Em 2014, a Telexfree e a BBom foram investigadas no Brasil por práticas de pirâmide financeira, com a Telexfree bloqueada desde junho de 2013. Um relatório de Massachusetts apontou a Telexfree como uma pirâmide disfarçada, que arrecadou aproximadamente US$ 1,2 bilhão, e a justiça pediu o fim das operações e ressarcimento das vítimas. Durante uma operação, o diretor financeiro da Telexfree foi preso ao tentar fugir com cheques no valor de US$ 38 milhões.