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FC DYNAMO KYIV
vs Chelsea (F), 2-1
CFC 1-0 DYN
Stamford Bridge, Londres / 4-Novembro-2015 19h:45m
Limpo (Noite) / Relva: Bom estado / 41 241 espectadores
Dragovic (1-0, 34’, A.G.), Willian (2-1, 83’) [Chelsea]; Dragovic (1-1, 77’)
[Dynamo Kyiv]
BANCO DE SUPLENTES:
23- Rybka
4- Miguel Veloso
8- Petrovic
9- Morozyuk
20- Gusev
19- Garmash
11- Júnior Moraes
TR: Serhyi Rebrov
Alterações:
X
PLANTEL
FC Dynamo Kyev
Equipa estruturada em 4-3-3 mal desenhado com excelente ocupação aos 3 corredores, forte mescla de jogo vertical com jogo curto e apoiado.
Qualidade técnica individual, velocidade e intensidade de uma equipa que procura sempre um jogo mais amplo do que monótono. Yarmolenko é
o mais perigoso e tem 2 jogadores fortes no 1x1 (extremos). Muito dinâmicos em velocidade, revelam mais dificuldades na 1ª e 2ª fase por dentro
quando o adversário ‘isola’, pressionando, Rybalka e obriga DC’s a ‘chamar’ Shovkovsky a jogo (fraco com os pés, pressionado bate sem direcção).
Vida dá mais amplitude que Antunes porque Yarmolenko vive mais livre, vagueando entre zona interior e zona lateral, enquanto que Derlis é mais
jogador de corredor lateral, dando menos espaço para a progressão com e sem bola do DL. Condicionar SEMPRE Yarmolenko por dentro e evitar
1x1 com os extremos + condicionar Rybalka na 1ª e 2ª fase (dificulta ligação). A 1ª fase de construção é curta mas pouco esclarecida,
normalmente pelos DC’s (Khacheridi + Dragovic) – largos no terreno -, com apoios largos dos DL’s e o restante bloco esticado ficando,
posicionalmente, Rybalka mais isolado (Buyalsky e Sydorchuk podem recuar mas não num primeiro momento, só após alguma circulação) Se
fecharmos Rybalka tem muitas dificuldades em sair curto, podendo recuar a bola para o GR: normalmente bate para a frente sem precisão. Na 2ª
fase por dentro Rybalka não tem grande dificuldade nem tem muitas soluções: ou abre no corredor para os DL’s ou entrega aos MC’s (menos
provável, mais usado em transição ofensiva) ou entrega em Yarmolenko no espaço entre linhas e interior (momento mais evoluído, menos
previsível). Se for pressionado na 1ª fase obrigando ao recuo de um dos MED’s é mais complexo e deve ser pressionado rapidamente para não dar
tempo para ‘rodar’. Condução é mais lateralizada, menos de penetração e menos usada (qualidade mais vista em transição ofensiva). Perigosos
também os lançamentos médios para Kravets na meia-esquerda. Por fora, a procura mais utilizada é a dos extremos (Yarmolenko pode abrir na
faixa ou receber por dentro; Derlis + no corredor lateral). Entre as tomadas de decisão mais usadas é a condução lateral ou o passe interior (usa
médios para variar flanco). Perigoso também o movimento de aproximação do EXT ao DL em posse abrindo espaço na banda para a ruptura do
MED. Na 3ª fase por dentro é mais usual por Yarmolenko ou por Buyalsky existe SEMPRE apoios à profundidade (diagonais). Com Yarmolenko em
posse há uma necessidade de fazer subir o DL ou o MI do seu lado descair para o espaço na meia-direita dando opção para qualquer lado (dando
amplitude estratégica na frente de ataque). Yarmolenko é o mais perigoso com bola. Buyalsky é o mais perigoso porque tem a linha de passe de
Yarmolenko na profundidade para finalizar. Por fora, existem duas faces: 1) pela esquerda (Derlis) existe menos apoio pelo lateral e Buyalsky não
tem grande intencionalidade no ataque à área. Mais perigoso o cruzamento porque tem 2 excelentes finalizadores; 2) pela direita + perigo pelo
apoio de Vida a Yarmolenko e mais critério decisional do portador, enquanto existe mais proximidade de Buyalsky com a zona de finalização
(menos poder de fogo). É altamente perigoso deixar quer Yarmolenko, quer Derlis entrarem em situações de 1x1 no corredor (fortes no drible e
criativos). Na 4ª fase existem várias alternativas: as muito perigosas meias-distâncias dos EXT (Yarmolenko e Derlis) mas também de Antunes ou
Rybalka. Yarmolenko finaliza de vários ângulos, sempre com o pé esquerdo. Kravets e Derlis são perigosos na cara do GR quando fogem nas costas
(procuram os postes – rasteiro, por norma). Atenção: ao jogo aéreo na 3ª fase por fora do lado esquerdo – sobretudo – e às segundas bolas
altamente perigosas quando caem em espaço frontal.
FC Dynamo Kyev
Mais junto à linha
Utilizam muito meias-
distâncias
FC Dynamo Kyev
Transição defensiva: Procuram ser sempre pressionantes sobre o portador mas ter equilíbrio na última linha (procuram ter 4 atrás),
protegendo por dentro. Mais fácil por fora, MED’s muito pressionantes (Buyalsky + Sydorchuk) e Rybalka forte nos equilíbrios. Muito intensos e
agressivos, são ‘chatos’. DC’s também sobem – em caso de perda alta – para encurtar espaço de progressão ao portador. Tem uma enorme
atracção pela bola como é visível nas imagens.
Transição ofensiva: Equipa muito vertical no momento da recuperação. Sem problemas em ‘esticar’ na frente para o PL ou para o espaço,
também procuram largura para os EXT. Acção de condução são usados de forma regular mas sempre com o objectivo de ganhar profundidade. 1)
Kravets tem tendência para ‘abrir’ na sua esquerda -> recorrente receber no pé ou no espaço (!) desse lado. Boa utilização dos 3 corredores +
visão de jogo sempre com preocupação de atacar a profundidade. 2) Utilizado sobretudo quando há a presença dos 2 flanqueadores subidos. 3)
1ª linha de passe é quase sempre o MC do lado oposto, só a partir desse momento verticalizam ou assumem uma saída mais curta.
FC Dynamo Kyev
Equipa organizada em 4-1-4-1 com um bloco médio e com uma pressão efetiva a partir da 2ª fase. Alguma individualização nas faixas
(precipita alteração de sistema para um 4-3-2-1). Fortes zonas de pressão no local da bola e ‘campo pequeno’ na largura. Kravets pouco
participativo mas quer Yarmolenko, quer Derlis muito audazes e predispostos a auxiliar os seus DL’s. Grau de dificuldade mais elevado
para o jogo interior do que para o jogo exterior (possibilidade de forçar 1x1 com DL’s e EXT’s). Utilizar os 3 corredores é importante tal
como ser intenso e agressivo, determinado. São uma equipa compacta que retira facilmente espaço na zona da bola mas tem debilidades
em controlar a largura (+ profundidade nas costas de Antunes) através de variações médias e/ou longas do adversário. ATENÇÃO: Com o
adversário na 2ª fase por fora e havendo um retorno à 1ª fase a equipa roda para um 4-1-3-2 se Kravets estiver basculhado para um dos
corredores laterais. Na 1ª fase procuram apenas proteger entrada no bloco, ocupando a posição mas não pressionando o portador ou a
circulação entre DC’s e GR’s. Perceptível a marcação individualizada nos corredores que gera alteração do sistema táctico e uma forte
ocupação do corredor central. Na 2ª fase por dentro dá-se um encurtamento em relação ao corredor lateral (espaço à largura) e um
consequente encurtamento na zona do portador (MED’s fecham). Detalhe ainda para o posicionamento do sector mais recuado que
procura anular o espaço entre linhas onde podem surgir os AC’s ou os EXT’s, libertando espaço para a progressão do DL ou diagonal do MI
(IMAGEM 1 – 2ª FASE). Na 2ª fase por fora tremendo HxH na banda (permite situação de 2x2 ou 1x1: EXT para dentro arrasta lateral atrás
e abre corredor para condução do DL sobre o extremo. Apresentam-se bastante curtos (largura) pelo que permite variação à largura – da
esquerda para a direita (do ataque) podemos/devemos forçar a profundidade (especialmente sobre Antunes!!). Postura de cobertura dos
elementos da linha defensiva em relação à contenção exercida pelo DL + EXT. Algum espaço entre linhas (EXT!!). Na 3ª fase por dentro
repete-se o espaço nas banda e a forte proximidade entre Buyalsky + Rybalka + Sydorchuk ‘fechando’ a zona da bola de forma compacta e
retirando espaço entre linhas. Esta aproximação do sector gera algum espaço entre MED’s e EXT’s que pode levar a uma ‘lateralização
interior’ (fazer a bola rodar por dentro do bloco em passes laterais curtos) que força saída de um dos DC’s . PERIGO! Linha defensiva bem
encurtada no último terço, LAT + EXT abertos (combinar!!). Por fora, essencialmente grande cobertura da zona da bola, bloco próximo e
coeso. 2x2 na contenção na banda (devemos apostar em duelos – sobretudo com Antunes: dificuldades quando o nosso jogador é de fácil
mudança de direção e aceleração). Pela direita devemos atacar Dragovic (escaldado pelo auto-golo), atacando-o de forma agressiva. Pela
esquerda, devemos procurar explorar a dificuldade nos espaços entre unidades na última linha (1x1 no jogo aéreo ofensivo) e atacar a
zona defendida por Antunes (2º poste!).
Shovkovsky -> Não tem grandes reflexos mas é dono de um grande leitura de jogo e posicionamento. Não faz grandes voos (procurar
sempre ângulo mais distante) mas é seguro na 1ª bola. Evita sair a cruzamentos e não é muito rápido em situações de 1x1 defensivo.
Variações da 1ª fase:
Var. 1 e Retorno
Variação 1:
DL subidos;
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pontapé-de-
baliza
Retorno à
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verifica na 3ª fase!),
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próximos!
Em caso de ‘lateralização’
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pelo golo na própria. Criar
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Veloso (4) -> bate colocado
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e colocado;
Antunes (5) -> fraco e pouco colocado. Muito denunciado;
Gusev (20) -> Bate forte e colocado. Imperturbável! 3 em 3.
Yarmolenko (10) -> Bate forte e pouco colocado, focando no
alvo e sem expressar nervosismo.
Belhanda (90) -> Bate colocado mas fraco, tranquilíssimo.
Cantos Ofensivos:
Muito agressivos a atacar o
coração e o 1º poste.
Yarmolenko na cobrança.
Derlis para a 2ª bola.
Kravets ao 2º poste +
Sydorchuk + Vida + Dragovic +
Khacheridi atacam o coração
da área e o 1º poste.
MUITO PERIGOSOS! ALTOS E
AGRESSIVOS. FORTES NO 1x1.
L. Lat. Ofensivos:
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poste (3), com Derlis ao 1º para
distrair.
Dragovic utiliza movimento
horizontal para atacar o
coração da área.
Yarmolenko tem precisão, ter
cuidado com lance directo ou a
bater na frente do GR.
Penalty Ofensivo:L. Dir. Ofensivos:
Um jogador de cada lado na
barreira + 2 para atacar a área
(Kravets e Vida) com Buyalsky
em 2ª bola.
Rybalka ou Yarmolenko destro
e canhoto, respectivamente.
Rybalka procura um remate
mais forte, mais potente.
Yarmolenko varia a tipologia do
remate (muita capacidade em
ambas).
Cantos Defensivos:
Marcação mista na área
preferencialmente individual.
Kravets + Khacheridi + Rybalka
à zona no 1º poste com Derlis
mais perto possível da bola.
Mais fácil atacar o coração da
área e finalizar ao 2º poste –
também é possível explorar em
ações diretas e imediatas o 2º
poste.
L. Lat. Defensivos:
Marcação individual com 1 a 2
jogadores zonais (1 a 2 na
barreira).
Khacheirdi zonal para atacar a
bola – procurar 2x1 utilizando
HxH para incomodar a sua
acção ou procurar 2º poste
onde não há cobertura zona,
apenas duelos aéreos – entre
GR e DEF é muito perigoso. GR
não sai dos postes.
L. Dir. Defensivos:
Marcação mista na grande área
com predominância zona.
4 jogadores na barreira: 2 altos
e 2 médios-baixos.
Shovkovsky tentar estar central
mas descaí – ligeiramente –
para o 2º poste.
Não é de grandes voos por isso
é pouco ágil a fechar o 1º
poste. (Foi por ali o golo).
Penalty Defensivo: Shovkovsky é irrequieto na baliza
– mexe pernas e tronco – e cai procurando adivinhar. Não exibe
um padrão mas em lances, 4 foram para o lado esquerdo (seu).
Cerca de 66% dos lances.

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  • 1. FC DYNAMO KYIV vs Chelsea (F), 2-1 CFC 1-0 DYN Stamford Bridge, Londres / 4-Novembro-2015 19h:45m Limpo (Noite) / Relva: Bom estado / 41 241 espectadores Dragovic (1-0, 34’, A.G.), Willian (2-1, 83’) [Chelsea]; Dragovic (1-1, 77’) [Dynamo Kyiv]
  • 2. BANCO DE SUPLENTES: 23- Rybka 4- Miguel Veloso 8- Petrovic 9- Morozyuk 20- Gusev 19- Garmash 11- Júnior Moraes TR: Serhyi Rebrov Alterações: X
  • 5. Equipa estruturada em 4-3-3 mal desenhado com excelente ocupação aos 3 corredores, forte mescla de jogo vertical com jogo curto e apoiado. Qualidade técnica individual, velocidade e intensidade de uma equipa que procura sempre um jogo mais amplo do que monótono. Yarmolenko é o mais perigoso e tem 2 jogadores fortes no 1x1 (extremos). Muito dinâmicos em velocidade, revelam mais dificuldades na 1ª e 2ª fase por dentro quando o adversário ‘isola’, pressionando, Rybalka e obriga DC’s a ‘chamar’ Shovkovsky a jogo (fraco com os pés, pressionado bate sem direcção). Vida dá mais amplitude que Antunes porque Yarmolenko vive mais livre, vagueando entre zona interior e zona lateral, enquanto que Derlis é mais jogador de corredor lateral, dando menos espaço para a progressão com e sem bola do DL. Condicionar SEMPRE Yarmolenko por dentro e evitar 1x1 com os extremos + condicionar Rybalka na 1ª e 2ª fase (dificulta ligação). A 1ª fase de construção é curta mas pouco esclarecida, normalmente pelos DC’s (Khacheridi + Dragovic) – largos no terreno -, com apoios largos dos DL’s e o restante bloco esticado ficando, posicionalmente, Rybalka mais isolado (Buyalsky e Sydorchuk podem recuar mas não num primeiro momento, só após alguma circulação) Se fecharmos Rybalka tem muitas dificuldades em sair curto, podendo recuar a bola para o GR: normalmente bate para a frente sem precisão. Na 2ª fase por dentro Rybalka não tem grande dificuldade nem tem muitas soluções: ou abre no corredor para os DL’s ou entrega aos MC’s (menos provável, mais usado em transição ofensiva) ou entrega em Yarmolenko no espaço entre linhas e interior (momento mais evoluído, menos previsível). Se for pressionado na 1ª fase obrigando ao recuo de um dos MED’s é mais complexo e deve ser pressionado rapidamente para não dar tempo para ‘rodar’. Condução é mais lateralizada, menos de penetração e menos usada (qualidade mais vista em transição ofensiva). Perigosos também os lançamentos médios para Kravets na meia-esquerda. Por fora, a procura mais utilizada é a dos extremos (Yarmolenko pode abrir na faixa ou receber por dentro; Derlis + no corredor lateral). Entre as tomadas de decisão mais usadas é a condução lateral ou o passe interior (usa médios para variar flanco). Perigoso também o movimento de aproximação do EXT ao DL em posse abrindo espaço na banda para a ruptura do MED. Na 3ª fase por dentro é mais usual por Yarmolenko ou por Buyalsky existe SEMPRE apoios à profundidade (diagonais). Com Yarmolenko em posse há uma necessidade de fazer subir o DL ou o MI do seu lado descair para o espaço na meia-direita dando opção para qualquer lado (dando amplitude estratégica na frente de ataque). Yarmolenko é o mais perigoso com bola. Buyalsky é o mais perigoso porque tem a linha de passe de Yarmolenko na profundidade para finalizar. Por fora, existem duas faces: 1) pela esquerda (Derlis) existe menos apoio pelo lateral e Buyalsky não tem grande intencionalidade no ataque à área. Mais perigoso o cruzamento porque tem 2 excelentes finalizadores; 2) pela direita + perigo pelo apoio de Vida a Yarmolenko e mais critério decisional do portador, enquanto existe mais proximidade de Buyalsky com a zona de finalização (menos poder de fogo). É altamente perigoso deixar quer Yarmolenko, quer Derlis entrarem em situações de 1x1 no corredor (fortes no drible e criativos). Na 4ª fase existem várias alternativas: as muito perigosas meias-distâncias dos EXT (Yarmolenko e Derlis) mas também de Antunes ou Rybalka. Yarmolenko finaliza de vários ângulos, sempre com o pé esquerdo. Kravets e Derlis são perigosos na cara do GR quando fogem nas costas (procuram os postes – rasteiro, por norma). Atenção: ao jogo aéreo na 3ª fase por fora do lado esquerdo – sobretudo – e às segundas bolas altamente perigosas quando caem em espaço frontal.
  • 7. Mais junto à linha Utilizam muito meias- distâncias
  • 9. Transição defensiva: Procuram ser sempre pressionantes sobre o portador mas ter equilíbrio na última linha (procuram ter 4 atrás), protegendo por dentro. Mais fácil por fora, MED’s muito pressionantes (Buyalsky + Sydorchuk) e Rybalka forte nos equilíbrios. Muito intensos e agressivos, são ‘chatos’. DC’s também sobem – em caso de perda alta – para encurtar espaço de progressão ao portador. Tem uma enorme atracção pela bola como é visível nas imagens. Transição ofensiva: Equipa muito vertical no momento da recuperação. Sem problemas em ‘esticar’ na frente para o PL ou para o espaço, também procuram largura para os EXT. Acção de condução são usados de forma regular mas sempre com o objectivo de ganhar profundidade. 1) Kravets tem tendência para ‘abrir’ na sua esquerda -> recorrente receber no pé ou no espaço (!) desse lado. Boa utilização dos 3 corredores + visão de jogo sempre com preocupação de atacar a profundidade. 2) Utilizado sobretudo quando há a presença dos 2 flanqueadores subidos. 3) 1ª linha de passe é quase sempre o MC do lado oposto, só a partir desse momento verticalizam ou assumem uma saída mais curta.
  • 11. Equipa organizada em 4-1-4-1 com um bloco médio e com uma pressão efetiva a partir da 2ª fase. Alguma individualização nas faixas (precipita alteração de sistema para um 4-3-2-1). Fortes zonas de pressão no local da bola e ‘campo pequeno’ na largura. Kravets pouco participativo mas quer Yarmolenko, quer Derlis muito audazes e predispostos a auxiliar os seus DL’s. Grau de dificuldade mais elevado para o jogo interior do que para o jogo exterior (possibilidade de forçar 1x1 com DL’s e EXT’s). Utilizar os 3 corredores é importante tal como ser intenso e agressivo, determinado. São uma equipa compacta que retira facilmente espaço na zona da bola mas tem debilidades em controlar a largura (+ profundidade nas costas de Antunes) através de variações médias e/ou longas do adversário. ATENÇÃO: Com o adversário na 2ª fase por fora e havendo um retorno à 1ª fase a equipa roda para um 4-1-3-2 se Kravets estiver basculhado para um dos corredores laterais. Na 1ª fase procuram apenas proteger entrada no bloco, ocupando a posição mas não pressionando o portador ou a circulação entre DC’s e GR’s. Perceptível a marcação individualizada nos corredores que gera alteração do sistema táctico e uma forte ocupação do corredor central. Na 2ª fase por dentro dá-se um encurtamento em relação ao corredor lateral (espaço à largura) e um consequente encurtamento na zona do portador (MED’s fecham). Detalhe ainda para o posicionamento do sector mais recuado que procura anular o espaço entre linhas onde podem surgir os AC’s ou os EXT’s, libertando espaço para a progressão do DL ou diagonal do MI (IMAGEM 1 – 2ª FASE). Na 2ª fase por fora tremendo HxH na banda (permite situação de 2x2 ou 1x1: EXT para dentro arrasta lateral atrás e abre corredor para condução do DL sobre o extremo. Apresentam-se bastante curtos (largura) pelo que permite variação à largura – da esquerda para a direita (do ataque) podemos/devemos forçar a profundidade (especialmente sobre Antunes!!). Postura de cobertura dos elementos da linha defensiva em relação à contenção exercida pelo DL + EXT. Algum espaço entre linhas (EXT!!). Na 3ª fase por dentro repete-se o espaço nas banda e a forte proximidade entre Buyalsky + Rybalka + Sydorchuk ‘fechando’ a zona da bola de forma compacta e retirando espaço entre linhas. Esta aproximação do sector gera algum espaço entre MED’s e EXT’s que pode levar a uma ‘lateralização interior’ (fazer a bola rodar por dentro do bloco em passes laterais curtos) que força saída de um dos DC’s . PERIGO! Linha defensiva bem encurtada no último terço, LAT + EXT abertos (combinar!!). Por fora, essencialmente grande cobertura da zona da bola, bloco próximo e coeso. 2x2 na contenção na banda (devemos apostar em duelos – sobretudo com Antunes: dificuldades quando o nosso jogador é de fácil mudança de direção e aceleração). Pela direita devemos atacar Dragovic (escaldado pelo auto-golo), atacando-o de forma agressiva. Pela esquerda, devemos procurar explorar a dificuldade nos espaços entre unidades na última linha (1x1 no jogo aéreo ofensivo) e atacar a zona defendida por Antunes (2º poste!). Shovkovsky -> Não tem grandes reflexos mas é dono de um grande leitura de jogo e posicionamento. Não faz grandes voos (procurar sempre ângulo mais distante) mas é seguro na 1ª bola. Evita sair a cruzamentos e não é muito rápido em situações de 1x1 defensivo.
  • 12. Variações da 1ª fase: Var. 1 e Retorno Variação 1: DL subidos; Usado no pontapé-de- baliza Retorno à 1º fase, após 2ª por fora
  • 13. IMAGEM 1 (também se verifica na 3ª fase!), especialmente com o DL
  • 14. Muito próximos! Em caso de ‘lateralização’ interior, DC sai no encurtamento. Atacar Dragovic! Escaldado pelo golo na própria. Criar dúvida!
  • 15. Veloso (4) -> bate colocado mas fraco e sem tomar balanço suficiente; Dragovic (6) -> bate forte e colocado; Antunes (5) -> fraco e pouco colocado. Muito denunciado; Gusev (20) -> Bate forte e colocado. Imperturbável! 3 em 3. Yarmolenko (10) -> Bate forte e pouco colocado, focando no alvo e sem expressar nervosismo. Belhanda (90) -> Bate colocado mas fraco, tranquilíssimo. Cantos Ofensivos: Muito agressivos a atacar o coração e o 1º poste. Yarmolenko na cobrança. Derlis para a 2ª bola. Kravets ao 2º poste + Sydorchuk + Vida + Dragovic + Khacheridi atacam o coração da área e o 1º poste. MUITO PERIGOSOS! ALTOS E AGRESSIVOS. FORTES NO 1x1. L. Lat. Ofensivos: Forte ocupação da zona do 2º poste (3), com Derlis ao 1º para distrair. Dragovic utiliza movimento horizontal para atacar o coração da área. Yarmolenko tem precisão, ter cuidado com lance directo ou a bater na frente do GR. Penalty Ofensivo:L. Dir. Ofensivos: Um jogador de cada lado na barreira + 2 para atacar a área (Kravets e Vida) com Buyalsky em 2ª bola. Rybalka ou Yarmolenko destro e canhoto, respectivamente. Rybalka procura um remate mais forte, mais potente. Yarmolenko varia a tipologia do remate (muita capacidade em ambas).
  • 16. Cantos Defensivos: Marcação mista na área preferencialmente individual. Kravets + Khacheridi + Rybalka à zona no 1º poste com Derlis mais perto possível da bola. Mais fácil atacar o coração da área e finalizar ao 2º poste – também é possível explorar em ações diretas e imediatas o 2º poste. L. Lat. Defensivos: Marcação individual com 1 a 2 jogadores zonais (1 a 2 na barreira). Khacheirdi zonal para atacar a bola – procurar 2x1 utilizando HxH para incomodar a sua acção ou procurar 2º poste onde não há cobertura zona, apenas duelos aéreos – entre GR e DEF é muito perigoso. GR não sai dos postes. L. Dir. Defensivos: Marcação mista na grande área com predominância zona. 4 jogadores na barreira: 2 altos e 2 médios-baixos. Shovkovsky tentar estar central mas descaí – ligeiramente – para o 2º poste. Não é de grandes voos por isso é pouco ágil a fechar o 1º poste. (Foi por ali o golo). Penalty Defensivo: Shovkovsky é irrequieto na baliza – mexe pernas e tronco – e cai procurando adivinhar. Não exibe um padrão mas em lances, 4 foram para o lado esquerdo (seu). Cerca de 66% dos lances.