Teleconferência – Resultados 1T14 – 09/05/2014
2
Aviso Importante
“Declarações contidas nesta apresentação relativas às perspectivas dos
negócios da Companhia, projeções de resultados operacionais e financeiros, e
referências ao potencial de crescimento da Companhia, constituem meras
previsões e foram baseadas nas expectativas da Administração em relação ao
seu desempenho futuro. Estas expectativas são altamente dependentes do
comportamento do mercado, da situação econômica do Brasil, da indústria e
dos mercados internacionais, portanto estão sujeitas a mudanças.”
3
O Grupo Eternit
Atividade
Fabricação de produtos de
fibrocimento e soluções
construtivas e revenda de metais
sanitários
Mineração de
Crisotila
Fabricação de
telhas de
concreto
Revenda de
louças
sanitárias
Fábricas 4 1 1 6 1
Posição de
Mercado -
2013
Líder em fibrocimento
Market Share
31%
3ª maior do
mundo
Market Share
15%
Líder em
telhas de
concreto
Market Share
30%
5ª maior do
Brasil em
louças
sanitárias
Capacidade
Anual
1 milhão de t / fibrocimento 300 mil t
10 milhões de
m²
1,5 milhão de
peças
Capacidade
Utilizada - 1T14
Fibrocimento – cerca de 80% 100% Cerca de 60%
Testes de
produção
A maior e mais diversificada indústria de coberturas do País
4
Destaques do Período - 1T14 vs 1T13
•Indicadores Econômicos registraram crescimento de:
PIB1: 2,0%
PIB Construção Civil1: 1,1%
•Aumento no volume vendido nos segmentos de:
Mineral crisotila: 24,4%
Fibrocimento: 6,2%
Telha de concreto: 5,4%
•Receita líquida atingiu R$ 243,7 milhões, crescimento de 15,3%;
•EBTIDA cresceu 9,1% e atingiu R$ 42,4 milhões;
•Lucro líquido atingiu R$ 23,5 milhões com aumento de 9,4%;
•Investimentos somaram R$ 29,2 milhões, evolução de 64,3%.
1Crescimento projetado para o PIB brasileiro e da construção civil para o ano de 2014.
2Crescimento no 1T14vs1T13 já deflacionado pelo IGP-M.
ABRAMAT2: 0,9%
Eternit2: 10,5%
Desempenho Operacional
6
Vendas do Mineral Crisotila (mil toneladas)
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14
134,2 151,6
121,9
34,8 22,8 33,0
162,5
151,9
164,6
38,1
37,4
41,9
296,7 303,5
286,5
72,9
60,2
74,9
24,4%
Mercado Interno Mercado Externo
-17,4%
-5,6%2,3%
1T14 x 1T13
• Mercado Interno – aumento de 12,0%
• Mercado Externo – aumento de 44,8%
2013 x 2012
• Mercado Interno – aumento de 8,4%
• Mercado Externo – redução de 19,6%
7
Vendas de Fibrocimento* (mil toneladas)
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14
859,3
786,0
828,0
187,6 200,5 213,0
* Inclui soluções construtivas
5,4%-8,5%
6,2%6,9%
8
Telhas de Concreto (mil m²)
-5,8%
-13,4% 5,4%
-4,9%
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14
5.961
5.617
5.341
1.397
1.209 1.275
Informações Econômico - Financeiras
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14
100,4
170,9 147,0
34,0 28,2 41,8
719,9
735,4 810,3
176,2 183,1 201,9
820,3
906,3
957,3
210,2 211,3
243,7
Mercado Interno Mercado Externo
0,5% 15,3%
10,5% 5,6%
10
Receita Líquida Consolidada (R$ milhões)
11
Composição do Custo de Produção e Mineração – 1T14
Matérias-
primas(***);
52%
Mão-de-obra;
15%
Depreciação;
8%
Outros
custos; 21%
Energia; 4%
Matérias-
primas(*);
60%
Mão-de-obra;
12%
Depreciação;
3%
Outros
custos; 22%
Energia; 3%
Materiais
(**); 29%
Mão-de-obra;
42%
Depreciação;
7%
Outros
custos; 16%
Energia; 6%
Fibrocimento Mineral Crisotila
Telhas de Concreto
(*) Cimento (47%), mineral crisotila (44%) e outros (9%)
(**) Combustível, explosivos, embalagens, entre outros
(***) Cimento (55%), areia (29%) e outros (16%)
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14
140,1
184,3 178,0
46,2 38,8 42,4
17%
20% 19%
22%
18% 17%
-16,0% 9,1%
31,5% -3,4%
12
EBITDA (R$ milhões) e Margem EBITDA (%)
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14
97,2
113,0
102,3
29,9
21,5 23,5
12% 12% 11%
14%
10% 10%
-28,2% 9,4%
16,3% -9,5%
13
Lucro Líquido (R$ milhões) e Margem Líquida (%)
Endividamento 31/03/13 31/12/13 31/03/14
Dívida bruta - curto prazo 37,5 56,9 53,3
Dívida bruta - longo prazo 27,6 25,8 48,4
Caixa e equivalentes de caixa (5,1) (13,3) (7,9)
Aplicações financeiras de curto prazo (55,0) (35,7) (68,1)
Dívida líquida 5,1 33,7 25,7
EBITDA (últimos 12 meses) 177,0 178,0 181,6
Dívida líquida / EBITDA x 0,03 0,19 0,14
Dívida líquida / PL 1,1% 6,7% 5,0%
Moeda
Nacional
20%
Moeda
Estrangeira
80%
Caixa 2014 2015 2016 2017 2018 2019
76,0
53,3
17,0
11,5 9,1 7,4
3,4
14
Endividamento (R$ milhões)
Origem da Dívida Fluxo de amortização
2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14 2014*
24
33
52
5 9 7
58
2
13
5
22
40
13
2
5
1
21
14
29
4
12
46
69
94
5
18
29
110
Investimentos Correntes Novos Negócios
Aumento de Capacidade - Tégula Aquisição Terreno Ceará
Administrativo Equipamentos e Caminhões - SAMA
Aportes na joint-venture - CSC
2
15
Investimentos (R$ milhões)
Previsão
16
Fábrica de Louças Sanitárias em Caucaia (CE) - CSC
Vista do Galpão de Produção
Acompanhe a construção da fábrica no Blog da Eternit: http://blogdaeternit.com.br/
Vista do Escritório Administrativo
Forno Contínuo Centro de Distribuição
Mercados de Capitais
62,0%
1,8%
12,2%
24,0%
18
Estrutura Acionária – Abr/14
Destaques
Geração L. Par. F. I. A. 15,25%
Luiz Barsi Filho 13,56%
Victor Adler + VIC DTVM 8,70%
Diretoria 1,04%
Ações em Tesouraria 0,03%
Pessoas Físicas
Pessoas Jurídicas
Residentes no Exterior
Clubes, Fundos e Fundações
FREE-FLOAT 98,7%
Conselho de Administração (*)
Membro
Desde
Luis Terepins - Presidente 2011
Lírio Albino Parisotto 2004
Marcelo Munhoz Auricchio 2011
Benedito Carlos Dias da Silva 2012
Leonardo Deeke Boguszewski 2014
Marcelo Gasparino da Silva 2014
(*) 100% dos Conselheiros são independentes
Conselho Fiscal
Membro
Desde
Charles René Lebarbenchon 2013
Edson Carvalho de Oliveira Filho 2013
Paulo Henrique Zukanovich 2013
2010 2011 2012 2013 2014
102
97
113
102
23
81
72 72 72
18
19
Política de Remuneração – Lucro líquido vs. Proventos
Pay Out
Em R$ milhões Lucro Líquido Dividendos e JCP
79 % 74% 63% 70% 76%
70
90
110
130
mar-13 mai-13 jul-13 set-13 nov-13 jan-14 mar-14
ETER3 IBOVESPA ETER3 com div. e JCP pagos
20
Desempenho da Ação
R$ 8,35
No período de 28/03/2013 a 31/03/2014, as ações da Eternit registraram desvalorização
de 6,3% contra uma desvalorização do índice IBOVESPA de 10,5%.
Neste mesmo período, considerando o pagamento de dividendos e JCP as ações da
Eternit registraram valorização de 2,2%.
50.414
Crisotila – O amianto do Brasil
22
Crisotila – O amianto do Brasil
O uso do mineral crisotila no Brasil é
regulamentado pela Lei Federal 9.055/95,
Decreto 2.350/97 e normas regulamentadoras
do Ministério do Trabalho e Emprego. Também
está previsto na Convenção 162 da
Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Rocha de serpentinito com fibras de minério crisotila
Amianto branco
Fibras curvas, sedosas e sem ponta
Alta concentração de magnésio: 3MgOSiO2H2O
Biopersistência*: 2,5 dias
*Biopersistência: Tempo que uma partícula inalada
permanece no pulmão antes de ser eliminada pelos
mecanismos de defesa do organismo. Para provocar dano
pulmonar, a fibra precisa ter capacidade de penetração e
de durabilidade nos alvéolos.
Para mais informações sobre o tema acesse: http://www.eternit.com.br/ri
Telefones: (55-11) 3194-3881
(55-11) 3194-3872
23
Mais Informações
Este material foi produzido com
papéis certificados FSC (Forest
Stewardship Council), que é uma
garantia de que a matéria-prima
advém de uma floresta manejada de
forma ecologicamente correta,
socialmente e economicamente
viável.
www.blogdaeternit.com.br
www.eternit.com.br/ri
Nelson Pazikas
nelson.pazikas@eternit.com.br
Paula D. A. Barhum Macedo
paula.barhum@eternit.com.br
Rodrigo Lopes da Luz
rodrigo.luz@eternit.com.br
@Eternit_RI
Rua Dr. Fernandes Coelho, 85 - 8⁰ Andar
Bairro: Pinheiros – São Paulo / SP
Cep: 05423-040
Thiago Scheider
thiago.scheider@eternit.com.br

Teleconferência 1T14

  • 1.
  • 2.
    2 Aviso Importante “Declarações contidasnesta apresentação relativas às perspectivas dos negócios da Companhia, projeções de resultados operacionais e financeiros, e referências ao potencial de crescimento da Companhia, constituem meras previsões e foram baseadas nas expectativas da Administração em relação ao seu desempenho futuro. Estas expectativas são altamente dependentes do comportamento do mercado, da situação econômica do Brasil, da indústria e dos mercados internacionais, portanto estão sujeitas a mudanças.”
  • 3.
    3 O Grupo Eternit Atividade Fabricaçãode produtos de fibrocimento e soluções construtivas e revenda de metais sanitários Mineração de Crisotila Fabricação de telhas de concreto Revenda de louças sanitárias Fábricas 4 1 1 6 1 Posição de Mercado - 2013 Líder em fibrocimento Market Share 31% 3ª maior do mundo Market Share 15% Líder em telhas de concreto Market Share 30% 5ª maior do Brasil em louças sanitárias Capacidade Anual 1 milhão de t / fibrocimento 300 mil t 10 milhões de m² 1,5 milhão de peças Capacidade Utilizada - 1T14 Fibrocimento – cerca de 80% 100% Cerca de 60% Testes de produção A maior e mais diversificada indústria de coberturas do País
  • 4.
    4 Destaques do Período- 1T14 vs 1T13 •Indicadores Econômicos registraram crescimento de: PIB1: 2,0% PIB Construção Civil1: 1,1% •Aumento no volume vendido nos segmentos de: Mineral crisotila: 24,4% Fibrocimento: 6,2% Telha de concreto: 5,4% •Receita líquida atingiu R$ 243,7 milhões, crescimento de 15,3%; •EBTIDA cresceu 9,1% e atingiu R$ 42,4 milhões; •Lucro líquido atingiu R$ 23,5 milhões com aumento de 9,4%; •Investimentos somaram R$ 29,2 milhões, evolução de 64,3%. 1Crescimento projetado para o PIB brasileiro e da construção civil para o ano de 2014. 2Crescimento no 1T14vs1T13 já deflacionado pelo IGP-M. ABRAMAT2: 0,9% Eternit2: 10,5%
  • 5.
  • 6.
    6 Vendas do MineralCrisotila (mil toneladas) 2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14 134,2 151,6 121,9 34,8 22,8 33,0 162,5 151,9 164,6 38,1 37,4 41,9 296,7 303,5 286,5 72,9 60,2 74,9 24,4% Mercado Interno Mercado Externo -17,4% -5,6%2,3% 1T14 x 1T13 • Mercado Interno – aumento de 12,0% • Mercado Externo – aumento de 44,8% 2013 x 2012 • Mercado Interno – aumento de 8,4% • Mercado Externo – redução de 19,6%
  • 7.
    7 Vendas de Fibrocimento*(mil toneladas) 2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14 859,3 786,0 828,0 187,6 200,5 213,0 * Inclui soluções construtivas 5,4%-8,5% 6,2%6,9%
  • 8.
    8 Telhas de Concreto(mil m²) -5,8% -13,4% 5,4% -4,9% 2011 2012 2013 1T12 1T13 1T14 5.961 5.617 5.341 1.397 1.209 1.275
  • 9.
  • 10.
    2011 2012 20131T12 1T13 1T14 100,4 170,9 147,0 34,0 28,2 41,8 719,9 735,4 810,3 176,2 183,1 201,9 820,3 906,3 957,3 210,2 211,3 243,7 Mercado Interno Mercado Externo 0,5% 15,3% 10,5% 5,6% 10 Receita Líquida Consolidada (R$ milhões)
  • 11.
    11 Composição do Custode Produção e Mineração – 1T14 Matérias- primas(***); 52% Mão-de-obra; 15% Depreciação; 8% Outros custos; 21% Energia; 4% Matérias- primas(*); 60% Mão-de-obra; 12% Depreciação; 3% Outros custos; 22% Energia; 3% Materiais (**); 29% Mão-de-obra; 42% Depreciação; 7% Outros custos; 16% Energia; 6% Fibrocimento Mineral Crisotila Telhas de Concreto (*) Cimento (47%), mineral crisotila (44%) e outros (9%) (**) Combustível, explosivos, embalagens, entre outros (***) Cimento (55%), areia (29%) e outros (16%)
  • 12.
    2011 2012 20131T12 1T13 1T14 140,1 184,3 178,0 46,2 38,8 42,4 17% 20% 19% 22% 18% 17% -16,0% 9,1% 31,5% -3,4% 12 EBITDA (R$ milhões) e Margem EBITDA (%)
  • 13.
    2011 2012 20131T12 1T13 1T14 97,2 113,0 102,3 29,9 21,5 23,5 12% 12% 11% 14% 10% 10% -28,2% 9,4% 16,3% -9,5% 13 Lucro Líquido (R$ milhões) e Margem Líquida (%)
  • 14.
    Endividamento 31/03/13 31/12/1331/03/14 Dívida bruta - curto prazo 37,5 56,9 53,3 Dívida bruta - longo prazo 27,6 25,8 48,4 Caixa e equivalentes de caixa (5,1) (13,3) (7,9) Aplicações financeiras de curto prazo (55,0) (35,7) (68,1) Dívida líquida 5,1 33,7 25,7 EBITDA (últimos 12 meses) 177,0 178,0 181,6 Dívida líquida / EBITDA x 0,03 0,19 0,14 Dívida líquida / PL 1,1% 6,7% 5,0% Moeda Nacional 20% Moeda Estrangeira 80% Caixa 2014 2015 2016 2017 2018 2019 76,0 53,3 17,0 11,5 9,1 7,4 3,4 14 Endividamento (R$ milhões) Origem da Dívida Fluxo de amortização
  • 15.
    2011 2012 20131T12 1T13 1T14 2014* 24 33 52 5 9 7 58 2 13 5 22 40 13 2 5 1 21 14 29 4 12 46 69 94 5 18 29 110 Investimentos Correntes Novos Negócios Aumento de Capacidade - Tégula Aquisição Terreno Ceará Administrativo Equipamentos e Caminhões - SAMA Aportes na joint-venture - CSC 2 15 Investimentos (R$ milhões) Previsão
  • 16.
    16 Fábrica de LouçasSanitárias em Caucaia (CE) - CSC Vista do Galpão de Produção Acompanhe a construção da fábrica no Blog da Eternit: http://blogdaeternit.com.br/ Vista do Escritório Administrativo Forno Contínuo Centro de Distribuição
  • 17.
  • 18.
    62,0% 1,8% 12,2% 24,0% 18 Estrutura Acionária –Abr/14 Destaques Geração L. Par. F. I. A. 15,25% Luiz Barsi Filho 13,56% Victor Adler + VIC DTVM 8,70% Diretoria 1,04% Ações em Tesouraria 0,03% Pessoas Físicas Pessoas Jurídicas Residentes no Exterior Clubes, Fundos e Fundações FREE-FLOAT 98,7% Conselho de Administração (*) Membro Desde Luis Terepins - Presidente 2011 Lírio Albino Parisotto 2004 Marcelo Munhoz Auricchio 2011 Benedito Carlos Dias da Silva 2012 Leonardo Deeke Boguszewski 2014 Marcelo Gasparino da Silva 2014 (*) 100% dos Conselheiros são independentes Conselho Fiscal Membro Desde Charles René Lebarbenchon 2013 Edson Carvalho de Oliveira Filho 2013 Paulo Henrique Zukanovich 2013
  • 19.
    2010 2011 20122013 2014 102 97 113 102 23 81 72 72 72 18 19 Política de Remuneração – Lucro líquido vs. Proventos Pay Out Em R$ milhões Lucro Líquido Dividendos e JCP 79 % 74% 63% 70% 76%
  • 20.
    70 90 110 130 mar-13 mai-13 jul-13set-13 nov-13 jan-14 mar-14 ETER3 IBOVESPA ETER3 com div. e JCP pagos 20 Desempenho da Ação R$ 8,35 No período de 28/03/2013 a 31/03/2014, as ações da Eternit registraram desvalorização de 6,3% contra uma desvalorização do índice IBOVESPA de 10,5%. Neste mesmo período, considerando o pagamento de dividendos e JCP as ações da Eternit registraram valorização de 2,2%. 50.414
  • 21.
    Crisotila – Oamianto do Brasil
  • 22.
    22 Crisotila – Oamianto do Brasil O uso do mineral crisotila no Brasil é regulamentado pela Lei Federal 9.055/95, Decreto 2.350/97 e normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego. Também está previsto na Convenção 162 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Rocha de serpentinito com fibras de minério crisotila Amianto branco Fibras curvas, sedosas e sem ponta Alta concentração de magnésio: 3MgOSiO2H2O Biopersistência*: 2,5 dias *Biopersistência: Tempo que uma partícula inalada permanece no pulmão antes de ser eliminada pelos mecanismos de defesa do organismo. Para provocar dano pulmonar, a fibra precisa ter capacidade de penetração e de durabilidade nos alvéolos. Para mais informações sobre o tema acesse: http://www.eternit.com.br/ri
  • 23.
    Telefones: (55-11) 3194-3881 (55-11)3194-3872 23 Mais Informações Este material foi produzido com papéis certificados FSC (Forest Stewardship Council), que é uma garantia de que a matéria-prima advém de uma floresta manejada de forma ecologicamente correta, socialmente e economicamente viável. www.blogdaeternit.com.br www.eternit.com.br/ri Nelson Pazikas nelson.pazikas@eternit.com.br Paula D. A. Barhum Macedo paula.barhum@eternit.com.br Rodrigo Lopes da Luz rodrigo.luz@eternit.com.br @Eternit_RI Rua Dr. Fernandes Coelho, 85 - 8⁰ Andar Bairro: Pinheiros – São Paulo / SP Cep: 05423-040 Thiago Scheider thiago.scheider@eternit.com.br