O documento discute estratégias metodológicas para ensinar alunos surdos, reconhecendo que a maioria aprende a língua de sinais antes do português e tem dificuldades com a língua. Ele sugere que os professores usem recursos visuais como softwares, imagens e experimentos químicos para tornar as aulas mais inclusivas e compreensíveis para alunos surdos e ouvintes. Também enfatiza a importância da colaboração entre educadores e intérpretes para combinar as melhores formas