COMO VOCÊ ACHA QUE É A ARTE DE HOJE?
Introdução à Arte Contemporânea
“Dordecabeça”(2009)deEdgarddeSouza,InstitutoInhotim,Brumadinho-MG
RELATÓRIO GERAL DOS 6OS ANOS – 1O TRIMESTRE
Arte – Profa. Beta Ricci
Escola Miró – Ribeirão Preto/SP
“E aí, pessoal! Como vocês acham que é a arte de hoje?”
No início do ano, fiz esta pergunta aos estudantes dos 6os
anos. Em desenho, eles produziram muitas respostas sobre
o que sabiam. Bem como escreveram uma frase para a
imagem criada.
Eles sempre têm alguma hipótese, mesmo que distante da
realidade ainda, e é desta primeira ideia que precisamos
partir.
Clique aqui para observar exemplos de como os desenhos
revelam seus conhecimentos.
UMA PERGUNTA E
MUITAS COISAS PARA PENSAR
Seus desenhos também mostravam de qual concepção de
arte eles se aproximavam mais: arte tradicional, moderna
ou contemporânea.
Para ampliarem o repertório visual, observamos exemplos
de obras das três artes. Também discutimos rapidamente
sobre as características que conseguiram perceber nas
imagens, associando brevemente ao contexto de cada
época.
Desta maneira, os estudantes conseguiram refletir sobre
seus desenhos e identificar de qual arte se aproximava
mais.
Para desafiá-los e ao mesmo tempo analisar se eles
conseguiram compreender as três artes, a próxima
atividade foi, primeiro, desenhar sobre cada uma delas no
caderno e, segundo, escrever sozinhos duas características
que melhor entenderam de cada uma.
Finalizada esta sequência didática, a introdução para arte
contemporânea seguiu para uma fase mais experimental...
Como será desenhar sem lápis, pintar sem tinta e esculpir
sem argila?
Esta pequena provocação foi a proposta fundamental de
criação neste trimestre, pois em sua essência estava pensar
arte para além do que é óbvio e habitual.
Para desenhar sem lápis, por exemplo, era preciso
compreender os elementos que formam um desenho e
perceber que os conceitos são passíveis de mudanças.
Fazia parte dos objetivos da atividade, encontrar uma
solução técnica e estética para a criação, bem como
conhecer e aplicar o conceito de materiais não
convencionais, ou seja, materiais e objetos que perdem sua
função no cotidiano quando são apropriados pelo (a) artista
DESENHAR SEM LÁPIS, PINTAR SEM TINTA
E ESCULPIR SEM ARGILA
e utilizados como suporte e material de criação.
Primeiro eles escolheram qual desafio queriam enfrentar e
solucionar: desenhar, pintar ou esculpir sem os materiais
tradicionais.
Depois foram escolhendo e experimentando os materiais
retirados do sucatário da sala de arte. Deparando-se com as
características físicas dos materiais como cor, textura,
maleabilidade e resistência, tinham como objetivo também
escolher a melhor forma de cortar, fixar e finalizar. Por
exemplo, em alguns casos foi preciso usar alfinetes para
fixar e agulhas grandes para desenhar.
Após tudo finalizado, os estudantes deram títulos às suas
produções. Aprecie e descubra o quanto este processo foi
rico e desafiador.
Criar é resolver problemas. Mas é verdade também que um
objeto de arte nos cria problemas na medida em que
precisam ser saboreados, analisados e interpretados. Cada
um à sua maneira.
Um grande abraço, Beta.
Produções →
“Quadro de linhas” – Eduardo Y.
“Jorge” – Gabriel M.
“Oceano” – Maria C.
“Curtindo a brisa da vida” – Eduardo B. e João Luís
“A super lã” – Victor
“Obra do cachorro” – Anne
“Coelho no jardim” – Nina e Sabrina
“Super colorido” – Camila
“Eduardo C. e Hector” – Chapecoense
“Lados opostos” – Beatriz e Rute
“O caminhão” – Eduardo V., Hermes e Henrique
“Ilha mucho loka” – Helena P. e Gabriela E.
“Super Laura” – Laura
“Arbusto” – Ana Clara e Marina
“Tanque 1440” – João Pedro, Miguel e Pedro
“Vista para o mar” – Fernanda e Marina
“O campo” – Arthur, Gabriel N. e Pedro
“O barco de Cabral” – Fernanda e Marina
“O surf” – Arthur e Gabriel N.
“Ônibus espacial” – Fernanda e Marina
“A praia” – Sophia
“Parquinho de areia” – André e Bruna
“Desenho criativo” – Maria Victória
“Memórias” – André e Bruna
“Praia” – Isabela
“Experimento tridimensional” – André e Bruna
“Coração do mar” – Clara e Nanda
“Ilha bela” – Fernanda e Letícia
“Sabre de luz” – Mariana
“Floresta encantada” – Mariana
“Chocalho do céu” – Júlia, Luísa e Maria Luiza
“Durma bem” – Helena G. e Heloísa Fim
Próximo exemplo
Próximo exemplo
Voltar ao texto
Arte tradicional - “D. João VI” (1820) de Simplício de Sá
Próxima arte
Próxima arte
Arte moderna - “Antropofagia” (1929) de Tarsila do Amaral
Voltar ao texto
Arte contemporânea - “El puerto” (1992) de Leonílson

Relatório 1º trimestre 6º Ano 2017

  • 1.
    COMO VOCÊ ACHAQUE É A ARTE DE HOJE? Introdução à Arte Contemporânea “Dordecabeça”(2009)deEdgarddeSouza,InstitutoInhotim,Brumadinho-MG
  • 2.
    RELATÓRIO GERAL DOS6OS ANOS – 1O TRIMESTRE Arte – Profa. Beta Ricci Escola Miró – Ribeirão Preto/SP
  • 3.
    “E aí, pessoal!Como vocês acham que é a arte de hoje?” No início do ano, fiz esta pergunta aos estudantes dos 6os anos. Em desenho, eles produziram muitas respostas sobre o que sabiam. Bem como escreveram uma frase para a imagem criada. Eles sempre têm alguma hipótese, mesmo que distante da realidade ainda, e é desta primeira ideia que precisamos partir. Clique aqui para observar exemplos de como os desenhos revelam seus conhecimentos. UMA PERGUNTA E MUITAS COISAS PARA PENSAR
  • 4.
    Seus desenhos tambémmostravam de qual concepção de arte eles se aproximavam mais: arte tradicional, moderna ou contemporânea. Para ampliarem o repertório visual, observamos exemplos de obras das três artes. Também discutimos rapidamente sobre as características que conseguiram perceber nas imagens, associando brevemente ao contexto de cada época. Desta maneira, os estudantes conseguiram refletir sobre seus desenhos e identificar de qual arte se aproximava mais.
  • 5.
    Para desafiá-los eao mesmo tempo analisar se eles conseguiram compreender as três artes, a próxima atividade foi, primeiro, desenhar sobre cada uma delas no caderno e, segundo, escrever sozinhos duas características que melhor entenderam de cada uma. Finalizada esta sequência didática, a introdução para arte contemporânea seguiu para uma fase mais experimental... Como será desenhar sem lápis, pintar sem tinta e esculpir sem argila?
  • 6.
    Esta pequena provocaçãofoi a proposta fundamental de criação neste trimestre, pois em sua essência estava pensar arte para além do que é óbvio e habitual. Para desenhar sem lápis, por exemplo, era preciso compreender os elementos que formam um desenho e perceber que os conceitos são passíveis de mudanças. Fazia parte dos objetivos da atividade, encontrar uma solução técnica e estética para a criação, bem como conhecer e aplicar o conceito de materiais não convencionais, ou seja, materiais e objetos que perdem sua função no cotidiano quando são apropriados pelo (a) artista DESENHAR SEM LÁPIS, PINTAR SEM TINTA E ESCULPIR SEM ARGILA
  • 7.
    e utilizados comosuporte e material de criação. Primeiro eles escolheram qual desafio queriam enfrentar e solucionar: desenhar, pintar ou esculpir sem os materiais tradicionais. Depois foram escolhendo e experimentando os materiais retirados do sucatário da sala de arte. Deparando-se com as características físicas dos materiais como cor, textura, maleabilidade e resistência, tinham como objetivo também escolher a melhor forma de cortar, fixar e finalizar. Por exemplo, em alguns casos foi preciso usar alfinetes para fixar e agulhas grandes para desenhar.
  • 8.
    Após tudo finalizado,os estudantes deram títulos às suas produções. Aprecie e descubra o quanto este processo foi rico e desafiador. Criar é resolver problemas. Mas é verdade também que um objeto de arte nos cria problemas na medida em que precisam ser saboreados, analisados e interpretados. Cada um à sua maneira. Um grande abraço, Beta. Produções →
  • 9.
    “Quadro de linhas”– Eduardo Y.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    “Curtindo a brisada vida” – Eduardo B. e João Luís
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    “Coelho no jardim”– Nina e Sabrina
  • 16.
  • 17.
    “Eduardo C. eHector” – Chapecoense
  • 18.
  • 19.
    “O caminhão” –Eduardo V., Hermes e Henrique
  • 20.
    “Ilha mucho loka”– Helena P. e Gabriela E.
  • 21.
  • 22.
    “Arbusto” – AnaClara e Marina
  • 23.
    “Tanque 1440” –João Pedro, Miguel e Pedro
  • 24.
    “Vista para omar” – Fernanda e Marina
  • 25.
    “O campo” –Arthur, Gabriel N. e Pedro
  • 26.
    “O barco deCabral” – Fernanda e Marina
  • 27.
    “O surf” –Arthur e Gabriel N.
  • 28.
    “Ônibus espacial” –Fernanda e Marina
  • 29.
  • 30.
    “Parquinho de areia”– André e Bruna
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
    “Coração do mar”– Clara e Nanda
  • 36.
    “Ilha bela” –Fernanda e Letícia
  • 37.
    “Sabre de luz”– Mariana
  • 38.
  • 39.
    “Chocalho do céu”– Júlia, Luísa e Maria Luiza
  • 40.
    “Durma bem” –Helena G. e Heloísa Fim
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  • 42.
  • 43.
  • 44.
    Arte tradicional -“D. João VI” (1820) de Simplício de Sá Próxima arte
  • 45.
    Próxima arte Arte moderna- “Antropofagia” (1929) de Tarsila do Amaral
  • 46.
    Voltar ao texto Artecontemporânea - “El puerto” (1992) de Leonílson