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Escolo EBz úe Minde




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     20êf CiJe&l*r(b



Data: 14-10-201I


                   Rebfirto         de Ciências da Natureza

Relatório:   n" 2


Nomc: Ana Rita Flores Henriques          no 2   Turma: F


Quesfã.o problema: As penas são impermçáveis               àáLgum'?



Recursos:

Penas                          Umavela




Uma caixa de fosforos
Investiga:   l8.Sim as psnãs são imprmeáveis ao ar.
de aula o professor David Pereira apresentou o




soprou,




impermeáveï ao aÍ e ao pequeno fogo da veia.




          Discussfro: t-d, pena é constituída por: cálamo, eixo ou úquis, barbas e
bfubulas.




          2- Â água não passou através da pena.

          3- As penas são impermeáveis â agua.
Eg 2,3 de Minde
                                                             5#
Relotório Noz de Ciêncíos do Naturezo

                    A peno e o velo
     Nós fizemas um trobolho com umo velo q order, umo
pena e tíguo.

     No experiêncio aprendemos gue os gotas de rÍguo
nõo conseguiom Possor o Peno poro s vela e ossim o velo
nõo se opogou. E tombém sopromos e s pena nõo deixou
gue o nosso or oPogo-se o velo.

                Uma peno, umo velo e 6gua,
^,|ÁTERIAL-




                               Trobolho realizodo Por:
                                              Tiago Simões

                                                     Ne29

                                                Turma:59F
9-
WtEsz3DEMTNDE
             NUMERO   2


W-toANA       nosÁRro eERETRA     W-u          W-sr
W+spENAs
W-vELAs,FoRFoRos , ÀGveE pENAs
                PRIA,IEIRO ESCOLHEMOS OS GRUPOS PARA FAZEP, A
EXPERTENCTA. DE SEGUTDA     FoMos EscoLHER UMA PENA, o
PROFESSOR ACENDEU A5 VELAS E OS ALUNOS COLOCAP,AM A PrruE &
FRENïE DA VELA e SOpRÁMOS? VenrnrcÁMos QUE A VELA NÂo sr
APAGOU. DE 5EGUIDA COLOCAMOS A PENA DEBAIXO DE UMA
TORNEIRÁ A PTNGAR E OESTNVÁMOS QUE E ÁOVA NÂO PA55AVA
PELA PENA.

              venrnrcÁMos euc A pENÁ    É   r,rlpenmlAvEL   À eovn e
ÁO AR
                             tl
          : COM E5TA EXPERIENCTA 1OMPREENDEMo5 o poneuÊ
DE ALGUNS ANTMAI5 COBERTO5 DE PENA5 CONSEGUIREM SEM
pRoBLEMAs voAR À cuvva E
                         euE o ÁR ATE FAcrLrïA o voo.
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                            Relatório
Escofa:   8.82,3 de Minde
Disciglina: Ciências da Natureza
Ano Lectivq: 20IL/2OL2
Dia   /hora : LL-LL-2AU./L2 :00h

Relatório ne2
NpmF: Mariana Querido, ns 16,5e    E

Títulg As propriedades das penas
Material: Penas, lupa, esguicho de água, copo com água, tabuleiro,
fósforos e velas.
Procedimçnto: O professor foi até à sala 6 buscar as lupas, os
tabuleiros e os esguichos de água. De seguida a turma dividiu-se em
grupos de 4 alunoyada grupo com o material necessário para fazer
a   experiência.                          ,-
A primeira coisa que eu e o rneu grupo fizemos foi meter a pena no
tabuleiro e com o esguicho de água tentámos molhar â pena e
observámos que a água nâo passava através da pena Depois, o-
professor acendeu uma vela e disse-nos para sopra{direcção da
vela com a pena à frenterNós tentámos, mas a vela não se apagou.
Após termos acabado a actividade experimental dirigimo-nos para o
nosso lugar.
Resultados: Com esta actividade experimental descobrimos que as
penas são impermeáveis à água e também ao ar.
Con-çlusã.o: Gostei de fazer esta actividade porque ajudou-nos a
perceber melhor as características das penas.
r"LF
                            AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALCANENA
                                                                         -   EB   2,3 DEMINDE
 REI.ATÓRIO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA

 Relatório ne 2

 Data: 10 de Novembro

 Hora:8.30- 10.00h

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                                    ÉIS T'ENAS
Material : uma lupa, L caixa de petri, 1 tabuleiro, L conta-gotas,   t pena, 1 caixa de fósforos e
uma vela.

Constituicão das oenas: As penas são constítuídas por - kárbuhe*ar
                                                                   barbas, cálamo, eixo ou
raquis, bárbula entrelaçada e bárbula com ganchos.

Procedimento: Formação de grupos e realização de duas experiências que consistiram
                                                                                   em:
       Primeira experiência: molhar a pena em água e observámos que
                                                                    esta não a deixava
passar, pois é impermeável.

     segunda experiência: acender uma vela, meter a pena à frente da
                                                                     boca e soprar para a
chama da vela que continuou sempre acesa .

  conclusão : Quando fiz a primeira experiênciarobservei que as penas
                                                                          são impermeáveis e
quando fiz a segunda experiéncía observei que as penas não
                                                                   deixam passar o ar. Neste
sentido, posso concluir que as aves estão protegidas do frio e da água.

   o        As penas das asas das aves são IMPERMEAVEIS à AGUA porque têm                       uma
       gordura que não deixa a água entrar na pena.

   I   As penas das asas das aves são IMPERMEÁVEIS ao AR porque têm uns ,pêlos,,
       (Barbas)   muito juntinhos que não deixam passar o ar.




                                                           Elaborado por     :



                                                            Beatriz Marques patita

                                                           5eE   ne3

Relatorio penas

  • 1.
    6+ Escolo EBz úeMinde ' ;.: ËÉcúir Ê&i:r 20êf CiJe&l*r(b Data: 14-10-201I Rebfirto de Ciências da Natureza Relatório: n" 2 Nomc: Ana Rita Flores Henriques no 2 Turma: F Quesfã.o problema: As penas são impermçáveis àáLgum'? Recursos: Penas Umavela Uma caixa de fosforos
  • 2.
    Investiga: l8.Sim as psnãs são imprmeáveis ao ar.
  • 3.
    de aula oprofessor David Pereira apresentou o soprou, impermeáveï ao aÍ e ao pequeno fogo da veia. Discussfro: t-d, pena é constituída por: cálamo, eixo ou úquis, barbas e bfubulas. 2- Â água não passou através da pena. 3- As penas são impermeáveis â agua.
  • 4.
    Eg 2,3 deMinde 5# Relotório Noz de Ciêncíos do Naturezo A peno e o velo Nós fizemas um trobolho com umo velo q order, umo pena e tíguo. No experiêncio aprendemos gue os gotas de rÍguo nõo conseguiom Possor o Peno poro s vela e ossim o velo nõo se opogou. E tombém sopromos e s pena nõo deixou gue o nosso or oPogo-se o velo. Uma peno, umo velo e 6gua, ^,|ÁTERIAL- Trobolho realizodo Por: Tiago Simões Ne29 Turma:59F
  • 5.
    9- WtEsz3DEMTNDE NUMERO 2 W-toANA nosÁRro eERETRA W-u W-sr W+spENAs W-vELAs,FoRFoRos , ÀGveE pENAs PRIA,IEIRO ESCOLHEMOS OS GRUPOS PARA FAZEP, A EXPERTENCTA. DE SEGUTDA FoMos EscoLHER UMA PENA, o PROFESSOR ACENDEU A5 VELAS E OS ALUNOS COLOCAP,AM A PrruE & FRENïE DA VELA e SOpRÁMOS? VenrnrcÁMos QUE A VELA NÂo sr APAGOU. DE 5EGUIDA COLOCAMOS A PENA DEBAIXO DE UMA TORNEIRÁ A PTNGAR E OESTNVÁMOS QUE E ÁOVA NÂO PA55AVA PELA PENA. venrnrcÁMos euc A pENÁ É r,rlpenmlAvEL À eovn e ÁO AR tl : COM E5TA EXPERIENCTA 1OMPREENDEMo5 o poneuÊ DE ALGUNS ANTMAI5 COBERTO5 DE PENA5 CONSEGUIREM SEM pRoBLEMAs voAR À cuvva E euE o ÁR ATE FAcrLrïA o voo.
  • 6.
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  • 7.
    t z J*ô 4o,t"',' p-O fua*- r .€ o llirrd- -{ Iì-n ,l^r,rchr',n ^{tnr{o^ Ãr,n ln-n l/6tje'uh 0 Ë (n t 'n 0 err,qJ r, -r{o ,! -, a^{ n.r?iCIìr, ô^ fu? fu ftà^Â+- --ny'-ln do,r.^ r rr*n Lo,,t^, t "1J ' 9tOÍ oarr,,wron0,o -l 8* lt,n-rr^1s.rt 0 rrÂan a( irt^0r,^-,c^'r' Á)^ ^Á trana ndrr Ap .qrJ o L& & crf,cpta^rc at'-yan ò@ ,^Àtq Àpo.r^ t l^l,Áv,:,,^ì .la . L .Anoaa Vlen-l'Â,"t.í*,, ^*,- ^ .r^oo'^ rnoà ^> e,r.lr-O o,ârr d ^1;e | .ï*^.^^ arhaox ^vrffi,ô - íyì@í 4,a irur*.ol* t n r ll0 ..'(.| ún o(Xnan,w-, a ÀorÍvr, À úlD, A.Fo.rr. Aú{q Aa'n v / ? *z,l* õ r- ô õ.o *tõ.YtÔ^ nOV Át nm.m^nfu.h Á.tt tv I Á,* i ï'Í- t, iÌ ve EÊt - ì
  • 9.
    b+ Relatório Escofa: 8.82,3 de Minde Disciglina: Ciências da Natureza Ano Lectivq: 20IL/2OL2 Dia /hora : LL-LL-2AU./L2 :00h Relatório ne2 NpmF: Mariana Querido, ns 16,5e E Títulg As propriedades das penas Material: Penas, lupa, esguicho de água, copo com água, tabuleiro, fósforos e velas. Procedimçnto: O professor foi até à sala 6 buscar as lupas, os tabuleiros e os esguichos de água. De seguida a turma dividiu-se em grupos de 4 alunoyada grupo com o material necessário para fazer a experiência. ,- A primeira coisa que eu e o rneu grupo fizemos foi meter a pena no tabuleiro e com o esguicho de água tentámos molhar â pena e observámos que a água nâo passava através da pena Depois, o- professor acendeu uma vela e disse-nos para sopra{direcção da vela com a pena à frenterNós tentámos, mas a vela não se apagou. Após termos acabado a actividade experimental dirigimo-nos para o nosso lugar. Resultados: Com esta actividade experimental descobrimos que as penas são impermeáveis à água e também ao ar. Con-çlusã.o: Gostei de fazer esta actividade porque ajudou-nos a perceber melhor as características das penas.
  • 10.
    r"LF AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALCANENA - EB 2,3 DEMINDE REI.ATÓRIO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Relatório ne 2 Data: 10 de Novembro Hora:8.30- 10.00h /t Ì ÉIS T'ENAS Material : uma lupa, L caixa de petri, 1 tabuleiro, L conta-gotas, t pena, 1 caixa de fósforos e uma vela. Constituicão das oenas: As penas são constítuídas por - kárbuhe*ar barbas, cálamo, eixo ou raquis, bárbula entrelaçada e bárbula com ganchos. Procedimento: Formação de grupos e realização de duas experiências que consistiram em: Primeira experiência: molhar a pena em água e observámos que esta não a deixava passar, pois é impermeável. segunda experiência: acender uma vela, meter a pena à frente da boca e soprar para a chama da vela que continuou sempre acesa . conclusão : Quando fiz a primeira experiênciarobservei que as penas são impermeáveis e quando fiz a segunda experiéncía observei que as penas não deixam passar o ar. Neste sentido, posso concluir que as aves estão protegidas do frio e da água. o As penas das asas das aves são IMPERMEAVEIS à AGUA porque têm uma gordura que não deixa a água entrar na pena. I As penas das asas das aves são IMPERMEÁVEIS ao AR porque têm uns ,pêlos,, (Barbas) muito juntinhos que não deixam passar o ar. Elaborado por : Beatriz Marques patita 5eE ne3