Este documento discute a posição do anarquismo em relação ao trabalho feminino e emancipação da mulher ao longo da história. Inicialmente, Fourier reconheceu a importância da libertação feminina, mas Proudhon teve uma visão misógina e negou capacidade e autonomia às mulheres. Bakunin e Kropotkin também deram pouca atenção ao tema. Posteriormente, o anarco-sindicalismo espanhol defendeu a emancipação feminina pelo trabalho, embora ainda insistindo em diferenças de gênero.