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*Estatísticas de bolas
paradas sem este jogo
Equipa a observar BORUSSIA DORTMUND
Jogo
(Ao intervalo)
Stuttgart 1 x 3 Borussia Dortmund
(STU 1 x 2 BVB)
Competição DFB-POKAL / ¼ de final
Data 9 Fevereiro 2016
19h:30m
Local Mercedes-Benz Arena, Estugarda
Bola Adidas
Tempo Noite, Limpo
Tipo Vídeo
Relva Estado médio
Público (nº e comportamento) 46 500 / Festivo e barulhento
Equipa de arbitragem T. Stieler (AP),
P. Ittrich (AA1), S. Thielert (AA2)
Marcadores Reus (5’), Rupp [21’], Aubameyang (31’), Mkhitaryan (89’)
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO
STUTTGART BORUSSIA DORTMUND
Nº NOME G A 2A V Nº NOME G A 2A V
1 Langerak 38 Bürki
2 Insúa 15 Hummels
6 Niedermeier 34’ 25 Sokratis 83’
4 Sunjic 26 Piszczek
20 Gendtner 29 Schmelzer
26 S. Dié 28 M. Ginter
15 Grosskreutz 46’ 8 Gundogan
10 Didavi 62’ 10 Mkhitaryan 89’
8 Rupp 21’ 11 Reus 5’
18 F. Kostic 37 E. Durm
23 A. Kravets 17 P. E. Aubameyang 31’
SUPLENTES SUPLENTES
7 Harnik 1 Weidenfeller
3 Schwaab 4 Subotic
5 Baumgartl 22 Pulisic
16 Klein 27 G. Castro
22 Týlon 33 J. Weigl
34 Tashchy 23 Kagawa
44 Maxim 14 Leitner
BORUSSIA DORTMUND
X SAÍDAS ENTRADAS
MIN Nº NOME Nº NOME
77’ 11 Reus 14 Leitner
87’ 8 Gundogan 23 Kagawa
X X X X X
TREINADOR: T. Tuchel
STUTTGART
X SAÍDAS ENTRADAS
MIN Nº NOME Nº NOME
68’ 26 S. Dié 7 Harnik
X X X X X
X X X X X
TREINADOR: J. Kramny
Alterações Stuttgart: Alterações Borussia Dortmund:
-Rupp no miolo com Harnik como X
EXT DIREITO;
Transição ofensiva:
Sempre que possível procuram acelerar seja através do passe, seja através de transporte (+ eficaz nos EXT’s e nos LAT’s). Procuram
explorar a velocidade + mobilidade da sua frente de ataque executando ações de procura de profundidade e largura. Quando não
conseguem projectar na frente (Aubameyang + sagaz e + capaz do que Reus) lateralizam procurando os DL’s que seguram e
«devolvem» para o espaço interior – muito menos utilizado. Contudo, quando a linha defensiva do adversário está mais subida
também podem procurar uma bola mais longa para o espaço nas costas da linha defensiva e assim forçar um jogo mais directo.
Transição defensiva:
Muitas vezes procuram pressionar alto subindo a linha defensiva para encurtar a decisão ou procuram «secar» movimento à
profundidade do avançado através da utilização da defesa-em-linha/fora-de-jogo.
Procuram pressionar rápido, de forma intensa e agressiva com 1 ou 2 unidades em cima do portador e assim retirar capacidade de
definição ao adversário.
Expõem-se muito em organização ofensiva (subindo bem as linhas, inclusive com adversários mais baixos surge Hummels em
zonas de criação) como em lances de bolas paradas ofensivas – não tem muita atenção à cobertura defensiva focando-se mais na
recuperação das 2as bolas em espaço frontal.
ORGANIZAÇÃO
OFENSIVA
ORGANIZAÇÃO OFENSIVA:
Equipa organizada em 4-3-3 com grande intensidade e com tendência para verticalizar e procurar um jogo mais profundo. Grande dinâmica na
circulação – também ela paciente na fase inicial do processo (1ª e 2ª fase) mas com grande aceleração, sobretudo, no último terço. A equipa
apresentou, ao longo dos 4 jogos, uma grande capacidade camaleónica e uma evolução – nos primeiros jogos apresenta um padrão de jogo +
constante, no último apresentou mais imprevisibilidade. Inclusivé denota-se que quando a estruturação é de 4-3-3 (em 1+1+1 ou em 1+2) a
equipa apresenta maior capacidade para ligar a 2ª fase ao espaço nas costas e um jogo mais vertical, porém quando a estruturação é de 4-2-3-1
apresenta maior capacidade de ligação interior – entre linhas, sobretudo. A equipa é mais robusta quando coloca Mkhitaryan no sector atacante
e Castro/Kagawa no sector intermédio, isto porque Durm não tem tanta capacidade de compreensão do jogo interior e «trava» Schmelzer.
A 1ª fase, em triângulo (2+1), a 4 com um desenho irregular (2+2) ou com uma saída a 3+2 (visível no jogo contra o FC Porto) apresenta tendência
para sair pelo corredor central para os MED’s sendo que a ligação exterior é bem menos eficiente e menos constante. A condução de Hummels
que permite a sua entrada numa 2ª fase – visível nas imagens desta – e saídas longas (também visíveis em lances de pontapés-de-baliza)
acontecem sobretudo para o espaços laterais (Mkhitaryan mas também para o espaço). Importante pressionar os MED’s – sobretudo – já que
ambos os DC’s (mais Hummels) apresentam qualidade na construção/nos passes curtos, médios e também longos. Pressionar os MED’s para que
sejam sempre perturbados nas suas ações obriga a que o Borussia procure 2ª fase por fora ou jogo longo para duelos/profundidade, pontos
menos positivos, tendo em jogadores como Gungodan mas também Castro e Weigl atletas com grande capacidade de definição em passe
(verifica-se também com Hummels quando consegue progredir), Kagawa – quando joga – procura sempre definir entre linhas entrando num
processo de criação. Por fora a ligação é muito limitada a ações de condução de Schmelzer e Piszczek ou ao retomar do espaço interior, havendo a
mais remota ligação DL -> EXT [Ver imagem variações]. A limitação da capacidade de ligação interior tem que ser constante pois os médios criaram
dependência sobre a equipa e retirar-lhes essa capacidade para entrar em criação por esse meio, além de criar as já referidas complicações a
nível táctico (como é visível estão algo expostos nesse momento portanto podemos aproveitar para sair em contra-ataque), é uma grande
vantagem a nível mental. Muito perigosas as rupturas que são capazes de fazer na profundidade sobretudo pelo passe dos…médios. Usam a
largura também para romper na fase de criação. A velocidade e a capacidade de tomar a decisão são pontos muito fortes neste momento. Na
entrada em espaços de criação, temos que ter atenção à capacidade que jogadores como Reus, Mkhitaryan, Aubameyang ou Gundogan mas
também Castro, nem tanto Kagawa, para definirem em espaços frontais e frontais-laterais através de remate (potente de Gundogan ou
Aubameyang, mais colocado, por exemplo, de Mkhitaryan). Sempre com vista à profundidade apresentam grande facilidade neste tipo de
movimentos formando uma espécie de triângulo no movimento da bola, sendo também muito fortes na ocupação da grande área – sempre 2 a 4
jogadores, dependendo da tipologia de jogada: mais rápida, menos gente mas mais eficaz OU construção mais curta, mais gente na área mas
menos capacidade (não são muito dotados no jogo aéreo e não são altos).
Visível nos 3
primeiros jogos
observados
Visível no 1º
jogo contra o FC
Porto
5 jogadores no
espaço entre
linhas
1ª fase
2ª fase
LAT EM
POSSE
(ESQUERDA)
LAT EM
POSSE
(DIREITA)
ORGANIZAÇÃO
DEFENSIVA
ORGANIZAÇÃO DEFENSIVA:
Equipa organizada em 4-1-4-1 com linhas nem sempre bem definidas. Quando joga Kagawa optam por uma distribuição em 4-4-2 tradicional,
novamente com linhas não bem definidas. Agressivos e com forte presença na zona da bola nem sempre procuram recuperar – muitas vezes
procuram condicionar. Os DC’s não são muito rápidos (fortes no jogo aéreo e algo «duros de rins») e os EXT’s não apresentam grande
predisposição defensiva – preocupação em função do DL – mas defendem sobretudo a 1ª e 2ª fase do seu lado – o que abre espaço para uma
variação larga no fluxo do jogo e uma tentativa de igualdade ou superioridade numérica. Destaca-se ainda por uma grande procura de
«concentração defensiva» estando assim algo descompensados nas zonas de não-bola, o que convida a uma posse mais rápida (1 a 2 toques) e
que obrigue a equipa a bascular constantemente – preferencial: variar curto – de forma a explorar espaços à largura e eventuais espaços
decorrentes de uma má leitura individual (algumas vezes acontece através de um movimento de recuo do AC que atraí o DC e abre um espaço
nessa zona – 3ª fase dentro). Revelam muita tendência para forçar de 1ª situações de desarme!
Na 1ª fase verifica-se qualidade na pressão ainda que nem sempre tenha como fim uma recuperação. Não raras vezes condicionam «forçando» o
erro na tomada de decisão – passe sem precisão ou «chutão» na frente. No momento de maior amplitude por parte do DC em posse, o EXT
também pode auxiliar na pressão subindo de forma a formar uma situação de 2x1. De outra forma, quanto mais curto/próximo estiverem as
unidades do adversário na 1ª fase, mais presença na zona da bola vai existir, fazendo subir linhas para encurtar o espaço de decisão ao portador e
«cercando» as opções de passe mais próximas. Em 4-4-2 não se verifica a subida do EXT mas sim o movimento de aproximação do outro
elemento de forma a manter a 2ª linha equilibrada e a ter pressão mais eficiente sobre o portador. Na fase seguinte, normalmente por fora pois é
mais fácil o 1º passe o adversário vai «cair» para esse lado e vai libertar espaço quer dentro quer fora – lado oposto –, importante identificar isto
e fazer a bola entrar e sair dos espaços em passes curtos e rápidos. Com a equipa a «cair» para o lado de Schmelzer vai existir mais espaço na
largura para o EXT ou o LAT - sobretudo o 1º - receber e forçar 1x1 já que Piszczek se encontra melhor colocado – por dentro – enquanto que
Schmelzer «abre» mais podendo existir possibilidade de rutura nas costas de Mats Hummels. Contudo, por dentro, a forte pressão exercida pela
2ª linha mesclada com a aproximação do avançado dificultam a decisão, sendo que quando a bola é oriunda do espaço lateral é mais fácil.
Procuram apresentar grande proximidade inter e intrasectorial. Na fase de criação do adversário de destacar a exposição da última linha no
momento em que o DC é «arrastado» pelo movimento do AC e abre um espaço que nem sempre é correctamente encurtado pela linha
defensiva. Por dentro, de realçar a má definição da linha média e a má colocação intrasectorial do último reduto – muito curtos os centrais e
laterais mais abertos o que permite espaço. O médio defensivo procura, juntamente com o médio-interior do lado da bola (+ DC, menos vezes) –
no caso do 4-4-2 com os dois MC’s – encurtar o espaço ao portador. Por fora, de ressalvar o inconstante apoio ao LAT por parte do EXT – mais
quando o LAT oposto força subida – facilita a decisão exterior, com «auxilio» por parte do mau recuo da linha média e por parte da falta de
capacidade de Schmelzer de definir o posicionamento na última linha [ver imagem 3ª fase para perceber zonas a atacar]. Em 4-4-2, um dos MC’s cai no apoio ao DL.
Pressão em
4-4-2 com
subida
AC persegue lateralização na 1ª
fase a 3
Quando muito descaído
para o corredor, também
se verifica
Piszczek mais
competente que
Schmelzer a fechar
por dentro
Em todos os
momentos
E
S
P
A
Ç
O
Visível no jogo contra o
Wolfsburg onde a equipa foi
«obrigada» a defender mais
em baixo e não, como quase
sempre, contou com grande
apoio defensivo por parte
dos avançados.
CANTOS
OFENSIVOS
Grande distribuição
das zonas-alvo com
predominância para
os cantos curtos [nos
jogos analisados].
LIVRES
OFENSIVOS
Fraca distribuição
das zonas-alvo,
revelando grande
tendência para
colocar ao 2º poste.
GRANDE PENALIDADE OFENSIVAS:
Aubameyang (17) coloca-se frontal à bola e concentrado, inícia
a corrida deslocando-se para a sua esquerda com corrida média.
Bate com a parte interior do pé não muito alto e sem grande potência.
4 penalties, 3 golos.
Reus (11) corrida rápida mas com desenho irregular, acelerando na parte final.
Bate forte, a média altura e com a parte de dentro do pé.
2 penalties, 1 golo.
Gundogan (8) poucos passos e corrida irregular, curta e em diagonal. Bate forte
e colocado. Imperturbável.
1 penalty = 1 golo.
GRANDE PENALIDADE DEFENSIVA:
Bürki (38) apresenta-se irrequieto, dá pequenos saltos no centro da baliza,
mexendo, com pouca amplitude, os membros superiores. Dá um pequeno passo para
a frente e procura antecipar.
Cai rápido e de forma «esticada».
Não foi suficientemente rápido para chegar a tempo.
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Relatório Borussia Dortmund

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 7. Equipa a observar BORUSSIA DORTMUND Jogo (Ao intervalo) Stuttgart 1 x 3 Borussia Dortmund (STU 1 x 2 BVB) Competição DFB-POKAL / ¼ de final Data 9 Fevereiro 2016 19h:30m Local Mercedes-Benz Arena, Estugarda Bola Adidas Tempo Noite, Limpo Tipo Vídeo Relva Estado médio Público (nº e comportamento) 46 500 / Festivo e barulhento Equipa de arbitragem T. Stieler (AP), P. Ittrich (AA1), S. Thielert (AA2) Marcadores Reus (5’), Rupp [21’], Aubameyang (31’), Mkhitaryan (89’) RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO
  • 8. STUTTGART BORUSSIA DORTMUND Nº NOME G A 2A V Nº NOME G A 2A V 1 Langerak 38 Bürki 2 Insúa 15 Hummels 6 Niedermeier 34’ 25 Sokratis 83’ 4 Sunjic 26 Piszczek 20 Gendtner 29 Schmelzer 26 S. Dié 28 M. Ginter 15 Grosskreutz 46’ 8 Gundogan 10 Didavi 62’ 10 Mkhitaryan 89’ 8 Rupp 21’ 11 Reus 5’ 18 F. Kostic 37 E. Durm 23 A. Kravets 17 P. E. Aubameyang 31’ SUPLENTES SUPLENTES 7 Harnik 1 Weidenfeller 3 Schwaab 4 Subotic 5 Baumgartl 22 Pulisic 16 Klein 27 G. Castro 22 Týlon 33 J. Weigl 34 Tashchy 23 Kagawa 44 Maxim 14 Leitner
  • 9. BORUSSIA DORTMUND X SAÍDAS ENTRADAS MIN Nº NOME Nº NOME 77’ 11 Reus 14 Leitner 87’ 8 Gundogan 23 Kagawa X X X X X TREINADOR: T. Tuchel STUTTGART X SAÍDAS ENTRADAS MIN Nº NOME Nº NOME 68’ 26 S. Dié 7 Harnik X X X X X X X X X X TREINADOR: J. Kramny Alterações Stuttgart: Alterações Borussia Dortmund: -Rupp no miolo com Harnik como X EXT DIREITO;
  • 10.
  • 11. Transição ofensiva: Sempre que possível procuram acelerar seja através do passe, seja através de transporte (+ eficaz nos EXT’s e nos LAT’s). Procuram explorar a velocidade + mobilidade da sua frente de ataque executando ações de procura de profundidade e largura. Quando não conseguem projectar na frente (Aubameyang + sagaz e + capaz do que Reus) lateralizam procurando os DL’s que seguram e «devolvem» para o espaço interior – muito menos utilizado. Contudo, quando a linha defensiva do adversário está mais subida também podem procurar uma bola mais longa para o espaço nas costas da linha defensiva e assim forçar um jogo mais directo. Transição defensiva: Muitas vezes procuram pressionar alto subindo a linha defensiva para encurtar a decisão ou procuram «secar» movimento à profundidade do avançado através da utilização da defesa-em-linha/fora-de-jogo. Procuram pressionar rápido, de forma intensa e agressiva com 1 ou 2 unidades em cima do portador e assim retirar capacidade de definição ao adversário. Expõem-se muito em organização ofensiva (subindo bem as linhas, inclusive com adversários mais baixos surge Hummels em zonas de criação) como em lances de bolas paradas ofensivas – não tem muita atenção à cobertura defensiva focando-se mais na recuperação das 2as bolas em espaço frontal.
  • 13. ORGANIZAÇÃO OFENSIVA: Equipa organizada em 4-3-3 com grande intensidade e com tendência para verticalizar e procurar um jogo mais profundo. Grande dinâmica na circulação – também ela paciente na fase inicial do processo (1ª e 2ª fase) mas com grande aceleração, sobretudo, no último terço. A equipa apresentou, ao longo dos 4 jogos, uma grande capacidade camaleónica e uma evolução – nos primeiros jogos apresenta um padrão de jogo + constante, no último apresentou mais imprevisibilidade. Inclusivé denota-se que quando a estruturação é de 4-3-3 (em 1+1+1 ou em 1+2) a equipa apresenta maior capacidade para ligar a 2ª fase ao espaço nas costas e um jogo mais vertical, porém quando a estruturação é de 4-2-3-1 apresenta maior capacidade de ligação interior – entre linhas, sobretudo. A equipa é mais robusta quando coloca Mkhitaryan no sector atacante e Castro/Kagawa no sector intermédio, isto porque Durm não tem tanta capacidade de compreensão do jogo interior e «trava» Schmelzer. A 1ª fase, em triângulo (2+1), a 4 com um desenho irregular (2+2) ou com uma saída a 3+2 (visível no jogo contra o FC Porto) apresenta tendência para sair pelo corredor central para os MED’s sendo que a ligação exterior é bem menos eficiente e menos constante. A condução de Hummels que permite a sua entrada numa 2ª fase – visível nas imagens desta – e saídas longas (também visíveis em lances de pontapés-de-baliza) acontecem sobretudo para o espaços laterais (Mkhitaryan mas também para o espaço). Importante pressionar os MED’s – sobretudo – já que ambos os DC’s (mais Hummels) apresentam qualidade na construção/nos passes curtos, médios e também longos. Pressionar os MED’s para que sejam sempre perturbados nas suas ações obriga a que o Borussia procure 2ª fase por fora ou jogo longo para duelos/profundidade, pontos menos positivos, tendo em jogadores como Gungodan mas também Castro e Weigl atletas com grande capacidade de definição em passe (verifica-se também com Hummels quando consegue progredir), Kagawa – quando joga – procura sempre definir entre linhas entrando num processo de criação. Por fora a ligação é muito limitada a ações de condução de Schmelzer e Piszczek ou ao retomar do espaço interior, havendo a mais remota ligação DL -> EXT [Ver imagem variações]. A limitação da capacidade de ligação interior tem que ser constante pois os médios criaram dependência sobre a equipa e retirar-lhes essa capacidade para entrar em criação por esse meio, além de criar as já referidas complicações a nível táctico (como é visível estão algo expostos nesse momento portanto podemos aproveitar para sair em contra-ataque), é uma grande vantagem a nível mental. Muito perigosas as rupturas que são capazes de fazer na profundidade sobretudo pelo passe dos…médios. Usam a largura também para romper na fase de criação. A velocidade e a capacidade de tomar a decisão são pontos muito fortes neste momento. Na entrada em espaços de criação, temos que ter atenção à capacidade que jogadores como Reus, Mkhitaryan, Aubameyang ou Gundogan mas também Castro, nem tanto Kagawa, para definirem em espaços frontais e frontais-laterais através de remate (potente de Gundogan ou Aubameyang, mais colocado, por exemplo, de Mkhitaryan). Sempre com vista à profundidade apresentam grande facilidade neste tipo de movimentos formando uma espécie de triângulo no movimento da bola, sendo também muito fortes na ocupação da grande área – sempre 2 a 4 jogadores, dependendo da tipologia de jogada: mais rápida, menos gente mas mais eficaz OU construção mais curta, mais gente na área mas menos capacidade (não são muito dotados no jogo aéreo e não são altos).
  • 14.
  • 15. Visível nos 3 primeiros jogos observados Visível no 1º jogo contra o FC Porto
  • 16. 5 jogadores no espaço entre linhas
  • 18.
  • 21. ORGANIZAÇÃO DEFENSIVA: Equipa organizada em 4-1-4-1 com linhas nem sempre bem definidas. Quando joga Kagawa optam por uma distribuição em 4-4-2 tradicional, novamente com linhas não bem definidas. Agressivos e com forte presença na zona da bola nem sempre procuram recuperar – muitas vezes procuram condicionar. Os DC’s não são muito rápidos (fortes no jogo aéreo e algo «duros de rins») e os EXT’s não apresentam grande predisposição defensiva – preocupação em função do DL – mas defendem sobretudo a 1ª e 2ª fase do seu lado – o que abre espaço para uma variação larga no fluxo do jogo e uma tentativa de igualdade ou superioridade numérica. Destaca-se ainda por uma grande procura de «concentração defensiva» estando assim algo descompensados nas zonas de não-bola, o que convida a uma posse mais rápida (1 a 2 toques) e que obrigue a equipa a bascular constantemente – preferencial: variar curto – de forma a explorar espaços à largura e eventuais espaços decorrentes de uma má leitura individual (algumas vezes acontece através de um movimento de recuo do AC que atraí o DC e abre um espaço nessa zona – 3ª fase dentro). Revelam muita tendência para forçar de 1ª situações de desarme! Na 1ª fase verifica-se qualidade na pressão ainda que nem sempre tenha como fim uma recuperação. Não raras vezes condicionam «forçando» o erro na tomada de decisão – passe sem precisão ou «chutão» na frente. No momento de maior amplitude por parte do DC em posse, o EXT também pode auxiliar na pressão subindo de forma a formar uma situação de 2x1. De outra forma, quanto mais curto/próximo estiverem as unidades do adversário na 1ª fase, mais presença na zona da bola vai existir, fazendo subir linhas para encurtar o espaço de decisão ao portador e «cercando» as opções de passe mais próximas. Em 4-4-2 não se verifica a subida do EXT mas sim o movimento de aproximação do outro elemento de forma a manter a 2ª linha equilibrada e a ter pressão mais eficiente sobre o portador. Na fase seguinte, normalmente por fora pois é mais fácil o 1º passe o adversário vai «cair» para esse lado e vai libertar espaço quer dentro quer fora – lado oposto –, importante identificar isto e fazer a bola entrar e sair dos espaços em passes curtos e rápidos. Com a equipa a «cair» para o lado de Schmelzer vai existir mais espaço na largura para o EXT ou o LAT - sobretudo o 1º - receber e forçar 1x1 já que Piszczek se encontra melhor colocado – por dentro – enquanto que Schmelzer «abre» mais podendo existir possibilidade de rutura nas costas de Mats Hummels. Contudo, por dentro, a forte pressão exercida pela 2ª linha mesclada com a aproximação do avançado dificultam a decisão, sendo que quando a bola é oriunda do espaço lateral é mais fácil. Procuram apresentar grande proximidade inter e intrasectorial. Na fase de criação do adversário de destacar a exposição da última linha no momento em que o DC é «arrastado» pelo movimento do AC e abre um espaço que nem sempre é correctamente encurtado pela linha defensiva. Por dentro, de realçar a má definição da linha média e a má colocação intrasectorial do último reduto – muito curtos os centrais e laterais mais abertos o que permite espaço. O médio defensivo procura, juntamente com o médio-interior do lado da bola (+ DC, menos vezes) – no caso do 4-4-2 com os dois MC’s – encurtar o espaço ao portador. Por fora, de ressalvar o inconstante apoio ao LAT por parte do EXT – mais quando o LAT oposto força subida – facilita a decisão exterior, com «auxilio» por parte do mau recuo da linha média e por parte da falta de capacidade de Schmelzer de definir o posicionamento na última linha [ver imagem 3ª fase para perceber zonas a atacar]. Em 4-4-2, um dos MC’s cai no apoio ao DL.
  • 22.
  • 23. Pressão em 4-4-2 com subida AC persegue lateralização na 1ª fase a 3 Quando muito descaído para o corredor, também se verifica
  • 24. Piszczek mais competente que Schmelzer a fechar por dentro Em todos os momentos
  • 25. E S P A Ç O Visível no jogo contra o Wolfsburg onde a equipa foi «obrigada» a defender mais em baixo e não, como quase sempre, contou com grande apoio defensivo por parte dos avançados.
  • 26. CANTOS OFENSIVOS Grande distribuição das zonas-alvo com predominância para os cantos curtos [nos jogos analisados].
  • 27. LIVRES OFENSIVOS Fraca distribuição das zonas-alvo, revelando grande tendência para colocar ao 2º poste.
  • 28. GRANDE PENALIDADE OFENSIVAS: Aubameyang (17) coloca-se frontal à bola e concentrado, inícia a corrida deslocando-se para a sua esquerda com corrida média. Bate com a parte interior do pé não muito alto e sem grande potência. 4 penalties, 3 golos. Reus (11) corrida rápida mas com desenho irregular, acelerando na parte final. Bate forte, a média altura e com a parte de dentro do pé. 2 penalties, 1 golo. Gundogan (8) poucos passos e corrida irregular, curta e em diagonal. Bate forte e colocado. Imperturbável. 1 penalty = 1 golo. GRANDE PENALIDADE DEFENSIVA: Bürki (38) apresenta-se irrequieto, dá pequenos saltos no centro da baliza, mexendo, com pouca amplitude, os membros superiores. Dá um pequeno passo para a frente e procura antecipar. Cai rápido e de forma «esticada». Não foi suficientemente rápido para chegar a tempo.
  • 29. CANTOS DEFENSIVOS Não tem uma reacção muito intensa/feliz à 2ª bola – lentos a reposicionar; 3 formas de defender -> preocupação com os postes;