Fidel Castro   João Silveira Nº10, 9ºB
Índice Introdução Infância e estudos Família Início da carreira política Preparação da revolução Pós-revolução Feitos políticos Relações mundiais Transferência inédita e retirada de poder
Introdução Fidel Alejandro Castro   Ruz nasceu em Birán, 13 de Agosto de 1926 é um político revolucionário cubano, primeiro presidente do Conselho de Estado da República de Cuba e virtual ditador do país por mais de quatro décadas. Actualmente, ocupa o cargo de primeiro-secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba.
Infância e estudos  Fidel Castro foi educado em colégios jesuítas, como o La Salle, Dolores e Colégio Belén. Alto e de porte atlético, foi premiado como o melhor atleta estudantil cubano em 1944. Em 1945 entrou na Universidade de Havana. Enquanto cursava o segundo ano 1946-1947 editou, em colaboração com Baudilio Castellanos, o periódico mensal Saeta. Durante sua permanência na  Universidade de Havana ,  foi dirigente da Federação de Estudantes Universitários.
Família  Com sua primeira esposa, Mirta Díaz Balart, Fidel Castro tem um filho chamado Fidel "Fidelito" Castro Díaz-Balart. Mirta e Fidel divorciaram-se em 1955, tendo ela se casado novamente e, após uma temporada em Madrid, teria voltado a residir em Havana para viver com Fidelito e sua família. Fidel tem outros cinco filhos com sua segunda esposa, Dalia Soto del Valle: Alexis, Alexander, Alejandro, António e Ángel. Durante seu casamento com Mirta, Fidel teve uma amante, Naty Revuelta, que lhe deu uma filha, Alina Fernández-Revuelta.
Início da carreira política  Depois de graduado, dedicou-se de modo especial à defesa dos opositores ao governo, trabalhadores e sindicatos, denunciou as corrupções e actos ilegais do governo de Carlos Prío através do diário Alerta e das emissoras Rádio Álvarez e COCO e vinculou-se estreitamente ao Partido do Povo Cubano que era liderado por Eduardo Chibás, partido pelo qual seria candidato a Representante nas eleições de 1952.
Início da carreira política O golpe de estado em 10 de Março de 1952 por Fulgêncio Baptista, ao qual Fidel condenou no diário La Palabra e pretendeu levar aos tribunais, e convenceu da necessidade de trazer formas de acção para transformar a sociedade cubana. Nos dias que seguiram o golpe, distribuiu um jornal  clandestino sua denúncia.
Início da carreira política Uniu-se a jovens que editavam o periódico mimeografado clandestino,  Son los Mismos , sugeriu a troca de seu nome pelo de  El Acusador  e foi co-editor deste novo órgão, onde assinou seus trabalhos apenas com seu segundo nome, Alejandro. Este mesmo pseudónimo utilizaria mais tarde em suas correspondências e mensagens.
Início da carreira política Daquele grupo sairia o núcleo inicial de jovens que sob seu comando atacariam de assalto ao Quartel Moncada, em 26 de Julho de 1953, e fundaria depois o Movimento Revolucionário 26 de Julho.  No julgamento que se seguiu pelas acções, assumiu sua própria defesa e defendeu o direito dos povos de lutarem contra a tirania.  Condenado a quinze anos de prisão, começou a cumprir a pena na prisão de Boniato Santiago de Cuba e depois foi transferido ao presídio Modelo.
Preparação da revolução  Em 1955 viajou aos  Estados Unidos  em busca de apoio dos emigrados cubanos neste país. Pronunciou discursos em Nova York e Miami. Ao fim de Novembro de 1956, partiu do porto mexicano de Tuxpan, a bordo do Iate Granma, com várias dezenas de combatentes e em 2 de Dezembro desembarcaram na praia Las Coloradas, próxima a Niquero, e abrigaram-se em Sierra Maestra onde permaneceu por mais de dois anos a frente do Exército Rebelde Cubano, do qual era comandante-em-chefe.
Preparação da revolução Comandou diversos combates que culminaram em vitórias de suas tropas, orientou a criação de novas frentes guerrilheiras em Oriente e Las Villas, trabalhou na preparação de leis fundamentais que deveriam promulgar-se uma vez alcançada a vitória e divulgou suas ideias nacional e internacional.
Pós-revolução  Depois do golpe de estado que destronou o regime ditatorial que levou à fuga de Baptista, em 1 de Janeiro de 1959, convocou generais para consolidar a vitória da Revolução e marchou até Havana, onde entrou em 8 de Janeiro. O Governo revolucionário instaurado designou-o primeiramente Comandante em Chefe de todas as forças armadas, terrestres, aéreas e marítimas e depois, em meados de Fevereiro, Primeiro Ministro.
Pós-revolução Fidel Castro visitou, após a vitória, os Estados Unidos da América. A URSS deu apoio económico e militar ao novo governo de Castro, comprando a maioria do açúcar cubano.  A partir de então, Cuba passou a sofrer um embargo económico por parte dos Estados Unidos.  Fundou órgãos de novo tipo como o Instituto Nacional de Reforma Agrária (INRA, do qual foi seu primeiro presidente) e instituições culturais como a Imprensa Nacional de Cuba e o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica (ICAIC).
Pós-revolução O anúncio de sua renúncia ao cargo de primeiro-ministro em meados de Julho de 1959 pelos obstáculos colocados pelo presidente Manuel Urrutia às leis e medidas revolucionárias, motivou uma massiva exigência popular para que se reincorporasse ao mesmo e forçou a renúncia do presidente. Em 26 de Julho, retomou o cargo.
Feitos políticos A partir de então pode levar adiante, desde os primeiros anos posteriores ao triunfo da Revolução, medidas e actividades de grande envergadura para o desenvolvimento ulterior do pais em todas as ordens, como a nacionalização de empresas estrangeiras, a Reforma Urbana, o desenvolvimento da indústria nacional e a diversificação agrícola, a nacionalização e gratuidade do ensino em todos os níveis, a eliminação da saúde pública privada e do desporto profissional, a melhoria das condições de vida dos sectores mais populares, o estabelecimento de vínculos com nações de todo o mundo e todos sistemas sociais de governo
Feitos políticos Foi membro do conselho de direcção de Cuba Socialista (1961-1967). Desde Outubro de 1965, quando o PURCS tomou o nome de Partido Comunista de Cuba, (PCC), têm sido membro de seu Comité Central e seu Primeiro Ministro.
Relações mundiais  A  partir de 1959 tem viajado a uma infinidade de países da América Latina, Europa, África e América do Norte, para representar Cuba em congressos e conferências dos mais diversos tipos e organizações, assim como em outras actividades oficiais e visitas amistosas.
Relações mundiais De especial significado têm sido sua presença nas cúpulas do Movimento de Países Não-Alinhados. Documentos políticos, discursos, intervenções, artigos e entrevistas suas têm sido difundidos em livros próprios ou compilações, em filmes e nos mais importantes órgãos de imprensa escrita e emissoras de rádio e televisão de Cuba e de todo o mundo. Em 1961 foi-lhe atribuído o  Prémio Lenine da Paz .
Transferência inédita e retirada de poder   Em  1 de Agosto  de 2006, Fidel Castro delegou em carácter provisório, por causa de uma doença intestinal que, segundo o próprio, seria grave, suas funções de comandante supremo das Forças Armadas, secretário-geral do Partido Comunista de Cuba e de presidente do Conselho de Estado (cargo máximo da República Cubana) ao seu irmão Raúl Castro, Ministro da Defesa.
Transferência  inédita  e retirada de poder Mesmo com a resignação de Castro, o presidente americano, George Bush, não pretende retirar as sanções americanas impostas a Cuba.  Fidel Castro diz que continuará escrevendo sua coluna no jornal cubano e não pode continuar no poder por insuficiência em sua saúde.  Ele permaneceu como membro do parlamento após a sua eleição como um dos 31 membros do Conselho de Estado. Também manterá o cargo de primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba.
Transferência  inédita  e retirada de poder O poder passou em definitivo para as mãos de seu irmão Raul Castro após Fidel Castro decidir retirar-se do poder em 24 de Fevereiro de 2008, após o parlamento definir a nova cúpula governamental.  Cinco dias, Fidel anunciou que não aceitaria novamente, se eleito, o cargo de Chefe de Estado. Em uma mensagem publicada no jornal oficial Granma, ele escreveu: “Não aspirarei nem aceitarei - repito - não aspirarei nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado” e assinou-a.
Trabalho realizado por: João Silveira Nº10

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    Fidel Castro João Silveira Nº10, 9ºB
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    Índice Introdução Infânciae estudos Família Início da carreira política Preparação da revolução Pós-revolução Feitos políticos Relações mundiais Transferência inédita e retirada de poder
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    Introdução Fidel AlejandroCastro Ruz nasceu em Birán, 13 de Agosto de 1926 é um político revolucionário cubano, primeiro presidente do Conselho de Estado da República de Cuba e virtual ditador do país por mais de quatro décadas. Actualmente, ocupa o cargo de primeiro-secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba.
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    Infância e estudos Fidel Castro foi educado em colégios jesuítas, como o La Salle, Dolores e Colégio Belén. Alto e de porte atlético, foi premiado como o melhor atleta estudantil cubano em 1944. Em 1945 entrou na Universidade de Havana. Enquanto cursava o segundo ano 1946-1947 editou, em colaboração com Baudilio Castellanos, o periódico mensal Saeta. Durante sua permanência na Universidade de Havana , foi dirigente da Federação de Estudantes Universitários.
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    Família Comsua primeira esposa, Mirta Díaz Balart, Fidel Castro tem um filho chamado Fidel "Fidelito" Castro Díaz-Balart. Mirta e Fidel divorciaram-se em 1955, tendo ela se casado novamente e, após uma temporada em Madrid, teria voltado a residir em Havana para viver com Fidelito e sua família. Fidel tem outros cinco filhos com sua segunda esposa, Dalia Soto del Valle: Alexis, Alexander, Alejandro, António e Ángel. Durante seu casamento com Mirta, Fidel teve uma amante, Naty Revuelta, que lhe deu uma filha, Alina Fernández-Revuelta.
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    Início da carreirapolítica Depois de graduado, dedicou-se de modo especial à defesa dos opositores ao governo, trabalhadores e sindicatos, denunciou as corrupções e actos ilegais do governo de Carlos Prío através do diário Alerta e das emissoras Rádio Álvarez e COCO e vinculou-se estreitamente ao Partido do Povo Cubano que era liderado por Eduardo Chibás, partido pelo qual seria candidato a Representante nas eleições de 1952.
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    Início da carreirapolítica O golpe de estado em 10 de Março de 1952 por Fulgêncio Baptista, ao qual Fidel condenou no diário La Palabra e pretendeu levar aos tribunais, e convenceu da necessidade de trazer formas de acção para transformar a sociedade cubana. Nos dias que seguiram o golpe, distribuiu um jornal clandestino sua denúncia.
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    Início da carreirapolítica Uniu-se a jovens que editavam o periódico mimeografado clandestino, Son los Mismos , sugeriu a troca de seu nome pelo de El Acusador e foi co-editor deste novo órgão, onde assinou seus trabalhos apenas com seu segundo nome, Alejandro. Este mesmo pseudónimo utilizaria mais tarde em suas correspondências e mensagens.
  • 9.
    Início da carreirapolítica Daquele grupo sairia o núcleo inicial de jovens que sob seu comando atacariam de assalto ao Quartel Moncada, em 26 de Julho de 1953, e fundaria depois o Movimento Revolucionário 26 de Julho. No julgamento que se seguiu pelas acções, assumiu sua própria defesa e defendeu o direito dos povos de lutarem contra a tirania. Condenado a quinze anos de prisão, começou a cumprir a pena na prisão de Boniato Santiago de Cuba e depois foi transferido ao presídio Modelo.
  • 10.
    Preparação da revolução Em 1955 viajou aos Estados Unidos em busca de apoio dos emigrados cubanos neste país. Pronunciou discursos em Nova York e Miami. Ao fim de Novembro de 1956, partiu do porto mexicano de Tuxpan, a bordo do Iate Granma, com várias dezenas de combatentes e em 2 de Dezembro desembarcaram na praia Las Coloradas, próxima a Niquero, e abrigaram-se em Sierra Maestra onde permaneceu por mais de dois anos a frente do Exército Rebelde Cubano, do qual era comandante-em-chefe.
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    Preparação da revoluçãoComandou diversos combates que culminaram em vitórias de suas tropas, orientou a criação de novas frentes guerrilheiras em Oriente e Las Villas, trabalhou na preparação de leis fundamentais que deveriam promulgar-se uma vez alcançada a vitória e divulgou suas ideias nacional e internacional.
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    Pós-revolução Depoisdo golpe de estado que destronou o regime ditatorial que levou à fuga de Baptista, em 1 de Janeiro de 1959, convocou generais para consolidar a vitória da Revolução e marchou até Havana, onde entrou em 8 de Janeiro. O Governo revolucionário instaurado designou-o primeiramente Comandante em Chefe de todas as forças armadas, terrestres, aéreas e marítimas e depois, em meados de Fevereiro, Primeiro Ministro.
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    Pós-revolução Fidel Castrovisitou, após a vitória, os Estados Unidos da América. A URSS deu apoio económico e militar ao novo governo de Castro, comprando a maioria do açúcar cubano. A partir de então, Cuba passou a sofrer um embargo económico por parte dos Estados Unidos. Fundou órgãos de novo tipo como o Instituto Nacional de Reforma Agrária (INRA, do qual foi seu primeiro presidente) e instituições culturais como a Imprensa Nacional de Cuba e o Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica (ICAIC).
  • 14.
    Pós-revolução O anúnciode sua renúncia ao cargo de primeiro-ministro em meados de Julho de 1959 pelos obstáculos colocados pelo presidente Manuel Urrutia às leis e medidas revolucionárias, motivou uma massiva exigência popular para que se reincorporasse ao mesmo e forçou a renúncia do presidente. Em 26 de Julho, retomou o cargo.
  • 15.
    Feitos políticos Apartir de então pode levar adiante, desde os primeiros anos posteriores ao triunfo da Revolução, medidas e actividades de grande envergadura para o desenvolvimento ulterior do pais em todas as ordens, como a nacionalização de empresas estrangeiras, a Reforma Urbana, o desenvolvimento da indústria nacional e a diversificação agrícola, a nacionalização e gratuidade do ensino em todos os níveis, a eliminação da saúde pública privada e do desporto profissional, a melhoria das condições de vida dos sectores mais populares, o estabelecimento de vínculos com nações de todo o mundo e todos sistemas sociais de governo
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    Feitos políticos Foimembro do conselho de direcção de Cuba Socialista (1961-1967). Desde Outubro de 1965, quando o PURCS tomou o nome de Partido Comunista de Cuba, (PCC), têm sido membro de seu Comité Central e seu Primeiro Ministro.
  • 17.
    Relações mundiais A partir de 1959 tem viajado a uma infinidade de países da América Latina, Europa, África e América do Norte, para representar Cuba em congressos e conferências dos mais diversos tipos e organizações, assim como em outras actividades oficiais e visitas amistosas.
  • 18.
    Relações mundiais Deespecial significado têm sido sua presença nas cúpulas do Movimento de Países Não-Alinhados. Documentos políticos, discursos, intervenções, artigos e entrevistas suas têm sido difundidos em livros próprios ou compilações, em filmes e nos mais importantes órgãos de imprensa escrita e emissoras de rádio e televisão de Cuba e de todo o mundo. Em 1961 foi-lhe atribuído o Prémio Lenine da Paz .
  • 19.
    Transferência inédita eretirada de poder Em 1 de Agosto de 2006, Fidel Castro delegou em carácter provisório, por causa de uma doença intestinal que, segundo o próprio, seria grave, suas funções de comandante supremo das Forças Armadas, secretário-geral do Partido Comunista de Cuba e de presidente do Conselho de Estado (cargo máximo da República Cubana) ao seu irmão Raúl Castro, Ministro da Defesa.
  • 20.
    Transferência inédita e retirada de poder Mesmo com a resignação de Castro, o presidente americano, George Bush, não pretende retirar as sanções americanas impostas a Cuba. Fidel Castro diz que continuará escrevendo sua coluna no jornal cubano e não pode continuar no poder por insuficiência em sua saúde. Ele permaneceu como membro do parlamento após a sua eleição como um dos 31 membros do Conselho de Estado. Também manterá o cargo de primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba.
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    Transferência inédita e retirada de poder O poder passou em definitivo para as mãos de seu irmão Raul Castro após Fidel Castro decidir retirar-se do poder em 24 de Fevereiro de 2008, após o parlamento definir a nova cúpula governamental. Cinco dias, Fidel anunciou que não aceitaria novamente, se eleito, o cargo de Chefe de Estado. Em uma mensagem publicada no jornal oficial Granma, ele escreveu: “Não aspirarei nem aceitarei - repito - não aspirarei nem aceitarei o cargo de Presidente do Conselho de Estado” e assinou-a.
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    Trabalho realizado por:João Silveira Nº10