1) O documento discute aspectos clínicos e epidemiológicos dos transtornos de ansiedade em crianças e adolescentes, bem como modelos neurobiológicos envolvidos.
2) Estimativas apontam que até 10% das crianças e adolescentes apresentam algum transtorno de ansiedade.
3) O tratamento eficaz requer abordagem multimodal, incluindo terapia cognitivo-comportamental, orientação aos pais, e possivelmente medicamentos.