Este documento discute conceitos como cultura popular e religiosidade popular. A autora argumenta que esses conceitos são complexos e não podem ser definidos de forma essencialista. Ela também discute como as irmandades religiosas católicas desempenharam um papel importante na promoção da fé católica no Brasil colonial e imperial, mas suas práticas estavam em constante movimento e negociação com a hierarquia eclesiástica.