Redes Industriais
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(Redes de Barramento ou I/O Bus Network)
(Redes de Barramento ou I/O Bus Network)
Prof. Associado Mário Luiz Tronco
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Função Básica: comunicação entre dispositivos de
campo (devices) que estão conectados a um
barramento, além de fornecer alimentação elétrica;
• Comunicação baseada em protocolos (padrões);
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• Comunicação baseada em protocolos (padrões);
• Uso de I/O bus network scanner.para
leitura/escrita dos devices (PLC scanner);
• Possibilidade de 2048 ou mais devices
conectados.
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Conexão entre um PLC, uma Rede Local e uma Rede I/O Bus
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Conexões para uma Rede I/O Bus
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Intelligent Field Device
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Tipos de I/O Bus Networks
Tipos de I/O Bus Networks
I/O Bus Networks podem ser divididas em duas categorias:
I/O Bus Networks podem ser divididas em duas categorias:
- uma que trabalha com dispositivos de baixo nível
relacionados às operações discretas em manufatura integrada;
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- outra que trabalha com dispositivos de alto nível
presentes em processos industriais.
Device Bus Networks
Process Bus Networks
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Tipos de I/O Bus Networks
Tipos de I/O Bus Networks
Device Bus Networks
Device Bus Networks:
:
Interligam dispositivos low-level (chaves, limit switches, etc) os
quais transmitem dados relativos ao estado do dispositivo
(ON/OFF) e seu status operacional (OK, com falha)
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(ON/OFF) e seu status operacional (OK, com falha)
Geralmente, processam somente poucos bits ou alguns bytes
de dados
A maioria dos devices nestas redes são digitais.
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Tipos de I/O Bus Networks
Tipos de I/O Bus Networks
Process Bus Networks
Process Bus Networks:
:
Interligam dispositivos high-level (válvulas, medidores de
vazão, etc.) que são normalmente utilizados em aplicações de
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vazão, etc.) que são normalmente utilizados em aplicações de
controle de processos.
Geralmente, processam grandes volumes de dados,
relacionados ao processo e aos próprios devices.
A maioria dos devices nestas redes são analógicos.
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Classificação
Classificação
de I/O Bus
de I/O Bus
Networks
Networks
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1 – 50 bytes / tempo menos de 8 bits por
dispositivo
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Allen-Bradley
Protocolos de I/O Bus Networks
Protocolos de I/O Bus Networks
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Allen-Bradley
Honeywell
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Vantagens do uso I/O Bus Networks
Vantagens do uso I/O Bus Networks
Embora
Embora Device Bus Networks
Device Bus Networks estejam relacionadas a
estejam relacionadas a
dispositivos discretos e
dispositivos discretos e Process Bus Networks
Process Bus Networks a dispositivos
a dispositivos
analógicos,
analógicos, ambas transmitem informações digitalmente
ambas transmitem informações digitalmente:
:
•
• Diversos dispositivos conectados ao barramento;
Diversos dispositivos conectados ao barramento;
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•
• Diversos dispositivos conectados ao barramento;
Diversos dispositivos conectados ao barramento;
•
• endereçamento;
endereçamento;
•
• menor interferência eletromagnética;
menor interferência eletromagnética;
•
• menor quantidade de conversões A/D e D/A;
menor quantidade de conversões A/D e D/A;
•
• cabeamento simplificado.
cabeamento simplificado.
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Quilômetros de
cabos dedicados Um único cabo
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
Implementações:
Implementações:
•
• InterBus
InterBus-
-S
S
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•
• InterBus
InterBus-
-S
S
•
• CANbus
CANbus
-
- DeviceNet
DeviceNet
-
- SDS
SDS
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Byte-Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S
•
• Rede de Barramento Sensor/Atuador para
conectar devices discretos e analógicos a um
PLC ou Computador via configuração em
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PLC ou Computador via configuração em
anel;
• Possibilidade de 256 nós, para interligação
de até 4096 devices I/O;
• Velocidade de até 500Kbaud com deteção
de erro (CRC).
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Placa
Controlador
a Interbus
Módulo de
8 I/O
Interbus
Módulo Interbus
Com Módulo Terminal Bus e
Módulos de I/O Analógicos
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Chips com Protocolo
Interbus disponíveis para
aplicações I/O
customizadas
Módulo de
I/O
Interbus
Válvulas Pneumáticas
Control Drive
Terminal Remoto
Módulo de I/O
Bloco de Terminais
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S
•
• Os endereços dos I/O
Os endereços dos I/O devices
devices são
são
automaticamente determinados por sua
automaticamente determinados por sua
localização física;
localização física;
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localização física;
localização física;
•
• O Controlador de Interface (Host) examina
O Controlador de Interface (Host) examina
continuamente os dados dos I/O
continuamente os dados dos I/O devices
devices,
,
lendo todas as entradas e posteriormente
lendo todas as entradas e posteriormente
escrevendo os dados de saída;
escrevendo os dados de saída;
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S
•
• A rede transmite os dados em
A rede transmite os dados em frames
frames, os
, os
quais possibilitam a atualização simultânea
quais possibilitam a atualização simultânea
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quais possibilitam a atualização simultânea
quais possibilitam a atualização simultânea
de todos os
de todos os devices
devices na rede;
na rede;
•
• Utiliza as camadas 1, 2 e 7 do modelo de
Utiliza as camadas 1, 2 e 7 do modelo de
referência OSI.
referência OSI.
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S -
- Características
Características
Camada Física (layer 1)
Camada Física (layer 1)
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Camada Física (layer 1)
Camada Física (layer 1)
•
• Anel em hardware (Auto configuração, sem
Anel em hardware (Auto configuração, sem
necessidade de setar endereços);
necessidade de setar endereços);
•
• Cabeamento com par trançado, fibra, etc.
Cabeamento com par trançado, fibra, etc.
(apropriado a diversos ambientes industriais)
(apropriado a diversos ambientes industriais)
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S -
- Características
Características
Camada de Enlace (layer 2)
Camada de Enlace (layer 2)
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Camada de Enlace (layer 2)
Camada de Enlace (layer 2)
•
• Full
Full-
-duplex (todos os devices atualizados
duplex (todos os devices atualizados
simultaneamente);
simultaneamente);
•
• Leitura e escrita de 4096 entradas/saídas
Leitura e escrita de 4096 entradas/saídas
digitais em 14ms;
digitais em 14ms;
•
• Checagem de erro (CRC).
Checagem de erro (CRC).
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S -
- Características
Características
Camada de Aplicação (layer 3
Camada de Aplicação (layer 3 –
– nível 7)
nível 7)
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Camada de Aplicação (layer 3
Camada de Aplicação (layer 3 –
– nível 7)
nível 7)
•
• Diagnóstico de falhas;
Diagnóstico de falhas;
•
• Suporta sinais digitais e analógicos e
Suporta sinais digitais e analógicos e
mensagens client
mensagens client-
-server (adequados para o
server (adequados para o
controle distribuido);
controle distribuido);
•
• Conecta até 256 nós (flexibilidade).
Conecta até 256 nós (flexibilidade).
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
InterBus
InterBus-
-S
S -
- Características
Características
Conectividade:
Conectividade:
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Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
Conectividade:
Conectividade:
•
• Centenas de Fabricantes de produtos
Centenas de Fabricantes de produtos
compatíves;
compatíves;
•
• Padrões DIN 19258 para Robôs, Drives,
Padrões DIN 19258 para Robôs, Drives,
Controladores de Processos, Encoders além de
Controladores de Processos, Encoders além de
interfaces para o operador.
interfaces para o operador.
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
Implementações:
Implementações:
•
• InterBus
InterBus-
-S
S
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•
• InterBus
InterBus-
-S
S
•
• CANbus
CANbus
-
- DeviceNet
DeviceNet
-
- SDS
SDS
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
CANBus
CANBus
•
• Rede de Barramento baseado na
Rede de Barramento baseado na
tecnologia dos Chips CAN, amplamente
tecnologia dos Chips CAN, amplamente
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tecnologia dos Chips CAN, amplamente
tecnologia dos Chips CAN, amplamente
utilizados em automóveis para controle;
utilizados em automóveis para controle;
•
• Sistema
Sistema open protocol
open protocol, com mensagens
, com mensagens
de tamanho variável (até 8 bytes), com
de tamanho variável (até 8 bytes), com
arbitragem não destrutiva e
arbitragem não destrutiva e
gerenciamento de erros;
gerenciamento de erros;
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
CANBus
CANBus
•
• Barramento a 5 fios (2 para alimentação,
Barramento a 5 fios (2 para alimentação,
dois para sinal e um terra);
dois para sinal e um terra);
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dois para sinal e um terra);
dois para sinal e um terra);
•
• Comunicação master
Comunicação master-
-slave ou peer
slave ou peer-
-to
to-
-
peer;
peer;
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
CANBus
CANBus
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
CANBus
CANBus –
– DeviceNet
DeviceNet
•
• Suporta até 64 Nós e até 2048
Suporta até 64 Nós e até 2048 devices
devices I/O;
I/O;
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
CANBus
CANBus –
– DeviceNet
DeviceNet
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
CANBus
CANBus –
– SDS (Smart Distributed System)
SDS (Smart Distributed System)
•
• Suporta até 64 Nós com possibilidade de expansão
Suporta até 64 Nós com possibilidade de expansão
para 126 pontos endereçáveis, com o uso de interfaces
para 126 pontos endereçáveis, com o uso de interfaces
multiport I/O
multiport I/O
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multiport I/O
multiport I/O
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Byte
Byte-
-Wide Device Bus
Wide Device Bus
Networks
Networks
CANBus
CANBus –
– SDS
SDS
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Bit
Bit-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
•
• Utilizadas para aplicações envolvendo simples
Utilizadas para aplicações envolvendo simples
devices ON/OFF;
devices ON/OFF;
•
• Podem transmitir somente 4bits de informação por
Podem transmitir somente 4bits de informação por
vez;
vez;
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•
• Proporcionam alto desempenho e baixo custo
Proporcionam alto desempenho e baixo custo
Bit
Bit-
-Wide Device Bus
Wide Device Bus
-
- ASI
ASI
-
- InterBus Loop
InterBus Loop
-
- Seriplex
Seriplex
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Bit
Bit-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
-
- ASI (Actuator Sensor Interface)
ASI (Actuator Sensor Interface)
•
• Possibilidade de até 124 I/O
Possibilidade de até 124 I/O devices
devices;
;
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•
• Possibilidade de até 124 I/O
Possibilidade de até 124 I/O devices
devices;
;
•
• Conexão de até 31 nós (
Conexão de até 31 nós (tree, star, ring topology
tree, star, ring topology);
);
•
• Baseado no Chip ASI;
Baseado no Chip ASI;
•
• Inclui dispositivos como sensores de proximidade,
Inclui dispositivos como sensores de proximidade,
sensores fotoelétricos,
sensores fotoelétricos, limit switches
limit switches, etc.)
, etc.)
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Bit
Bit-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
-
- ASI
ASI
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Bit
Bit-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
-
-ASI
ASI
-
- Uso de barramento a dois fios;
Uso de barramento a dois fios;
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-
- Uso de barramento a dois fios;
Uso de barramento a dois fios;
-
- Tempo de ciclo de 5ms;
Tempo de ciclo de 5ms;
-
- Taxa de 167Kbps;
Taxa de 167Kbps;
-
- Tamanho máximo do cabo 100m;
Tamanho máximo do cabo 100m;
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Redes Industriais
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Bit
Bit-
-Wide Device Bus Networks
Wide Device Bus Networks
-
- Seriplex
Seriplex
-
- Pode conectar até 510
Pode conectar até 510 devices
devices I/O;
I/O;
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-
- Pode conectar até 510
Pode conectar até 510 devices
devices I/O;
I/O;
-
- Configuração master
Configuração master-
-slave ou peer
slave ou peer-
-to
to-
-peer;
peer;
-
- Baseado no Chip ASIC;
Baseado no Chip ASIC;
-
- Distâncias de até 1000m (star, loop, tree ou
Distâncias de até 1000m (star, loop, tree ou
multidrop configuration).
multidrop configuration).
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Redes Industriais
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
Rede de comunicação digital, de alto nível, utilizada para
Rede de comunicação digital, de alto nível, utilizada para
conectar
conectar devices
devices analógicos a um sistema de controle.
analógicos a um sistema de controle.
O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a
O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a
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O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a
O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a
estes dispositivos é grande, devido à natureza da
estes dispositivos é grande, devido à natureza da
informação coletada no nível de processo.
informação coletada no nível de processo.
FieldBus
FieldBus
Profibus
Profibus
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus
FieldBus
Profibus
Profibus
•
• Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo
Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo
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Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
•
• Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo
Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo
de resposta é considerado lento em função da grande
de resposta é considerado lento em função da grande
quantidade de informação transmitida;
quantidade de informação transmitida;
•
• Esta velocidade é apropriada para aplicações de
Esta velocidade é apropriada para aplicações de
processo, já que processos analógicos não respondem
processo, já que processos analógicos não respondem
instantaneamente, como no controle discreto.
instantaneamente, como no controle discreto.
Redes Industriais
Redes Industriais
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Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
•
• Sistema de comunicação digital, serial,
Sistema de comunicação digital, serial,
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•
• Sistema de comunicação digital, serial,
Sistema de comunicação digital, serial,
multiport, two
multiport, two-
-way, que conecta equipamentos
way, que conecta equipamentos
(sensores inteligentes, atuadores, etc.) com
(sensores inteligentes, atuadores, etc.) com
controladores (PLC
controladores (PLC´
´s, etc.).
s, etc.).
•
• Utiliza um par de fios;
Utiliza um par de fios;
•
• compatibilidade com diversos equipamentos.
compatibilidade com diversos equipamentos.
Redes Industriais
Redes Industriais
FOUNDATION FIELDBUS (FF)
FOUNDATION FIELDBUS (FF)
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Redes Industriais
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Foundation Fieldbus
Padronização - duas redes FF:
• uma de baixa velocidade concebida para
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• uma de baixa velocidade concebida para
interligação de instrumentos (H1 - 31,25 kbps);
• outra de alta velocidade utilizada para integração
das demais redes e para a ligação de dispositivos
de alta velocidade como CLPs (HSE - 100
Mpbs).
.
Redes Industriais
Redes Industriais
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Redes Industriais
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Rede H1 - 31,25 kbps
Vantagens na substituição da instrumentação convencional:
• Redução do cabeamento, painéis, borneiras, fontes de
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• Redução do cabeamento, painéis, borneiras, fontes de
alimentação, conversores e espaço na sala de controle.
•
•
•
• Alimentação do instrumento pelo mesmo cabo de sinal;
•
•
•
• Opções de segurança;
Redes Industriais
Redes Industriais
•
•
•
• Capacidade de realizar funções de diagnóstico,
configuração, calibração via rede permitindo data minning de
dados de instrumentação em tempo real (manutenção pró-
Rede H1 - 31,25 kbps - Vantagens na substituição de
a instrumentação convencional:
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ativa);
•
•
•
• Capacidade de auto sensing (auto reconhecimento) do
instrumento permitindo fácil instalação e download de
parâmetros;
•
•
•
• Redução dos custos de engenharia, instalação e
manutenção.
Redes Industriais
Redes Industriais
Rede FF – acesso ao instrumento e não até o último elemento
inteligente (PLC ou outro dispositivo)
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Redes Industriais
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Redes Industriais
Redes Industriais
Arquitetura
Arquitetura
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Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
•
• Baseado em três camadas do modelo OSI (1
Baseado em três camadas do modelo OSI (1 –
–
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•
• Baseado em três camadas do modelo OSI (1
Baseado em três camadas do modelo OSI (1 –
–
física, 2
física, 2 –
– enlace e 7
enlace e 7 –
– aplicação)
aplicação) –
– referenciadas
referenciadas
como
como communication stack
communication stack;
;
•
• Adição de uma camada acima da camada de
Adição de uma camada acima da camada de
aplicação, denominada camada de usuário.
aplicação, denominada camada de usuário.
Redes Industriais
Redes Industriais
Process
Process Bus Networks
Bus Networks
FieldBus
FieldBus (
(Fieldbus
Fieldbus Foundation
Foundation)
)
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Redes Industriais
Redes Industriais
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Redes Industriais
Redes Industriais
Camada
Camada Física
Física
•
• Padronizada pela norma IEC 61158
Padronizada pela norma IEC 61158-
-2;
2;
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•
• Os sinais H1 são codificados utilizando
Os sinais H1 são codificados utilizando
codificação Manchester Bifase
codificação Manchester Bifase-
-L;
L;
•
• Comunicação síncrona que envia os sinais de
Comunicação síncrona que envia os sinais de
dados combinados com o relógio.
dados combinados com o relógio.
Redes Industriais
Redes Industriais
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Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camadas 2 e 7 (
Camadas 2 e 7 (Communication Stack
Communication Stack):
):
•
• Link Active Scheduler
Link Active Scheduler –
– controlador de bus determinístico
controlador de bus determinístico
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•
• Link Active Scheduler
Link Active Scheduler –
– controlador de bus determinístico
controlador de bus determinístico
centralizado, baseado nos padrões IEC e ISA (camada 2);
centralizado, baseado nos padrões IEC e ISA (camada 2);
•
• Fieldbus messaging specification
Fieldbus messaging specification (FMS)
(FMS) –
– codifica e
codifica e
decodifica comandos da camada do usuário;
decodifica comandos da camada do usuário;
•
• Uso de dois tipos de transmissão de mensagens: cíclica e
Uso de dois tipos de transmissão de mensagens: cíclica e
acíclica;
acíclica;
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camadas 2 e 7 (
Camadas 2 e 7 (Communication Stack
Communication Stack):
):
•
• Transmissão de mensagens cíclicas
Transmissão de mensagens cíclicas: ocorre em
: ocorre em
Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
•
• Transmissão de mensagens cíclicas
Transmissão de mensagens cíclicas: ocorre em
: ocorre em
tempos regulares, programados. O
tempos regulares, programados. O device
device master
master
monitora a ocupação da rede e então delibera aos
monitora a ocupação da rede e então delibera aos
devices
devices slave permissões para enviar mensagens
slave permissões para enviar mensagens
pela rede em instantes específicos de tempo;
pela rede em instantes específicos de tempo;
•
• Outros
Outros devices
devices podem “escutar” e receber estas
podem “escutar” e receber estas
mensagens.
mensagens.
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camadas 2 e 7 (
Camadas 2 e 7 (Communication Stack
Communication Stack):
):
•
• Transmissão de mensagens acíclicas
Transmissão de mensagens acíclicas: ocorre entre
: ocorre entre
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Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
as mensagens cíclicas, quando um
as mensagens cíclicas, quando um device
device master
master
envia uma mensagem de informação para um
envia uma mensagem de informação para um
device
device slave;
slave;
•
• Envolvem, tipicamente, sinais de alarme ou
Envolvem, tipicamente, sinais de alarme ou
comandos especiais para obtenção de informações
comandos especiais para obtenção de informações
de diagnóstico dos
de diagnóstico dos devices
devices.
.
Redes Industriais
Redes Industriais
Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer):
):
•
• Implementa a estratégia de controle distribuído
Implementa a estratégia de controle distribuído
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Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
•
• Implementa a estratégia de controle distribuído
Implementa a estratégia de controle distribuído
Fieldbus, o qual contém três elementos chave:
Fieldbus, o qual contém três elementos chave:
Blocos de Funções
Blocos de Funções,
, Serviços de Descrição de
Serviços de Descrição de
Devices
Devices e
e Gerenciamento
Gerenciamento;
;
•
• Define o modelo de software para a interação do
Define o modelo de software para a interação do
usuário com a rede.
usuário com a rede.
Redes Industriais
Redes Industriais
Camada de aplica
Camada de aplicaçã
ção e blocos
o e blocos
A camada de aplica
A camada de aplicaçã
ção utiliza o conceito de
o utiliza o conceito de blocos
blocos
para realizar todas suas fun
para realizar todas suas funçõ
ções.
es.
Existem tr
Existem trê
ês tipos de blocos b
s tipos de blocos bá
ásicos:
sicos:
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•
• blocos de recursos e blocos de transdutores,
blocos de recursos e blocos de transdutores,
utilizados para configurar os dispositivos
utilizados para configurar os dispositivos
•
• blocos de fun
blocos de funçã
ção, utilizados para construir a
o, utilizados para construir a
estrat
estraté
égia de controle.
gia de controle.
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Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer)
) –
– Function Blocks:
Function Blocks:
•
• Funções que permitem operações de entrada/saída, tais
Funções que permitem operações de entrada/saída, tais
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•
• Funções que permitem operações de entrada/saída, tais
Funções que permitem operações de entrada/saída, tais
como:
como:
-
-entradas/saídas analógicas,
entradas/saídas analógicas,
-
- Controle PID;
Controle PID;
-
- entrada/saída discreta;
entrada/saída discreta;
-
- ajuste de ganho/bias, etc.
ajuste de ganho/bias, etc.
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer)
) –
– Function Blocks:
Function Blocks:
•
• Permitem a programação de devices com blocos contendo
Permitem a programação de devices com blocos contendo
instruções disponíveis no sistema;
instruções disponíveis no sistema;
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instruções disponíveis no sistema;
instruções disponíveis no sistema;
•
• Através destes blocos, o usuário pode configurar os
Através destes blocos, o usuário pode configurar os
algoritmos de controle e implementá
algoritmos de controle e implementá-
-los diretamente
los diretamente
através dos devices;
através dos devices;
•
• Os devices podem, então, executar rotinas de software.
Os devices podem, então, executar rotinas de software.
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Function Block
Process
Process Bus Networks
Bus Networks -
- FieldBus
FieldBus (
(Fieldbus
Fieldbus Foundation
Foundation)
)
Exemplo
Exemplo: Loop de controle
: Loop de controle
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Lê informações analógicas do processo, executa um PID function Block e
gera saída analógica de controle para uma válvula inteligente.
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Function Block
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Esta configuração implementa um loop independente, auto-regulável, o
qual obtém seus dados de entrada do medidor de fluxo;
As informações relativas aos parâmetros de fluxo necessários são
enviadas pelo Controlador Host à válvula inteligente, de tal forma que
ela possa executar corretamente seus próprios function blocks;
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Function Block
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Os function blocks permitem que os devices sejam
representados na rede como uma coleção de blocos de
instruções de software, ao invés de simples instrumentos.
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer)
) –
– Device Description Services:
Device Description Services:
•
• Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que
Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que
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•
• Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que
Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que
permitem a um host obter mensagens de informações, tais
permitem a um host obter mensagens de informações, tais
como nome do fabricante, function blocks disponíveis, além
como nome do fabricante, function blocks disponíveis, além
de características de diagnóstico dos
de características de diagnóstico dos devices
devices;
;
•
• Podem ser interpretados como “drivers” dos devices
Podem ser interpretados como “drivers” dos devices
conectados à rede.
conectados à rede.
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer)
) –
– Device Description Services:
Device Description Services:
•
• O host da rede usa os serviços device description (DDS)
O host da rede usa os serviços device description (DDS)
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•
• O host da rede usa os serviços device description (DDS)
O host da rede usa os serviços device description (DDS)
para ler as informações necessárias de cada device;
para ler as informações necessárias de cada device;
•
• Todos os devices conectados a uma rede Fieldbus devem
Todos os devices conectados a uma rede Fieldbus devem
ter um device description;
ter um device description;
•
• Quando um novo device é inserido na rede, o host deve ser
Quando um novo device é inserido na rede, o host deve ser
alimentado com seu descritor.
alimentado com seu descritor.
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer)
) –
– Device Description Services:
Device Description Services:
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•
• Device descriptions eliminam a necessidade de
Device descriptions eliminam a necessidade de
revisar o software do sistema global de controle
revisar o software do sistema global de controle
quando são realizadas revisões nos devices
quando são realizadas revisões nos devices
existentes ou quando novos devices são
existentes ou quando novos devices são
acrescentados ao sistema de controle do processo.
acrescentados ao sistema de controle do processo.
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
FieldBus (Fieldbus Foundation)
FieldBus (Fieldbus Foundation)
Camada 8 (
Camada 8 (User Layer
User Layer)
) –
– Gerenciamento:
Gerenciamento:
•
• A porção da camada de usuário relacionada ao
A porção da camada de usuário relacionada ao
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•
• A porção da camada de usuário relacionada ao
A porção da camada de usuário relacionada ao
gerenciamento controla a execução de function
gerenciamento controla a execução de function
blocks em intervalos definidos de tempo;
blocks em intervalos definidos de tempo;
•
• Controla a comunicação de todos os parâmetros
Controla a comunicação de todos os parâmetros
Fieldbus usados pelos functions blocks;
Fieldbus usados pelos functions blocks;
•
• Automaticamente designa endereços aos
Automaticamente designa endereços aos devices
devices.
.
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Blocos avançados
Blocos avançados
Blocos avançados
Blocos avançados
Blocos avançados
Blocos avançados
Blocos avançados
Blocos avançados (especificação FF
(especificação FF-
-892)
892)
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Blocos múltiplos ou multiple I/O (Especificação FF
Blocos múltiplos ou multiple I/O (Especificação FF-
-893):
893):
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
Profibus
Profibus
Rede digital Process Bus capaz de comunicar informações entre
Rede digital Process Bus capaz de comunicar informações entre
um controlador master (host) e um device slave (intelligent
um controlador master (host) e um device slave (intelligent
process device), assim como entre um host e outro
process device), assim como entre um host e outro
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process device), assim como entre um host e outro
process device), assim como entre um host e outro
•
• Três tipos:
Três tipos:
-
- Profibus
Profibus-
-FMS;
FMS;
-
- Profibus
Profibus-
-DP;
DP;
-
- Profibus
Profibus-
-PA.
PA.
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Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
Profibus
Profibus-
-FMS
FMS
•
• Solução universal para a comunicação entre o nível
Solução universal para a comunicação entre o nível
superior, o nível de célula e o nível de devices;
superior, o nível de célula e o nível de devices;
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•
• O controle de nível de célula ocorre em áreas individuais
O controle de nível de célula ocorre em áreas individuais
(células); os controladores devem comunicar
(células); os controladores devem comunicar-
-se com outros
se com outros
sistemas supervisórios;
sistemas supervisórios;
•
• O Profibus
O Profibus-
-FMS utiliza a especificação de mensagem
FMS utiliza a especificação de mensagem
Fieldbus (FMS) para executar suas tarefas de comunicação
Fieldbus (FMS) para executar suas tarefas de comunicação
entre níveis hierárquicos (mensagens cíclicas e acíclicas).
entre níveis hierárquicos (mensagens cíclicas e acíclicas).
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
Profibus
Profibus-
-DP
DP
•
• Versão otimizada de rede Profibus, desenvolvida
Versão otimizada de rede Profibus, desenvolvida
para manipular comunicações com requisitos
para manipular comunicações com requisitos
críticos de tempo entre devices de sistemas de
críticos de tempo entre devices de sistemas de
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críticos de tempo entre devices de sistemas de
críticos de tempo entre devices de sistemas de
automação de fábricas;
automação de fábricas;
Profibus
Profibus-
-PA
PA
•
• Versão para a automação de processos do
Versão para a automação de processos do
Profibus. Especificação IEC 1158
Profibus. Especificação IEC 1158-
-2
2
Redes Industriais
Redes Industriais
Process Bus Networks
Process Bus Networks
Protocolo Profibus
Protocolo Profibus
Segue o modelo OSI, porém cada tipo de rede
Segue o modelo OSI, porém cada tipo de rede
Profibus contém pequenas variações nas camadas;
Profibus contém pequenas variações nas camadas;
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•
• Profibus
Profibus-
-FMS não define as camadas 3 a 6,
FMS não define as camadas 3 a 6,
implementando suas funções na LLI (Lower layer
implementando suas funções na LLI (Lower layer
interface) que é parte da camada 7;
interface) que é parte da camada 7;
•
• Implementa Fieldbus message specification
Implementa Fieldbus message specification
(FMS), a qual permite serviços de comunicação e
(FMS), a qual permite serviços de comunicação e
interfaces para o usuário.
interfaces para o usuário.
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Redes Industriais
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
Protocolo Profibus
Protocolo Profibus
Profibus
Profibus-
-DP
DP
•
• Não define as camadas 3 a 7;
Não define as camadas 3 a 7;
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•
• Não define as camadas 3 a 7;
Não define as camadas 3 a 7;
•
• DDLM (Direct data link mapper), localizado na
DDLM (Direct data link mapper), localizado na
camada 2, proporciona o mapeamento entre a
camada 2, proporciona o mapeamento entre a
interface do usuário e a camada 2 da rede
interface do usuário e a camada 2 da rede
Profibus
Profibus-
-DP.
DP.
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Redes Industriais
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Process Bus Networks
Process Bus Networks
Protocolo Profibus
Protocolo Profibus
Profibus
Profibus-
-PA
PA
•
• Utiliza o mesmo modelo do Profibus
Utiliza o mesmo modelo do Profibus-
-FMS, com
FMS, com
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•
• Utiliza o mesmo modelo do Profibus
Utiliza o mesmo modelo do Profibus-
-FMS, com
FMS, com
pequenas variações na camada 7;
pequenas variações na camada 7;
•
• A camada 7 implementa o software de controle
A camada 7 implementa o software de controle
dos function blocks e também contém uma
dos function blocks e também contém uma
linguagem de device description utilizada para
linguagem de device description utilizada para
identificação e endereçamento dos
identificação e endereçamento dos devices
devices.
.
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Redes Industriais
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Redes Industriais
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Process Bus Networks
Process Bus Networks Protocolo Profibus
Protocolo Profibus
A camada de enlace do Profibus (denominada
A camada de enlace do Profibus (denominada fieldbus data
fieldbus data
link layer
link layer –
– FDL) é equivalente à camada 2 do modelo OSI;
FDL) é equivalente à camada 2 do modelo OSI;
•
• Proporciona o controle de acesso ao meio e controle da
Proporciona o controle de acesso ao meio e controle da
integridade dos dados;
integridade dos dados;
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integridade dos dados;
integridade dos dados;
•
• O protocolo de acesso ao meio é um método híbrido de
O protocolo de acesso ao meio é um método híbrido de
comunicação que inclui um protocolo de passagem de token
comunicação que inclui um protocolo de passagem de token
para uso entre masters e um protocolo master
para uso entre masters e um protocolo master-
-slave (para
slave (para
comunicação entre um master e um device).
comunicação entre um master e um device).
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Process Bus Networks
Process Bus Networks Protocolo Profibus
Protocolo Profibus
•
• Através deste sistema híbrido de acesso ao meio,
Através deste sistema híbrido de acesso ao meio,
uma rede Profibus pode funcionar como um
uma rede Profibus pode funcionar como um
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uma rede Profibus pode funcionar como um
uma rede Profibus pode funcionar como um
sistema master
sistema master-
-slave, um sistema master
slave, um sistema master-
-master
master
(passagem de token) ou uma combinação de
(passagem de token) ou uma combinação de
ambos;
ambos;
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Redes Industriais
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ASI
ASI
Actuator Sensor
Actuator Sensor -
- Interface
Interface
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Actuator Sensor
Actuator Sensor -
- Interface
Interface
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ASI
• Desenvolvida por empresas alemãs e suiças
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• Desenvolvida por empresas alemãs e suiças
(lideradas pela Siemens) como alternativa de rede
para interligar sensores e atuadores discretos;
Em 1998 – padronização (EN50295)
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ASI - Características
Topologia Estrutura em Árvore
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Topologia Estrutura em Árvore
Meio Físico Cabo não blindado (dois
condutores para dados
e alimentação)
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ASI - Características
Comprimento
Máximo do Cabo
100m
Número de
Escravos
31 máx.
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Escravos
Número de pontos Até 4 sensores e 4
atuadores por escravo
máx. 31x4 = 124 bidirecional
máx. = 31x8 = 248 sinais binários
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ASI - Características
Endereçamento Cada escravo possui um
endereço determinado
(definido pelo mestre ou
interface de programação
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Mensagens Parte do Mestre para
um endereço único,
com resposta imediata
do escravo
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ASI - Características
bit rate transmissão de
4bit/escravo/mensagem. Todos os
escravos são chamados
seqüencialmente pelo mestre e
recebem 4bits de dados. Cada
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recebem 4bits de dados. Cada
escravo responde imediatamente
com 4bits de dados
tempo de ciclo (com
31 escravos)
5ms
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ASI - Características
Detecção de Erros Mensagens incorretas são
identificadas e retransmitidas
• Inicialização da Rede
• Identificação dos escravos
• Definição assíncrona dos
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Serviços do
Mestre
• Definição assíncrona dos
parâmetros para os escravos
• Diagnóstico do barramento e
dos escravos
• Mensagens de erro para o host
• Definição de endereços em
escravos substituídos
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ASI - Características
Operação do
Mestre
• Realiza pooling cíclico de
todos os participantes
• Realiza a transmissão
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Mestre • Realiza a transmissão
cíclica de dados para o
host ou para os escravos
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ASI – Faixa de Aplicação
Profibus
DP
Profibus
FMS
ControlNet
DeviceNet
ATM
Ethernet
WorldFIP
Profibus
PA
Controle
Negócio
IEC/SP50
H2
IEC/SP50
H1
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Interbus
ASI
Profibus
DP
Seriplex
Profibus
FMS
CAN
ControlNet
DeviceNet
SDS
Ethernet
WorldFIP
LonWorks
Hart
Profibus
PA
Controle
Discreto
Aplicações Controle de
Processos
Bit
Controle
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ASI Nova norma (2.1)
Novas funcionalidades
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- Ampliação do número de escravos para 62
- Capacidade máxima do barramento: 248+186 I/O (tempo
de ciclo de 5ms para 10ms)
- Número de profiles de escravos apliado de 15 para 225
com adição de novos ID codes
- Melhor tratamento de sinais analógicos.
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ASI - Conectividade
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Uso
Uso de
de variáveis
variáveis analógicas
analógicas:
:
Cada
Cada Escravo
Escravo pode
pode enviar
enviar apenas
apenas 4
4bits
bits por
por
ciclo
ciclo
ASI
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Palavras maiores devem ser divididas e
Palavras maiores devem ser divididas e
enviadas em diversos ciclos, até que a
enviadas em diversos ciclos, até que a
mensagem completa tenha sido enviada
mensagem completa tenha sido enviada
Valor analógico de 16 bits →
→
→
→ 7 ciclos
Valor analógico de 12 bits →
→
→
→ 6 ciclos
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Uso
Uso de
de variáveis
variáveis analógicas
analógicas:
:
Embora
Embora a
a leitura
leitura de
de uma
uma variável
variável analógica
analógica
dure
dure 30
30ms/
ms/35
35ms
ms (
(6
6 ou
ou 7
7 ciclos)
ciclos) todas
todas as
as
variáveis
variáveis discretas
discretas continuam
continuam sendo
sendo lidas
lidas
com
com ciclos
ciclos de
de 5
5ms
ms
ASI
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com
com ciclos
ciclos de
de 5
5ms
ms
Redes Industriais
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Rede
Rede Determinística
Determinística:
:
-
- apenas
apenas um
um mestre
mestre
-
- acesso
acesso por
por pooling
pooling cíclico
cíclico
ASI - Determinísmo
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Cada
Cada dispositivo
dispositivo é
é endereçado
endereçado em
em um
um tempo
tempo
definido
definido
tempo
tempo de
de ciclo
ciclo de
de 5
5ms
ms (para
(para 31
31 escravos)
escravos)
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Modulação
Modulação por
por pulsos
pulsos alternados
alternados
Codificação
Codificação em
em banda
banda base
base
Taxa
Taxa bruta
bruta de
de transferência
transferência de
de dados
dados na
na
ASI – Acesso Camada Física
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Taxa
Taxa bruta
bruta de
de transferência
transferência de
de dados
dados na
na
rede
rede:
: 167
167Kbps
Kbps
Taxa
Taxa líquida
líquida:
: 53
53.
.3
3Kbps
Kbps
Eficiência
Eficiência de
de 32
32%
%
Redes Industriais
Redes Industriais
Ciclo
Ciclo de
de Barramento
Barramento formado
formado por
por 4
4 fases
fases:
:
-
- Pedido
Pedido do
do Mestre
Mestre
ASI - Mensagens
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-
- Pedido
Pedido do
do Mestre
Mestre
-
- Pausa
Pausa do
do Mestre
Mestre
-
- Resposta
Resposta do
do Escravo
Escravo
-
- Pausa
Pausa do
do Escravo
Escravo
Redes Industriais
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ASI - Mensagens
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Formato
Formato do
do Frame
Frame:
:
ASI - Mensagens
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ST: Start Bit
SB: Control Bit
0: dado ou parâmetro
1: comando
A4..A0: Endereço do Escravo (5bits)
I4..I0: Informação a ser transm. (5bits)
PB: Bit paridade
EB: Bit final 1bit: 6us
Redes Industriais
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ASI - Mensagens
Data Exchange:
Data Exchange:
Tipo mais comum de mensagem. Transfere
Tipo mais comum de mensagem. Transfere
um padrão de bitas para um escravo e no
um padrão de bitas para um escravo e no
mesmo comando lê sua resposta
mesmo comando lê sua resposta
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mesmo comando lê sua resposta
mesmo comando lê sua resposta
Dado/parâmetro
Dado a ser enviado
à saída do escravo
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ASI - Mensagens
Write Parameter:
Write Parameter:
Escreve uma palavra de configuração do
Escreve uma palavra de configuração do
comportamento do escravo
comportamento do escravo
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Dado/parâmetro
Palavra de
configuração do
escravo
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ASI - Mensagens
Definição do Endereço de um Nó
Definição do Endereço de um Nó
São necessários dois comandos:
São necessários dois comandos:
Delete_Operating_Address
Delete_Operating_Address –
– apaga o endereço do Nó
apaga o endereço do Nó
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Assign_Address
Assign_Address -
- atribui o novo endereço
atribui o novo endereço
O nó deve possuir o endereço 0 para poder receber
um novo endereço
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ASI - Mensagens
Delete_Operating_Address:
Delete_Operating_Address:
Apaga o endereço de um nó
Apaga o endereço de um nó
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Comando
Endereço do nó Zera o Endereço do
nó
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ASI - Mensagens
Address Assign:
Address Assign:
Atribui novo endereço a um nó
Atribui novo endereço a um nó
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Dado/Parâmetro
Endereço velho Endereço Novo
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ASI - Mensagens
Configuração de I/O:
Configuração de I/O:
A mensagem
A mensagem Read I/O Configuration
Read I/O Configuration é utilizada para ler a
é utilizada para ler a
configuração de I/O de um dispositivo, segundo os padrões
configuração de I/O de um dispositivo, segundo os padrões
abaixo:
abaixo:
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ASI - Mensagens
Read I/O Configuration:
Read I/O Configuration:
Lê configuração de I/O de um nó
Lê configuração de I/O de um nó
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Comando
Endereço do nó
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ASI - Mensagens
Read ID Code:
Read ID Code:
Lê código do dispositivo (parâmetro definido durante a
Lê código do dispositivo (parâmetro definido durante a
fabricação do componente, o qual não pode ser mudado;
fabricação do componente, o qual não pode ser mudado;
define o perfil do dispositivo)
define o perfil do dispositivo)
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Comando
Endereço do nó
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ASI - Mensagens
Read Status:
Read Status:
Lê bits de status do dispositivo
Lê bits de status do dispositivo
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ASI - Mensagens
Read Status:
Read Status:
Lê bits de status do dispositivo
Lê bits de status do dispositivo
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Comando
Endereço do nó
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ASI – Equipamento Mínimo
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ASI – Estrutura da Rede
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ASI
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Treinamento em redes de comunicação industrial

  • 1.
    Redes Industriais Redes Industriais RedesIndustriais Redes Industriais (Redes de Barramento ou I/O Bus Network) (Redes de Barramento ou I/O Bus Network) Prof. Associado Mário Luiz Tronco
  • 2.
    Redes Industriais Redes Industriais FunçãoBásica: comunicação entre dispositivos de campo (devices) que estão conectados a um barramento, além de fornecer alimentação elétrica; • Comunicação baseada em protocolos (padrões); Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • Comunicação baseada em protocolos (padrões); • Uso de I/O bus network scanner.para leitura/escrita dos devices (PLC scanner); • Possibilidade de 2048 ou mais devices conectados.
  • 3.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 4.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Conexão entre um PLC, uma Rede Local e uma Rede I/O Bus
  • 5.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Conexões para uma Rede I/O Bus
  • 6.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Intelligent Field Device
  • 7.
    Redes Industriais Redes Industriais Tiposde I/O Bus Networks Tipos de I/O Bus Networks I/O Bus Networks podem ser divididas em duas categorias: I/O Bus Networks podem ser divididas em duas categorias: - uma que trabalha com dispositivos de baixo nível relacionados às operações discretas em manufatura integrada; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco - outra que trabalha com dispositivos de alto nível presentes em processos industriais. Device Bus Networks Process Bus Networks
  • 8.
    Redes Industriais Redes Industriais Tiposde I/O Bus Networks Tipos de I/O Bus Networks Device Bus Networks Device Bus Networks: : Interligam dispositivos low-level (chaves, limit switches, etc) os quais transmitem dados relativos ao estado do dispositivo (ON/OFF) e seu status operacional (OK, com falha) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco (ON/OFF) e seu status operacional (OK, com falha) Geralmente, processam somente poucos bits ou alguns bytes de dados A maioria dos devices nestas redes são digitais.
  • 9.
    Redes Industriais Redes Industriais Tiposde I/O Bus Networks Tipos de I/O Bus Networks Process Bus Networks Process Bus Networks: : Interligam dispositivos high-level (válvulas, medidores de vazão, etc.) que são normalmente utilizados em aplicações de Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco vazão, etc.) que são normalmente utilizados em aplicações de controle de processos. Geralmente, processam grandes volumes de dados, relacionados ao processo e aos próprios devices. A maioria dos devices nestas redes são analógicos.
  • 10.
    Redes Industriais Redes Industriais Classificação Classificação deI/O Bus de I/O Bus Networks Networks Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco 1 – 50 bytes / tempo menos de 8 bits por dispositivo
  • 11.
    Redes Industriais Redes Industriais Allen-Bradley Protocolosde I/O Bus Networks Protocolos de I/O Bus Networks Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Allen-Bradley Honeywell
  • 12.
    Redes Industriais Redes Industriais Vantagensdo uso I/O Bus Networks Vantagens do uso I/O Bus Networks Embora Embora Device Bus Networks Device Bus Networks estejam relacionadas a estejam relacionadas a dispositivos discretos e dispositivos discretos e Process Bus Networks Process Bus Networks a dispositivos a dispositivos analógicos, analógicos, ambas transmitem informações digitalmente ambas transmitem informações digitalmente: : • • Diversos dispositivos conectados ao barramento; Diversos dispositivos conectados ao barramento; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Diversos dispositivos conectados ao barramento; Diversos dispositivos conectados ao barramento; • • endereçamento; endereçamento; • • menor interferência eletromagnética; menor interferência eletromagnética; • • menor quantidade de conversões A/D e D/A; menor quantidade de conversões A/D e D/A; • • cabeamento simplificado. cabeamento simplificado.
  • 13.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Quilômetros de cabos dedicados Um único cabo
  • 14.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks Implementações: Implementações: • • InterBus InterBus- -S S Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • InterBus InterBus- -S S • • CANbus CANbus - - DeviceNet DeviceNet - - SDS SDS
  • 15.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte-WideDevice Bus Networks InterBus InterBus- -S S • • Rede de Barramento Sensor/Atuador para conectar devices discretos e analógicos a um PLC ou Computador via configuração em Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco PLC ou Computador via configuração em anel; • Possibilidade de 256 nós, para interligação de até 4096 devices I/O; • Velocidade de até 500Kbaud com deteção de erro (CRC).
  • 16.
    Redes Industriais Redes Industriais Placa Controlador aInterbus Módulo de 8 I/O Interbus Módulo Interbus Com Módulo Terminal Bus e Módulos de I/O Analógicos Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Chips com Protocolo Interbus disponíveis para aplicações I/O customizadas Módulo de I/O Interbus Válvulas Pneumáticas Control Drive Terminal Remoto Módulo de I/O Bloco de Terminais
  • 17.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks InterBus InterBus- -S S • • Os endereços dos I/O Os endereços dos I/O devices devices são são automaticamente determinados por sua automaticamente determinados por sua localização física; localização física; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco localização física; localização física; • • O Controlador de Interface (Host) examina O Controlador de Interface (Host) examina continuamente os dados dos I/O continuamente os dados dos I/O devices devices, , lendo todas as entradas e posteriormente lendo todas as entradas e posteriormente escrevendo os dados de saída; escrevendo os dados de saída;
  • 18.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks InterBus InterBus- -S S • • A rede transmite os dados em A rede transmite os dados em frames frames, os , os quais possibilitam a atualização simultânea quais possibilitam a atualização simultânea Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco quais possibilitam a atualização simultânea quais possibilitam a atualização simultânea de todos os de todos os devices devices na rede; na rede; • • Utiliza as camadas 1, 2 e 7 do modelo de Utiliza as camadas 1, 2 e 7 do modelo de referência OSI. referência OSI.
  • 19.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks InterBus InterBus- -S S - - Características Características Camada Física (layer 1) Camada Física (layer 1) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Camada Física (layer 1) Camada Física (layer 1) • • Anel em hardware (Auto configuração, sem Anel em hardware (Auto configuração, sem necessidade de setar endereços); necessidade de setar endereços); • • Cabeamento com par trançado, fibra, etc. Cabeamento com par trançado, fibra, etc. (apropriado a diversos ambientes industriais) (apropriado a diversos ambientes industriais)
  • 20.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks InterBus InterBus- -S S - - Características Características Camada de Enlace (layer 2) Camada de Enlace (layer 2) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Camada de Enlace (layer 2) Camada de Enlace (layer 2) • • Full Full- -duplex (todos os devices atualizados duplex (todos os devices atualizados simultaneamente); simultaneamente); • • Leitura e escrita de 4096 entradas/saídas Leitura e escrita de 4096 entradas/saídas digitais em 14ms; digitais em 14ms; • • Checagem de erro (CRC). Checagem de erro (CRC).
  • 21.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks InterBus InterBus- -S S - - Características Características Camada de Aplicação (layer 3 Camada de Aplicação (layer 3 – – nível 7) nível 7) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Camada de Aplicação (layer 3 Camada de Aplicação (layer 3 – – nível 7) nível 7) • • Diagnóstico de falhas; Diagnóstico de falhas; • • Suporta sinais digitais e analógicos e Suporta sinais digitais e analógicos e mensagens client mensagens client- -server (adequados para o server (adequados para o controle distribuido); controle distribuido); • • Conecta até 256 nós (flexibilidade). Conecta até 256 nós (flexibilidade).
  • 22.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks InterBus InterBus- -S S - - Características Características Conectividade: Conectividade: Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Conectividade: Conectividade: • • Centenas de Fabricantes de produtos Centenas de Fabricantes de produtos compatíves; compatíves; • • Padrões DIN 19258 para Robôs, Drives, Padrões DIN 19258 para Robôs, Drives, Controladores de Processos, Encoders além de Controladores de Processos, Encoders além de interfaces para o operador. interfaces para o operador.
  • 23.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks Implementações: Implementações: • • InterBus InterBus- -S S Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • InterBus InterBus- -S S • • CANbus CANbus - - DeviceNet DeviceNet - - SDS SDS
  • 24.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks CANBus CANBus • • Rede de Barramento baseado na Rede de Barramento baseado na tecnologia dos Chips CAN, amplamente tecnologia dos Chips CAN, amplamente Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco tecnologia dos Chips CAN, amplamente tecnologia dos Chips CAN, amplamente utilizados em automóveis para controle; utilizados em automóveis para controle; • • Sistema Sistema open protocol open protocol, com mensagens , com mensagens de tamanho variável (até 8 bytes), com de tamanho variável (até 8 bytes), com arbitragem não destrutiva e arbitragem não destrutiva e gerenciamento de erros; gerenciamento de erros;
  • 25.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks CANBus CANBus • • Barramento a 5 fios (2 para alimentação, Barramento a 5 fios (2 para alimentação, dois para sinal e um terra); dois para sinal e um terra); Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco dois para sinal e um terra); dois para sinal e um terra); • • Comunicação master Comunicação master- -slave ou peer slave ou peer- -to to- - peer; peer;
  • 26.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks CANBus CANBus Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 27.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks CANBus CANBus – – DeviceNet DeviceNet • • Suporta até 64 Nós e até 2048 Suporta até 64 Nós e até 2048 devices devices I/O; I/O; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 28.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks CANBus CANBus – – DeviceNet DeviceNet Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 29.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks CANBus CANBus – – SDS (Smart Distributed System) SDS (Smart Distributed System) • • Suporta até 64 Nós com possibilidade de expansão Suporta até 64 Nós com possibilidade de expansão para 126 pontos endereçáveis, com o uso de interfaces para 126 pontos endereçáveis, com o uso de interfaces multiport I/O multiport I/O Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco multiport I/O multiport I/O
  • 30.
    Redes Industriais Redes Industriais Byte Byte- -WideDevice Bus Wide Device Bus Networks Networks CANBus CANBus – – SDS SDS Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 31.
    Redes Industriais Redes Industriais Bit Bit- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks • • Utilizadas para aplicações envolvendo simples Utilizadas para aplicações envolvendo simples devices ON/OFF; devices ON/OFF; • • Podem transmitir somente 4bits de informação por Podem transmitir somente 4bits de informação por vez; vez; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Proporcionam alto desempenho e baixo custo Proporcionam alto desempenho e baixo custo Bit Bit- -Wide Device Bus Wide Device Bus - - ASI ASI - - InterBus Loop InterBus Loop - - Seriplex Seriplex
  • 32.
    Redes Industriais Redes Industriais Bit Bit- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks - - ASI (Actuator Sensor Interface) ASI (Actuator Sensor Interface) • • Possibilidade de até 124 I/O Possibilidade de até 124 I/O devices devices; ; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Possibilidade de até 124 I/O Possibilidade de até 124 I/O devices devices; ; • • Conexão de até 31 nós ( Conexão de até 31 nós (tree, star, ring topology tree, star, ring topology); ); • • Baseado no Chip ASI; Baseado no Chip ASI; • • Inclui dispositivos como sensores de proximidade, Inclui dispositivos como sensores de proximidade, sensores fotoelétricos, sensores fotoelétricos, limit switches limit switches, etc.) , etc.)
  • 33.
    Redes Industriais Redes Industriais Bit Bit- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks - - ASI ASI Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 34.
    Redes Industriais Redes Industriais Bit Bit- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks - -ASI ASI - - Uso de barramento a dois fios; Uso de barramento a dois fios; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco - - Uso de barramento a dois fios; Uso de barramento a dois fios; - - Tempo de ciclo de 5ms; Tempo de ciclo de 5ms; - - Taxa de 167Kbps; Taxa de 167Kbps; - - Tamanho máximo do cabo 100m; Tamanho máximo do cabo 100m;
  • 35.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 36.
    Redes Industriais Redes Industriais Bit Bit- -WideDevice Bus Networks Wide Device Bus Networks - - Seriplex Seriplex - - Pode conectar até 510 Pode conectar até 510 devices devices I/O; I/O; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco - - Pode conectar até 510 Pode conectar até 510 devices devices I/O; I/O; - - Configuração master Configuração master- -slave ou peer slave ou peer- -to to- -peer; peer; - - Baseado no Chip ASIC; Baseado no Chip ASIC; - - Distâncias de até 1000m (star, loop, tree ou Distâncias de até 1000m (star, loop, tree ou multidrop configuration). multidrop configuration).
  • 37.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 38.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Rede de comunicação digital, de alto nível, utilizada para Rede de comunicação digital, de alto nível, utilizada para conectar conectar devices devices analógicos a um sistema de controle. analógicos a um sistema de controle. O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a O tamanho da informação (pacote) que é lida/entregue a estes dispositivos é grande, devido à natureza da estes dispositivos é grande, devido à natureza da informação coletada no nível de processo. informação coletada no nível de processo. FieldBus FieldBus Profibus Profibus
  • 39.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus FieldBus Profibus Profibus • • Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo Embora trabalhem com taxas de 1 ou 2Mbps, seu tempo de resposta é considerado lento em função da grande de resposta é considerado lento em função da grande quantidade de informação transmitida; quantidade de informação transmitida; • • Esta velocidade é apropriada para aplicações de Esta velocidade é apropriada para aplicações de processo, já que processos analógicos não respondem processo, já que processos analógicos não respondem instantaneamente, como no controle discreto. instantaneamente, como no controle discreto.
  • 40.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 41.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) • • Sistema de comunicação digital, serial, Sistema de comunicação digital, serial, Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Sistema de comunicação digital, serial, Sistema de comunicação digital, serial, multiport, two multiport, two- -way, que conecta equipamentos way, que conecta equipamentos (sensores inteligentes, atuadores, etc.) com (sensores inteligentes, atuadores, etc.) com controladores (PLC controladores (PLC´ ´s, etc.). s, etc.). • • Utiliza um par de fios; Utiliza um par de fios; • • compatibilidade com diversos equipamentos. compatibilidade com diversos equipamentos.
  • 42.
    Redes Industriais Redes Industriais FOUNDATIONFIELDBUS (FF) FOUNDATION FIELDBUS (FF) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 43.
    Redes Industriais Redes Industriais FoundationFieldbus Padronização - duas redes FF: • uma de baixa velocidade concebida para Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • uma de baixa velocidade concebida para interligação de instrumentos (H1 - 31,25 kbps); • outra de alta velocidade utilizada para integração das demais redes e para a ligação de dispositivos de alta velocidade como CLPs (HSE - 100 Mpbs). .
  • 44.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 45.
    Redes Industriais Redes Industriais RedeH1 - 31,25 kbps Vantagens na substituição da instrumentação convencional: • Redução do cabeamento, painéis, borneiras, fontes de Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • Redução do cabeamento, painéis, borneiras, fontes de alimentação, conversores e espaço na sala de controle. • • • • Alimentação do instrumento pelo mesmo cabo de sinal; • • • • Opções de segurança;
  • 46.
    Redes Industriais Redes Industriais • • • •Capacidade de realizar funções de diagnóstico, configuração, calibração via rede permitindo data minning de dados de instrumentação em tempo real (manutenção pró- Rede H1 - 31,25 kbps - Vantagens na substituição de a instrumentação convencional: Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco ativa); • • • • Capacidade de auto sensing (auto reconhecimento) do instrumento permitindo fácil instalação e download de parâmetros; • • • • Redução dos custos de engenharia, instalação e manutenção.
  • 47.
    Redes Industriais Redes Industriais RedeFF – acesso ao instrumento e não até o último elemento inteligente (PLC ou outro dispositivo) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 48.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 49.
    Redes Industriais Redes Industriais Arquitetura Arquitetura Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 50.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) • • Baseado em três camadas do modelo OSI (1 Baseado em três camadas do modelo OSI (1 – – Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Baseado em três camadas do modelo OSI (1 Baseado em três camadas do modelo OSI (1 – – física, 2 física, 2 – – enlace e 7 enlace e 7 – – aplicação) aplicação) – – referenciadas referenciadas como como communication stack communication stack; ; • • Adição de uma camada acima da camada de Adição de uma camada acima da camada de aplicação, denominada camada de usuário. aplicação, denominada camada de usuário.
  • 51.
    Redes Industriais Redes Industriais Process ProcessBus Networks Bus Networks FieldBus FieldBus ( (Fieldbus Fieldbus Foundation Foundation) ) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 52.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 53.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 54.
    Redes Industriais Redes Industriais Camada CamadaFísica Física • • Padronizada pela norma IEC 61158 Padronizada pela norma IEC 61158- -2; 2; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Os sinais H1 são codificados utilizando Os sinais H1 são codificados utilizando codificação Manchester Bifase codificação Manchester Bifase- -L; L; • • Comunicação síncrona que envia os sinais de Comunicação síncrona que envia os sinais de dados combinados com o relógio. dados combinados com o relógio.
  • 55.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 56.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camadas 2 e 7 ( Camadas 2 e 7 (Communication Stack Communication Stack): ): • • Link Active Scheduler Link Active Scheduler – – controlador de bus determinístico controlador de bus determinístico Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Link Active Scheduler Link Active Scheduler – – controlador de bus determinístico controlador de bus determinístico centralizado, baseado nos padrões IEC e ISA (camada 2); centralizado, baseado nos padrões IEC e ISA (camada 2); • • Fieldbus messaging specification Fieldbus messaging specification (FMS) (FMS) – – codifica e codifica e decodifica comandos da camada do usuário; decodifica comandos da camada do usuário; • • Uso de dois tipos de transmissão de mensagens: cíclica e Uso de dois tipos de transmissão de mensagens: cíclica e acíclica; acíclica;
  • 57.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camadas 2 e 7 ( Camadas 2 e 7 (Communication Stack Communication Stack): ): • • Transmissão de mensagens cíclicas Transmissão de mensagens cíclicas: ocorre em : ocorre em Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Transmissão de mensagens cíclicas Transmissão de mensagens cíclicas: ocorre em : ocorre em tempos regulares, programados. O tempos regulares, programados. O device device master master monitora a ocupação da rede e então delibera aos monitora a ocupação da rede e então delibera aos devices devices slave permissões para enviar mensagens slave permissões para enviar mensagens pela rede em instantes específicos de tempo; pela rede em instantes específicos de tempo; • • Outros Outros devices devices podem “escutar” e receber estas podem “escutar” e receber estas mensagens. mensagens.
  • 58.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camadas 2 e 7 ( Camadas 2 e 7 (Communication Stack Communication Stack): ): • • Transmissão de mensagens acíclicas Transmissão de mensagens acíclicas: ocorre entre : ocorre entre Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco as mensagens cíclicas, quando um as mensagens cíclicas, quando um device device master master envia uma mensagem de informação para um envia uma mensagem de informação para um device device slave; slave; • • Envolvem, tipicamente, sinais de alarme ou Envolvem, tipicamente, sinais de alarme ou comandos especiais para obtenção de informações comandos especiais para obtenção de informações de diagnóstico dos de diagnóstico dos devices devices. .
  • 59.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 60.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer): ): • • Implementa a estratégia de controle distribuído Implementa a estratégia de controle distribuído Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Implementa a estratégia de controle distribuído Implementa a estratégia de controle distribuído Fieldbus, o qual contém três elementos chave: Fieldbus, o qual contém três elementos chave: Blocos de Funções Blocos de Funções, , Serviços de Descrição de Serviços de Descrição de Devices Devices e e Gerenciamento Gerenciamento; ; • • Define o modelo de software para a interação do Define o modelo de software para a interação do usuário com a rede. usuário com a rede.
  • 61.
    Redes Industriais Redes Industriais Camadade aplica Camada de aplicaçã ção e blocos o e blocos A camada de aplica A camada de aplicaçã ção utiliza o conceito de o utiliza o conceito de blocos blocos para realizar todas suas fun para realizar todas suas funçõ ções. es. Existem tr Existem trê ês tipos de blocos b s tipos de blocos bá ásicos: sicos: Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • blocos de recursos e blocos de transdutores, blocos de recursos e blocos de transdutores, utilizados para configurar os dispositivos utilizados para configurar os dispositivos • • blocos de fun blocos de funçã ção, utilizados para construir a o, utilizados para construir a estrat estraté égia de controle. gia de controle.
  • 62.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 63.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer) ) – – Function Blocks: Function Blocks: • • Funções que permitem operações de entrada/saída, tais Funções que permitem operações de entrada/saída, tais Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Funções que permitem operações de entrada/saída, tais Funções que permitem operações de entrada/saída, tais como: como: - -entradas/saídas analógicas, entradas/saídas analógicas, - - Controle PID; Controle PID; - - entrada/saída discreta; entrada/saída discreta; - - ajuste de ganho/bias, etc. ajuste de ganho/bias, etc.
  • 64.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer) ) – – Function Blocks: Function Blocks: • • Permitem a programação de devices com blocos contendo Permitem a programação de devices com blocos contendo instruções disponíveis no sistema; instruções disponíveis no sistema; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco instruções disponíveis no sistema; instruções disponíveis no sistema; • • Através destes blocos, o usuário pode configurar os Através destes blocos, o usuário pode configurar os algoritmos de controle e implementá algoritmos de controle e implementá- -los diretamente los diretamente através dos devices; através dos devices; • • Os devices podem, então, executar rotinas de software. Os devices podem, então, executar rotinas de software.
  • 65.
    Redes Industriais Redes Industriais FunctionBlock Process Process Bus Networks Bus Networks - - FieldBus FieldBus ( (Fieldbus Fieldbus Foundation Foundation) ) Exemplo Exemplo: Loop de controle : Loop de controle Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Lê informações analógicas do processo, executa um PID function Block e gera saída analógica de controle para uma válvula inteligente.
  • 66.
    Redes Industriais Redes Industriais FunctionBlock Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Esta configuração implementa um loop independente, auto-regulável, o qual obtém seus dados de entrada do medidor de fluxo; As informações relativas aos parâmetros de fluxo necessários são enviadas pelo Controlador Host à válvula inteligente, de tal forma que ela possa executar corretamente seus próprios function blocks;
  • 67.
    Redes Industriais Redes Industriais FunctionBlock Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Os function blocks permitem que os devices sejam representados na rede como uma coleção de blocos de instruções de software, ao invés de simples instrumentos.
  • 68.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer) ) – – Device Description Services: Device Description Services: • • Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que Device Descriptions (DD) são mecanismos de software que permitem a um host obter mensagens de informações, tais permitem a um host obter mensagens de informações, tais como nome do fabricante, function blocks disponíveis, além como nome do fabricante, function blocks disponíveis, além de características de diagnóstico dos de características de diagnóstico dos devices devices; ; • • Podem ser interpretados como “drivers” dos devices Podem ser interpretados como “drivers” dos devices conectados à rede. conectados à rede.
  • 69.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer) ) – – Device Description Services: Device Description Services: • • O host da rede usa os serviços device description (DDS) O host da rede usa os serviços device description (DDS) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • O host da rede usa os serviços device description (DDS) O host da rede usa os serviços device description (DDS) para ler as informações necessárias de cada device; para ler as informações necessárias de cada device; • • Todos os devices conectados a uma rede Fieldbus devem Todos os devices conectados a uma rede Fieldbus devem ter um device description; ter um device description; • • Quando um novo device é inserido na rede, o host deve ser Quando um novo device é inserido na rede, o host deve ser alimentado com seu descritor. alimentado com seu descritor.
  • 70.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer) ) – – Device Description Services: Device Description Services: Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Device descriptions eliminam a necessidade de Device descriptions eliminam a necessidade de revisar o software do sistema global de controle revisar o software do sistema global de controle quando são realizadas revisões nos devices quando são realizadas revisões nos devices existentes ou quando novos devices são existentes ou quando novos devices são acrescentados ao sistema de controle do processo. acrescentados ao sistema de controle do processo.
  • 71.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks FieldBus (Fieldbus Foundation) FieldBus (Fieldbus Foundation) Camada 8 ( Camada 8 (User Layer User Layer) ) – – Gerenciamento: Gerenciamento: • • A porção da camada de usuário relacionada ao A porção da camada de usuário relacionada ao Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • A porção da camada de usuário relacionada ao A porção da camada de usuário relacionada ao gerenciamento controla a execução de function gerenciamento controla a execução de function blocks em intervalos definidos de tempo; blocks em intervalos definidos de tempo; • • Controla a comunicação de todos os parâmetros Controla a comunicação de todos os parâmetros Fieldbus usados pelos functions blocks; Fieldbus usados pelos functions blocks; • • Automaticamente designa endereços aos Automaticamente designa endereços aos devices devices. .
  • 72.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 73.
    Redes Industriais Redes Industriais Blocosavançados Blocos avançados Blocos avançados Blocos avançados Blocos avançados Blocos avançados Blocos avançados Blocos avançados (especificação FF (especificação FF- -892) 892) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 74.
    Redes Industriais Redes Industriais Blocosmúltiplos ou multiple I/O (Especificação FF Blocos múltiplos ou multiple I/O (Especificação FF- -893): 893): Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 75.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 76.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Profibus Profibus Rede digital Process Bus capaz de comunicar informações entre Rede digital Process Bus capaz de comunicar informações entre um controlador master (host) e um device slave (intelligent um controlador master (host) e um device slave (intelligent process device), assim como entre um host e outro process device), assim como entre um host e outro Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco process device), assim como entre um host e outro process device), assim como entre um host e outro • • Três tipos: Três tipos: - - Profibus Profibus- -FMS; FMS; - - Profibus Profibus- -DP; DP; - - Profibus Profibus- -PA. PA.
  • 77.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 78.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Profibus Profibus- -FMS FMS • • Solução universal para a comunicação entre o nível Solução universal para a comunicação entre o nível superior, o nível de célula e o nível de devices; superior, o nível de célula e o nível de devices; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • O controle de nível de célula ocorre em áreas individuais O controle de nível de célula ocorre em áreas individuais (células); os controladores devem comunicar (células); os controladores devem comunicar- -se com outros se com outros sistemas supervisórios; sistemas supervisórios; • • O Profibus O Profibus- -FMS utiliza a especificação de mensagem FMS utiliza a especificação de mensagem Fieldbus (FMS) para executar suas tarefas de comunicação Fieldbus (FMS) para executar suas tarefas de comunicação entre níveis hierárquicos (mensagens cíclicas e acíclicas). entre níveis hierárquicos (mensagens cíclicas e acíclicas).
  • 79.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Profibus Profibus- -DP DP • • Versão otimizada de rede Profibus, desenvolvida Versão otimizada de rede Profibus, desenvolvida para manipular comunicações com requisitos para manipular comunicações com requisitos críticos de tempo entre devices de sistemas de críticos de tempo entre devices de sistemas de Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco críticos de tempo entre devices de sistemas de críticos de tempo entre devices de sistemas de automação de fábricas; automação de fábricas; Profibus Profibus- -PA PA • • Versão para a automação de processos do Versão para a automação de processos do Profibus. Especificação IEC 1158 Profibus. Especificação IEC 1158- -2 2
  • 80.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Protocolo Profibus Protocolo Profibus Segue o modelo OSI, porém cada tipo de rede Segue o modelo OSI, porém cada tipo de rede Profibus contém pequenas variações nas camadas; Profibus contém pequenas variações nas camadas; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Profibus Profibus- -FMS não define as camadas 3 a 6, FMS não define as camadas 3 a 6, implementando suas funções na LLI (Lower layer implementando suas funções na LLI (Lower layer interface) que é parte da camada 7; interface) que é parte da camada 7; • • Implementa Fieldbus message specification Implementa Fieldbus message specification (FMS), a qual permite serviços de comunicação e (FMS), a qual permite serviços de comunicação e interfaces para o usuário. interfaces para o usuário.
  • 81.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 82.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Protocolo Profibus Protocolo Profibus Profibus Profibus- -DP DP • • Não define as camadas 3 a 7; Não define as camadas 3 a 7; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Não define as camadas 3 a 7; Não define as camadas 3 a 7; • • DDLM (Direct data link mapper), localizado na DDLM (Direct data link mapper), localizado na camada 2, proporciona o mapeamento entre a camada 2, proporciona o mapeamento entre a interface do usuário e a camada 2 da rede interface do usuário e a camada 2 da rede Profibus Profibus- -DP. DP.
  • 83.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 84.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Protocolo Profibus Protocolo Profibus Profibus Profibus- -PA PA • • Utiliza o mesmo modelo do Profibus Utiliza o mesmo modelo do Profibus- -FMS, com FMS, com Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • • Utiliza o mesmo modelo do Profibus Utiliza o mesmo modelo do Profibus- -FMS, com FMS, com pequenas variações na camada 7; pequenas variações na camada 7; • • A camada 7 implementa o software de controle A camada 7 implementa o software de controle dos function blocks e também contém uma dos function blocks e também contém uma linguagem de device description utilizada para linguagem de device description utilizada para identificação e endereçamento dos identificação e endereçamento dos devices devices. .
  • 85.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 86.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Protocolo Profibus Protocolo Profibus A camada de enlace do Profibus (denominada A camada de enlace do Profibus (denominada fieldbus data fieldbus data link layer link layer – – FDL) é equivalente à camada 2 do modelo OSI; FDL) é equivalente à camada 2 do modelo OSI; • • Proporciona o controle de acesso ao meio e controle da Proporciona o controle de acesso ao meio e controle da integridade dos dados; integridade dos dados; Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco integridade dos dados; integridade dos dados; • • O protocolo de acesso ao meio é um método híbrido de O protocolo de acesso ao meio é um método híbrido de comunicação que inclui um protocolo de passagem de token comunicação que inclui um protocolo de passagem de token para uso entre masters e um protocolo master para uso entre masters e um protocolo master- -slave (para slave (para comunicação entre um master e um device). comunicação entre um master e um device).
  • 87.
    Redes Industriais Redes Industriais ProcessBus Networks Process Bus Networks Protocolo Profibus Protocolo Profibus • • Através deste sistema híbrido de acesso ao meio, Através deste sistema híbrido de acesso ao meio, uma rede Profibus pode funcionar como um uma rede Profibus pode funcionar como um Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco uma rede Profibus pode funcionar como um uma rede Profibus pode funcionar como um sistema master sistema master- -slave, um sistema master slave, um sistema master- -master master (passagem de token) ou uma combinação de (passagem de token) ou uma combinação de ambos; ambos;
  • 88.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 89.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI ASI ActuatorSensor Actuator Sensor - - Interface Interface Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Actuator Sensor Actuator Sensor - - Interface Interface
  • 90.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI •Desenvolvida por empresas alemãs e suiças Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco • Desenvolvida por empresas alemãs e suiças (lideradas pela Siemens) como alternativa de rede para interligar sensores e atuadores discretos; Em 1998 – padronização (EN50295)
  • 91.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Características Topologia Estrutura em Árvore Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Topologia Estrutura em Árvore Meio Físico Cabo não blindado (dois condutores para dados e alimentação)
  • 92.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Características Comprimento Máximo do Cabo 100m Número de Escravos 31 máx. Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Escravos Número de pontos Até 4 sensores e 4 atuadores por escravo máx. 31x4 = 124 bidirecional máx. = 31x8 = 248 sinais binários
  • 93.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Características Endereçamento Cada escravo possui um endereço determinado (definido pelo mestre ou interface de programação Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Mensagens Parte do Mestre para um endereço único, com resposta imediata do escravo
  • 94.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Características bit rate transmissão de 4bit/escravo/mensagem. Todos os escravos são chamados seqüencialmente pelo mestre e recebem 4bits de dados. Cada Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco recebem 4bits de dados. Cada escravo responde imediatamente com 4bits de dados tempo de ciclo (com 31 escravos) 5ms
  • 95.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Características Detecção de Erros Mensagens incorretas são identificadas e retransmitidas • Inicialização da Rede • Identificação dos escravos • Definição assíncrona dos Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Serviços do Mestre • Definição assíncrona dos parâmetros para os escravos • Diagnóstico do barramento e dos escravos • Mensagens de erro para o host • Definição de endereços em escravos substituídos
  • 96.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Características Operação do Mestre • Realiza pooling cíclico de todos os participantes • Realiza a transmissão Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Mestre • Realiza a transmissão cíclica de dados para o host ou para os escravos
  • 97.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI– Faixa de Aplicação Profibus DP Profibus FMS ControlNet DeviceNet ATM Ethernet WorldFIP Profibus PA Controle Negócio IEC/SP50 H2 IEC/SP50 H1 Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Interbus ASI Profibus DP Seriplex Profibus FMS CAN ControlNet DeviceNet SDS Ethernet WorldFIP LonWorks Hart Profibus PA Controle Discreto Aplicações Controle de Processos Bit Controle
  • 98.
    Redes Industriais Redes Industriais ASINova norma (2.1) Novas funcionalidades Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco - Ampliação do número de escravos para 62 - Capacidade máxima do barramento: 248+186 I/O (tempo de ciclo de 5ms para 10ms) - Número de profiles de escravos apliado de 15 para 225 com adição de novos ID codes - Melhor tratamento de sinais analógicos.
  • 99.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Conectividade Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 100.
    Redes Industriais Redes Industriais Uso Usode de variáveis variáveis analógicas analógicas: : Cada Cada Escravo Escravo pode pode enviar enviar apenas apenas 4 4bits bits por por ciclo ciclo ASI Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Palavras maiores devem ser divididas e Palavras maiores devem ser divididas e enviadas em diversos ciclos, até que a enviadas em diversos ciclos, até que a mensagem completa tenha sido enviada mensagem completa tenha sido enviada Valor analógico de 16 bits → → → → 7 ciclos Valor analógico de 12 bits → → → → 6 ciclos
  • 101.
    Redes Industriais Redes Industriais Uso Usode de variáveis variáveis analógicas analógicas: : Embora Embora a a leitura leitura de de uma uma variável variável analógica analógica dure dure 30 30ms/ ms/35 35ms ms ( (6 6 ou ou 7 7 ciclos) ciclos) todas todas as as variáveis variáveis discretas discretas continuam continuam sendo sendo lidas lidas com com ciclos ciclos de de 5 5ms ms ASI Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco com com ciclos ciclos de de 5 5ms ms
  • 102.
    Redes Industriais Redes Industriais Rede RedeDeterminística Determinística: : - - apenas apenas um um mestre mestre - - acesso acesso por por pooling pooling cíclico cíclico ASI - Determinísmo Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Cada Cada dispositivo dispositivo é é endereçado endereçado em em um um tempo tempo definido definido tempo tempo de de ciclo ciclo de de 5 5ms ms (para (para 31 31 escravos) escravos)
  • 103.
    Redes Industriais Redes Industriais Modulação Modulaçãopor por pulsos pulsos alternados alternados Codificação Codificação em em banda banda base base Taxa Taxa bruta bruta de de transferência transferência de de dados dados na na ASI – Acesso Camada Física Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Taxa Taxa bruta bruta de de transferência transferência de de dados dados na na rede rede: : 167 167Kbps Kbps Taxa Taxa líquida líquida: : 53 53. .3 3Kbps Kbps Eficiência Eficiência de de 32 32% %
  • 104.
    Redes Industriais Redes Industriais Ciclo Ciclode de Barramento Barramento formado formado por por 4 4 fases fases: : - - Pedido Pedido do do Mestre Mestre ASI - Mensagens Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco - - Pedido Pedido do do Mestre Mestre - - Pausa Pausa do do Mestre Mestre - - Resposta Resposta do do Escravo Escravo - - Pausa Pausa do do Escravo Escravo
  • 105.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 106.
    Redes Industriais Redes Industriais Formato Formatodo do Frame Frame: : ASI - Mensagens Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco ST: Start Bit SB: Control Bit 0: dado ou parâmetro 1: comando A4..A0: Endereço do Escravo (5bits) I4..I0: Informação a ser transm. (5bits) PB: Bit paridade EB: Bit final 1bit: 6us
  • 107.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Data Exchange: Data Exchange: Tipo mais comum de mensagem. Transfere Tipo mais comum de mensagem. Transfere um padrão de bitas para um escravo e no um padrão de bitas para um escravo e no mesmo comando lê sua resposta mesmo comando lê sua resposta Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco mesmo comando lê sua resposta mesmo comando lê sua resposta Dado/parâmetro Dado a ser enviado à saída do escravo
  • 108.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Write Parameter: Write Parameter: Escreve uma palavra de configuração do Escreve uma palavra de configuração do comportamento do escravo comportamento do escravo Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Dado/parâmetro Palavra de configuração do escravo
  • 109.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Definição do Endereço de um Nó Definição do Endereço de um Nó São necessários dois comandos: São necessários dois comandos: Delete_Operating_Address Delete_Operating_Address – – apaga o endereço do Nó apaga o endereço do Nó Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Assign_Address Assign_Address - - atribui o novo endereço atribui o novo endereço O nó deve possuir o endereço 0 para poder receber um novo endereço
  • 110.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Delete_Operating_Address: Delete_Operating_Address: Apaga o endereço de um nó Apaga o endereço de um nó Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Comando Endereço do nó Zera o Endereço do nó
  • 111.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Address Assign: Address Assign: Atribui novo endereço a um nó Atribui novo endereço a um nó Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Dado/Parâmetro Endereço velho Endereço Novo
  • 112.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Configuração de I/O: Configuração de I/O: A mensagem A mensagem Read I/O Configuration Read I/O Configuration é utilizada para ler a é utilizada para ler a configuração de I/O de um dispositivo, segundo os padrões configuração de I/O de um dispositivo, segundo os padrões abaixo: abaixo: Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 113.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Read I/O Configuration: Read I/O Configuration: Lê configuração de I/O de um nó Lê configuração de I/O de um nó Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Comando Endereço do nó
  • 114.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Read ID Code: Read ID Code: Lê código do dispositivo (parâmetro definido durante a Lê código do dispositivo (parâmetro definido durante a fabricação do componente, o qual não pode ser mudado; fabricação do componente, o qual não pode ser mudado; define o perfil do dispositivo) define o perfil do dispositivo) Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Comando Endereço do nó
  • 115.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Read Status: Read Status: Lê bits de status do dispositivo Lê bits de status do dispositivo Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 116.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI- Mensagens Read Status: Read Status: Lê bits de status do dispositivo Lê bits de status do dispositivo Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Comando Endereço do nó
  • 117.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI– Equipamento Mínimo Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 118.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI– Estrutura da Rede Prof. Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 119.
    Redes Industriais Redes Industriais ASI Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 120.
    Redes Industriais Redes Industriais Prof.Dr. Mário Luiz Tronco Prof. Dr. Mário Luiz Tronco
  • 121.
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  • 122.
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  • 123.
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  • 126.
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  • 127.
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  • 128.
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  • 129.
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  • 130.
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