CELSO CORRÊA DE FREITAS


“O QUE SE CONSTRÓI                      Eu faço poesia, tal como esculpo o
                                        lápis que num determinado momento
DURANTE A VIDA, FICA
                                        uso.
PARA SEMPRE NA
HISTÓRIA.”                              Com o passar do tempo, fica comigo
                                        uma parte representativa da Poesia
POEDIAS                                 construída, que não existe mais, só
    POESIAS DIÁRIAS                     minha! E um pedaço do lápis
                                        consumido pelo seu destino.

C C F                                   Do Lápis fica o bastante para que
                                        possa segura-lo entre o polegar e o
                                        indicador e reverencia-lo.
                                        Da Poesia fica a chama. Para que eu
                                        não esqueça, de onde vim, onde estou
                                        e o que eu sou:
                                                        “MEU SANGUE FLUI FLUMINENSE
                                                         SOU VERSO PRAIAGRANDENSE
                                                         LÁ DA TERRA DA PROMISSÃO.”
                                        Poeta e Articulista, Contista, nascido em Itaperuna-RJ, aos 26 de Agosto
                                        de 1954. Em Praia Grande desde 1996.

                                                                  SITES/E-MAILs
                                                             www.overtrip.blogspot.com
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Celso.correadefreitas@gmail.com
casadopoetabrdepraiagrande@gmail.com

Poedias1

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    CELSO CORRÊA DEFREITAS “O QUE SE CONSTRÓI Eu faço poesia, tal como esculpo o lápis que num determinado momento DURANTE A VIDA, FICA uso. PARA SEMPRE NA HISTÓRIA.” Com o passar do tempo, fica comigo uma parte representativa da Poesia POEDIAS construída, que não existe mais, só POESIAS DIÁRIAS minha! E um pedaço do lápis consumido pelo seu destino. C C F Do Lápis fica o bastante para que possa segura-lo entre o polegar e o indicador e reverencia-lo. Da Poesia fica a chama. Para que eu não esqueça, de onde vim, onde estou e o que eu sou: “MEU SANGUE FLUI FLUMINENSE SOU VERSO PRAIAGRANDENSE LÁ DA TERRA DA PROMISSÃO.” Poeta e Articulista, Contista, nascido em Itaperuna-RJ, aos 26 de Agosto de 1954. Em Praia Grande desde 1996. SITES/E-MAILs www.overtrip.blogspot.com AGUARDE... www.portalpoeticoccf.blogspot.com www.casadopoetapg.com.br www.cappaz.com.br
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