Teleconferência de Resultados – 3T10
16 de novembro de 2010
Agenda
1. Verticalização em matéria-prima
2. Expansão global do modelo CPP
3. Cenário macro-econômico
4. Mercado de aço e cimento
5. Matérias-primas
6. Receita e Volume de vendas
2
7. Rentabilidade operacional
8. Resultado financeiro
9. Performance da ação
Evolução do Preço do Sínter de Magnesita
Magnesita avança na verticalização de matérias-primas
I - Expansão da produção de sínter M-30
• Projeto de R$ 220 milhões na construção de 2 fornos que produzirão 120 mil t/ano de sínter M-30 a partir
de 2013;
• A expansão de capacidade de sínter de magnesita cria um diferencial para a Companhia em relação aos
seus competidores que compram sínter. Essa matéria-prima tem sofrido aumentos de preço devido às
restrições de quotas de exportações impostas pelo governo chinês;
• Em novembro, o governo chinês reduziu as quotas de exportação de sínter de MgO em 7,5%, gerando
expectativas de aumentos adicionais de preço.
150
250
350
450
550
650
750
jan/08
fev/08
mar/08
abr/08
mai/08
jun/08
jul/08
ago/08
set/08
out/08
nov/08
dez/08
jan/09
fev/09
mar/09
abr/09
mai/09
jun/09
jul/09
ago/09
set/09
out/09
nov/09
dez/09
jan/10
fev/10
mar/10
abr/10
mai/10
jun/10
jul/10
ago/10
set/10
US$/t
Evolução do Preço do Sínter de Magnesita
Sinter MgO 97,5% Sinter MgO 92%
Fonte: Industrial Minerals. www.indmin.com - Uso para fins não comerciais. Proibida a reprodução, comercialização ou citação para quaisquer fins, de acordo com os
termos e condições da Euromoney Institutional Investor PLC and Institutional Investor Inc. 11
3
II – Exploração dos depósitos de grafita em Almenara/MG
• A grafita é uma matéria-prima estratégica para a indústria de refratários. A China, responsável por 80% do
fornecimento global de grafita, impõe restrições às exportações, gerando escassez do mineral e causando
aumentos significativos no seu preço;
• Nos últimos 6 anos, o preço da grafita subiu em média 14% ao ano. Apenas nos últimos 3 meses, houve alta de
30%.
280
Evolução do Preço da Grafita• A demanda pela grafita deve dobrar nos
próximos 5 anos devido a outras utilizações,
Magnesita avança na verticalização de matérias-primas
80
130
180
230
280
2004 2005 2006 2007 Jan-08 fev-08 Mar-08 Jul-08 Jul-09 Jun-10
IBF(2004=100)
Flake Cristalino grande, 94% a 97% carbono Flake Cristalino grande, 90% carbono
Flake Cristalino médio, 94% a 97% carbono Flake Cristalino médio, 90% carbono
Flake Cristalino médio, 85% a 87% carbono Flake Cristalino fino, 94% a 97% carbono
Flake Cristalino fino, 90% carbono Grafite Natural micronizado > 99,5% Carbono
Fonte: Industrial Minerals. www.indmin.com - Uso para fins não comerciais. Proibida a reprodução, comercialização ou citação para quaisquer fins, de acordo com os
termos e condições da Euromoney Institutional Investor PLC and Institutional Investor Inc. 11
próximos 5 anos devido a outras utilizações,
a exemplo das baterias de ion-litio;
• Grafita representa cerca de 6,5% do CPV da
Magnesita. A produção própria de grafita
resultará em vantagem competitiva e
aumento de lucratividade;
• A Magnesita investirá US$ 45 milhões na
exploração e produção de 40 mil t/ano de
grafita a partir de 2012.
4
A expansão global do CPP continua avançando além das
fronteiras do Brasil
7
EUA
China
2
1
Inglaterra
3
Alemanha
2
4
México
Canadá
2
Romênia
1
CPPs a partir de 2008
Única empresa do setor capaz de entregar soluções refratárias sob o
modelo CPP em todas as grandes regiões produtoras de aço do mundo:
América do Sul, América do Norte, Europa, e Ásia
Total: 28 contratos a partir de 2008
% receita: 33,3%
Equador
1
Brasil
Chile
Peru
1
4
1
4
5
Trimestre apresenta indicadores macroeconômicos mais
fracos e variação cambial ganha destaque nos resultados
5%
0%
10%
1%
8%
3%
0%
-3%
9%
7%
-1%
8%
3%
11%
2%
9%
5%
PIB - regiões do mundo
99
100
101
102
103
104
105
106
107
108
Índice de Produção Industrial
(IBF dez/09=100)
Dólar/Reais Euro/Reais
Cotação média -2,4% -0,6%
Cotação final do período -6,0 +4,8%
Câmbio no 3T10:
-3%
-4%
Brasil EUA China EU Ásia Mundo
2008 2009 Out/2010 - anualizado
Fonte: International Monetary Fund e Banco Central do Brasil
6
Brasil EU-27 * EUA
124 138 127 108 127 137 154 147 158 165 151
304
357
337
267 266 285
319 327 344
364
399
1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Produção Global de Aço Bruto (milhões t)
Produção mundial de aço volta a desacelerar após 5
trimestres consecutivos de alta
MundoMundo
Mundo exMundo ex--ChinaChina
ChinaChina
1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
7
Fonte: World Steel Association (WSA), International Stainless Steel e Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA)
8,6 8,8
9,4
6,9
5,0
5,6
7,9 8,1 8,0 8,4 8,4
1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Produção Brasileira de Aço Bruto
(milhões t)
0
5
10
15
20
25
Nºmeses
Estoque dos principais produtos de aço no
mercado brasileiro
chapa grossa bobinas a quente placas
Produção brasileira de cimento continua aquecida,
refletindo no aumento da venda de refratários aluminosos
11,8
12,6
14,1
13,4
11,7
12,3
13,7 13,7
13,3
14,4
16,1
Produção de Cimento no Brasil
(milhões t)
8Fonte: SNIC
89,3
104,9
119,3
107,8
122,6
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Receita de Refratários Aluminosos
(R$ milhões)
Matérias-primas continuam exercendo forte pressão sobre os
custos de produção de refratários
130
150
170
190
210
230
jun/09=100
Evolução do preço de matérias-primas
Fonte: Industrial Minerals. www.indmin.com - Uso para fins não comerciais. Proibida a reprodução, comercialização ou citação para quaisquer fins, de acordo com os
termos e condições da Euromoney Institutional Investor PLC and Institutional Investor Inc.
Grau de verticalização em MP é de aprox. 70% em termos de volume
sendo que os demais 30% representam entre 35% e 40% do CPV. A
estratégia da Companhia é atingir 90% de verticalização até 2013.
90
110
130
Alumina Marrom Alumina branca Zirconia Grafite Magnésia Eletrofundida
9
Destaques do 3T10
86,6 mil t 78,4 mil t 69,7 mil t
• Recorde de vendas de refratários pelas unidades
da América do Sul
3T10 2T10 3T09
R$ 112,9
MM
R$ 125,1
MM
R$ 96,4
MM
• Redução de 9,7% nas despesas administrativas e
comerciais
10
19,0% 19,7% 21,1%• Manutenção da margem EBITDA ajustada (*)
R$ 31,6
MM
R$ 24,6
MM
R$ 24,4
MM• Aumento de 28,6% no lucro líquido
Desempenho positivo mesmo em um período sazonalmente mais fraco no
hemisfério norte, contínuo aumento nos preços de matérias-primas e com
um câmbio de moedas desfavorável.
(*) excluindo os efeitos de itens extraordinários/não recorrentes
Equilíbrio do portfolio de produtos e da distribuição
geográfica das vendas aliado ao alto grau de verticalização
contribuem para a blindagem aos efeitos externos.
69,8 77,6 80,1 78,4 86,6
150,1
161,1 178,1 180,4 169,3
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Volume de Vendas de Refratários - mil t
219,9
238,7
258,2 258,8 255,9
221,4 251,0 260,0 262,7 284,8
262,2
286,8 305,9 289,1 285,7
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Receita Líquida Total - R$ milhões
483,6
537,7 565,9 551,7 570,5
11
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
MI ME MI ME
57,6%
20,5%
17,3%
4,6%
56,0%
17,5% 15,4%
9,3%
1,8%
América do Sul Europa América do Norte Ásia Outros
Receita Líquida do 3T10 por Localização
Produção Destino
Equilíbrio do portfolio de produtos e da distribuição
geográfica das vendas aliado ao alto grau de verticalização
contribuem para a blindagem aos efeitos externos.
Aciaria
Integrada
41,3%
Aços
Especiais
27,8%
Aciaria
Elétrica
28,2%
Outros
2,7%
Aço
Cimento
8,3%
Outros
7,2%
Receita por Segmento – 3T10
Serviços
7,1%
Outros Minerais
3,8%
Sínter
1,7%
Outros Produtos
0,8%
Receita Líquida por Produto - 3T10
12
41,3%Aço
84,5%
Magnesitanos
34,6%
Dolomíticos
30,1%
Aluminosos
24,8%
Outros
10,5%
Receita por Composição Química - 3T10
Refratários
86,6%
A despeito das dificuldades do período, a rentabilidade
operacional é mantida e lidera o ranking do setor.
169,7
183,6
196,2 199,2
194,9
35,1 34,1 34,7
36,1
34,2
25
30
35
40
45
50
55
60
65
70
75
130
150
170
190
210
230
250
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Lucro Bruto e Margem Bruta - Consolidado
Matéria-
prima*
38,4%
Mão de obraCombustível
Depreciação
6,6%
Manutenção
5,0%
Eletricidade
3,6%
Outros
17,2%
Composição do CPV - 9M10
13
106
123,1
119,1 118,2
125,3
40,2 39,5 39,3 39,5 38,1
2 0
2 5
3 0
3 5
4 0
4 5
5 0
5 5
6 0
9 5
1 0 0
1 0 5
1 1 0
1 1 5
1 2 0
1 2 5
1 3 0
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Lucro Bruto e Margem Bruta - América do Sul
Lucro Bruto - R$ milhões Margem Bruta - %
63,7 60,5
77,0
81,0
69,6
28,9
26,8
29,3
32,1
28,8
1 0
1 5
2 0
2 5
3 0
3 5
4 0
4 5
5 0
5 5
6 0
0
1 0
2 0
3 0
4 0
5 0
6 0
7 0
8 0
9 0
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Lucro Bruto e Margem Bruta - Demais
Unidades
Lucro Bruto - R$ milhões Margem Bruta - %
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Lucro Bruto - R$ milhões Margem Bruta - %
Mão de obra
18,8%
Combustível
10,4%
* Adquirida de terceiros
A despeito das dificuldades do período, a rentabilidade
operacional é mantida e lidera o ranking do setor.
110,1
138,8
123,1 119,5
108,6
22,8
25,8
21,8 21,7
19,0
10
20
30
40
50
60
20
40
60
80
100
120
140
160
EBTIDA e Margem EBITDA
14
26,4%
29,3%
23,4% 22,6% 22,6%
14,8% 14,1% 15,1% 16,1%
14,2%
21,1%
22,9%
19,5% 19,7% 19,0%
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Margem EBITDA Ajustada
69,5
91,3
70,8 67,7 74,3
32,6
31,7
39,8 40,7 34,3
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
EBITDA Ajustado (R$ milhões)
América do Sul Demais Unidades
102,1
123,0
110,6 108,4 108,6
América do Sul
Consolidado
Demais Unid.
00
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
EBITDA - R$ milhões Margem EBITDA - %
Cronograma de pagamento da divida equacionado permite
foco na operação e melhoria dos indicadores financeiros
63,4
57,3
64,7
42,8 44,7
Despesas financeiras líquidas
(R$ milhões)
1.434,4
1.414,8 1.413,6
1.491,0
1.444,1
5,5
3,9
3,2 3,0 2,9
1,5
2,5
3,5
4,5
5,5
6,5
1.370,0
1.390,0
1.410,0
1.430,0
1.450,0
1.470,0
1.490,0
1.510,0
1.530,0
1.550,0
Dívida Líquida
34%
20% 25%
11% 5%
66%
80% 75% 89% 95%
30-09-09 31-12-09 31-03-10 30-06-10 30-09-10
Perfil da Dívida Total
(R$ milhões)
Longo Prazo
Curto Prazo
15
2.184,3
1.782,4 1.861,7 1.950,8 1.894,1
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
98,4
16,6 26,6
292,4
401,3 400,9
657,9
2010 2011 2012 2013 2014 2015 2020
Cronograma de Amortização
(R$ milhões)
0,51.350,0
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Dívida Líquida - R$ milhões Dívida Líquida/EBITDA*
* Ebitda dos últimos 12 meses
Performance da ação MAGG3
12,9%
110
120
130
140
150
30/set/09=100
Performance da ação MAGG3
(30/09/09 à 30/09/10)
16
0%
80
90
100
set-09 out-09 nov-09 dez-09 jan-10 fev-10 mar-10 abr-10 mai-10 jun-10 jul-10 ago-10 set-
30/set/09=100
MAGG3 IBOVESPA
• Bancos que cobrem a ação da Companhia: Barclays, Itaú, Santander, Credit Suisse, BTG
Pactual, Merrill Lynch, Safra, Deutsche Bank, Morgan Stanley.
Flávio Rezende Barbosa
Diretor Financeiro e de Relações com Investidores
Adriana Fernandes Lana
17
Adriana Fernandes Lana
Gerente de Relações com Investidores
Fone: +55 31 3368-1069
Lucas Lima Ferreira
Analista de Relações com Investidores
Fone: +55 31 3368-1068
ri@magnesita.com www.magnesita.com/ri

Mag ref apresentacao_teleconf_3t10_port

  • 1.
    Teleconferência de Resultados– 3T10 16 de novembro de 2010
  • 2.
    Agenda 1. Verticalização emmatéria-prima 2. Expansão global do modelo CPP 3. Cenário macro-econômico 4. Mercado de aço e cimento 5. Matérias-primas 6. Receita e Volume de vendas 2 7. Rentabilidade operacional 8. Resultado financeiro 9. Performance da ação
  • 3.
    Evolução do Preçodo Sínter de Magnesita Magnesita avança na verticalização de matérias-primas I - Expansão da produção de sínter M-30 • Projeto de R$ 220 milhões na construção de 2 fornos que produzirão 120 mil t/ano de sínter M-30 a partir de 2013; • A expansão de capacidade de sínter de magnesita cria um diferencial para a Companhia em relação aos seus competidores que compram sínter. Essa matéria-prima tem sofrido aumentos de preço devido às restrições de quotas de exportações impostas pelo governo chinês; • Em novembro, o governo chinês reduziu as quotas de exportação de sínter de MgO em 7,5%, gerando expectativas de aumentos adicionais de preço. 150 250 350 450 550 650 750 jan/08 fev/08 mar/08 abr/08 mai/08 jun/08 jul/08 ago/08 set/08 out/08 nov/08 dez/08 jan/09 fev/09 mar/09 abr/09 mai/09 jun/09 jul/09 ago/09 set/09 out/09 nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10 jul/10 ago/10 set/10 US$/t Evolução do Preço do Sínter de Magnesita Sinter MgO 97,5% Sinter MgO 92% Fonte: Industrial Minerals. www.indmin.com - Uso para fins não comerciais. Proibida a reprodução, comercialização ou citação para quaisquer fins, de acordo com os termos e condições da Euromoney Institutional Investor PLC and Institutional Investor Inc. 11 3
  • 4.
    II – Exploraçãodos depósitos de grafita em Almenara/MG • A grafita é uma matéria-prima estratégica para a indústria de refratários. A China, responsável por 80% do fornecimento global de grafita, impõe restrições às exportações, gerando escassez do mineral e causando aumentos significativos no seu preço; • Nos últimos 6 anos, o preço da grafita subiu em média 14% ao ano. Apenas nos últimos 3 meses, houve alta de 30%. 280 Evolução do Preço da Grafita• A demanda pela grafita deve dobrar nos próximos 5 anos devido a outras utilizações, Magnesita avança na verticalização de matérias-primas 80 130 180 230 280 2004 2005 2006 2007 Jan-08 fev-08 Mar-08 Jul-08 Jul-09 Jun-10 IBF(2004=100) Flake Cristalino grande, 94% a 97% carbono Flake Cristalino grande, 90% carbono Flake Cristalino médio, 94% a 97% carbono Flake Cristalino médio, 90% carbono Flake Cristalino médio, 85% a 87% carbono Flake Cristalino fino, 94% a 97% carbono Flake Cristalino fino, 90% carbono Grafite Natural micronizado > 99,5% Carbono Fonte: Industrial Minerals. www.indmin.com - Uso para fins não comerciais. Proibida a reprodução, comercialização ou citação para quaisquer fins, de acordo com os termos e condições da Euromoney Institutional Investor PLC and Institutional Investor Inc. 11 próximos 5 anos devido a outras utilizações, a exemplo das baterias de ion-litio; • Grafita representa cerca de 6,5% do CPV da Magnesita. A produção própria de grafita resultará em vantagem competitiva e aumento de lucratividade; • A Magnesita investirá US$ 45 milhões na exploração e produção de 40 mil t/ano de grafita a partir de 2012. 4
  • 5.
    A expansão globaldo CPP continua avançando além das fronteiras do Brasil 7 EUA China 2 1 Inglaterra 3 Alemanha 2 4 México Canadá 2 Romênia 1 CPPs a partir de 2008 Única empresa do setor capaz de entregar soluções refratárias sob o modelo CPP em todas as grandes regiões produtoras de aço do mundo: América do Sul, América do Norte, Europa, e Ásia Total: 28 contratos a partir de 2008 % receita: 33,3% Equador 1 Brasil Chile Peru 1 4 1 4 5
  • 6.
    Trimestre apresenta indicadoresmacroeconômicos mais fracos e variação cambial ganha destaque nos resultados 5% 0% 10% 1% 8% 3% 0% -3% 9% 7% -1% 8% 3% 11% 2% 9% 5% PIB - regiões do mundo 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 Índice de Produção Industrial (IBF dez/09=100) Dólar/Reais Euro/Reais Cotação média -2,4% -0,6% Cotação final do período -6,0 +4,8% Câmbio no 3T10: -3% -4% Brasil EUA China EU Ásia Mundo 2008 2009 Out/2010 - anualizado Fonte: International Monetary Fund e Banco Central do Brasil 6 Brasil EU-27 * EUA
  • 7.
    124 138 127108 127 137 154 147 158 165 151 304 357 337 267 266 285 319 327 344 364 399 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Produção Global de Aço Bruto (milhões t) Produção mundial de aço volta a desacelerar após 5 trimestres consecutivos de alta MundoMundo Mundo exMundo ex--ChinaChina ChinaChina 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 7 Fonte: World Steel Association (WSA), International Stainless Steel e Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (INDA) 8,6 8,8 9,4 6,9 5,0 5,6 7,9 8,1 8,0 8,4 8,4 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Produção Brasileira de Aço Bruto (milhões t) 0 5 10 15 20 25 Nºmeses Estoque dos principais produtos de aço no mercado brasileiro chapa grossa bobinas a quente placas
  • 8.
    Produção brasileira decimento continua aquecida, refletindo no aumento da venda de refratários aluminosos 11,8 12,6 14,1 13,4 11,7 12,3 13,7 13,7 13,3 14,4 16,1 Produção de Cimento no Brasil (milhões t) 8Fonte: SNIC 89,3 104,9 119,3 107,8 122,6 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Receita de Refratários Aluminosos (R$ milhões)
  • 9.
    Matérias-primas continuam exercendoforte pressão sobre os custos de produção de refratários 130 150 170 190 210 230 jun/09=100 Evolução do preço de matérias-primas Fonte: Industrial Minerals. www.indmin.com - Uso para fins não comerciais. Proibida a reprodução, comercialização ou citação para quaisquer fins, de acordo com os termos e condições da Euromoney Institutional Investor PLC and Institutional Investor Inc. Grau de verticalização em MP é de aprox. 70% em termos de volume sendo que os demais 30% representam entre 35% e 40% do CPV. A estratégia da Companhia é atingir 90% de verticalização até 2013. 90 110 130 Alumina Marrom Alumina branca Zirconia Grafite Magnésia Eletrofundida 9
  • 10.
    Destaques do 3T10 86,6mil t 78,4 mil t 69,7 mil t • Recorde de vendas de refratários pelas unidades da América do Sul 3T10 2T10 3T09 R$ 112,9 MM R$ 125,1 MM R$ 96,4 MM • Redução de 9,7% nas despesas administrativas e comerciais 10 19,0% 19,7% 21,1%• Manutenção da margem EBITDA ajustada (*) R$ 31,6 MM R$ 24,6 MM R$ 24,4 MM• Aumento de 28,6% no lucro líquido Desempenho positivo mesmo em um período sazonalmente mais fraco no hemisfério norte, contínuo aumento nos preços de matérias-primas e com um câmbio de moedas desfavorável. (*) excluindo os efeitos de itens extraordinários/não recorrentes
  • 11.
    Equilíbrio do portfoliode produtos e da distribuição geográfica das vendas aliado ao alto grau de verticalização contribuem para a blindagem aos efeitos externos. 69,8 77,6 80,1 78,4 86,6 150,1 161,1 178,1 180,4 169,3 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Volume de Vendas de Refratários - mil t 219,9 238,7 258,2 258,8 255,9 221,4 251,0 260,0 262,7 284,8 262,2 286,8 305,9 289,1 285,7 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Receita Líquida Total - R$ milhões 483,6 537,7 565,9 551,7 570,5 11 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 MI ME MI ME 57,6% 20,5% 17,3% 4,6% 56,0% 17,5% 15,4% 9,3% 1,8% América do Sul Europa América do Norte Ásia Outros Receita Líquida do 3T10 por Localização Produção Destino
  • 12.
    Equilíbrio do portfoliode produtos e da distribuição geográfica das vendas aliado ao alto grau de verticalização contribuem para a blindagem aos efeitos externos. Aciaria Integrada 41,3% Aços Especiais 27,8% Aciaria Elétrica 28,2% Outros 2,7% Aço Cimento 8,3% Outros 7,2% Receita por Segmento – 3T10 Serviços 7,1% Outros Minerais 3,8% Sínter 1,7% Outros Produtos 0,8% Receita Líquida por Produto - 3T10 12 41,3%Aço 84,5% Magnesitanos 34,6% Dolomíticos 30,1% Aluminosos 24,8% Outros 10,5% Receita por Composição Química - 3T10 Refratários 86,6%
  • 13.
    A despeito dasdificuldades do período, a rentabilidade operacional é mantida e lidera o ranking do setor. 169,7 183,6 196,2 199,2 194,9 35,1 34,1 34,7 36,1 34,2 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 130 150 170 190 210 230 250 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Lucro Bruto e Margem Bruta - Consolidado Matéria- prima* 38,4% Mão de obraCombustível Depreciação 6,6% Manutenção 5,0% Eletricidade 3,6% Outros 17,2% Composição do CPV - 9M10 13 106 123,1 119,1 118,2 125,3 40,2 39,5 39,3 39,5 38,1 2 0 2 5 3 0 3 5 4 0 4 5 5 0 5 5 6 0 9 5 1 0 0 1 0 5 1 1 0 1 1 5 1 2 0 1 2 5 1 3 0 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Lucro Bruto e Margem Bruta - América do Sul Lucro Bruto - R$ milhões Margem Bruta - % 63,7 60,5 77,0 81,0 69,6 28,9 26,8 29,3 32,1 28,8 1 0 1 5 2 0 2 5 3 0 3 5 4 0 4 5 5 0 5 5 6 0 0 1 0 2 0 3 0 4 0 5 0 6 0 7 0 8 0 9 0 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Lucro Bruto e Margem Bruta - Demais Unidades Lucro Bruto - R$ milhões Margem Bruta - % 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Lucro Bruto - R$ milhões Margem Bruta - % Mão de obra 18,8% Combustível 10,4% * Adquirida de terceiros
  • 14.
    A despeito dasdificuldades do período, a rentabilidade operacional é mantida e lidera o ranking do setor. 110,1 138,8 123,1 119,5 108,6 22,8 25,8 21,8 21,7 19,0 10 20 30 40 50 60 20 40 60 80 100 120 140 160 EBTIDA e Margem EBITDA 14 26,4% 29,3% 23,4% 22,6% 22,6% 14,8% 14,1% 15,1% 16,1% 14,2% 21,1% 22,9% 19,5% 19,7% 19,0% 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Margem EBITDA Ajustada 69,5 91,3 70,8 67,7 74,3 32,6 31,7 39,8 40,7 34,3 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 EBITDA Ajustado (R$ milhões) América do Sul Demais Unidades 102,1 123,0 110,6 108,4 108,6 América do Sul Consolidado Demais Unid. 00 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 EBITDA - R$ milhões Margem EBITDA - %
  • 15.
    Cronograma de pagamentoda divida equacionado permite foco na operação e melhoria dos indicadores financeiros 63,4 57,3 64,7 42,8 44,7 Despesas financeiras líquidas (R$ milhões) 1.434,4 1.414,8 1.413,6 1.491,0 1.444,1 5,5 3,9 3,2 3,0 2,9 1,5 2,5 3,5 4,5 5,5 6,5 1.370,0 1.390,0 1.410,0 1.430,0 1.450,0 1.470,0 1.490,0 1.510,0 1.530,0 1.550,0 Dívida Líquida 34% 20% 25% 11% 5% 66% 80% 75% 89% 95% 30-09-09 31-12-09 31-03-10 30-06-10 30-09-10 Perfil da Dívida Total (R$ milhões) Longo Prazo Curto Prazo 15 2.184,3 1.782,4 1.861,7 1.950,8 1.894,1 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 98,4 16,6 26,6 292,4 401,3 400,9 657,9 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2020 Cronograma de Amortização (R$ milhões) 0,51.350,0 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Dívida Líquida - R$ milhões Dívida Líquida/EBITDA* * Ebitda dos últimos 12 meses
  • 16.
    Performance da açãoMAGG3 12,9% 110 120 130 140 150 30/set/09=100 Performance da ação MAGG3 (30/09/09 à 30/09/10) 16 0% 80 90 100 set-09 out-09 nov-09 dez-09 jan-10 fev-10 mar-10 abr-10 mai-10 jun-10 jul-10 ago-10 set- 30/set/09=100 MAGG3 IBOVESPA • Bancos que cobrem a ação da Companhia: Barclays, Itaú, Santander, Credit Suisse, BTG Pactual, Merrill Lynch, Safra, Deutsche Bank, Morgan Stanley.
  • 17.
    Flávio Rezende Barbosa DiretorFinanceiro e de Relações com Investidores Adriana Fernandes Lana 17 Adriana Fernandes Lana Gerente de Relações com Investidores Fone: +55 31 3368-1069 Lucas Lima Ferreira Analista de Relações com Investidores Fone: +55 31 3368-1068 ri@magnesita.com www.magnesita.com/ri