O documento descreve a sociedade senhorial medieval portuguesa, dividida em três estados - clero, nobreza e povo. O clero rezava e ensinava, a nobreza defendia através da guerra, e o povo trabalhava a terra. Cada grupo tinha funções e privilégios definidos, com o clero e nobreza detendo riqueza e prestígio enquanto os camponeses viviam em dependência nos domínios senhoriais.