem óleo.
Pode ser construído com diferentes potências: unidades
pequenas (1MW) ou muito grandes (1,2GW).
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É necessário um sistema de engrenagens para
baixas rotações.
A desaceleração da turbina requer uma
quantidade específica de tempo, ou seja, após
acionada ela necessita de um certo período de
tempo para cessar o movimento.
A eficiência de turbinas a vapor de pequeno porte
é baixa.
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Fonte: http://www.shortcourse.com.br/site/clipping_01.asp?titulo=Turbinas%20a%20Vapor
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Fonte: http://www.coopertei.com.ar/pt/turbo-maquinas.htm
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Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAlgYAG/turbinas-a-vapor-descritivo
 A qualidade da água de alimentação da caldeira é fator
fundamental para confiabilidade e o bom funcionamento
do sistema.
 O tratamento de água de caldeiras é realizado com o
intuito de impedir as seguintes anormalidades:
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 Corrosão;
 Formação de incrustações e depósitos nas paredes dos
tubos e tubulações;
 Arrastamento de materiais contaminantes da água da
caldeira para as demais partes do sistema de vapor, como
redes, válvulas e turbinas.
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TRATAMENTO PH - FOSFATO
 O pH da água da caldeira é mantido em um nível
próximo ao da neutralidade (de neutro a alcalino) por meio
da adição de soda cáustica.
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Fonte: http://www.wikienergia.pt/~edp/index.php?title=Central_Tejo:_Alta_Press%C3%A3o_(1941-1972)_-_III_Parte
 Fatores que influenciam no desgaste
Pelo produto:
Materiais utilizados;
Fator de segurança de projeto;
Qualidade da fabricação.
Pelo processo:
Qualidade do vapor;
Temperatura de trabalho;
Umidade do vapor;
Partículas estranhas;
Procedimentos de paradas e partidas.
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 Fatores que influenciam no desgaste
Pelo modo de operação:
Carga parcial e/ou sobrecarga;
Operação contínua ou intermitente.
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 MANCAIS: Desagregação do material, trincas e defeitos
de fabricação.
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Fonte: http://pt.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
 CORROSÃO E DESGASTE: Devido ao
dimensionamento indevido, vapor de qualidade
baixa e má aplicação da turbina.
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Fonte: http://pt.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
 DANOS MECÂNICOS: Impactos com corpos
estranhos.
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Fonte: http://pt.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
• GODOY, Jorge – Turbinas a vapor. Rio de Janeiro, Petrobrás/Div. de
ensino.
• http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
• http://www.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
• www.swe.siemens.com
• www.grupotgm.com.br
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Turbinas a vapor

  • 1.
    Turbinas a Vapor FábioLeandro Fernando de Farias Henrique Ribeiro Prof: Paulo Lagos Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 2.
    Por volta de150 A.C. Hero, da Alexandra, definiu a famosa “aeolipile”. Utilizou a transformação de energia térmica em energia mecânica de rotação, devido a força do vapor que agiu sobre as pás rotativas. Aeolipile Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Aeolipile
  • 3.
    Charles Algernon Parsons, Inglês,licenciado em Matemática e formado em Engenharia Mecânica, inventor da primeira turbina a vapor moderna em 1884, cujo o modelo foi ligado à um dínamo que gerava 7,5 kW de eletricidade. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 4.
    Esta turbina tornoumais barata a eletricidade para o transporte marítimo, revolucionando-o. Após esse modelo, uma série de outras variações de turbinas foram desenvolvidas para trabalhar eficazmente com o vapor. Em 1890, Gustaf de Laval criou um tubo para acelerar o vapor a uma velocidade máxima antes de lançá- lo contra uma lâmina da turbina, esta ficou conhecida como a turbina de Laval. A partir disto, o impulso da turbina se tornou mais simples, com menos custos e não precisava ser à prova de pressão. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 5.
    É uma substânciana fase de gás com uma temperatura inferior a sua temperatura crítica. Isto significa que o vapor pode ser condensado para um líquido e para um sólido pelo aumento de sua pressão. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/diagrama-fases.htm
  • 6.
    É um equipamentoque aproveita a energia calorífica do vapor (Energia Potencial), que é transformada em Energia Cinética devido a sua expansão através dos bocais. Esta energia será transformada em Energia Mecânica de rotação devido a força do vapor agindo sobre as pás rotativas. Essa energia mecânica pode ser utilizada para mover equipamentos e quando acoplado um gerador a turbina a vapor, se obtém a transformação da energia mecânica em energia elétrica. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 7.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: os próprios autores.
  • 8.
    TURBINA DE RATEAU: Ao invés da queda total de pressão ocorrer em um único bocal (ou conjunto de bocais) a queda de pressão é dividida em duas ou mais fileiras de bocais. Com este arranjo se obtém um efeito semelhante ao que se teria com um arranjo de duas ou mais turbinas de Laval em série. A vantagem consiste em que se pode obter uma velocidade de palhetas mais adequadas em termos de resistência de materiais. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 9.
    Turbina de Rateau MáquinasTérmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.atmosferis.com/tipos-de-turbinas-de-vapor/
  • 10.
    TURBINA CURTIS-RATEAU: O desenvolvimentodesta turbina partiu do princípio de se conseguir velocidade de pás ideais (maiores rendimentos) utilizando-se uma combinação de estágios Curtis (escalonamento de velocidade) e estágios Rateau (escalonamento de pressão). O emprego do estágio Curtis ocasiona grande perda de pressão e de temperatura do vapor permitindo o uso de materiais mais leves e baratos nos estágios Rateau, assim como turbinas curtas. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 11.
    Turbina Curtis-Rateau Máquinas Térmicas- 2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor
  • 12.
    TURBINA PARSONS: Este tipode turbina é constituído de múltiplos estágios de reação, que resulta em quedas parciais de pressão através de sucessivas fileiras de palhetas fixas e móveis. Com isto a queda de pressão em cada fileira é pequena resultando em baixas velocidades do vapor em cada estágio. À medida que o vapor se expande, o seu volume específico aumenta. Nos estágios de alta pressão ocorre fuga de vapor através das folgas entre as palhetas móveis e a carcaça, resultando em perda de eficiência. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 13.
    Turbinas Parsons Máquinas Térmicas- 2º. Semestre 2015 Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Algernon_Parsons
  • 14.
    TURBINA CURTIS-PARSONS: Neste tipode turbina usam-se os estágios de ação e reação de forma escalonada. Primeiro usa-se um estágio Curtis (por exemplo duas quedas de velocidade) para reduzir a pressão e temperatura do vapor e logo em seguida usa-se os estágios de reação. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 15.
    Turbina Curtis -Parsons Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.leander-project.homecall.co.uk/turbines.html
  • 16.
    Princípio Construtivo Máquinas Térmicas- 2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.academiadeciencia.org.br/site/2012/06/28/turbina-a-vapor/
  • 17.
    A turbina écomposta, basicamente de: • Rotor (roda móvel) • Estator (roda fixa) • Bocais • Palhetas • Diafragmas Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 18.
    Rotor É o elementomóvel da turbina (envolvido pelo estator) cuja função é transformar a energia cinética do vapor em trabalho mecânico através do receptores fixos. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 19.
    Rotor Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://portuguese.heavysteel-forgings.com/sale-2097635-astm-gb-steam-turbine-rotor-forging.html
  • 20.
    Elementos da Turbina Estator Éo elemento fixo da turbina (que envolve o rotor) cuja função é transformar a energia potencial (térmica) do vapor em cinética através dos distribuidores. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 21.
    Estator Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://es.slideshare.net/gocando/turbinas-de-vapor-3159160
  • 22.
    Elementos da Turbina Bocais Aturbina a vapor é alimentada através destes elementos. Seu trabalho é obter uma distribuição adequada de vapor. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 23.
    Bocais Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.resumosetrabalhos.com.br/turbinas-de-vapor.html
  • 24.
    Palhetas Palhetas móveis sãoaquelas fixadas ao rotor, enquanto que palhetas fixas são fixadas no estator. As palhetas fixas (guias, diretrizes) orientam o vapor para a coroa de palhetas móveis seguinte. Já as palhetas móveis tem a finalidade de receber o impacto do vapor proveniente dos expansores (palhetas fixas) para movimentação do rotor. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 25.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAeoeUAG/analise-causa-basica-falha-palheta
  • 26.
    Diafragma São constituídos pordois semicírculos, que separam os diversos estágios de uma turbina de ação multi-estágio juntamente com o anel de palhetas. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 27.
    Diafragma Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: https://www.sekogroup.com/pt/produzimos/energia/
  • 28.
    O elemento básicoda turbina é o rotor, que conta com palhetas, hélices, cubos colocados ao redor de sua circunferência, de forma que o fluido em movimento produza uma força tangencial que impulsiona o rotor, fazendo-o girar. Essa energia mecânica é transferida através de um eixo para movimentar uma máquina, um compressor, um gerador elétrico ou uma hélice. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 29.
    Funcionamento Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.sofisica.com.br/conteudos/curiosidades/nuclear2.php
  • 30.
    A passagem dovapor gera forças, que aplicada às pás, determinam um momento motor resultante, que faz girar o rotor. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
  • 31.
    Nelas predominam aforça de impulsão e os estágios podem ser de dois tipo: estágio de pressão, conhecido como Rateau e estágio de velocidade, conhecido com Curtis. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://ec2-107-21-65-169.compute-1.amazonaws.com/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor
  • 32.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
  • 33.
    Em um estágiode ação toda a transformação de energia do vapor em energia cinética ocorrerá nos expansores, em conseqüência haverá uma queda na pressão do vapor e um aumento da velocidade. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf
  • 34.
    Em uma turbinade reação comercial teremos sempre vários estágios, colocados em serie, sendo cada estágio constituído de um anel de expansores (também chamado de roda de palhetas fixas), seguido de uma roda de palhetas móveis.Tanto as palhetas fixas, como as palhetas móveis têm seção assimétrica, o que resulta em áreas de passagens convergentes, para o vapor em ambas. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 35.
    Por esta razão,em uma turbina de reação comercial, parte da expansão do vapor ocorrerá nas palhetas fixas e parte ocorrerá nas palhetas móveis. Nas palhetas fixas teremos, portanto, uma expansão parcial do vapor, resultando em uma queda de pressão e em um aumento da velocidade. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://ec2-107-21-65-169.compute-1.amazonaws.com/content/ABAAAAO8sAK/turbinas-a-vapor
  • 36.
    As turbinas avapor são partes de um sistema gerador de potência. As instalações de potência com turbina a vapor visam, fundamentalmente obter energia elétrica ou mecânica e vapor para processo industrial. A turbina a vapor é atualmente o mais usado entre os diversos tipos de acionadores primários existentes. Sua maior aplicação é no acionamento de bombas, compressores e geradores de energia elétrica. Embora inventada e conhecida a alguns séculos, seu desenvolvimento e aplicação de forma prática se deu principalmente nas últimas décadas. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 37.
    Aplicação Do ponto devista termodinâmico a turbina a vapor ocupa umas posição favorável, transformando em energia mecânica grande parte da energia térmica que consome. Sua eficiência pode ser considerada boa, especialmente nas turbinas de grandes capacidades acionadas por vapor de alta pressão. Do ponto de vista mecânico, a turbina a vapor pode ser considerada ideal, pois a força de propulsão é aplicada diretamente no elemento de rotação da máquina, não sendo necessário, como no caso das máquinas alternativas a vapor, um dispositivo do tipo biela-manivela para transformar o movimento alternativo em rotativo. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 38.
    Pelo fato deapenas possuir peças com movimento de rotação, não tem o inconveniente de desbalanceamento mecânico, como no caso das máquinas alternativas a vapor e à combustão interna. É um equipamento mecânico que se presta muito bem para o acionamento de máquinas que exigem torques constantes e rotações elevadas como no caso de bombas, geradores de energia elétrica e compressores rotativos. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 39.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.mundovestibular.com.br/articles/244/1/COMBUSTIVEL-DAS-USINAS-TERMICAS/Paacutegina1.html
  • 40.
    Utilização de vapora alta pressão e alta temperatura. Alta velocidade de rotação.  Alta relação potência /tamanho. Operação suave, quase sem vibração. Não há necessidade de lubrificação interna. Vapor na saída sem óleo. Pode ser construído com diferentes potências: unidades pequenas (1MW) ou muito grandes (1,2GW). Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 41.
    É necessário umsistema de engrenagens para baixas rotações. A desaceleração da turbina requer uma quantidade específica de tempo, ou seja, após acionada ela necessita de um certo período de tempo para cessar o movimento. A eficiência de turbinas a vapor de pequeno porte é baixa. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 42.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.shortcourse.com.br/site/clipping_01.asp?titulo=Turbinas%20a%20Vapor
  • 43.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.coopertei.com.ar/pt/turbo-maquinas.htm
  • 44.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAlgYAG/turbinas-a-vapor-descritivo
  • 45.
     A qualidadeda água de alimentação da caldeira é fator fundamental para confiabilidade e o bom funcionamento do sistema.  O tratamento de água de caldeiras é realizado com o intuito de impedir as seguintes anormalidades: Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 46.
     Corrosão;  Formaçãode incrustações e depósitos nas paredes dos tubos e tubulações;  Arrastamento de materiais contaminantes da água da caldeira para as demais partes do sistema de vapor, como redes, válvulas e turbinas. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 47.
    TRATAMENTO PH -FOSFATO  O pH da água da caldeira é mantido em um nível próximo ao da neutralidade (de neutro a alcalino) por meio da adição de soda cáustica. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 48.
    Máquinas Térmicas -2º. Semestre 2015 Fonte: http://www.wikienergia.pt/~edp/index.php?title=Central_Tejo:_Alta_Press%C3%A3o_(1941-1972)_-_III_Parte
  • 49.
     Fatores queinfluenciam no desgaste Pelo produto: Materiais utilizados; Fator de segurança de projeto; Qualidade da fabricação. Pelo processo: Qualidade do vapor; Temperatura de trabalho; Umidade do vapor; Partículas estranhas; Procedimentos de paradas e partidas. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 50.
     Fatores queinfluenciam no desgaste Pelo modo de operação: Carga parcial e/ou sobrecarga; Operação contínua ou intermitente. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015
  • 51.
     MANCAIS: Desagregaçãodo material, trincas e defeitos de fabricação. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://pt.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
  • 52.
     CORROSÃO EDESGASTE: Devido ao dimensionamento indevido, vapor de qualidade baixa e má aplicação da turbina. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://pt.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
  • 53.
     DANOS MECÂNICOS:Impactos com corpos estranhos. Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015 Fonte: http://pt.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1
  • 54.
    • GODOY, Jorge– Turbinas a vapor. Rio de Janeiro, Petrobrás/Div. de ensino. • http://fabioferrazdr.files.wordpress.com/2008/08/turbinas-a-vapor.pdf • http://www.slideshare.net/GustavoMeloo/fsiicaa?from_search=1 • www.swe.siemens.com • www.grupotgm.com.br Máquinas Térmicas - 2º. Semestre 2015