O documento discute o fenômeno de pessoas que fazem provas extremas e humilhantes para ganhar um carro em promoções. Em Curitiba, 10 pessoas foram escolhidas para realizar tarefas bizarras como ficar dentro de um Fusca por 48 horas para ganhar o veículo. Em Belo Horizonte, 14 pessoas tiveram que beijar um carro para tentar ficá-lo. O texto analisa este comportamento de forma crítica e atribui a influência da mídia e publicidade que valorizam excessivamente os automóveis.