Prova 02.04
Assuntos:
- Artigos:
‘Asaúde mental e a fabricação da normalidade’
‘A evolução da saúde mental no Brasil’ – ambos
estão no AVA;
- História da Psicopatologia no Brasil (slides);
- Modelos diagnósticos em psicopatologia (slides).
3.
Saúde Mental, oque é?
A saúde mental refere-se ao estado de equilíbrio emocional,
psicológico e social que permite às pessoas enfrentarem desafios,
estabelecerem relacionamentos saudáveis e realizarem atividades
cotidianas de forma produtiva.
É um conceito abrangente que inclui:
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Saúde é:
Aspectos emocionais;
Aspectos cognitivos;
Aspectos sociais.
“estado de completo bem-
estar físico, mental e social
e não apenas a ausência de
doença”
estar saudável, nessa perspectiva,
é um tanto quanto utópico, já que
dificilmente estamos nos sentindo
plenos, completos, especialmente
quando se trata de saúde mental.
4.
Saúde
O desequilíbrio por
diferentesfatores
(emocional, social,
biológico) – leva a um
possível transtorno
mental.
Não há saúde sem saúde mental, uma pessoa
saudável deve ser capaz de lidar com
problemas do dia a dia, deve poder apreciar a
qualidade das boas relações.
Em muitos adultos, as
evidências surgem
desde a infância, mas
se intensificam na fase
adulta.
5.
Saúde Mental
Quando osofrimento se
intensifica e se
prolonga, de modo a
interferir em nosso
funcionamento e
comprometendo nosso
desempenho, causando
transtornos em nossas
vidas.
O sofrimento mental é uma
experiência humana
universal. Todo mundo já
passou em algum momento
da vida.
Sintomas que podem ser
leves e passageiros, sem
comprometer nosso
desempenho.
Sofrimento Mental Doença Mental
História da SaúdeMental e Normalização
Desenvolvimento Histórico:
Ao longo dos séculos, a percepção e o tratamento
das doenças mentais passaram por diversas
transformações. No passado, as doenças mentais
eram frequentemente associadas a superstições e
estigmas, resultando em tratamentos desumanos e
isolamento dos doentes.
• Com o avanço da ciência e da medicina, surgiram
abordagens mais humanas e científicas para
compreender e tratar a saúde mental. A criação de
instituições psiquiátricas e o desenvolvimento de
tratamentos médicos e terapêuticos são exemplos
dessa evolução.
9.
Impacto da Normalização
A normalização refere-se ao processo de estabelecer
padrões de comportamento e pensamento que são
considerados aceitáveis ou desejáveis pela sociedade.
As instituições, como escolas, hospitais e prisões,
desempenham um papel crucial na imposição desses
padrões.
Foucault e aNormalização
Conceito de Normalização:
Explorou o conceito de normalização como uma forma
de poder e controle social que estabelece padrões de
comportamento considerados normais e aceitáveis
pela sociedade.
Instituições de Controle
Destacou o papel das instituições sociais, como
escolas, hospitais e prisões, na imposição e
manutenção dessas normas. Essas instituições,
desempenham um papel crucial na fabricação da
normalidade, exercendo poder sobre os indivíduos e
influenciando a maneira como a sociedade define o
que é considerado normal e patológico.
12.
Obras de Foucault
Em "Vigiar e Punir", Foucault discute o poder
disciplinar e suas técnicas, argumentando
que a sociedade moderna utiliza a vigilância
e a punição para controlar os indivíduos.
Em "A História da Loucura", Foucault explora
os tratamentos e confinamentos de doentes
mentais ao longo da história. Ele mostra
como a loucura foi isolada e tratada de
maneiras desumanas em diferentes períodos
históricos.
13.
Canguilhem e oNormal e o Patológico
"Ser saudável é poder adoecer e se
recuperar, é experimentar perturbações e
curar-se delas.” (CANGUILHEM, 2002)
Normal vs. Patológico
A normalidade não é uma condição estática, mas sim uma
capacidade de se adaptar e responder às variações e desafios
do ambiente.
Por outro lado, o patológico é caracterizado pela incapacidade
ou dificuldade de adaptação a essas variações.
Para ele, a saúde não deve ser vista como a ausência de
variação, mas como a capacidade de um organismo de
navegar e se adaptar às flutuações e desafios constantes do
ambiente.
14.
Pontos principais:
Anormalização é um processo pelo qual a sociedade
estabelece padrões de comportamento e pensamento que
são considerados aceitáveis ou desejáveis. Esses
padrões são frequentemente impostos pelas instituições
sociais e médicas.
A normalização pode ser uma ferramenta de controle
social que marginaliza e exclui aqueles que não se
enquadram nos padrões estabelecidos. Isso pode levar à
estigmatização e discriminação de indivíduos que sofrem
de doenças mentais.
As críticas de Foucault e Canguilhem são importantes
para questionar os padrões impostos pela normalização e
promover uma compreensão mais ampla e crítica da
saúde mental.
15.
Questões:
1. Como anormalização impacta a definição de saúde e
doença na sociedade atual?
2. Quem são os dois principais autores mencionados no artigo
e qual é a relevância deles?
3. Quais são os principais argumentos de Foucault em relação
à normalização na saúde mental?
4. Como Canguilhem diferencia saúde e normalidade?
5. Como Foucault e Canguilhem se complementam em suas
críticas à normalização?
6. Defina normal e patológico na saúde mental.
7. Como este artigo critica os excessos do ideal normalizador?
16.
História da Psicopatologiano Brasil
Psicopatologia
Psyché Páthos Lógos
Alma,
espírito e
mente
Sofrimento
ou doença
estudo
Período Colonial
Fonte: Brasilescola
PeríodoColonial: 1500-1822 Durante o
período colonial, a loucura era
frequentemente associada a possessões
demoníacas e influências sobrenaturais.
As práticas de tratamento eram
rudimentares e baseadas em crenças
religiosas.
Tratamentos Primitivos: Métodos como
exorcismos, confinamento e uso de ervas
eram comuns. A falta de conhecimento
científico limitava as abordagens
terapêuticas.
19.
Séc. XIX
Hospício PedroII, 1861. Fonte: Arquivo Nacional
Vista aérea do Palácio Universitário (UFRJ), antiga sede do Hospício
Pedro II. Fonte: Arquivo Nacional
A fundação do Hospício Pedro II
em 1852 no Rio de Janeiro marcou
o início da institucionalização do
tratamento de doenças mentais no
Brasil. Este foi o primeiro hospital
psiquiátrico do país.
20.
Séc. XX
Hospital Colôniade Barbacena. Fonte: Arquivo Nacional
Pacientes em 1921. Fonte: Arquivo Nacional
Criação do Hospital Colônia de Barbacena
e suas práticas.
Séc. XX
Reforma Psiquiátrica
MovimentoAntimanicomial
Lei Paulo Delgado
(Lei 10.216/2001)
Nise da Silveira e pacientes. Fonte: Arquivo Nacional
CAPS III, FSA. Fonte: Folha do Estado BA.
23.
Psicopatologia Contemporânea
Psicoterapia individuale em grupo. Fonte: Getty Images.
A psicopatologia contemporânea busca entender os
transtornos mentais de forma holística, considerando
fatores biológicos, psicológicos e sociais.
Exemplo Prático: Uso de terapias combinadas
(medicação e psicoterapia) em CAPS.
Certo ou Errado
Pergunta1:
A reforma psiquiátrica no Brasil começou na década de 1980.
Pergunta 2:
A Lei Paulo Delgado (Lei 10.216/2001) não teve impacto na saúde mental no
Brasil.
Pergunta 3:
Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) foram criados como parte da
reforma psiquiátrica.
Pergunta 4:
A reinserção social dos pacientes psiquiátricos não é um objetivo da
reforma psiquiátrica.
Pergunta 5:
A reforma psiquiátrica brasileira foi influenciada por movimentos
internacionais.
26.
Certo ou Errado– Respostas:
Pergunta 1:
A reforma psiquiátrica no Brasil começou na década de 1980.
CERTO
Pergunta 2:
A Lei Paulo Delgado (Lei 10.216/2001) não teve impacto na saúde mental no
Brasil.
ERRADO
Pergunta 3:
Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) foram criados como parte da
reforma psiquiátrica.
CERTO
Pergunta 4:
A reinserção social dos pacientes psiquiátricos não é um objetivo da
reforma psiquiátrica.
ERRADO
Pergunta 5:
A reforma psiquiátrica brasileira foi influenciada por movimentos
internacionais.
CERTO
27.
Certo ou Errado– Respostas:
Pergunta 6:
Os hospitais psiquiátricos foram completamente abolidos no Brasil após a
reforma psiquiátrica.
ERRADO
Pergunta 7:
A reforma psiquiátrica no Brasil não enfrentou resistência.
ERRADO
Pergunta 8:
A criação dos CAPS foi uma iniciativa isolada e não faz parte de uma política
pública mais ampla.
ERRADO
Pergunta 9:
A reinserção social inclui a integração dos pacientes em atividades
comunitárias e de trabalho.
CERTO
Pergunta 10:
A reforma psiquiátrica brasileira não teve impacto na legislação de saúde
mental.
ERRADO
28.
Certo ou Errado– Respostas:
Pergunta 11:
A reforma psiquiátrica no Brasil priorizou a criação de hospitais
psiquiátricos.
ERRADO
Pergunta 12:
A Lei Paulo Delgado foi promulgada em 2001.
CERTO
Pergunta 13:
A desinstitucionalização visa manter os pacientes em hospitais por longos
períodos.
ERRADO
Pergunta 14:
Os CAPS oferecem apenas tratamento farmacológico.
ERRADO
Pergunta 15:
A reforma psiquiátrica brasileira foi um movimento para utilização
governamental.
ERRADO
29.
Grupos
Grupo 1 -I - A Reforma Psiquiátrica no Brasil: Política de Saúde Mental
do SUS – 6 a 10;
Grupo 2 - O processo de desinstitucionalização – 10 a 18 – até o
Programa de volta para casa;
Grupo 3 - O processo de desinstitucionalização – 18 a 24;
Grupo 4 - A rede de cuidados na comunidade – 24 a 36;
Grupo 5 - Saúde Mental e Inclusão social: a rede se amplia – 36 a 40;
Grupo 6 - Os principais desafios da Reforma Psiquiátrica – 44 a 48
30.
Modelos diagnósticos empsicopatologia
- (DSM-5) - O Manual diagnóstico e estatístico dos
transtornos mentais, que está na sua quinta edição e
que é editado pela American Psychiatric Association
(APA), faz menção aos códigos classificatórios do
manual desenvolvido pela Organização Mundial da
Saúde (OMS).
- (CID-11)– a Classificação internacional de doenças e
problemas relacionados à saúde, que se encontra em
sua 11ª edição. A CID incluiu pela primeira vez os
transtornos mentais em sua categorização no ano de
1948, em sua 6ª edição.
- Ambos se assemelham no modo de estabelecer o
raciocínio acerca dos sinais e sintomas, focando
o diagnóstico fundamentalmente na observação
de comportamentos que são classificados como
funcionais ou não.
31.
Critérios Diagnósticos
DSM-5
Definição:Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais.
Utilização: Principalmente nos EUA.
Estrutura: Critérios específicos para cada transtorno, baseados em
sintomas e duração.
- DSM-5 – TR é uma revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de
Transtornos Mentais, Quinta Edição (DSM-5), publicada em março de
2022.
CID-11
Definição: Classificação Internacional de Doenças.
Utilização: Globalmente.
Estrutura: Classificação abrangente de doenças, incluindo transtornos
mentais.
Em 2018, a OMS lança a CID-11, que entrou em vigor em 2022 .
Comparação
Detalhamento: DSM-5 é mais detalhado em critérios específicos.
Abrangência: CID-11 é mais abrangente e utilizado internacionalmente.
32.
Principais Modelos Diagnósticos
Modelo Biomédico
Foco: Bases biológicas dos transtornos mentais.
Métodos: Exames laboratoriais, neuroimagem, genética.
Exemplo: Transtorno Depressivo Maior associado a desequilíbrios químicos no
cérebro.
Modelo Psicodinâmico
Foco: Processos inconscientes e conflitos internos.
Métodos: Análise de sonhos, associações livres, transferência.
Exemplo: Transtorno de Ansiedade Generalizada relacionado a conflitos
inconscientes.
Modelo Cognitivo-Comportamental
Foco: Padrões de pensamento e comportamento.
Métodos: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), reestruturação cognitiva.
Exemplo: Transtorno de Pânico tratado com técnicas de exposição e reestruturação
cognitiva.
Modelo Humanista
Foco: Experiência subjetiva e potencial humano.
Métodos: Terapia Centrada na Pessoa, empatia, aceitação incondicional.
Exemplo: Transtorno de Estresse Pós-Traumático abordado com foco na
autoatualização.
33.
Modelo Sociocultural
Foco:Impacto dos fatores sociais e culturais.
Métodos: Análise do contexto social, intervenções comunitárias.
Exemplo: Transtornos alimentares influenciados por padrões culturais de
beleza.
Limitações dos Modelos
Modelo Biomédico: Pode negligenciar fatores psicológicos e sociais.
Modelo Psicodinâmico: Difícil de validar empiricamente.
Modelo Cognitivo-Comportamental: Pode não abordar questões subjacentes
profundas.
Modelo Humanista: Pode ser visto como subjetivo e difícil de medir.
Modelo Sociocultural: Pode ser complexo integrar todos os fatores sociais e
culturais.
Desafios
Comorbidade: Presença de múltiplos transtornos pode complicar o
diagnóstico.
Sintomas Sobrepostos: Sintomas comuns a vários transtornos dificultam a
diferenciação.
34.
Aplicações Clínicas
PráticaClínica:
Aplicação dos modelos diagnósticos na avaliação e tratamento de
pacientes.
Utilização de múltiplos modelos para uma abordagem mais holística.
Exemplos de Casos Clínicos:
Caso 1: Paciente com Transtorno Depressivo Maior tratado com
antidepressivos (modelo biomédico) e TCC (modelo cognitivo-
comportamental).
Caso 2: Paciente com Transtorno de Ansiedade Generalizada
abordado com terapia psicodinâmica para explorar conflitos
inconscientes.
Estrutura da Entrevistade
Anamnese
Dados de Identificação
Nome, idade, sexo, estado civil,
ocupação.
Motivo da Consulta
Razão pela qual o paciente
procurou ajuda. Sintomas principais
e duração.
História da Doença Atual
Descrição detalhada dos sintomas.
Fatores desencadeantes e
agravantes.
História Médica Pregressa
Tratamentos anteriores,
hospitalizações, medicações.
História Pessoal e Social
Ambiente familiar, histórico
ocupacional, relações sociais.
Exame do Estado Mental
Aspectos Observados
Aparência: Higiene, vestimenta,
expressão facial.
Comportamento: Atitude, atividade
motora, cooperação.
Humor e Afeto: Estado emocional
predominante, congruência afetiva.
Pensamento: Conteúdo, forma,
velocidade.
Percepção: Alucinações, ilusões.
Cognição: Orientação, memória,
atenção.
Julgamento e Insight: Capacidade
de tomar decisões, compreensão
da própria condição.
37.
Técnicas de Entrevista
Abordagens
EntrevistaEstruturada: Segue um roteiro fixo de perguntas.
Entrevista Semiestruturada: Combina perguntas fixas com
flexibilidade para explorar áreas relevantes.
Entrevista Aberta: Permite que o paciente fale livremente sobre
suas preocupações.
Empatia e Escuta Ativa
Empatia: Demonstrar compreensão e preocupação genuína.
Escuta Ativa: Prestar atenção total ao paciente, refletir e clarificar
suas falas.
Caso 1:
Paciente: Maria,28 anos. Descrição: Maria é uma jovem profissional
que trabalha em uma empresa de tecnologia. Ela relata sentir uma
preocupação constante e excessiva sobre seu desempenho no
trabalho, sua saúde e a segurança de sua família. Maria tem
dificuldade em controlar essa preocupação, o que a deixa
frequentemente cansada e com dificuldade para se concentrar. Ela
também relata sintomas físicos como tensão muscular e insônia.
Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)
Dica 1: Observe os sintomas de preocupação excessiva e
dificuldade em controlar a preocupação.
Dica 2: Note os sintomas físicos como tensão muscular e insônia.
Dica 3: Considere a duração e a intensidade da ansiedade.
40.
Caso 2:
Paciente: João,35 anos. Descrição: João é um professor universitário
que, nos últimos meses, tem se sentido constantemente triste e
desmotivado. Ele perdeu o interesse em atividades que antes gostava,
como jogar futebol e sair com amigos. João tem dificuldade para
dormir, sente-se extremamente cansado e tem pensamentos
recorrentes de inutilidade e culpa. Ele também perdeu peso devido à
falta de apetite.
Dica 1: Preste atenção ao humor deprimido e à perda de interesse
em atividades.
Dica 2: Observe as alterações no apetite e no sono.
Dica 3: Considere os pensamentos de inutilidade e culpa.
Transtorno Depressivo Maior
41.
Caso 3:
Paciente: Ana,40 anos. Descrição: Ana é uma empresária que
experimenta mudanças extremas de humor. Em alguns períodos, ela
se sente extremamente eufórica, com muita energia, fala rapidamente
e toma decisões impulsivas, como gastar grandes quantias de
dinheiro. Em outros períodos, ela se sente profundamente deprimida,
sem energia, e tem dificuldade para sair da cama. Esses episódios
de mania e depressão têm afetado sua vida pessoal e profissional.
Dica 1: Identifique os episódios de mania e depressão.
Dica 2: Note os comportamentos impulsivos durante os períodos de
mania.
Dica 3: Observe as mudanças extremas de humor.
Transtorno Bipolar
42.
Caso 4:
Paciente: Laura,30 anos. Descrição: Laura é uma contadora que
relata ter pensamentos intrusivos e repetitivos sobre contaminação.
Para aliviar sua ansiedade, ela sente a necessidade de lavar as mãos
repetidamente e limpar sua casa de forma excessiva. Esses
comportamentos compulsivos estão interferindo em sua vida diária,
fazendo com que ela chegue atrasada ao trabalho e evite sair de
casa.
Dica 1: Identifique os pensamentos intrusivos e repetitivos.
Dica 2: Note os comportamentos compulsivos, como lavar as mãos
repetidamente.
Dica 3: Observe como esses comportamentos interferem na vida
diária.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
43.
Caso 5:
Paciente: Pedro,25 anos Descrição: Pedro é um estudante
universitário que começou a apresentar comportamentos estranhos
nos últimos meses. Ele relata ouvir vozes que ninguém mais ouve e
acredita que está sendo perseguido por pessoas desconhecidas.
Pedro tem dificuldade para organizar seus pensamentos e seu
discurso é frequentemente desorganizado. Ele também apresenta
comportamento catatônico, ficando imóvel por longos períodos.
Dica 1: Preste atenção aos delírios e alucinações.
Dica 2: Observe o discurso desorganizado e o comportamento
catatônico.
Dica 3: Considere a dificuldade em organizar pensamentos e a
percepção de perseguição.
Esquizofrenia
44.
Caso 6:
Paciente: JoãoSilva, 8 anos Descrição: João apresenta
dificuldades significativas na comunicação verbal e não verbal, além
de comportamentos repetitivos e interesses restritos. João também
tem dificuldades em interações sociais, frequentemente evitando
contato visual e preferindo brincar sozinho.
Dica 1: Dificuldades na Comunicação: Problemas na fala, uso
repetitivo de palavras ou frases, dificuldade em iniciar ou manter
conversas.
Dica 2: Interações Sociais: Evitar contato visual, preferir brincar
sozinho, dificuldade em entender expressões faciais e gestos.
Dica 3: Comportamentos Repetitivos: Movimentos repetitivos (como
balançar as mãos), insistência em rotinas, interesses restritos e
intensos.
Transtorno do Espectro Autista (TEA)