Este documento discute como os processos e práticas de educação e formação em Portugal estão cada vez mais integrados em agendas globais definidas pela União Europeia e outras organizações. Analisa como a globalização influencia as políticas educacionais e leva à uniformização curricular em diferentes níveis de ensino. Também examina como as reformas educacionais dependem cada vez mais de grupos técnicos em vez de processos políticos.