O documento explora a metáfora da travessia, representando o processo de autoconhecimento e transformação pessoal, comparando-o com as experiências de Moisés e Paulo. Discute as tentações enfrentadas por Cristo e a necessidade de vivermos um processo contínuo de reforma íntima, enfatizando a importância da caridade e da espiritualidade. Finaliza questionando sobre quais 'desertos' ainda precisamos atravessar para alcançar a verdadeira reforma pessoal.