O documento apresenta uma resenha de dois livros de poesia moçambicanos recentes: "Mesmos barcos" de Sangare Okapi e "Poemas em sacos vazios que ficam de pé" de Helder Faife. O artigo propõe uma leitura destes livros como exemplos de evocação de algumas margens da nação moçambicana no pós-independência, através da exploração de lugares e espaços como a Ilha de Moçambique.