O documento discute os quatro tipos de terrorismo: 1) terrorismo de Estado, 2) ataques de grupos clandestinos contra alvos específicos, 3) terrorismo comunal em guerras civis, e 4) "terrorismo virtual" usado por governos para justificar medidas repressivas. O autor argumenta que terrorismo comunal e virtual são os mais perigosos hoje, já que podem levar a conflitos prolongados e à supressão de direitos civis.