IGRY10ºE 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
1
TÉCNICAS DE CONVERSÃO 
Analógico/Digital: 
Os valores analógicos não podem ser diretamente 
processados por sistemas digitais, por isso, precisam de ser 
convertidos para uma cadeia de bits. Esta conversão é 
conhecida como: Conversão Analógica-Digital. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
2
TÉCNICAS DE CONVERSÃO 
Amostragem: 
Amostragem consiste na 
retenção de um conjunto de um 
número de valores discretos a 
partir da gama contínua de valores 
assumidos pelo sinal analógico. 
Os valores analógicos devem 
ser capturados a intervalos de 
tempo e/ou de espaços regulares. 
Uma outra forma de exprimir a taxa 
de amostragem é indicando a 
frequência com que se “amostra” o 
sinal, ou seja, o número de vezes 
por segundo que se retém uma 
amostra do sinal. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
3
TÉCNICAS DE CONVERSÃO 
Quantificação: 
A quantificação é o processo pelo qual o sinal amostrado 
é convertido num outro sinal: o sinal quantificado. 
Este novo sinal assume apenas um determinado número 
de valores. O sinal quantificado já pode ser codificado em 
binário (em “zeros” e em “uns”), ou seja, já vai permitir a 
execução do processo final da conversão: a codificação. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
4
TÉCNICAS DE CONVERSÃO 
Codificação: 
Consiste na associação de um grupo de dígitos binários, 
designados por palavras de código ou simplesmente código, a 
cada um dos valores quantificados. 
Este processo gera uma sequência de códigos binários, 
designada por sinal digital, e que corresponde ao sinal 
analógico original. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
5
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
No que diz respeito às principais técnicas de 
codificação, podemos dividí-las em 3: 
 Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero 
 Return Zero (RZ) ou Return to Zero 
 Manchester 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
6
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero: 
NRZ significa Non Return Zero , este código de linha é o sinal 
que não necessita obrigatoriamente de ir a zero entre 
transições de bit. Tem Duty Cicle de 100% , ou seja, o 
impulso prolonga-se durante todo o bit. Dentro deste, existem 
três tipos de codificação : 
 1º NRZ Unipolar 
 2º NRZ Polar 
 3º NRZ Bipolar 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
7
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero: 
 1º NRZ Unipolar 
Este tipo de codificação é o mais simples. Os limites da 
onda estão sempre entre o 0 e 1 e tomam o valor 1 quando 
o bit a codificar é 1, e 0 quando o bit a codificar é 0. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
8
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero: 
 2º NRZ Polar 
Este tipo de codificação apresenta as mesmas vantagens do 
tipo Unipolar. Os limites da onda, neste tipo de codificação, 
estão entre -1 e 1. A onda codificada toma o valor de 1 quando 
o bit a codificar é 1 e toma o valor de -1 quando o valor a 
codificar é 0. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
9
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero: 
 3º NRZ Bipolar 
Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1, 0 e 
1. Toma o valor 0 quando o bit a codificar é o 0 e toma o valor 1 
e -1 alternadamente quando o bit a codificar é 1. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
10
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Return Zero (RZ) ou Return to Zero: 
Na codificação RZ o nível de tensão ou corrente retorna sempre 
ao nível zero após uma transição provocada pelos dados a transmitir (a 
meio da transmissão do bit). Geralmente um bit 1 é representado por um 
nível elevado, mas a meio da transmissão do bit o nível retorna a zero. 
Existem 3 tipos: 
 1º RZ Unipolar 
 2º RZ Polar 
 3º RZ Bipolar 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
11
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Return Zero (RZ) ou Return to Zero: 
 1º RZ Unipolar 
Os limites da onda estão sempre entre 0 e 1 e toma o valor 1 
quando o bit a codificar é 1 e 0 quando o bit a codificar é 0. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
12
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Return Zero (RZ) ou Return to Zero: 
 2º RZ Polar 
Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1 e 1. 
A onda toma o valor 1 quando o bit a codificar é 1 e toma o valor -1 
quando o bit a codificar é 0. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
13
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Return Zero (RZ) ou Return to Zero: 
 3º RZ Bipolar 
Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1, 0 e 
1. Toma o valor 0 quando o bit a codificar é 0 e toma o valor 1 e -1 
alternadamente quando o bit a codificar é 1. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
14
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Manchester: 
Este código de linha também apresenta um Duty Cycle de 50%. 
Logo necessita do dobro da largura de banda em relação ao código 
NRZ. Existem 2 tipos de codificações Manchester: 
 1º Manchester Normal 
 2º Manchester Diferencial 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
15
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Manchester: 
 1º Manchester Normal 
Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre 1 e -1. 
Neste código de linha, as decisões são sempre tomadas a meio de cada 
bit. Assim, as transições entre 0->1 e 1->0 ocupam a largura de um bit 
desde o meio do bit anterior até ao meio do bit seguinte. As restantes 
transições, 0->0 e 1->1, ocupam apenas meio bit. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
16
TÉCNICAS CODIFICAÇÃO 
 Manchester: 
 2º Manchester Diferencial 
Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1 e 1. 
À semelhança do anterior, as decisões são sempre tomadas a meio de 
cada bit. A diferença aqui reside apenas, nas transições entre bits serem 
codificadas de forma diferente do anterior. Assim, as transições entre 0- 
>1 e 1->1 ocupam a largura de um bit desde o meio do bit anterior até ao 
meio do bit seguinte. As restantes transições, 0->0 e 1->0, ocupam 
apenas meio bit. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
17
TÉCNICAS DE DETEÇÃO E 
CORREÇÃO DE ERROS 
A detecção e correcção de erros é um assunto de grande 
importância e relevância na manutenção da integridade dos dados nos 
canais com ruído ou em sistemas de armazenamento não imunes a 
falhas. 
Num sistema de comunicação pode dizer-se que é normal a 
ocorrência de erros, pois funciona por trocas constantes de mensagens 
de um local para outro. Os erros podem ser causados por interferências 
eletromagnéticas, envelhecimento de componentes, curto-circuito... O 
que acabam afetando as mensagens, fazendo com que, por exemplo, 
um “0” seja enviado, e na transmissão acaba por ser transformado num 
“1”, ou seja, o receptor recebe informação diferente daquela que foi 
enviada. 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
18
TÉCNICAS DE DETEÇÃO E 
CORREÇÃO DE ERROS 
Existem três tipos de deteção de erros frequentemente 
utilizados que são: 
 1º Verificação de paridade 
 2º Checksum 
 3º CRC (Cycle Redundancy Check) 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
19
TÉCNICAS DE DETEÇÃO E 
CORREÇÃO DE ERROS 
 1º Verificação de paridade 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
20 
Esta técnica é a mais utilizada para detetar erros. A sequência é 
um bit de paridade quando a sequência tiver um número par de 1´s, mas 
se tiver um numero ímpar de 1´s a mensagem está incorreta, por exemplo: 
11001100- A mensagem está correta. 
10101011- A mensagem está incorreta.
TÉCNICAS DE DETEÇÃO E 
CORREÇÃO DE ERROS 
 2º Checksum 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
21 
Baseia-se na soma do conteúdo do segmento que é colocado 
numa posição da trama UDP, no lado do emissor. No recetor há lugar 
novamente à soma do segmento. Se da soma de checksums resultarem 
apenas de 1´s, podemos inferir que não houve erro na transmissão, caso 
contrário, existiu erro na transmissão. Esses erros são assinalados nas 
posições que da soma de checksums resultem zeros. Os erros podem 
ocorrer no segmento ou no próprio código detetor de erros.
TÉCNICAS DE DETEÇÃO E 
CORREÇÃO DE ERROS 
 3º CRC (Cycle Redundancy Check) 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
22 
Esta técnica é mais eficiente. Também é chamada por deteção 
polinomial. Este método consiste em adicionar um conjunto de bits 
à mensagem original a transmitir.
BIBLIOGRAFIA 
• http://multimediajoanaesandrina.blogspot.pt/2010/01/sinal-analogico- 
e-um-tipo-de-sinal.html 
• http://redes-108005.webnode.pt/modulo-1/tecnicas-de-convers% 
C3%A3o/ 
• http://rctiagomoreira.blogspot.pt/2011/01/5tecnicas-de-conversao- 
analogico.html 
• http://pt.scribd.com/doc/11619181/Codificacao 
• http://redes-107770.webnode.pt/modulo-1/tecnicas-de-codifica% 
C3%A7%C3%A3o/ 
• http://2110hesac.blogspot.pt/2013/12/rz-return-to-zero.html 
• http://danyferreira.wordpress.com/2012/10/15/tecnicas-de-codificacaomanchestermanchester- 
normal-e-manchester-diferencial/# 
• http://pt.wikipedia.org/wiki/Detec%C3%A7%C3%A3o_e_corr 
e%C3%A7%C3%A3o_de_erros 
• http://robertopinto95.wordpress.com/2012/10/10/tecnicas-deteccao- 
e-correccao-de-erros-em-transmissoes-digitais/ 
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
23
Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 
24

Tecnicas de conversão e compressão; Redes de comunicação 1º Módulo

  • 1.
    IGRY10ºE Escola Básicae Secundária Padre Manuel Álvares 1
  • 2.
    TÉCNICAS DE CONVERSÃO Analógico/Digital: Os valores analógicos não podem ser diretamente processados por sistemas digitais, por isso, precisam de ser convertidos para uma cadeia de bits. Esta conversão é conhecida como: Conversão Analógica-Digital. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 2
  • 3.
    TÉCNICAS DE CONVERSÃO Amostragem: Amostragem consiste na retenção de um conjunto de um número de valores discretos a partir da gama contínua de valores assumidos pelo sinal analógico. Os valores analógicos devem ser capturados a intervalos de tempo e/ou de espaços regulares. Uma outra forma de exprimir a taxa de amostragem é indicando a frequência com que se “amostra” o sinal, ou seja, o número de vezes por segundo que se retém uma amostra do sinal. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 3
  • 4.
    TÉCNICAS DE CONVERSÃO Quantificação: A quantificação é o processo pelo qual o sinal amostrado é convertido num outro sinal: o sinal quantificado. Este novo sinal assume apenas um determinado número de valores. O sinal quantificado já pode ser codificado em binário (em “zeros” e em “uns”), ou seja, já vai permitir a execução do processo final da conversão: a codificação. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 4
  • 5.
    TÉCNICAS DE CONVERSÃO Codificação: Consiste na associação de um grupo de dígitos binários, designados por palavras de código ou simplesmente código, a cada um dos valores quantificados. Este processo gera uma sequência de códigos binários, designada por sinal digital, e que corresponde ao sinal analógico original. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 5
  • 6.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Noque diz respeito às principais técnicas de codificação, podemos dividí-las em 3:  Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero  Return Zero (RZ) ou Return to Zero  Manchester Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 6
  • 7.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero: NRZ significa Non Return Zero , este código de linha é o sinal que não necessita obrigatoriamente de ir a zero entre transições de bit. Tem Duty Cicle de 100% , ou seja, o impulso prolonga-se durante todo o bit. Dentro deste, existem três tipos de codificação :  1º NRZ Unipolar  2º NRZ Polar  3º NRZ Bipolar Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 7
  • 8.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero:  1º NRZ Unipolar Este tipo de codificação é o mais simples. Os limites da onda estão sempre entre o 0 e 1 e tomam o valor 1 quando o bit a codificar é 1, e 0 quando o bit a codificar é 0. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 8
  • 9.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero:  2º NRZ Polar Este tipo de codificação apresenta as mesmas vantagens do tipo Unipolar. Os limites da onda, neste tipo de codificação, estão entre -1 e 1. A onda codificada toma o valor de 1 quando o bit a codificar é 1 e toma o valor de -1 quando o valor a codificar é 0. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 9
  • 10.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Non Return Zero (NRZ) ou Non Return to Zero:  3º NRZ Bipolar Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1, 0 e 1. Toma o valor 0 quando o bit a codificar é o 0 e toma o valor 1 e -1 alternadamente quando o bit a codificar é 1. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 10
  • 11.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Return Zero (RZ) ou Return to Zero: Na codificação RZ o nível de tensão ou corrente retorna sempre ao nível zero após uma transição provocada pelos dados a transmitir (a meio da transmissão do bit). Geralmente um bit 1 é representado por um nível elevado, mas a meio da transmissão do bit o nível retorna a zero. Existem 3 tipos:  1º RZ Unipolar  2º RZ Polar  3º RZ Bipolar Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 11
  • 12.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Return Zero (RZ) ou Return to Zero:  1º RZ Unipolar Os limites da onda estão sempre entre 0 e 1 e toma o valor 1 quando o bit a codificar é 1 e 0 quando o bit a codificar é 0. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 12
  • 13.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Return Zero (RZ) ou Return to Zero:  2º RZ Polar Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1 e 1. A onda toma o valor 1 quando o bit a codificar é 1 e toma o valor -1 quando o bit a codificar é 0. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 13
  • 14.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Return Zero (RZ) ou Return to Zero:  3º RZ Bipolar Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1, 0 e 1. Toma o valor 0 quando o bit a codificar é 0 e toma o valor 1 e -1 alternadamente quando o bit a codificar é 1. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 14
  • 15.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Manchester: Este código de linha também apresenta um Duty Cycle de 50%. Logo necessita do dobro da largura de banda em relação ao código NRZ. Existem 2 tipos de codificações Manchester:  1º Manchester Normal  2º Manchester Diferencial Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 15
  • 16.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Manchester:  1º Manchester Normal Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre 1 e -1. Neste código de linha, as decisões são sempre tomadas a meio de cada bit. Assim, as transições entre 0->1 e 1->0 ocupam a largura de um bit desde o meio do bit anterior até ao meio do bit seguinte. As restantes transições, 0->0 e 1->1, ocupam apenas meio bit. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 16
  • 17.
    TÉCNICAS CODIFICAÇÃO Manchester:  2º Manchester Diferencial Os limites da onda neste tipo de codificação estão entre -1 e 1. À semelhança do anterior, as decisões são sempre tomadas a meio de cada bit. A diferença aqui reside apenas, nas transições entre bits serem codificadas de forma diferente do anterior. Assim, as transições entre 0- >1 e 1->1 ocupam a largura de um bit desde o meio do bit anterior até ao meio do bit seguinte. As restantes transições, 0->0 e 1->0, ocupam apenas meio bit. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 17
  • 18.
    TÉCNICAS DE DETEÇÃOE CORREÇÃO DE ERROS A detecção e correcção de erros é um assunto de grande importância e relevância na manutenção da integridade dos dados nos canais com ruído ou em sistemas de armazenamento não imunes a falhas. Num sistema de comunicação pode dizer-se que é normal a ocorrência de erros, pois funciona por trocas constantes de mensagens de um local para outro. Os erros podem ser causados por interferências eletromagnéticas, envelhecimento de componentes, curto-circuito... O que acabam afetando as mensagens, fazendo com que, por exemplo, um “0” seja enviado, e na transmissão acaba por ser transformado num “1”, ou seja, o receptor recebe informação diferente daquela que foi enviada. Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 18
  • 19.
    TÉCNICAS DE DETEÇÃOE CORREÇÃO DE ERROS Existem três tipos de deteção de erros frequentemente utilizados que são:  1º Verificação de paridade  2º Checksum  3º CRC (Cycle Redundancy Check) Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 19
  • 20.
    TÉCNICAS DE DETEÇÃOE CORREÇÃO DE ERROS  1º Verificação de paridade Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 20 Esta técnica é a mais utilizada para detetar erros. A sequência é um bit de paridade quando a sequência tiver um número par de 1´s, mas se tiver um numero ímpar de 1´s a mensagem está incorreta, por exemplo: 11001100- A mensagem está correta. 10101011- A mensagem está incorreta.
  • 21.
    TÉCNICAS DE DETEÇÃOE CORREÇÃO DE ERROS  2º Checksum Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 21 Baseia-se na soma do conteúdo do segmento que é colocado numa posição da trama UDP, no lado do emissor. No recetor há lugar novamente à soma do segmento. Se da soma de checksums resultarem apenas de 1´s, podemos inferir que não houve erro na transmissão, caso contrário, existiu erro na transmissão. Esses erros são assinalados nas posições que da soma de checksums resultem zeros. Os erros podem ocorrer no segmento ou no próprio código detetor de erros.
  • 22.
    TÉCNICAS DE DETEÇÃOE CORREÇÃO DE ERROS  3º CRC (Cycle Redundancy Check) Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 22 Esta técnica é mais eficiente. Também é chamada por deteção polinomial. Este método consiste em adicionar um conjunto de bits à mensagem original a transmitir.
  • 23.
    BIBLIOGRAFIA • http://multimediajoanaesandrina.blogspot.pt/2010/01/sinal-analogico- e-um-tipo-de-sinal.html • http://redes-108005.webnode.pt/modulo-1/tecnicas-de-convers% C3%A3o/ • http://rctiagomoreira.blogspot.pt/2011/01/5tecnicas-de-conversao- analogico.html • http://pt.scribd.com/doc/11619181/Codificacao • http://redes-107770.webnode.pt/modulo-1/tecnicas-de-codifica% C3%A7%C3%A3o/ • http://2110hesac.blogspot.pt/2013/12/rz-return-to-zero.html • http://danyferreira.wordpress.com/2012/10/15/tecnicas-de-codificacaomanchestermanchester- normal-e-manchester-diferencial/# • http://pt.wikipedia.org/wiki/Detec%C3%A7%C3%A3o_e_corr e%C3%A7%C3%A3o_de_erros • http://robertopinto95.wordpress.com/2012/10/10/tecnicas-deteccao- e-correccao-de-erros-em-transmissoes-digitais/ Escola Básica e Secundária Padre Manuel Álvares 23
  • 24.
    Escola Básica eSecundária Padre Manuel Álvares 24