O documento aborda o contraste entre práticas tradicionais de trote universitário e a crescente resistência dos jovens contra essa prática, que muitos consideram perigosa e desnecessária para a integração. Instituições de ensino, como USP e PUC-SP, têm implementado políticas para proibir e coibir trotes violentos, visando garantir o respeito aos direitos humanos. Estudantes expressam que atividades em grupo durante os cursos são mais eficazes para a integração do que o trote, que pode levar a situações humilhantes e abusivas.