O documento descreve programas de apadrinhamento que conectam crianças que vivem em abrigos ou em risco social com padrinhos e madrinhas voluntários. O texto apresenta os casos de Natalia, que passa fins de semana com seu afilhado, e de Alessandra, que desenvolveu um vínculo afetivo trocando cartas e fotos com uma criança que vive longe. Os programas de apadrinhamento buscam dar suporte emocional e referências familiares às crianças fora do ambiente dos abrigos.