100 anos da implantação da República em PortugalPortugal e a 1ª Guerra MundialEscola Básica 2/3 ciclos José Maria dos SantosÁrea de Projecto – 8ºAMariana Leite, nº20
Mariana Durães, nº21Portugal e a 1ª Guerra MundialPortugal participou no primeiro conflito mundial ao lado dos Aliados, o que estava de acordo com as orientações da República ainda recentemente instaurada.Inglaterra, que mantinha uma aliança com Portugal, moveu influências para que o país não participasse na Guerra.
Razões para uma posição activa na guerra:Pela manutenção das colónias, de modo a poder reclamar a sua soberania no final da guerra;
A necessidade de afirmar o prestígio e a influência diplomática do Estado.
A vontade de afirmar valores de Estado que distinguissem Portugal da Espanha. O Partido Democrático, no poder, movido também pelo facto de já existirem combates entre tropas portuguesas e alemãs junto às fronteiras das colónias em África, desde cedo demonstrou interesse em tornar-se parte beligerante do conflito.
Em Setembro de 1914 eram enviadas as primeiras tropas para África onde as esperariam uma série de derrotas perante os alemães, na fronteira do sul de Angola com o Sudoeste Africano alemão e na fronteira norte de Moçambique com a África Oriental Alemã.Em AngolaSob o comando de Alves Roçadas, foi enviado para Angola uma força expedicionária de 1600 homens, em Outubro de 1914.
Na fronteira sul, após um ataque alemão ao posto fronteiriço de Cuangar, as tropas portuguesas tentaram expulsar os alemães do território, mas em Dezembro de 1914, foram derrotadas em Naulila , recuando para Humbe.
As tropas alemães também retiraram mas, em simultâneo, as populações locais acabaram por se revoltar contra a soberania portuguesa. Em MoçambiqueApós um ataque alemão ao posto fronteiriço de Maziua, no Rovuma, o governo de Portugal enviou para Moçambique uma força de 1527 homens.
Essa força, que chegou a Moçambique em Outubro de 1914, estava completamente desorganizada, de tal forma que, passados alguns meses, mesmo sem ter tido nenhum contacto com o inimigo, já tinha perdido 21% dos seus efectivos devido a doenças.

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    100 anos daimplantação da República em PortugalPortugal e a 1ª Guerra MundialEscola Básica 2/3 ciclos José Maria dos SantosÁrea de Projecto – 8ºAMariana Leite, nº20
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    Mariana Durães, nº21Portugale a 1ª Guerra MundialPortugal participou no primeiro conflito mundial ao lado dos Aliados, o que estava de acordo com as orientações da República ainda recentemente instaurada.Inglaterra, que mantinha uma aliança com Portugal, moveu influências para que o país não participasse na Guerra.
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    Razões para umaposição activa na guerra:Pela manutenção das colónias, de modo a poder reclamar a sua soberania no final da guerra;
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    A necessidade deafirmar o prestígio e a influência diplomática do Estado.
  • 5.
    A vontade deafirmar valores de Estado que distinguissem Portugal da Espanha. O Partido Democrático, no poder, movido também pelo facto de já existirem combates entre tropas portuguesas e alemãs junto às fronteiras das colónias em África, desde cedo demonstrou interesse em tornar-se parte beligerante do conflito.
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    Em Setembro de1914 eram enviadas as primeiras tropas para África onde as esperariam uma série de derrotas perante os alemães, na fronteira do sul de Angola com o Sudoeste Africano alemão e na fronteira norte de Moçambique com a África Oriental Alemã.Em AngolaSob o comando de Alves Roçadas, foi enviado para Angola uma força expedicionária de 1600 homens, em Outubro de 1914.
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    Na fronteira sul,após um ataque alemão ao posto fronteiriço de Cuangar, as tropas portuguesas tentaram expulsar os alemães do território, mas em Dezembro de 1914, foram derrotadas em Naulila , recuando para Humbe.
  • 8.
    As tropas alemãestambém retiraram mas, em simultâneo, as populações locais acabaram por se revoltar contra a soberania portuguesa. Em MoçambiqueApós um ataque alemão ao posto fronteiriço de Maziua, no Rovuma, o governo de Portugal enviou para Moçambique uma força de 1527 homens.
  • 9.
    Essa força, quechegou a Moçambique em Outubro de 1914, estava completamente desorganizada, de tal forma que, passados alguns meses, mesmo sem ter tido nenhum contacto com o inimigo, já tinha perdido 21% dos seus efectivos devido a doenças.