O livro analisa como o capitalismo flexível afeta o caráter pessoal, ao não oferecer condições para uma narrativa de vida linear sustentada na experiência. O trabalho flexível leva à degradação dos trabalhadores e à perda de identidade social, pois rompe laços e torna o trabalho superficial. Isso corrompe o caráter e dificulta construir objetivos de longo prazo, colocando em risco o senso de identidade das pessoas.