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PROGRAMA
COMPROMISSO COM A VIDA
TREINAMENTO REGRAS DE OURO
REGRAS DE OURO
 Os objetivos são: prevenir danos às pessoas e
fortalecer a cultura de segurança de processo.
 A maioria da força de trabalho segue as Regras na
maior parte do tempo.
 A meta é que todos sigam as Regras sempre.
 Seu cumprimento é obrigatório para atividades
relacionadas ao trabalho sob o controle ou
responsabilidade da PETROBRAS.
 As Regras são aplicáveis também fora do
ambiente de trabalho.
 A responsabilidade pela comunicação das Regras
é da liderança.
 A responsabilidade pelo seu cumprimento é de
todos: liderança, empregados e contratados.
Orientações e
esclarecimentos
Somente trabalhe
com Permissão para
Trabalho válida,
liberada no campo e
de seu total
entendimento.
Permissão para
Trabalho
Somente execute
trabalhos em
equipamentos ou
instalações após
certificar-se de que
todas as fontes de
energia tenham sido
isoladas de forma
segura.
Isolamento de
Energias
Somente execute
trabalhos em altura
com a utilização de
cinto de segurança
fixado em local
seguro e previamente
determinado.
Trabalho em Altura
Só entre em espaço
confinado se
autorizado,
equipado e com
treinamento
especifico.
Espaço Confinado
Nunca entre
em local com
atmosfera explosiva.
Obedeça sempre aos
alarmes e à
sinalização.
Atmosferas
Explosivas
REGRAS DE OURO
Não acesse área
isolada. Nunca se
posicione sob uma
carga suspensa ou
entre veículos,
parados ou em
movimento.
Mantenha-se sempre
em locais seguros e
protegidos.
Posicionamento Seguro
Use sempre os EPI
conforme
recomendado.
Equipamentos de
Proteção Individual
Fique atento aos
riscos das mudanças.
Somente realize
qualquer mudança
que envolva pessoas,
instalações,
materiais ou
procedimentos após
análise e
autorização.
Atenção às
Mudanças
Respeite as leis de
trânsito e pratique
direção defensiva.
Use o cinto de
segurança, respeite
os limites de
velocidade, não use
celular e se beber
não dirija.
Segurança no
Trânsito
Nunca trabalhe sob
efeito de álcool ou
outras drogas.
Álcool e outras
drogas
REGRAS DE OURO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
REGRAS DE OURO
Somente trabalhe com Permissão para Trabalho válida, liberada no campo e de seu total entendimento.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Permissão para Trabalho (PT) é a autorização em documento
próprio, para a execução de qualquer trabalho de
manutenção, como por exemplo, montagem, desmontagem,
construção, limpezas, reparos, inspeções e intervenção em
áreas, equipamentos ou sistemas, que envolvam riscos à
integridade do pessoal, às instalações, ao meio ambiente, à
comunidade ou à continuidade operacional.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Quando for realizar um trabalho que envolva riscos de acidentes com lesão pessoal, danos à saúde,
danos materiais, agressão ao meio ambiente ou descontinuidade operacional nos trabalhos de
manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção e reparo de instalações, equipamentos
ou sistemas a serem realizados nas áreas operacionais das unidades da PETROBRAS, deve ser emitida
a Permissão para Trabalho.
 Não esqueça que a Permissão para Trabalho deve ser específica para o serviço nela descrito, e
restrita a um único equipamento ou sistema, perfeitamente identificado e delimitado.
 Lembre-se: Os serviços que envolvam riscos para os trabalhos só devem ser realizados com todas
as fontes de energia controladas.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
 Participantes da Permissão para Trabalho
REQUISITANTE:
Empregado capacitado e
credenciado, próprio ou
contratado, e autorizado
para requisitar a PT.
EMITENTE:
Empregado capacitado e
credenciado, próprio, responsável
pela área, equipamento ou sistema
onde a intervenção será realizada.
CO-EMITENTE:
Pessoa responsável pela
liberação da área onde está
instalado o equipamento ou
sistema sob responsabilidade de
outro empregado.
PROFISSIONAL DE SEGURANÇA – RAS:
Indica medidas de segurança
complementares e suplementares na
execução de serviços que pressupõem a
adoção de cuidados especiais, em
virtude do risco.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
2ª Etapa
Planejamento da
intervenção
Elaboração da Permissão para
Trabalho
3ª Etapa
Execução
Execução e término do serviço e
encerramento da PT
1ª Etapa
Autorização
Autoriza o planejamento da
intervenção
 Se você for o responsável pela instalação, você deve:
 Autorizar, antes da emissão da Permissão para Trabalho, a intervenção
contemplando no mínimo:
 a) O planejamento dos trabalhos;
 b) O planejamento operacional;
 c) A análise dos riscos;
 d) A elaboração de PT.
 Confirme se a análise dos riscos contempla as atividades:
 a) Liberação do equipamento ou sistema para realização dos trabalhos;
 b) Liberação da área para realização dos trabalhos;
 c) Realização dos trabalhos considerando trabalhos simultâneos.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
1ª Etapa
Autorização
Autoriza o planejamento da
intervenção
 Se você for o emitente da Permissão para Trabalho, você deve:
 Inspecionar, antes da emissão da PT, em conjunto com o requisitante,
o equipamento, sistema ou local onde deve ser realizado o serviço e
providenciar as medidas necessárias para prover as condições seguras
para a liberação do trabalho e sistemática de advertência.
 Certificar-se de que as recomendações de segurança e da análise de
risco foram atendidas e que as condições de trabalho estejam
seguras.
 Decidir pela necessidade do acompanhamento do trabalho e, se
necessário, definir o intervalo das verificações periódicas ou se o
trabalho necessita de acompanhamento permanente, fazendo o
registro na PT.
 Verificar a necessidade de RAS – Recomendações Adicionais de
Segurança e solicitar a emissão pelo profissional de segurança do
trabalho.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
2ª Etapa
Planejamento da
intervenção
Elaboração da Permissão para
Trabalho
 Se você for o profissional de segurança do trabalho, você deve elaborar
as RAS – Recomendações Adicionais de Segurança, para as situações de:
 Trabalhos com radiações ionizantes;
 Trabalhos realizados em espaços confinados;
 Outras situações que a unidade da PETROBRAS defina como necessário
a emissão das recomendações adicionais de segurança.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
2ª Etapa
Planejamento da
intervenção
Elaboração da Permissão para
Trabalho
3ª Etapa
Execução
Execução e término do serviço
e encerramento da PT
 Se você for o requisitante da Permissão para Trabalho, você deve:
 Entender a permissão para trabalho e segui-la rigorosamente;
 Confirmar com o supervisor ou encarregado do trabalho que é seguro
começar a trabalhar;
 Instruir os executantes quanto às recomendações de segurança a
serem observadas e providenciar as condições de segurança do local
de trabalho.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
EXEMPLO DE ACIDENTES:
Durante a retirada de um trecho de tubulação de 6”, da linha de
bypass da câmara do lançador de pig de gasoduto, para instalação
de um ponto de injeção de inibidor de corrosão de ½’’, ocorreu a
abertura inesperada de válvula de bloqueio com comando
eletropneumático em um painel próximo, ocorrendo a liberação
de gás natural à alta pressão(56 kgf/cm2), seguida de incêndio,
resultando na fatalidade de quatro trabalhadores.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Fonte: peo.petrobras.com.br
POR QUE ACONTECEU:
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Fonte: peo.petrobras.com.br
Sistemática inadequada na realização da APR e emissão da PT:
 A APR-N2 avaliou apenas a retirada do trecho de tubulação e o
transporte para o canteiro da contratada;
 Avaliação inadequada dos riscos envolvidos, não considerando os
riscos associados a sistemas pressurizados;
 Utilização de uma única barreira de segurança;
 Na APR-N2, não considerou o risco de abertura da válvula V-3;
 Na APR-N2, houve a ausência da participação de um
instrumentista.
- Sempre realizar o devido Planejamento da atividade.
- Envolver todos os profissionais e disciplinas envolvidas na atividade.
- Levar o tempo necessário para avaliação de riscos.
BOAS PRÁTICAS:
PERMISSÃO PARA TRABALHO
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
REGRAS DE OURO
Somente execute trabalhos em equipamentos ou instalações após certificar-se de que todas as fontes de energia
tenham sido isoladas de forma segura.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
 Isolamento de Energias é a garantia de que antes de qualquer serviço a ser executado em uma
máquina ou equipamento, capaz de ser energizado inesperadamente, dar partida, vazar qualquer
forma de energia armazenada, esta máquina ou equipamento esteja isolado da fonte de energia e
mantido fora de operação.
 Conheça o equipamento ou instalação e todas as energias que devem ser isoladas antes de iniciar
o serviço.
 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.
 “Conhecer os riscos do serviço” é a melhor e a mais eficiente forma de evitar acidentes.
 Não confie na sua memória, sempre “estude” o serviço antes de iniciá-lo. Mantenha-se
atualizado.
 Explicar para a equipe: o trabalho a ser realizado; confirmar se todos entenderam os riscos,
orientações, procedimentos e recomendações
 Se você for o executante dos serviços, você deve:
 Confirmar com o seu Supervisor ou Encarregado do trabalho que é seguro começar a
trabalhar.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
 Se você for o executante do isolamento, você deve:
 Conhecer o equipamento ou instalação e todas as energias que devem ser isoladas antes de
iniciar o serviço e certificar se podem ser isolados ou liberados para retorno à operação;
 Identificar de forma clara as interligações do equipamento ou instalação que precisam ser
isolados ou liberado para retorno à operação;
 Seguir o planejamento de isolamento (matriz) para isolar ou liberar para retorno à operação
os equipamentos ou sistemas;
 Recolocar todos os caps e plugs nos drenos e vents.
 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:
 Confirmar se o equipamento ou instalação foi corretamente isolado ou liberado para
operação, conforme o planejamento de isolamento (matriz);
 Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado, confirmar se todos entenderam as
orientações e, se todas as ações prescritas no planejamento de isolamento (matriz) foram
implementadas;
 Verificar se as identificações do isolamento foram colocadas ou retiradas em todas as
interligações do equipamento ou instalação e se não há pendências.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
 Se você for o líder, você deve:
 Garantir que os planejamentos e sistemática de isolamento (matrizes) estejam atualizados e
cumpridos, respectivamente;
 Realizar auditorias na área, verificando a execução do padrão de isolamento de energia;
 Garantir que a sistemática para isolamento de energia seja cumprida.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 1 – Queimaduras provocadas por arco voltaico
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
Eletricista realizava atividades de limpeza e verificação de
aperto de conexões de cabos em painéis elétricos. Ao
aproximar a ferramenta de trabalho, ocorreu arco elétrico,
provocando queimaduras parciais em seu rosto, mãos, pescoço
e joelho direito (7,5% do corpo). O painel, considerado
desenergizado pelo trabalhador, estava interligado a uma fonte
de alimentação de 13,8 KV não contemplada no planejamento
inicial das atividades (a montante)..
Local da ocorrência
Placa de advertência do cubículo de
entrada informando a necessidade de
desligamento de disjuntor a montante.
EXEMPLO DE ACIDENTES:
Caso 2 – Acidente fatal – Eletrocussão em rede elétrica
Quatro trabalhadores de uma empresa contratada procediam ao
lançamento de cabos de uma linha de transmissão em 0,4 kV
destinados à energização de equipamentos de um poço produtor de
petróleo. Quando do lançamento de um cabo da linha de 0,4 kV,
cruzando em nível inferior os cabos da outra linha de 33 kV que se
encontrava energizada, ocorreu curto circuito para a terra devido
ao contato físico entre os cabos, ocasionando choque elétrico nos
trabalhadores que puxavam o cabo manualmente. Tal fato provocou
o óbito de um dos trabalhadores e queimaduras de terceiro grau no
outro.
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
CRUZETA DO POSTE
VISÃO DO POSTE DA LINHA DE 0,4 kV
EXEMPLOS DE DISPOSITIVOS DE BLOQUEIOS DE ENERGIA:
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
Fonte: Internet – pesquisas em 22/11/2016
EXEMPLOS DE DISPOSITIVOS DE BLOQUEIOS DE ENERGIA:
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
Fonte: SINPEP/RGN (PG-2AT-00119)
- Responsável pela atividade mantem a liberação do bloqueio.
- Tratando se de Energias, necessitamos o dobro da atenção.
- Validar todos os bloqueios.
- Seguir o Planejamento.
BOAS PRÁTICAS:
ISOLAMENTO DE ENERGIAS
TRABALHO EM ALTURA
REGRAS DE OURO
Somente execute trabalhos em altura com a utilização de cinto de segurança fixado em local seguro e
previamente determinado.
TRABALHO EM ALTURA
 Toda atividade executada com diferença de nível maior de 2,00 m (dois metros) do piso de
referência (local de estrutura fixa onde se encontra a base de posicionamento do trabalhador em
relação ao nível “0” (zero) da queda).
 Todo trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado
e autorizado (considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado,
cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que
possua anuência formal da empresa).
 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.
 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante
Permissão de Trabalho
TRABALHO EM ALTURA
 Considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros
equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para
posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança
fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança
utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.
 As atividades com acesso por cordas devem ser executadas: de acordo com procedimentos em
conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes; por trabalhadores certificados em
conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas e por equipe
constituída de pelo menos dois trabalhadores, sendo um deles o supervisor.
 Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações: antes da sua
utilização e periodicamente, com periodicidade mínima de seis meses.
ACESSO POR CORDAS:
TRABALHO EM ALTURA
 Em trabalhos desenvolvidos com restrição de espaço, em posição fixa e em elevação/suspensão
(como, por exemplo, limpeza de fachada) deve ser previsto um sistema complementar de
proteção contra quedas.
 Os trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser precedidos de um plano de resgate
considerando o cenário da execução dos serviços.
 Nos trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser utilizados cordas e acessórios novos,
sem uso anterior. A reutilização das cordas e acessórios é permitida apenas na unidade
operacional que os recebeu e manteve sua guarda, desde que garantida a rastreabilidade.
 As cordas de execução do trabalho e a corda de segurança devem ser distintas e de cores
diferentes, devendo estar conectadas a pontos de ancoragem independentes.
ACESSO POR CORDAS:
TRABALHO EM ALTURA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO:
EXEMPLO DE ACIDENTES – CASO 1:
TRABALHO EM ALTURA
Estavam sendo realizados trabalhos para remoção de tubulação desativada, externamente à torre de
uma unidade de processo, com uso de técnica de alpinismo industrial (acesso por corda), quando um
empregado de empresa especializada na utilização desse tipo de técnica, sofreu queda devido ao
rompimento da corda de trabalho e da corda de segurança.
ANÁLISE DO GT:
Asa cordas que romperam foram usadas anteriormente em outra empresa do pólo e lavadas após seu
uso. Primeira utilização desta corda neste trabalho na Fafen-BA.
TRABALHO EM ALTURA
ACESSO POR CORDAS:
Fonte: peo.petrobras.com.br
EXEMPLO DE ACIDENTES – CASO 2:
TRABALHO EM ALTURA
A equipe de pintura retornou após o almoço ao tanque
e se preparou para dar início aos trabalhos, colocando
os EPI e separando as ferramentas. O acidentado
estava na última plataforma do andaime quando seus
colegas de trabalho ouviram um barulho e viram o
acidentado caindo de costas no chão entre a lona e o
andaime.
O acidentado portava o cinto de segurança, mas com
os talabartes não atracados.
Coloque aqui as boas práticas da sua área
BOAS PRÁTICAS:
TRABALHO EM ALTURA
ESPAÇO CONFINADO
REGRAS DE OURO
Só entre em espaço confinado se autorizado, equipado e com treinamento especifico.
ESPAÇO CONFINADO
 Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação contínua, a qual tem meios
limitados de entrada e saída e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover
contaminantes perigosos, deficiência ou enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se
desenvolver.
“Lugar que não foi feito para você ficar + Lugar difícil de entrar e sair +
Lugar com pouca ventilação (possibilidade de formação de
uma atmosfera de risco) = Espaço Confinado” – CUIDADO!!
 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.
 “Conhecer os riscos do serviço” é a melhor e a mais eficiente forma de evitar acidentes.
 Não confie na sua memória, sempre “estude” o serviço antes de iniciá-lo.
ESPAÇO CONFINADO
 Para adentrar espaços confinados é obrigatória a emissão da PET (Permissão de entrada e
trabalho) pelo Supervisor de Entrada;
 Antes de iniciar os serviços é obrigatória a avaliação atmosférica do espaço confinado;
 Somente trabalhadores capacitados, conforme a norma regulamentadora no. 33 (NR-33), podem
executar atividades em espaços confinados;
 Deve ser mantido equipamento de monitoramento contínuo da atmosfera durante toda a
execução da atividade em espaço confinado;
 Deve ser mantido durante todo o trabalho no interior de espaço confinado, um vigia ou
observador junto à entrada para controlar o acesso e saída dos trabalhadores, monitorar os
trabalhadores no ambiente, adotar procedimentos de socorro imediato, em caso de emergência, e
coordenar o abandono do local, se necessário.
ESPAÇO CONFINADO
PARA A REALIZAÇÃO DO TRABALHO COM SEGURANÇA É NECESSÁRIA O ENVOLVIMENTO
DOS PROFISSIONAIS :
 Responsável técnico - é o profissional habilitado para identificar os espaços confinados existentes na empresa e elaborar
as medidas técnicas de prevenção - administrativas, pessoal, de emergência e resgate;
 Supervisor de entrada - pessoa capacitada com responsabilidade para preencher e assinar a Permissão de Entrada e
Trabalho (PET), para o desenvolvimento de entrada e trabalho seguro no interior de espaços confinados;
 Trabalhador autorizado - trabalhador capacitado para entrar no espaço confinado, ciente dos seus direitos e deveres e
com conhecimento dos riscos e das medidas de controle existentes;
 Vigia/Observador - trabalhador designado para permanecer fora do espaço confinado, responsável pelo
acompanhamento, comunicação e ordem de abandono para os trabalhadores.
 Se você for o trabalhador autorizado, você deve:
 Confirmar com o supervisor ou encarregado do trabalho que é seguro começar a trabalhar;
 Confirmar com o vigia se você pode entrar no espaço confinado;
 Seguir as exigências contidas nos documentos de liberação dos serviços – PT, AR, Permissão
de Entrada e trabalho (PET).
ESPAÇO CONFINADO
 Se você for o supervisor de entrada, você deve:
 Confirmar se as exigências da autorização de trabalho estão em ordem;
 Confirmar se o vigia qualificado está sempre presente quando existem pessoas dentro de um
espaço confinado;
 Confirmar que a avaliação atmosférica está sendo feita de acordo com a PET;
 Confirmar que as condições de segurança foram atendidas para começar a trabalhar.
ESPAÇO CONFINADO
 Se você for o vigia/observador, você deve:
 Controlar a entrada e saída dos trabalhadores;
 Manter a comunicação com os trabalhadores que estão no espaço confinado;
 Acionar a equipe de emergência e salvamento, caso necessário.
ESPAÇO CONFINADO
EXEMPLO DE ACIDENTES:
ESPAÇO CONFINADO
Durante obra de construção de gasoduto foi injetado nitrogênio para retirar um PIG que ficou preso.
Com a retirada do PIG foi feita a despressurização com as extremidades abertas para a atmosfera.
Começou então o preparo para a secagem do trecho para lançamento de um PIG de espuma. Um
auxiliar posicionou o PIG na abertura da tubulação e começou a empurrá-lo para dentro do duto por
aproximadamente 6,0 m. O acoplador e o lixador percebem que há algo estranho, chamam pelo
Auxiliar mas não obtêm resposta, e suspeitam que o mesmo esteja passando mal, o acoplador entra
na tubulação para resgatá-lo, e o lixador fica na extremidade, ilumina a entrada quando percebe a
imobilidade do acoplador, chama por ele e também não obtém resposta.
A partir daí se deu inicio a uma sequência de ações para resgate. O Lixador tenta entrar no duto mas
desmaia na entrada, ele é puxado pela equipe de resgate e se recupera logo. A equipe de resgate
utiliza dispositivos de resgate improvisados e consegue puxar os 2 trabalhadores, porém só um deles
consegue escapar com vida.
Caso 1 - Acidente fatal por asfixia com nitrogênio em construção de gasoduto na etapa de pré-
secagem do duto
O QUE ACONTECEU:
ESPAÇO CONFINADO
Apesar das extremidades do duto estarem abertas a atmosfera em seu interior estava com alta
concentração de nitrogênio. Quando foi realizada a inserção do PIG, como esse tinha diâmetro
ligeiramente menor que o diâmetro do duto, o nitrogênio passou pelas cordas do PIG impregnando a
atmosfera onde o trabalhador se encontrava. O nitrogênio deslocou o oxigênio tomando o seu lugar
gerando uma condição perigosa para a vida e para a saúde.
EXEMPLO DE ACIDENTES:
ESPAÇO CONFINADO
Caso 2 - Acidente fatal ocorrido por explosão durante limpeza de cofferdan
Durante limpeza do cofferdam (na indústria náutica é o nome que se dá aos espaços vazios em
embarcações) as sobras de água e dispersantes provenientes de processo de limpeza, estavam sendo
descarregados por uma bomba sapo para o tanque ao lado que também recebia petróleo e gás
associado. A mangueira que conectava a bomba “tipo sapo” estava interligada com esse tanque e
houve passagem de gás para o interior do cofferdam. No fim do dia de trabalho quando o último
trabalhador estava saindo do cofferdam uma das luminárias caiu e provocou uma explosão que
arremessou o trabalhador.
O QUE ACONTECEU:
Houve a passagem de produto inflamável (gás) que acumulou no ambiente e quando a
luminária caiu permitiu a ignição da atmosfera gerando a explosão.
Coloque aqui as boas práticas da sua área
BOAS PRÁTICAS:
ESPAÇO CONFINADO
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
REGRAS DE OURO
Nunca entre em local com atmosfera explosiva.
Obedeça sempre aos alarmes e à sinalização.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
 Em locais ou ambientes onde quantidades e concentrações perigosas de vapores ou gases
inflamáveis podem ocorrer, medidas de proteção necessitam ser aplicadas de forma a reduzir o
risco de explosões.
 Em qualquer planta de processo, independentemente do seu tamanho, pode haver numerosas
fontes de ignição além daquelas associadas com equipamentos. Neste contexto, são necessárias
precauções apropriadas para assegurar um nível adequado de segurança.
 Em resumo, são locais ou ambientes onde existe a possibilidade de ocorrer uma explosão e todas
as potenciais fontes de ignição devem ser protegidas.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
São regiões onde uma atmosfera explosiva pode estar presente, em quantidade tal que necessitem de
cuidados especiais para a instalação e utilização de equipamentos elétricos e mecânicos, que ocorrem
com certa regularidade durante as operações normais da planta industrial.
ÁREAS CLASSIFICADAS
São regiões onde uma atmosfera explosiva está presente devido a vazamentos ou derramamentos,
exigindo medidas para contenção e controle, com risco iminente de explosão. São eventos em que a
brigada de incêndio é acionada e são denominados de acidentes de processo.
REGIÕES EM SITUAÇÂO DE EMERGÊNCIA
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
PLANTA DE CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS
Locais que podem apresentar vazamentos ou
derramamentos e são estudados para estabelecer
um plano de emergência no caso de sua ocorrência.
São eventos onde a brigada de incêndio atua como
última barreira de controle. Todas as ações são
coordenadas e planejadas.
PLANO DE CONTINGÊNCIA
A planta de classificação de áreas é um conjunto de documentos que mostra os locais com
probabilidade de presença de misturas inflamáveis existentes na unidade, indicando a frequência
(zonas) e extensões que podem surgir, durante as operações normais.
Estas áreas devem ser sinalizadas e medidas de controle das fontes de ignição devem ser adotadas.
 Se você for o executante, você deve:
 Atender integralmente às recomendações das permissões de trabalho (PT);
 Utilizar equipamentos elétricos em perfeitas condições e adequados aos riscos envolvidos.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
ÁREAS CLASSIFICADAS
 Se você for o supervisor ou o responsável pelo serviço a ser executado, você deve:
 Confirmar que o monitoramento de explosividade está sendo realizado de acordo com a
análise dos riscos e permissão para trabalho, caso seja necessário garantir que as atividades
somente podem ser realizadas livres de atmosferas explosivas;
 Explicar para sua equipe o serviço, os riscos e cuidados a serem adotados para a realização de
um trabalho seguro e confirmar se todos entenderam as orientações.
 Se você for o lider, você deve:
 Assegurar treinamento para que as pessoas conheçam os riscos envolvidos em serviços dentro
de uma área classificada;
 Realizar auditorias de permissão para trabalho e verificar se as recomendações estão sendo
executadas.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
PLANO DE CONTINGÊNCIA
 Se você for o supervisor ou o responsável pelo serviço a ser executado, você deve:
 Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado, os cuidados a serem adotados, os
alarmes e sinalização de abandono de área e confirmar se todos entenderam as orientações.
 Se você for o lider, você deve:
 Garantir que as pessoas nunca adentrem em locais com atmosferas explosivas geradas por
vazamentos;
 Garantir que as brigadas de incêndio estejam bem equipadas e treinadas para os cenários
acidentais;
 Apoiar e cobrar a realização de simulados para os diferentes cenários de emergência.
 Força de trabalho, deve:
 Conhecer as ações, rotas de fuga, comandos, monitores de área e ponto de encontro de sua
Unidade;
 Participar com seriedade nos treinamentos dos simulados de emergência;
 Atender imediatamente aos comandos emitidos pelas sirenes, alarmes e instruções dos
monitores de área.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
EXEMPLO DE ACIDENTES:
Durante transferência de produto de tanque de carga para outro tanque, houve fechamento
indevido de uma válvula levando a um aumento de pressão na linha, provocando vazamento
de condensado em uma união flangeada instalada com raquete fora de especificação,
provocando uma explosão na casa de bombas.
A partir daí se deu inicio a uma sequência de ações para resgate das vítimas, busca e retirada
dos desaparecidos
 Esgotamento dos compartimentos alagados;
 Despressurização do gasoduto e linhas submarinas dos poços;
 Limpeza e inertização de linhas e equipamentos;
Caso 1 - Acidente fatal por explosão devido a vazamento em união flangeada da tubulação
O QUE ACONTECEU?
Ocorreu vazamento de condensado que acumulou nos ambientes dos pisos inferiores, liberando
vapores inflamáveis para os pisos imediatamente acima. Durante as operações de controle da
brigada de incêndio ocorreu uma explosão.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
EXEMPLO DE ACIDENTES:
Durante partida da unidade de destilação atmosférica, ocorreu transferência indevida de nafta não
estabilizada (associada com GLP) para o sistema da Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos
(ETDI), gerando nuvem explosiva em ambiente aberto e não preparado para receber inventário de
produto inflamável. Um painel de analisador de efluente, que se encontrava energizado causou a
ignição da nuvem provocando explosão e incêndio.
Neste acidente, ocorreu uma fatalidade com o operador de utilidades que fazia inspeção no local
Caso 2 - Acidente fatal por explosão durante liberação indevida de produto do processo para
ambiente externo
O QUE ACONTECEU?
 Uma falha no medidor de nível de fundo da Torre Estabilizadora de Nafta, o qual travou em valor
constante e compatível com a operação normal da torre. Como consequência, ocorreu um
transbordamento da torre e de seu vaso de topo, com transferência indevida de nafta e GLP para
os equipamentos a jusante e finalmente para o Sistema de Tratamento de Efluentes Líquidos
Industriais (ETDI).
 O hidrocarboneto liberado para a ETDI gerou uma nuvem inflamável no local. A fonte de ignição
foi um painel elétrico de analisador de efluente industrial, adequado ao ambiente onde se
encontrava, porém não preparado para a situação de atmosfera explosiva circundante.
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
Coloque aqui as boas práticas da sua área
BOAS PRÁTICAS:
ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
POSICIONAMENTO SEGURO
REGRAS DE OURO
Não acesse área isolada. Nunca se posicione sob uma carga suspensa ou entre veículos, parados ou em
movimento. Mantenha-se sempre em locais seguros e protegidos.
POSICIONAMENTO SEGURO
 Posicionamento seguro é uma preocupação de todo trabalhador durante a realização de qualquer
atividade.
 Conheça o local onde as tarefas serão realizadas, os riscos do entorno e as medidas de proteção
para evitar acidentes.
 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.
 “Prestar muita atenção em alguma coisa” significa também prestar menos atenção a outras –
como riscos nas proximidades.
 Não confie em pessoas que estão “prestando atenção por você” para evitar um perigo sério.
 Se você for o executante, você deve:
 Respeitar a sinalização de circulação de veículos;
 Interromper as atividades sempre que forem observadas situações que possam causar
acidentes e caso o isolamento da área seja ultrapassado por alguém;
 Confirmar que os equipamentos utilizados para movimentação de cargas estão em perfeitas
condições de uso e foram inspecionados regularmente.
POSICIONAMENTO SEGURO
 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:
 Avaliar previamente as condições no local da movimentação de carga e de veículos;
 Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado e os cuidados a serem tomados e
confirmar se todos entenderam as orientações;
 Isolar a área de trabalho para movimentação de carga, de modo a garantir que as pessoas não
se exponham ao risco.
POSICIONAMENTO SEGURO
 Se você for o Líder, você deve:
 Garantir o atendimento da sistemática para
movimentação de carga;
 Realizar auditorias nas atividades com
movimentação de carga.
POSICIONAMENTO SEGURO
EQUIPAMENTOEM
FUNCIONAMENTO
PERIGO
POSICIONAMENTO SEGURO
 Em uma área sujeita a movimentação de cargas suspensas as pessoas não devem transitar no
interior de área isolada e abaixo de movimentação de cargas em suspensão.
 Nos locais de grande movimentação de máquinas e veículos, uma das precauções a ser adotada é
a instalação de barreiras físicas delimitando as rotas seguras para trânsito de pessoas.
 Para propiciar um posicionamento seguro durante as atividades na área o supervisor ou
encarregado deve explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado e os cuidados a serem
tomados e confirmar se todos entenderam as orientações.
 Durante deslocamento na unidade manter atenção quando veículos e máquinas pesadas estiverem
se aproximando.
EXEMPLO DE ACIDENTES:
POSICIONAMENTO SEGURO
Empregado encontrava-se no top deck da Torre de
Resfriamento, realizando planejamento de tarefa de montagem
de andaime para acesso a motor de ventilador e ao apontar para
o local introduzindo a mão em janela da porta de inspeção,
sofreu corte no dorso da mão direita e fratura de antebraço
direito ao ser atingido pela extremidade da hélice da torre.
Fonte: peo.petrobras.com.br
EXEMPLO DE ACIDENTES:
POSICIONAMENTO SEGURO
O empregado havia ultrapassado a barreira de proteção
da abertura do convés com o consentimento do
supervisor, a fim de ajudar a preparar uma tubulação de
plástico leve para limpar um derramamento. Conforme
era dado andamento a tarefa, o trabalhador
gradualmente se aproximava da abertura. Enquanto o
empregado estava movimentando o tubo, ele deu um
passo para trás e caiu pela abertura.
DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO:
POSICIONAMENTO SEGURO
 O líder deve estar atento para que todas as
aberturas nos pisos sejam isoladas,
sinalizadas e fechadas com tampas ou grades;
 Orientar que os trabalhadores estejam atentos
ao piso durante a execução de suas atividades,
qualquer risco identificado deve ser
informado ao líder imediato;
 As análises de riscos (APR) específicas
contemplando todos os riscos envolvidos na
atividade devem ser divulgadas à força de
trabalho.
DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO:
POSICIONAMENTO SEGURO
 Verificar se está sendo utilizado cabo guia
como auxílio, para evitar que a carga gire
livremente;
 Sempre instalar o cabo guia nas extremidades
das cargas suspensas;
 Orientar para não utilizar as mãos para guiar
a carga içada e que ninguém fique no raio de
ação da carga durante sua movimentação;
 Estar atento à capacitação do profissional
para realização da atividade.
DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO:
POSICIONAMENTO SEGURO
 O líder deve orientar os trabalhadores para
que as atividades sejam realizadas de forma
segura;
 É importante que os acessos sejam
planejados antes de iniciar a atividade;
 O trabalhador deve estar atento para caminhar
em piso seguro. Caso não haja um piso
seguro, ele deve procurar seu líder para que
seja providenciado.
Coloque aqui as boas práticas da sua área
BOAS PRÁTICAS:
POSICIONAMENTO SEGURO
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
REGRAS DE OURO
Use sempre os EPI conforme recomendado.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
 Os Equipamentos de Proteção são dispositivos destinados à proteção contra riscos capazes de
ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores.
 O uso desses dispositivos deverá ser feito sempre que os ambientes de trabalho apresentarem
condições adversas, podendo ser de uso coletivo ou individual.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
 É todo dispositivo, de uso individual utilizado pelo
trabalhador, destinado à proteção contra os riscos
suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no
trabalho.
 O uso desse tipo de equipamento deverá ser feito
quando as medidas de proteção coletiva não
oferecerem completa proteção contra os riscos de
acidentes e/ou de doenças profissionais e do trabalho.
 No Brasil, a utilização é regulamentada, dentre outras,
pela Norma Regulamentadora do Ministério do
Trabalho nº 6.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Todo EPI deverá apresentar, de forma indelével, o número de registro do CA.
É um certificado regulamentado pelo Ministério do Trabalho que tem como principal objetivo
garantir que os EPI comercializados estejam em conformidade com as especificações da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. O CA tem prazo de validade e deverá ser periodicamente
renovado.
Número de
registro do CA
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO - CA
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
 Se você for o empregador, você deve:
 Fornecer equipamentos adequados e em conformidade com a legislação, fiscalizar a
utilização, treinar, substituir, providenciar manutenção e higienização e comunicar
irregularidades observadas ao Ministério do Trabalho.
 Se você for o empregado, você deve:
 Utilizar os EPIs somente para a finalidade a que se destinam, guardar, conservar, comunicar
alterações que tornem o EPI impróprio ao uso e seguir as orientações quanto à utilização,
recebidas da empresa.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
capacete
óculos de segurança
(lente incolor)
protetor auditivo
(tipo inserção - Plug)
protetor auditivo
(tipo concha)
luvas respirador (descartável)
calçado de proteção
cinturão de segurança
(tipo paraquedista)
Os EPI são classificados conforme a sua finalidade e possuem variedades de modelos específicos para
as atividades a serem realizadas.
Exemplo:
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
 Se você for o executante, você deve:
 Utilizar os EPI somente para a finalidade a que se destinam;
 Guardar, conservar, comunicar alterações que tornem o EPI impróprio ao uso;
 Seguir as orientações quanto à utilização correta do EPI.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:
 Explicar para sua equipe que os EPI são dispositivos destinados à proteção contra riscos
capazes de ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores;
 Exigir o uso e verificar se o executante usa adequadamente o EPI.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
 Se você for o Líder, você deve:
 Realizar auditorias e inspeções para verificação da adequada utilização dos EPI.
EXEMPLO DE ACIDENTES:
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Não utilização de EPI
O operador, ao atuar como executante manipulando os mangotes não atendeu aos requisitos da
Análise de Riscos (Utilização de mascara facial), sendo atingido por respingos de soda gasta.
Coloque aqui as boas práticas da sua área
BOAS PRÁTICAS:
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
REGRAS DE OURO
Fique atento aos riscos das mudanças. Somente realize qualquer mudança que envolva pessoas, instalações,
materiais ou procedimentos após análise e autorização.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
 Mudanças, temporárias ou permanentes, devem ser avaliadas visando a eliminação e/ou
minimização de riscos decorrentes de sua implantação.
 Implemente mecanismos que permitam avaliar e controlar riscos que acompanham as mudanças,
desde a fase de planejamento até o final do processo;
 Formalize o processo da mudança descrevendo, documentando e fazendo sua divulgação. Avalie
seu resultado para evitar acidentes.
 Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam envolvidas
com a mudança realizada.
 “Prestar muita atenção em alguma coisa” significa também prestar menos atenção a outras –
como riscos nas proximidades.
 Não confie em pessoas que estão “prestando atenção por você” para evitar um perigo sério.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
 Se você for o executante da mudança, você deve:
 Implementar mecanismos que permitam identificar, avaliar e controlar riscos antes da
realização da mudança.
 Submeter toda mudança a uma nova avaliação de riscos e impactos.
 Considerar como mudança, alterações de pessoas, tecnologias e instalações, mesmo sendo
temporária.
 Considerar as mudanças em procedimentos críticos como mudanças em tecnologia.
 Considerar também como mudança, toda vez que houver alteração significativa do
quantitativo ou do nível de conhecimento e experiência das equipes envolvidas em atividades
críticas.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
 Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:
 Planejar e desenvolver programas de capacitação, educação e conscientização das pessoas
envolvidas nas atividades que sofrerão mudanças, antes da implementação das alterações.
 Tratar as movimentações de trabalhadores quando mudarem riscos de exposição aos agentes
químicos, físicos, biológicos ou nos fatores ergonômicos.
 Planejar e realizar a gestão das mudanças seguindo as etapas:
 1) Identificar a mudança
 Localize a mudança;
 Verifique a finalidade da mudança;
 justifique a mudança;
 Verifique a duração da mudança se for temporária.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
 Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:
 2) Avaliar a mudança
 Identifique e analise os perigos da mudança e faça recomendações;
 Crie uma equipe capacitada, com pessoas envolvidas no processo da mudança, para
realizar análise técnica da mudança que atenda a legislação.
 3) Planejar a mudança
 Planeje ações de atendimento para as recomendações do controle e redução dos
riscos;
 Revise os procedimentos e documentos e inclua os planos de resposta à emergência.
 4) Autorizar a mudança
 Aprove gerencialmente a mudança e as recomendações da sua análise .
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
 Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:
 5) Implementar a mudança
 Execute os estudos de risco;
 Efetue os treinamentos nos procedimentos e planos de resposta à emergência;
 Comunique os riscos, impactos e recomendações da mudança, antes da sua
execução, especialmente a comunicação nas trocas de turno;
 Implemente as recomendações antes de começar a operação;
 Execute a mudança.
 6) Concluir a mudança
 Analise os resultados da mudança;
 Verifique se todas as recomendações foram implementadas;
 Documente e prove gerencialmente a mudança e as recomendações de sua análise.
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
EXEMPLO DE ACIDENTES:
Durante a preparação para lançamento de pig instrumentado,
foi introduzido na câmara do lançador um pig de espuma para
limpeza da tubulação. A tampa da câmara, o suspiro e os drenos
foram fechados e foi iniciada a pressurização da câmara,
através das válvulas equalizadoras posicionadas na linha de by-
pass. Durante a equalização foram ouvidos ruídos que
indicavam a movimentação do pig na câmara. Neste momento,
ouviu-se um forte barulho, quando subitamente a linha de
dreno veio a encurvar devido despressurização repentina,
atingindo fatalmente o empregado na região da cabeça.
Fonte: peo.petrobras.com.br
Linha de dreno
encurvada
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
POR QUE ACONTECEU:
 Falha na gestão de mudança ao instalar a nova câmara. Não foi realizada pré-operação entre as
gerências envolvidas e desconhecimento em operar a nova câmara.
 Falha na elaboração de análise de risco, com falhas na identificação dos riscos para as diferentes
fases do empreendimento .
 Falta de conhecimento das consequências da pressão na linha de dreno, que não foi projetada
para trabalhar com sobrepressão.
 Divergência quanto ao posicionamento do pig na câmara.
 Divergência entre padrões, normas e práticas quanto ao posicionamento do pig na câmara
Coloque aqui as boas práticas da sua área
BOAS PRÁTICAS:
ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
REGRAS DE OURO
Respeite as leis de trânsito e pratique direção defensiva.
Use o cinto de segurança, respeite os limites de velocidade, não use celular e se beber não dirija.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
No Brasil, o trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do
território nacional, abertas à circulação, rege-se, principalmente,
pelo Código de Trânsito Brasileiro (Lei Nº 9.503, de 23 de Setembro
de 1997). Respeitá-las é o passo inicial para a prevenção.
Com a prática da Direção Defensiva já se começa a
incrementar a segurança, pois ela é conjunto de habilidades ao
volante que objetiva reduzir o risco de colisão, se antecipando a
situações perigosas, mesmo em condições adversas e apesar das
ações de terceiros.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
Use o Cinto de Segurança
O cinto de segurança é o meio mais barato de se proteger. Ele impede que corpo seja projetado
contra o interior do veículo ou que se seja jogado para fora do veículo. Seu uso é obrigatório para
condutor e passageiros em todas as vias do território nacional.
Respeite os Limites de Velocidade
A velocidade máxima permitida para a via é indicada por
meio de sinalização, além disso, deve-se manter
velocidade compatível com as condições locais. Em
caso de chuva, recomenda-se reduzir a velocidade em 20
km/h em relação à máxima permitida.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
Não use o Celular ao dirigir
A combinação celular e trânsito aumenta consideravelmente a chance de se
envolver em acidentes. O condutor se desconcentra e tem reações lentas, pois o
celular prejudica a capacidade de percepção espacial e de velocidade. Não se
deve ler, digitar ou enviar mensagens durante a condução de veículos ou no
momento de atravessar ruas e avenidas, no caso dos pedestres. Também não se
deve usar equipamentos viva-voz ou bluetooth.
Álcool, nem pensar!
A combinação álcool e direção é responsável por vários acidentes de trânsito,
envolvendo muitas vezes a morte da pessoa alcoolizada e a morte de terceiros.
Mesmo em pequenas doses, o álcool prejudica o desempenho ao volante,
portanto, se beber, não dirija.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
Tempo ao volante
Deve-se controlar o tempo ao volante e a jornada de trabalho dos motoristas
profissionais. Viagens muito longas devem ser muito bem planejadas, para
permitir o descanso e o sono adequado. O interstício de 11 horas entre jornadas
também deve ser respeitado.
Pausas para descanso
Não se deve ficar muito tempo ao volante sem realizar pausa para descanso.
Atualmente, há legislação específica para o motorista profissional, que
determina uma parada de 30 minutos a cada 4 horas de direção. Porém, a
recomendação da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) é que
se faça uma parada de 15 minutos a cada 2 horas.
 Se você for o motorista , você deve:
 Possuir carteira de habilitação válida e específica para sua atividade;
 Não usar celular, enviar ou ler mensagens de texto;
 Manter ou ficar abaixo da velocidade máxima permitida na via em que dirige, seguindo a
sinalização local ou as instruções do plano de viagem;
 Antes de dirigir, verificar e exigir a utilização do cinto de segurança por todos os passageiros;
 Seguir a rota e as paradas para descanso estipuladas no plano de viagem, notificando a
pessoa autorizada caso ocorram mudanças.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
 Se você for o passageiro, você deve:
 Usar sempre cinto de segurança, inclusive no banco traseiro;
 Intervir se o motorista usar o celular enquanto dirige e se exceder a velocidade máxima
permitida.
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
 Se você for o supervisor ou o encarregado , você deve:
 Verificar se o plano de viagem está adequado e é seguido;
 Verificar se o motorista não excede a jornada de trabalho e cumpre as paradas para
descanso.
 Se você for o Líder, você deve:
 Realizar auditorias nos dados sobre velocidades, jornada de trabalho e paradas para
descanso.
EXEMPLO DE ACIDENTES:
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
CASO 1: Em trecho de curva suave à esquerda, em pista de mão dupla, o caminhão saiu para a
margem direita da via e capotou após o motorista tentar retorna-lo à pista.
Croquis do acidente Estado do caminhão após o acidente
Relatórios de rastreamento apontaram frequentes excessos de velocidade por parte do motorista.
No momento do acidente trafegava a 98km/h.
O motorista estava usando o celular enquanto dirigia - Última ligação recebida pelo motorista as
18h42min, com duração de 3min47s, coincide com o horário do acidente às 18h46min.
EXEMPLO DE ACIDENTES:
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
CASO 2: O acidente ocorreu quando o condutor trafegava em
trecho de descida, atrás de outro caminhão da mesma empresa,
e o ultrapassou ganhando velocidade. No final da serra, já em
trecho plano, em curva e com obras na via o condutor perdeu o
controle do veículo ao passar por um desvio das obras vindo a
colidir com um veículo de terceiro e capotar, na margem direita
da via. O caminhão colidiu com um veículo terceiro, com uma
construção e com uma árvore na margem da rodovia.
Obras
Curva
O QUE ACONTECEU:
Motorista perdeu o controle do caminhão em trecho de curva, devido à velocidade incompatível com
o trecho em curva e em obras
Falha na Gestão da Transportadora com relação ao monitoramento dos excessos de velocidade
ocorridos durante a viagem, pois poderia ter atuado antes do acidente.
Insira aqui casos de boas práticas na aplicação da Regra de Ouro que tenha evitado um
acidente de trânsito ou acidentes de trânsito que tenham ocorrido na sua Unidade e que
tragam aprendizado quanto a esta Regra de Ouro.
BOAS PRÁTICAS:
SEGURANÇA NO TRÂNSITO
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
REGRAS DE OURO
Nunca trabalhe sob efeito de álcool ou outras drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
É importante lembrar alguns conceitos e definições:
Droga - Qualquer substância química, natural ou sintética capaz de produzir efeitos sobre o
funcionamento do corpo, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. Podem ser
classificadas de acordo com seus efeitos predominantes no cérebro:
• Depressores (álcool, tranquilizantes, inalantes e opiáceos);
• Estimulantes ( anfetaminas e cocaína) ;
• Alucinógenos ( maconha, ecstasy e LSD)
ATENÇÃO: Quando o médico receitar algum medicamento é importante que você
avise onde trabalha e o que faz, para que ele possa verificar se a medicação traz
algum risco.
• sonolência
• tempos de reação mais lentos
• deterioração da capacidade motora e de coordenação
• perda de concentração e memória
• redução do rendimento intelectual
• cirrose (uso prolongado)
• coma e morte (excesso, única ocasião ou uso prolongado)
• estado agudo de vigilância
• inquietação
• irritabilidade
• ansiedade
• depressão
• sonolência
• insônia
• comportamentos violentos
• percepções distorcidas de profundidade, tempo, dimensões
e formas de objetos e movimentos
Álcool
Outras
drogas
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
Uso - qualquer consumo de substâncias psicoativas,
independentemente da frequência ou da intensidade
(incluindo-se aqui o uso indevido esporádico ou
episódico).
Uso Nocivo ou Abuso - padrão de uso de
substância psicoativa que está causando dano à saúde.
O dano pode ser físico ou mental.
Dependência - um conjunto de fenômenos
fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o
uso de uma substância ou uma classe de substâncias
alcança uma prioridade muito maior para um
determinado indivíduo que outros comportamentos
que antes tinham maior valor.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
 O uso nocivo ou abuso e a dependência de drogas são considerados doenças pela Organização
Mundial de Saúde (OMS) e devem ser tratadas por equipe multidisciplinar de saúde.
 Os impactos à saúde, à segurança e ao meio ambiente causados pelo uso de drogas devem ser
minimizados por meio da atuação em prevenção e tratamento.
ATENÇÃO: Se você for trabalhar é proibido consumir álcool em qualquer quantidade.
Importante lembrar que é proibido o consumo de álcool nas dependências da
companhia .
 Se você é integrante da força de trabalho, você deve:
 Informar ao supervisor ou encarregado sempre que estiver fazendo uso de medicação que possa
provocar algum efeito em seu desempenho. Em caso de dúvidas, procure aconselhamento médico;
 Não usar, carregar, vender ou distribuir álcool e drogas ilegais;
 Informar ao supervisor ou encarregado sempre que verificar o uso ou perceber que alguém está
sob efeito de álcool ou drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
 Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:
 Somente atribuir tarefas a pessoas que estejam aptas para o trabalho;
 Encaminhar ao setor de saúde qualquer integrante da força de trabalho com sintomas de uso
de álcool ou drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
 Se você for o Líder, você deve:
 Garantir que as pessoas estejam informadas sobre a proibição de uso de álcool e outras drogas
no trabalho;
 Ser o exemplo em relação a não consumir e não trabalhar sob efeito de álcool e outras drogas.
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
O que fazer:
 Sempre afastar a pessoa suspeita de estar sob efeito de álcool e outras drogas de atividades de
risco. O objetivo é protegê-la e aos demais trabalhadores. A seguir encaminhar a pessoa para o
setor de saúde.
 A abordagem quanto ao padrão de consumo de álcool e outras drogas deve constar dos
atendimentos internos de saúde da empresa e tem por objetivo uma atuação preventiva e o
planejamento das orientações aos empregados conforme o grau do problema.
 Não se automedicar, pois isto pode trazer riscos para a sua atividade.
• Criação de programas de informação e conscientização;
• Criação de Programa de Prevenção e Recuperação da Dependência Química;
• Treinamento da Liderança e supervisão ;
BOAS PRÁTICAS:
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
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Regras de ouro

  • 1. PROGRAMA COMPROMISSO COM A VIDA TREINAMENTO REGRAS DE OURO
  • 2. REGRAS DE OURO  Os objetivos são: prevenir danos às pessoas e fortalecer a cultura de segurança de processo.  A maioria da força de trabalho segue as Regras na maior parte do tempo.  A meta é que todos sigam as Regras sempre.  Seu cumprimento é obrigatório para atividades relacionadas ao trabalho sob o controle ou responsabilidade da PETROBRAS.  As Regras são aplicáveis também fora do ambiente de trabalho.  A responsabilidade pela comunicação das Regras é da liderança.  A responsabilidade pelo seu cumprimento é de todos: liderança, empregados e contratados. Orientações e esclarecimentos
  • 3. Somente trabalhe com Permissão para Trabalho válida, liberada no campo e de seu total entendimento. Permissão para Trabalho Somente execute trabalhos em equipamentos ou instalações após certificar-se de que todas as fontes de energia tenham sido isoladas de forma segura. Isolamento de Energias Somente execute trabalhos em altura com a utilização de cinto de segurança fixado em local seguro e previamente determinado. Trabalho em Altura Só entre em espaço confinado se autorizado, equipado e com treinamento especifico. Espaço Confinado Nunca entre em local com atmosfera explosiva. Obedeça sempre aos alarmes e à sinalização. Atmosferas Explosivas REGRAS DE OURO
  • 4. Não acesse área isolada. Nunca se posicione sob uma carga suspensa ou entre veículos, parados ou em movimento. Mantenha-se sempre em locais seguros e protegidos. Posicionamento Seguro Use sempre os EPI conforme recomendado. Equipamentos de Proteção Individual Fique atento aos riscos das mudanças. Somente realize qualquer mudança que envolva pessoas, instalações, materiais ou procedimentos após análise e autorização. Atenção às Mudanças Respeite as leis de trânsito e pratique direção defensiva. Use o cinto de segurança, respeite os limites de velocidade, não use celular e se beber não dirija. Segurança no Trânsito Nunca trabalhe sob efeito de álcool ou outras drogas. Álcool e outras drogas REGRAS DE OURO
  • 6. Somente trabalhe com Permissão para Trabalho válida, liberada no campo e de seu total entendimento. PERMISSÃO PARA TRABALHO Permissão para Trabalho (PT) é a autorização em documento próprio, para a execução de qualquer trabalho de manutenção, como por exemplo, montagem, desmontagem, construção, limpezas, reparos, inspeções e intervenção em áreas, equipamentos ou sistemas, que envolvam riscos à integridade do pessoal, às instalações, ao meio ambiente, à comunidade ou à continuidade operacional.
  • 7. PERMISSÃO PARA TRABALHO Quando for realizar um trabalho que envolva riscos de acidentes com lesão pessoal, danos à saúde, danos materiais, agressão ao meio ambiente ou descontinuidade operacional nos trabalhos de manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção e reparo de instalações, equipamentos ou sistemas a serem realizados nas áreas operacionais das unidades da PETROBRAS, deve ser emitida a Permissão para Trabalho.  Não esqueça que a Permissão para Trabalho deve ser específica para o serviço nela descrito, e restrita a um único equipamento ou sistema, perfeitamente identificado e delimitado.  Lembre-se: Os serviços que envolvam riscos para os trabalhos só devem ser realizados com todas as fontes de energia controladas.
  • 8. PERMISSÃO PARA TRABALHO  Participantes da Permissão para Trabalho REQUISITANTE: Empregado capacitado e credenciado, próprio ou contratado, e autorizado para requisitar a PT. EMITENTE: Empregado capacitado e credenciado, próprio, responsável pela área, equipamento ou sistema onde a intervenção será realizada. CO-EMITENTE: Pessoa responsável pela liberação da área onde está instalado o equipamento ou sistema sob responsabilidade de outro empregado. PROFISSIONAL DE SEGURANÇA – RAS: Indica medidas de segurança complementares e suplementares na execução de serviços que pressupõem a adoção de cuidados especiais, em virtude do risco.
  • 9. PERMISSÃO PARA TRABALHO 2ª Etapa Planejamento da intervenção Elaboração da Permissão para Trabalho 3ª Etapa Execução Execução e término do serviço e encerramento da PT 1ª Etapa Autorização Autoriza o planejamento da intervenção
  • 10.  Se você for o responsável pela instalação, você deve:  Autorizar, antes da emissão da Permissão para Trabalho, a intervenção contemplando no mínimo:  a) O planejamento dos trabalhos;  b) O planejamento operacional;  c) A análise dos riscos;  d) A elaboração de PT.  Confirme se a análise dos riscos contempla as atividades:  a) Liberação do equipamento ou sistema para realização dos trabalhos;  b) Liberação da área para realização dos trabalhos;  c) Realização dos trabalhos considerando trabalhos simultâneos. PERMISSÃO PARA TRABALHO 1ª Etapa Autorização Autoriza o planejamento da intervenção
  • 11.  Se você for o emitente da Permissão para Trabalho, você deve:  Inspecionar, antes da emissão da PT, em conjunto com o requisitante, o equipamento, sistema ou local onde deve ser realizado o serviço e providenciar as medidas necessárias para prover as condições seguras para a liberação do trabalho e sistemática de advertência.  Certificar-se de que as recomendações de segurança e da análise de risco foram atendidas e que as condições de trabalho estejam seguras.  Decidir pela necessidade do acompanhamento do trabalho e, se necessário, definir o intervalo das verificações periódicas ou se o trabalho necessita de acompanhamento permanente, fazendo o registro na PT.  Verificar a necessidade de RAS – Recomendações Adicionais de Segurança e solicitar a emissão pelo profissional de segurança do trabalho. PERMISSÃO PARA TRABALHO 2ª Etapa Planejamento da intervenção Elaboração da Permissão para Trabalho
  • 12.  Se você for o profissional de segurança do trabalho, você deve elaborar as RAS – Recomendações Adicionais de Segurança, para as situações de:  Trabalhos com radiações ionizantes;  Trabalhos realizados em espaços confinados;  Outras situações que a unidade da PETROBRAS defina como necessário a emissão das recomendações adicionais de segurança. PERMISSÃO PARA TRABALHO 2ª Etapa Planejamento da intervenção Elaboração da Permissão para Trabalho
  • 13. 3ª Etapa Execução Execução e término do serviço e encerramento da PT  Se você for o requisitante da Permissão para Trabalho, você deve:  Entender a permissão para trabalho e segui-la rigorosamente;  Confirmar com o supervisor ou encarregado do trabalho que é seguro começar a trabalhar;  Instruir os executantes quanto às recomendações de segurança a serem observadas e providenciar as condições de segurança do local de trabalho. PERMISSÃO PARA TRABALHO
  • 14. EXEMPLO DE ACIDENTES: Durante a retirada de um trecho de tubulação de 6”, da linha de bypass da câmara do lançador de pig de gasoduto, para instalação de um ponto de injeção de inibidor de corrosão de ½’’, ocorreu a abertura inesperada de válvula de bloqueio com comando eletropneumático em um painel próximo, ocorrendo a liberação de gás natural à alta pressão(56 kgf/cm2), seguida de incêndio, resultando na fatalidade de quatro trabalhadores. PERMISSÃO PARA TRABALHO Fonte: peo.petrobras.com.br
  • 15. POR QUE ACONTECEU: PERMISSÃO PARA TRABALHO Fonte: peo.petrobras.com.br Sistemática inadequada na realização da APR e emissão da PT:  A APR-N2 avaliou apenas a retirada do trecho de tubulação e o transporte para o canteiro da contratada;  Avaliação inadequada dos riscos envolvidos, não considerando os riscos associados a sistemas pressurizados;  Utilização de uma única barreira de segurança;  Na APR-N2, não considerou o risco de abertura da válvula V-3;  Na APR-N2, houve a ausência da participação de um instrumentista.
  • 16. - Sempre realizar o devido Planejamento da atividade. - Envolver todos os profissionais e disciplinas envolvidas na atividade. - Levar o tempo necessário para avaliação de riscos. BOAS PRÁTICAS: PERMISSÃO PARA TRABALHO
  • 18. Somente execute trabalhos em equipamentos ou instalações após certificar-se de que todas as fontes de energia tenham sido isoladas de forma segura. ISOLAMENTO DE ENERGIAS  Isolamento de Energias é a garantia de que antes de qualquer serviço a ser executado em uma máquina ou equipamento, capaz de ser energizado inesperadamente, dar partida, vazar qualquer forma de energia armazenada, esta máquina ou equipamento esteja isolado da fonte de energia e mantido fora de operação.  Conheça o equipamento ou instalação e todas as energias que devem ser isoladas antes de iniciar o serviço.  Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.  “Conhecer os riscos do serviço” é a melhor e a mais eficiente forma de evitar acidentes.  Não confie na sua memória, sempre “estude” o serviço antes de iniciá-lo. Mantenha-se atualizado.  Explicar para a equipe: o trabalho a ser realizado; confirmar se todos entenderam os riscos, orientações, procedimentos e recomendações
  • 19.  Se você for o executante dos serviços, você deve:  Confirmar com o seu Supervisor ou Encarregado do trabalho que é seguro começar a trabalhar. ISOLAMENTO DE ENERGIAS  Se você for o executante do isolamento, você deve:  Conhecer o equipamento ou instalação e todas as energias que devem ser isoladas antes de iniciar o serviço e certificar se podem ser isolados ou liberados para retorno à operação;  Identificar de forma clara as interligações do equipamento ou instalação que precisam ser isolados ou liberado para retorno à operação;  Seguir o planejamento de isolamento (matriz) para isolar ou liberar para retorno à operação os equipamentos ou sistemas;  Recolocar todos os caps e plugs nos drenos e vents.
  • 20.  Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:  Confirmar se o equipamento ou instalação foi corretamente isolado ou liberado para operação, conforme o planejamento de isolamento (matriz);  Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado, confirmar se todos entenderam as orientações e, se todas as ações prescritas no planejamento de isolamento (matriz) foram implementadas;  Verificar se as identificações do isolamento foram colocadas ou retiradas em todas as interligações do equipamento ou instalação e se não há pendências. ISOLAMENTO DE ENERGIAS
  • 21.  Se você for o líder, você deve:  Garantir que os planejamentos e sistemática de isolamento (matrizes) estejam atualizados e cumpridos, respectivamente;  Realizar auditorias na área, verificando a execução do padrão de isolamento de energia;  Garantir que a sistemática para isolamento de energia seja cumprida. ISOLAMENTO DE ENERGIAS
  • 22. EXEMPLO DE ACIDENTES: Caso 1 – Queimaduras provocadas por arco voltaico ISOLAMENTO DE ENERGIAS Eletricista realizava atividades de limpeza e verificação de aperto de conexões de cabos em painéis elétricos. Ao aproximar a ferramenta de trabalho, ocorreu arco elétrico, provocando queimaduras parciais em seu rosto, mãos, pescoço e joelho direito (7,5% do corpo). O painel, considerado desenergizado pelo trabalhador, estava interligado a uma fonte de alimentação de 13,8 KV não contemplada no planejamento inicial das atividades (a montante).. Local da ocorrência Placa de advertência do cubículo de entrada informando a necessidade de desligamento de disjuntor a montante.
  • 23. EXEMPLO DE ACIDENTES: Caso 2 – Acidente fatal – Eletrocussão em rede elétrica Quatro trabalhadores de uma empresa contratada procediam ao lançamento de cabos de uma linha de transmissão em 0,4 kV destinados à energização de equipamentos de um poço produtor de petróleo. Quando do lançamento de um cabo da linha de 0,4 kV, cruzando em nível inferior os cabos da outra linha de 33 kV que se encontrava energizada, ocorreu curto circuito para a terra devido ao contato físico entre os cabos, ocasionando choque elétrico nos trabalhadores que puxavam o cabo manualmente. Tal fato provocou o óbito de um dos trabalhadores e queimaduras de terceiro grau no outro. ISOLAMENTO DE ENERGIAS CRUZETA DO POSTE VISÃO DO POSTE DA LINHA DE 0,4 kV
  • 24. EXEMPLOS DE DISPOSITIVOS DE BLOQUEIOS DE ENERGIA: ISOLAMENTO DE ENERGIAS Fonte: Internet – pesquisas em 22/11/2016
  • 25. EXEMPLOS DE DISPOSITIVOS DE BLOQUEIOS DE ENERGIA: ISOLAMENTO DE ENERGIAS Fonte: SINPEP/RGN (PG-2AT-00119)
  • 26. - Responsável pela atividade mantem a liberação do bloqueio. - Tratando se de Energias, necessitamos o dobro da atenção. - Validar todos os bloqueios. - Seguir o Planejamento. BOAS PRÁTICAS: ISOLAMENTO DE ENERGIAS
  • 28. Somente execute trabalhos em altura com a utilização de cinto de segurança fixado em local seguro e previamente determinado. TRABALHO EM ALTURA  Toda atividade executada com diferença de nível maior de 2,00 m (dois metros) do piso de referência (local de estrutura fixa onde se encontra a base de posicionamento do trabalhador em relação ao nível “0” (zero) da queda).  Todo trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado (considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa).  Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.  As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho
  • 29. TRABALHO EM ALTURA  Considera-se acesso por corda a técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista.  As atividades com acesso por cordas devem ser executadas: de acordo com procedimentos em conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes; por trabalhadores certificados em conformidade com normas técnicas nacionais vigentes de certificação de pessoas e por equipe constituída de pelo menos dois trabalhadores, sendo um deles o supervisor.  Os equipamentos e cordas devem ser inspecionados nas seguintes situações: antes da sua utilização e periodicamente, com periodicidade mínima de seis meses. ACESSO POR CORDAS:
  • 30. TRABALHO EM ALTURA  Em trabalhos desenvolvidos com restrição de espaço, em posição fixa e em elevação/suspensão (como, por exemplo, limpeza de fachada) deve ser previsto um sistema complementar de proteção contra quedas.  Os trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser precedidos de um plano de resgate considerando o cenário da execução dos serviços.  Nos trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser utilizados cordas e acessórios novos, sem uso anterior. A reutilização das cordas e acessórios é permitida apenas na unidade operacional que os recebeu e manteve sua guarda, desde que garantida a rastreabilidade.  As cordas de execução do trabalho e a corda de segurança devem ser distintas e de cores diferentes, devendo estar conectadas a pontos de ancoragem independentes. ACESSO POR CORDAS:
  • 32. EXEMPLO DE ACIDENTES – CASO 1: TRABALHO EM ALTURA Estavam sendo realizados trabalhos para remoção de tubulação desativada, externamente à torre de uma unidade de processo, com uso de técnica de alpinismo industrial (acesso por corda), quando um empregado de empresa especializada na utilização desse tipo de técnica, sofreu queda devido ao rompimento da corda de trabalho e da corda de segurança. ANÁLISE DO GT: Asa cordas que romperam foram usadas anteriormente em outra empresa do pólo e lavadas após seu uso. Primeira utilização desta corda neste trabalho na Fafen-BA.
  • 33. TRABALHO EM ALTURA ACESSO POR CORDAS: Fonte: peo.petrobras.com.br
  • 34. EXEMPLO DE ACIDENTES – CASO 2: TRABALHO EM ALTURA A equipe de pintura retornou após o almoço ao tanque e se preparou para dar início aos trabalhos, colocando os EPI e separando as ferramentas. O acidentado estava na última plataforma do andaime quando seus colegas de trabalho ouviram um barulho e viram o acidentado caindo de costas no chão entre a lona e o andaime. O acidentado portava o cinto de segurança, mas com os talabartes não atracados.
  • 35. Coloque aqui as boas práticas da sua área BOAS PRÁTICAS: TRABALHO EM ALTURA
  • 37. Só entre em espaço confinado se autorizado, equipado e com treinamento especifico. ESPAÇO CONFINADO  Espaço confinado é qualquer área não projetada para ocupação contínua, a qual tem meios limitados de entrada e saída e na qual a ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes perigosos, deficiência ou enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver. “Lugar que não foi feito para você ficar + Lugar difícil de entrar e sair + Lugar com pouca ventilação (possibilidade de formação de uma atmosfera de risco) = Espaço Confinado” – CUIDADO!!  Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.  “Conhecer os riscos do serviço” é a melhor e a mais eficiente forma de evitar acidentes.  Não confie na sua memória, sempre “estude” o serviço antes de iniciá-lo.
  • 38. ESPAÇO CONFINADO  Para adentrar espaços confinados é obrigatória a emissão da PET (Permissão de entrada e trabalho) pelo Supervisor de Entrada;  Antes de iniciar os serviços é obrigatória a avaliação atmosférica do espaço confinado;  Somente trabalhadores capacitados, conforme a norma regulamentadora no. 33 (NR-33), podem executar atividades em espaços confinados;  Deve ser mantido equipamento de monitoramento contínuo da atmosfera durante toda a execução da atividade em espaço confinado;  Deve ser mantido durante todo o trabalho no interior de espaço confinado, um vigia ou observador junto à entrada para controlar o acesso e saída dos trabalhadores, monitorar os trabalhadores no ambiente, adotar procedimentos de socorro imediato, em caso de emergência, e coordenar o abandono do local, se necessário.
  • 39. ESPAÇO CONFINADO PARA A REALIZAÇÃO DO TRABALHO COM SEGURANÇA É NECESSÁRIA O ENVOLVIMENTO DOS PROFISSIONAIS :  Responsável técnico - é o profissional habilitado para identificar os espaços confinados existentes na empresa e elaborar as medidas técnicas de prevenção - administrativas, pessoal, de emergência e resgate;  Supervisor de entrada - pessoa capacitada com responsabilidade para preencher e assinar a Permissão de Entrada e Trabalho (PET), para o desenvolvimento de entrada e trabalho seguro no interior de espaços confinados;  Trabalhador autorizado - trabalhador capacitado para entrar no espaço confinado, ciente dos seus direitos e deveres e com conhecimento dos riscos e das medidas de controle existentes;  Vigia/Observador - trabalhador designado para permanecer fora do espaço confinado, responsável pelo acompanhamento, comunicação e ordem de abandono para os trabalhadores.
  • 40.  Se você for o trabalhador autorizado, você deve:  Confirmar com o supervisor ou encarregado do trabalho que é seguro começar a trabalhar;  Confirmar com o vigia se você pode entrar no espaço confinado;  Seguir as exigências contidas nos documentos de liberação dos serviços – PT, AR, Permissão de Entrada e trabalho (PET). ESPAÇO CONFINADO
  • 41.  Se você for o supervisor de entrada, você deve:  Confirmar se as exigências da autorização de trabalho estão em ordem;  Confirmar se o vigia qualificado está sempre presente quando existem pessoas dentro de um espaço confinado;  Confirmar que a avaliação atmosférica está sendo feita de acordo com a PET;  Confirmar que as condições de segurança foram atendidas para começar a trabalhar. ESPAÇO CONFINADO
  • 42.  Se você for o vigia/observador, você deve:  Controlar a entrada e saída dos trabalhadores;  Manter a comunicação com os trabalhadores que estão no espaço confinado;  Acionar a equipe de emergência e salvamento, caso necessário. ESPAÇO CONFINADO
  • 43. EXEMPLO DE ACIDENTES: ESPAÇO CONFINADO Durante obra de construção de gasoduto foi injetado nitrogênio para retirar um PIG que ficou preso. Com a retirada do PIG foi feita a despressurização com as extremidades abertas para a atmosfera. Começou então o preparo para a secagem do trecho para lançamento de um PIG de espuma. Um auxiliar posicionou o PIG na abertura da tubulação e começou a empurrá-lo para dentro do duto por aproximadamente 6,0 m. O acoplador e o lixador percebem que há algo estranho, chamam pelo Auxiliar mas não obtêm resposta, e suspeitam que o mesmo esteja passando mal, o acoplador entra na tubulação para resgatá-lo, e o lixador fica na extremidade, ilumina a entrada quando percebe a imobilidade do acoplador, chama por ele e também não obtém resposta. A partir daí se deu inicio a uma sequência de ações para resgate. O Lixador tenta entrar no duto mas desmaia na entrada, ele é puxado pela equipe de resgate e se recupera logo. A equipe de resgate utiliza dispositivos de resgate improvisados e consegue puxar os 2 trabalhadores, porém só um deles consegue escapar com vida. Caso 1 - Acidente fatal por asfixia com nitrogênio em construção de gasoduto na etapa de pré- secagem do duto
  • 44. O QUE ACONTECEU: ESPAÇO CONFINADO Apesar das extremidades do duto estarem abertas a atmosfera em seu interior estava com alta concentração de nitrogênio. Quando foi realizada a inserção do PIG, como esse tinha diâmetro ligeiramente menor que o diâmetro do duto, o nitrogênio passou pelas cordas do PIG impregnando a atmosfera onde o trabalhador se encontrava. O nitrogênio deslocou o oxigênio tomando o seu lugar gerando uma condição perigosa para a vida e para a saúde.
  • 45. EXEMPLO DE ACIDENTES: ESPAÇO CONFINADO Caso 2 - Acidente fatal ocorrido por explosão durante limpeza de cofferdan Durante limpeza do cofferdam (na indústria náutica é o nome que se dá aos espaços vazios em embarcações) as sobras de água e dispersantes provenientes de processo de limpeza, estavam sendo descarregados por uma bomba sapo para o tanque ao lado que também recebia petróleo e gás associado. A mangueira que conectava a bomba “tipo sapo” estava interligada com esse tanque e houve passagem de gás para o interior do cofferdam. No fim do dia de trabalho quando o último trabalhador estava saindo do cofferdam uma das luminárias caiu e provocou uma explosão que arremessou o trabalhador. O QUE ACONTECEU: Houve a passagem de produto inflamável (gás) que acumulou no ambiente e quando a luminária caiu permitiu a ignição da atmosfera gerando a explosão.
  • 46. Coloque aqui as boas práticas da sua área BOAS PRÁTICAS: ESPAÇO CONFINADO
  • 48. Nunca entre em local com atmosfera explosiva. Obedeça sempre aos alarmes e à sinalização. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS  Em locais ou ambientes onde quantidades e concentrações perigosas de vapores ou gases inflamáveis podem ocorrer, medidas de proteção necessitam ser aplicadas de forma a reduzir o risco de explosões.  Em qualquer planta de processo, independentemente do seu tamanho, pode haver numerosas fontes de ignição além daquelas associadas com equipamentos. Neste contexto, são necessárias precauções apropriadas para assegurar um nível adequado de segurança.  Em resumo, são locais ou ambientes onde existe a possibilidade de ocorrer uma explosão e todas as potenciais fontes de ignição devem ser protegidas.
  • 49. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS São regiões onde uma atmosfera explosiva pode estar presente, em quantidade tal que necessitem de cuidados especiais para a instalação e utilização de equipamentos elétricos e mecânicos, que ocorrem com certa regularidade durante as operações normais da planta industrial. ÁREAS CLASSIFICADAS São regiões onde uma atmosfera explosiva está presente devido a vazamentos ou derramamentos, exigindo medidas para contenção e controle, com risco iminente de explosão. São eventos em que a brigada de incêndio é acionada e são denominados de acidentes de processo. REGIÕES EM SITUAÇÂO DE EMERGÊNCIA
  • 50. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS PLANTA DE CLASSIFICAÇÃO DE ÁREAS Locais que podem apresentar vazamentos ou derramamentos e são estudados para estabelecer um plano de emergência no caso de sua ocorrência. São eventos onde a brigada de incêndio atua como última barreira de controle. Todas as ações são coordenadas e planejadas. PLANO DE CONTINGÊNCIA A planta de classificação de áreas é um conjunto de documentos que mostra os locais com probabilidade de presença de misturas inflamáveis existentes na unidade, indicando a frequência (zonas) e extensões que podem surgir, durante as operações normais. Estas áreas devem ser sinalizadas e medidas de controle das fontes de ignição devem ser adotadas.
  • 51.  Se você for o executante, você deve:  Atender integralmente às recomendações das permissões de trabalho (PT);  Utilizar equipamentos elétricos em perfeitas condições e adequados aos riscos envolvidos. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS ÁREAS CLASSIFICADAS  Se você for o supervisor ou o responsável pelo serviço a ser executado, você deve:  Confirmar que o monitoramento de explosividade está sendo realizado de acordo com a análise dos riscos e permissão para trabalho, caso seja necessário garantir que as atividades somente podem ser realizadas livres de atmosferas explosivas;  Explicar para sua equipe o serviço, os riscos e cuidados a serem adotados para a realização de um trabalho seguro e confirmar se todos entenderam as orientações.  Se você for o lider, você deve:  Assegurar treinamento para que as pessoas conheçam os riscos envolvidos em serviços dentro de uma área classificada;  Realizar auditorias de permissão para trabalho e verificar se as recomendações estão sendo executadas.
  • 52. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS PLANO DE CONTINGÊNCIA  Se você for o supervisor ou o responsável pelo serviço a ser executado, você deve:  Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado, os cuidados a serem adotados, os alarmes e sinalização de abandono de área e confirmar se todos entenderam as orientações.  Se você for o lider, você deve:  Garantir que as pessoas nunca adentrem em locais com atmosferas explosivas geradas por vazamentos;  Garantir que as brigadas de incêndio estejam bem equipadas e treinadas para os cenários acidentais;  Apoiar e cobrar a realização de simulados para os diferentes cenários de emergência.  Força de trabalho, deve:  Conhecer as ações, rotas de fuga, comandos, monitores de área e ponto de encontro de sua Unidade;  Participar com seriedade nos treinamentos dos simulados de emergência;  Atender imediatamente aos comandos emitidos pelas sirenes, alarmes e instruções dos monitores de área.
  • 53. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS EXEMPLO DE ACIDENTES: Durante transferência de produto de tanque de carga para outro tanque, houve fechamento indevido de uma válvula levando a um aumento de pressão na linha, provocando vazamento de condensado em uma união flangeada instalada com raquete fora de especificação, provocando uma explosão na casa de bombas. A partir daí se deu inicio a uma sequência de ações para resgate das vítimas, busca e retirada dos desaparecidos  Esgotamento dos compartimentos alagados;  Despressurização do gasoduto e linhas submarinas dos poços;  Limpeza e inertização de linhas e equipamentos; Caso 1 - Acidente fatal por explosão devido a vazamento em união flangeada da tubulação
  • 54. O QUE ACONTECEU? Ocorreu vazamento de condensado que acumulou nos ambientes dos pisos inferiores, liberando vapores inflamáveis para os pisos imediatamente acima. Durante as operações de controle da brigada de incêndio ocorreu uma explosão. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
  • 55. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS EXEMPLO DE ACIDENTES: Durante partida da unidade de destilação atmosférica, ocorreu transferência indevida de nafta não estabilizada (associada com GLP) para o sistema da Estação de Tratamento de Efluentes Líquidos (ETDI), gerando nuvem explosiva em ambiente aberto e não preparado para receber inventário de produto inflamável. Um painel de analisador de efluente, que se encontrava energizado causou a ignição da nuvem provocando explosão e incêndio. Neste acidente, ocorreu uma fatalidade com o operador de utilidades que fazia inspeção no local Caso 2 - Acidente fatal por explosão durante liberação indevida de produto do processo para ambiente externo
  • 56. O QUE ACONTECEU?  Uma falha no medidor de nível de fundo da Torre Estabilizadora de Nafta, o qual travou em valor constante e compatível com a operação normal da torre. Como consequência, ocorreu um transbordamento da torre e de seu vaso de topo, com transferência indevida de nafta e GLP para os equipamentos a jusante e finalmente para o Sistema de Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais (ETDI).  O hidrocarboneto liberado para a ETDI gerou uma nuvem inflamável no local. A fonte de ignição foi um painel elétrico de analisador de efluente industrial, adequado ao ambiente onde se encontrava, porém não preparado para a situação de atmosfera explosiva circundante. ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
  • 57. Coloque aqui as boas práticas da sua área BOAS PRÁTICAS: ATMOSFERAS EXPLOSIVAS
  • 59. Não acesse área isolada. Nunca se posicione sob uma carga suspensa ou entre veículos, parados ou em movimento. Mantenha-se sempre em locais seguros e protegidos. POSICIONAMENTO SEGURO  Posicionamento seguro é uma preocupação de todo trabalhador durante a realização de qualquer atividade.  Conheça o local onde as tarefas serão realizadas, os riscos do entorno e as medidas de proteção para evitar acidentes.  Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam próximas.  “Prestar muita atenção em alguma coisa” significa também prestar menos atenção a outras – como riscos nas proximidades.  Não confie em pessoas que estão “prestando atenção por você” para evitar um perigo sério.
  • 60.  Se você for o executante, você deve:  Respeitar a sinalização de circulação de veículos;  Interromper as atividades sempre que forem observadas situações que possam causar acidentes e caso o isolamento da área seja ultrapassado por alguém;  Confirmar que os equipamentos utilizados para movimentação de cargas estão em perfeitas condições de uso e foram inspecionados regularmente. POSICIONAMENTO SEGURO
  • 61.  Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:  Avaliar previamente as condições no local da movimentação de carga e de veículos;  Explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado e os cuidados a serem tomados e confirmar se todos entenderam as orientações;  Isolar a área de trabalho para movimentação de carga, de modo a garantir que as pessoas não se exponham ao risco. POSICIONAMENTO SEGURO
  • 62.  Se você for o Líder, você deve:  Garantir o atendimento da sistemática para movimentação de carga;  Realizar auditorias nas atividades com movimentação de carga. POSICIONAMENTO SEGURO EQUIPAMENTOEM FUNCIONAMENTO PERIGO
  • 63. POSICIONAMENTO SEGURO  Em uma área sujeita a movimentação de cargas suspensas as pessoas não devem transitar no interior de área isolada e abaixo de movimentação de cargas em suspensão.  Nos locais de grande movimentação de máquinas e veículos, uma das precauções a ser adotada é a instalação de barreiras físicas delimitando as rotas seguras para trânsito de pessoas.  Para propiciar um posicionamento seguro durante as atividades na área o supervisor ou encarregado deve explicar para sua equipe o trabalho a ser realizado e os cuidados a serem tomados e confirmar se todos entenderam as orientações.  Durante deslocamento na unidade manter atenção quando veículos e máquinas pesadas estiverem se aproximando.
  • 64. EXEMPLO DE ACIDENTES: POSICIONAMENTO SEGURO Empregado encontrava-se no top deck da Torre de Resfriamento, realizando planejamento de tarefa de montagem de andaime para acesso a motor de ventilador e ao apontar para o local introduzindo a mão em janela da porta de inspeção, sofreu corte no dorso da mão direita e fratura de antebraço direito ao ser atingido pela extremidade da hélice da torre. Fonte: peo.petrobras.com.br
  • 65. EXEMPLO DE ACIDENTES: POSICIONAMENTO SEGURO O empregado havia ultrapassado a barreira de proteção da abertura do convés com o consentimento do supervisor, a fim de ajudar a preparar uma tubulação de plástico leve para limpar um derramamento. Conforme era dado andamento a tarefa, o trabalhador gradualmente se aproximava da abertura. Enquanto o empregado estava movimentando o tubo, ele deu um passo para trás e caiu pela abertura.
  • 66. DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO: POSICIONAMENTO SEGURO  O líder deve estar atento para que todas as aberturas nos pisos sejam isoladas, sinalizadas e fechadas com tampas ou grades;  Orientar que os trabalhadores estejam atentos ao piso durante a execução de suas atividades, qualquer risco identificado deve ser informado ao líder imediato;  As análises de riscos (APR) específicas contemplando todos os riscos envolvidos na atividade devem ser divulgadas à força de trabalho.
  • 67. DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO: POSICIONAMENTO SEGURO  Verificar se está sendo utilizado cabo guia como auxílio, para evitar que a carga gire livremente;  Sempre instalar o cabo guia nas extremidades das cargas suspensas;  Orientar para não utilizar as mãos para guiar a carga içada e que ninguém fique no raio de ação da carga durante sua movimentação;  Estar atento à capacitação do profissional para realização da atividade.
  • 68. DICAS PARA SUPERVISOR E ENCARREGADO: POSICIONAMENTO SEGURO  O líder deve orientar os trabalhadores para que as atividades sejam realizadas de forma segura;  É importante que os acessos sejam planejados antes de iniciar a atividade;  O trabalhador deve estar atento para caminhar em piso seguro. Caso não haja um piso seguro, ele deve procurar seu líder para que seja providenciado.
  • 69. Coloque aqui as boas práticas da sua área BOAS PRÁTICAS: POSICIONAMENTO SEGURO
  • 70. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL REGRAS DE OURO
  • 71. Use sempre os EPI conforme recomendado. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL  Os Equipamentos de Proteção são dispositivos destinados à proteção contra riscos capazes de ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores.  O uso desses dispositivos deverá ser feito sempre que os ambientes de trabalho apresentarem condições adversas, podendo ser de uso coletivo ou individual.
  • 72. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL  É todo dispositivo, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção contra os riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.  O uso desse tipo de equipamento deverá ser feito quando as medidas de proteção coletiva não oferecerem completa proteção contra os riscos de acidentes e/ou de doenças profissionais e do trabalho.  No Brasil, a utilização é regulamentada, dentre outras, pela Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho nº 6.
  • 73. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Todo EPI deverá apresentar, de forma indelével, o número de registro do CA. É um certificado regulamentado pelo Ministério do Trabalho que tem como principal objetivo garantir que os EPI comercializados estejam em conformidade com as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. O CA tem prazo de validade e deverá ser periodicamente renovado. Número de registro do CA CERTIFICADO DE APROVAÇÃO - CA
  • 74. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL  Se você for o empregador, você deve:  Fornecer equipamentos adequados e em conformidade com a legislação, fiscalizar a utilização, treinar, substituir, providenciar manutenção e higienização e comunicar irregularidades observadas ao Ministério do Trabalho.  Se você for o empregado, você deve:  Utilizar os EPIs somente para a finalidade a que se destinam, guardar, conservar, comunicar alterações que tornem o EPI impróprio ao uso e seguir as orientações quanto à utilização, recebidas da empresa.
  • 75. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL capacete óculos de segurança (lente incolor) protetor auditivo (tipo inserção - Plug) protetor auditivo (tipo concha) luvas respirador (descartável) calçado de proteção cinturão de segurança (tipo paraquedista) Os EPI são classificados conforme a sua finalidade e possuem variedades de modelos específicos para as atividades a serem realizadas. Exemplo:
  • 76. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL  Se você for o executante, você deve:  Utilizar os EPI somente para a finalidade a que se destinam;  Guardar, conservar, comunicar alterações que tornem o EPI impróprio ao uso;  Seguir as orientações quanto à utilização correta do EPI.
  • 77. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL  Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:  Explicar para sua equipe que os EPI são dispositivos destinados à proteção contra riscos capazes de ameaçar a segurança e a saúde dos trabalhadores;  Exigir o uso e verificar se o executante usa adequadamente o EPI.
  • 78. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL  Se você for o Líder, você deve:  Realizar auditorias e inspeções para verificação da adequada utilização dos EPI.
  • 79. EXEMPLO DE ACIDENTES: EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Não utilização de EPI O operador, ao atuar como executante manipulando os mangotes não atendeu aos requisitos da Análise de Riscos (Utilização de mascara facial), sendo atingido por respingos de soda gasta.
  • 80. Coloque aqui as boas práticas da sua área BOAS PRÁTICAS: EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
  • 82. Fique atento aos riscos das mudanças. Somente realize qualquer mudança que envolva pessoas, instalações, materiais ou procedimentos após análise e autorização. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS  Mudanças, temporárias ou permanentes, devem ser avaliadas visando a eliminação e/ou minimização de riscos decorrentes de sua implantação.  Implemente mecanismos que permitam avaliar e controlar riscos que acompanham as mudanças, desde a fase de planejamento até o final do processo;  Formalize o processo da mudança descrevendo, documentando e fazendo sua divulgação. Avalie seu resultado para evitar acidentes.  Lembre-se: você é responsável pela sua segurança e de todos as pessoas que estejam envolvidas com a mudança realizada.  “Prestar muita atenção em alguma coisa” significa também prestar menos atenção a outras – como riscos nas proximidades.  Não confie em pessoas que estão “prestando atenção por você” para evitar um perigo sério.
  • 83. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS  Se você for o executante da mudança, você deve:  Implementar mecanismos que permitam identificar, avaliar e controlar riscos antes da realização da mudança.  Submeter toda mudança a uma nova avaliação de riscos e impactos.  Considerar como mudança, alterações de pessoas, tecnologias e instalações, mesmo sendo temporária.  Considerar as mudanças em procedimentos críticos como mudanças em tecnologia.  Considerar também como mudança, toda vez que houver alteração significativa do quantitativo ou do nível de conhecimento e experiência das equipes envolvidas em atividades críticas.
  • 84. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS  Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:  Planejar e desenvolver programas de capacitação, educação e conscientização das pessoas envolvidas nas atividades que sofrerão mudanças, antes da implementação das alterações.  Tratar as movimentações de trabalhadores quando mudarem riscos de exposição aos agentes químicos, físicos, biológicos ou nos fatores ergonômicos.  Planejar e realizar a gestão das mudanças seguindo as etapas:  1) Identificar a mudança  Localize a mudança;  Verifique a finalidade da mudança;  justifique a mudança;  Verifique a duração da mudança se for temporária.
  • 85. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS  Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:  2) Avaliar a mudança  Identifique e analise os perigos da mudança e faça recomendações;  Crie uma equipe capacitada, com pessoas envolvidas no processo da mudança, para realizar análise técnica da mudança que atenda a legislação.  3) Planejar a mudança  Planeje ações de atendimento para as recomendações do controle e redução dos riscos;  Revise os procedimentos e documentos e inclua os planos de resposta à emergência.  4) Autorizar a mudança  Aprove gerencialmente a mudança e as recomendações da sua análise .
  • 86. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS  Se você for o responsável pela área da mudança, você deve:  5) Implementar a mudança  Execute os estudos de risco;  Efetue os treinamentos nos procedimentos e planos de resposta à emergência;  Comunique os riscos, impactos e recomendações da mudança, antes da sua execução, especialmente a comunicação nas trocas de turno;  Implemente as recomendações antes de começar a operação;  Execute a mudança.  6) Concluir a mudança  Analise os resultados da mudança;  Verifique se todas as recomendações foram implementadas;  Documente e prove gerencialmente a mudança e as recomendações de sua análise.
  • 87. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS EXEMPLO DE ACIDENTES: Durante a preparação para lançamento de pig instrumentado, foi introduzido na câmara do lançador um pig de espuma para limpeza da tubulação. A tampa da câmara, o suspiro e os drenos foram fechados e foi iniciada a pressurização da câmara, através das válvulas equalizadoras posicionadas na linha de by- pass. Durante a equalização foram ouvidos ruídos que indicavam a movimentação do pig na câmara. Neste momento, ouviu-se um forte barulho, quando subitamente a linha de dreno veio a encurvar devido despressurização repentina, atingindo fatalmente o empregado na região da cabeça. Fonte: peo.petrobras.com.br Linha de dreno encurvada
  • 88. ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS POR QUE ACONTECEU:  Falha na gestão de mudança ao instalar a nova câmara. Não foi realizada pré-operação entre as gerências envolvidas e desconhecimento em operar a nova câmara.  Falha na elaboração de análise de risco, com falhas na identificação dos riscos para as diferentes fases do empreendimento .  Falta de conhecimento das consequências da pressão na linha de dreno, que não foi projetada para trabalhar com sobrepressão.  Divergência quanto ao posicionamento do pig na câmara.  Divergência entre padrões, normas e práticas quanto ao posicionamento do pig na câmara
  • 89. Coloque aqui as boas práticas da sua área BOAS PRÁTICAS: ATENÇÃO ÀS MUDANÇAS
  • 91. Respeite as leis de trânsito e pratique direção defensiva. Use o cinto de segurança, respeite os limites de velocidade, não use celular e se beber não dirija. SEGURANÇA NO TRÂNSITO No Brasil, o trânsito de qualquer natureza nas vias terrestres do território nacional, abertas à circulação, rege-se, principalmente, pelo Código de Trânsito Brasileiro (Lei Nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997). Respeitá-las é o passo inicial para a prevenção. Com a prática da Direção Defensiva já se começa a incrementar a segurança, pois ela é conjunto de habilidades ao volante que objetiva reduzir o risco de colisão, se antecipando a situações perigosas, mesmo em condições adversas e apesar das ações de terceiros.
  • 92. SEGURANÇA NO TRÂNSITO Use o Cinto de Segurança O cinto de segurança é o meio mais barato de se proteger. Ele impede que corpo seja projetado contra o interior do veículo ou que se seja jogado para fora do veículo. Seu uso é obrigatório para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional. Respeite os Limites de Velocidade A velocidade máxima permitida para a via é indicada por meio de sinalização, além disso, deve-se manter velocidade compatível com as condições locais. Em caso de chuva, recomenda-se reduzir a velocidade em 20 km/h em relação à máxima permitida.
  • 93. SEGURANÇA NO TRÂNSITO Não use o Celular ao dirigir A combinação celular e trânsito aumenta consideravelmente a chance de se envolver em acidentes. O condutor se desconcentra e tem reações lentas, pois o celular prejudica a capacidade de percepção espacial e de velocidade. Não se deve ler, digitar ou enviar mensagens durante a condução de veículos ou no momento de atravessar ruas e avenidas, no caso dos pedestres. Também não se deve usar equipamentos viva-voz ou bluetooth. Álcool, nem pensar! A combinação álcool e direção é responsável por vários acidentes de trânsito, envolvendo muitas vezes a morte da pessoa alcoolizada e a morte de terceiros. Mesmo em pequenas doses, o álcool prejudica o desempenho ao volante, portanto, se beber, não dirija.
  • 94. SEGURANÇA NO TRÂNSITO Tempo ao volante Deve-se controlar o tempo ao volante e a jornada de trabalho dos motoristas profissionais. Viagens muito longas devem ser muito bem planejadas, para permitir o descanso e o sono adequado. O interstício de 11 horas entre jornadas também deve ser respeitado. Pausas para descanso Não se deve ficar muito tempo ao volante sem realizar pausa para descanso. Atualmente, há legislação específica para o motorista profissional, que determina uma parada de 30 minutos a cada 4 horas de direção. Porém, a recomendação da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET) é que se faça uma parada de 15 minutos a cada 2 horas.
  • 95.  Se você for o motorista , você deve:  Possuir carteira de habilitação válida e específica para sua atividade;  Não usar celular, enviar ou ler mensagens de texto;  Manter ou ficar abaixo da velocidade máxima permitida na via em que dirige, seguindo a sinalização local ou as instruções do plano de viagem;  Antes de dirigir, verificar e exigir a utilização do cinto de segurança por todos os passageiros;  Seguir a rota e as paradas para descanso estipuladas no plano de viagem, notificando a pessoa autorizada caso ocorram mudanças. SEGURANÇA NO TRÂNSITO
  • 96.  Se você for o passageiro, você deve:  Usar sempre cinto de segurança, inclusive no banco traseiro;  Intervir se o motorista usar o celular enquanto dirige e se exceder a velocidade máxima permitida. SEGURANÇA NO TRÂNSITO  Se você for o supervisor ou o encarregado , você deve:  Verificar se o plano de viagem está adequado e é seguido;  Verificar se o motorista não excede a jornada de trabalho e cumpre as paradas para descanso.  Se você for o Líder, você deve:  Realizar auditorias nos dados sobre velocidades, jornada de trabalho e paradas para descanso.
  • 97. EXEMPLO DE ACIDENTES: SEGURANÇA NO TRÂNSITO CASO 1: Em trecho de curva suave à esquerda, em pista de mão dupla, o caminhão saiu para a margem direita da via e capotou após o motorista tentar retorna-lo à pista. Croquis do acidente Estado do caminhão após o acidente Relatórios de rastreamento apontaram frequentes excessos de velocidade por parte do motorista. No momento do acidente trafegava a 98km/h. O motorista estava usando o celular enquanto dirigia - Última ligação recebida pelo motorista as 18h42min, com duração de 3min47s, coincide com o horário do acidente às 18h46min.
  • 98. EXEMPLO DE ACIDENTES: SEGURANÇA NO TRÂNSITO CASO 2: O acidente ocorreu quando o condutor trafegava em trecho de descida, atrás de outro caminhão da mesma empresa, e o ultrapassou ganhando velocidade. No final da serra, já em trecho plano, em curva e com obras na via o condutor perdeu o controle do veículo ao passar por um desvio das obras vindo a colidir com um veículo de terceiro e capotar, na margem direita da via. O caminhão colidiu com um veículo terceiro, com uma construção e com uma árvore na margem da rodovia. Obras Curva O QUE ACONTECEU: Motorista perdeu o controle do caminhão em trecho de curva, devido à velocidade incompatível com o trecho em curva e em obras Falha na Gestão da Transportadora com relação ao monitoramento dos excessos de velocidade ocorridos durante a viagem, pois poderia ter atuado antes do acidente.
  • 99. Insira aqui casos de boas práticas na aplicação da Regra de Ouro que tenha evitado um acidente de trânsito ou acidentes de trânsito que tenham ocorrido na sua Unidade e que tragam aprendizado quanto a esta Regra de Ouro. BOAS PRÁTICAS: SEGURANÇA NO TRÂNSITO
  • 100. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS REGRAS DE OURO
  • 101. Nunca trabalhe sob efeito de álcool ou outras drogas. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS É importante lembrar alguns conceitos e definições: Droga - Qualquer substância química, natural ou sintética capaz de produzir efeitos sobre o funcionamento do corpo, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. Podem ser classificadas de acordo com seus efeitos predominantes no cérebro: • Depressores (álcool, tranquilizantes, inalantes e opiáceos); • Estimulantes ( anfetaminas e cocaína) ; • Alucinógenos ( maconha, ecstasy e LSD) ATENÇÃO: Quando o médico receitar algum medicamento é importante que você avise onde trabalha e o que faz, para que ele possa verificar se a medicação traz algum risco.
  • 102. • sonolência • tempos de reação mais lentos • deterioração da capacidade motora e de coordenação • perda de concentração e memória • redução do rendimento intelectual • cirrose (uso prolongado) • coma e morte (excesso, única ocasião ou uso prolongado) • estado agudo de vigilância • inquietação • irritabilidade • ansiedade • depressão • sonolência • insônia • comportamentos violentos • percepções distorcidas de profundidade, tempo, dimensões e formas de objetos e movimentos Álcool Outras drogas ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
  • 103. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS Uso - qualquer consumo de substâncias psicoativas, independentemente da frequência ou da intensidade (incluindo-se aqui o uso indevido esporádico ou episódico). Uso Nocivo ou Abuso - padrão de uso de substância psicoativa que está causando dano à saúde. O dano pode ser físico ou mental. Dependência - um conjunto de fenômenos fisiológicos, comportamentais e cognitivos, no qual o uso de uma substância ou uma classe de substâncias alcança uma prioridade muito maior para um determinado indivíduo que outros comportamentos que antes tinham maior valor.
  • 104. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
  • 105. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS  O uso nocivo ou abuso e a dependência de drogas são considerados doenças pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e devem ser tratadas por equipe multidisciplinar de saúde.  Os impactos à saúde, à segurança e ao meio ambiente causados pelo uso de drogas devem ser minimizados por meio da atuação em prevenção e tratamento. ATENÇÃO: Se você for trabalhar é proibido consumir álcool em qualquer quantidade. Importante lembrar que é proibido o consumo de álcool nas dependências da companhia .
  • 106.  Se você é integrante da força de trabalho, você deve:  Informar ao supervisor ou encarregado sempre que estiver fazendo uso de medicação que possa provocar algum efeito em seu desempenho. Em caso de dúvidas, procure aconselhamento médico;  Não usar, carregar, vender ou distribuir álcool e drogas ilegais;  Informar ao supervisor ou encarregado sempre que verificar o uso ou perceber que alguém está sob efeito de álcool ou drogas. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
  • 107.  Se você for o supervisor ou o encarregado do trabalho, você deve:  Somente atribuir tarefas a pessoas que estejam aptas para o trabalho;  Encaminhar ao setor de saúde qualquer integrante da força de trabalho com sintomas de uso de álcool ou drogas. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
  • 108.  Se você for o Líder, você deve:  Garantir que as pessoas estejam informadas sobre a proibição de uso de álcool e outras drogas no trabalho;  Ser o exemplo em relação a não consumir e não trabalhar sob efeito de álcool e outras drogas. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
  • 109. ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS O que fazer:  Sempre afastar a pessoa suspeita de estar sob efeito de álcool e outras drogas de atividades de risco. O objetivo é protegê-la e aos demais trabalhadores. A seguir encaminhar a pessoa para o setor de saúde.  A abordagem quanto ao padrão de consumo de álcool e outras drogas deve constar dos atendimentos internos de saúde da empresa e tem por objetivo uma atuação preventiva e o planejamento das orientações aos empregados conforme o grau do problema.  Não se automedicar, pois isto pode trazer riscos para a sua atividade.
  • 110. • Criação de programas de informação e conscientização; • Criação de Programa de Prevenção e Recuperação da Dependência Química; • Treinamento da Liderança e supervisão ; BOAS PRÁTICAS: ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

Notas do Editor

  1. 2
  2. 3
  3. 4
  4. Fala Sugerida:
  5. Fala Sugerida:
  6. Fala Sugerida:
  7. Fala Sugerida:
  8. Fala Sugerida:
  9. Fala Sugerida:
  10. Fala Sugerida:
  11. Fala Sugerida:
  12. Fala Sugerida:
  13. Fala Sugerida:
  14. Fala Sugerida:
  15. Fala Sugerida:
  16. Fala Sugerida:
  17. Fala Sugerida:
  18. Fala Sugerida:
  19. Fala Sugerida:
  20. Fala Sugerida:
  21. Fala Sugerida:
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  23. Fala Sugerida:
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  25. Fala Sugerida:
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  28. Fala Sugerida:
  29. Fala Sugerida:
  30. Fala Sugerida:
  31. Fala Sugerida:
  32. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  33. Fala Sugerida:
  34. Fala Sugerida:
  35. Fala Sugerida:
  36. Fala Sugerida:
  37. Fala Sugerida:
  38. Fala Sugerida:
  39. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  40. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  41. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  42. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  43. Fala Sugerida:
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  50. Fala Sugerida:
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  57. Fala Sugerida:
  58. Fala Sugerida:
  59. Fala Sugerida:
  60. Fala Sugerida:
  61. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  62. Fala Sugerida:
  63. Fala Sugerida:
  64. Fala Sugerida:
  65. Fala Sugerida:
  66. Fala Sugerida:
  67. Fala Sugerida: Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  68. Fala Sugerida: Importante lembrar que garantir a conformidade legal (obedecer ao Código de Trânsito) é o mínimo a ser feito, por isso que muito se fala em direção defensiva. Neste conceito entram medidas para se antecipar às situações de risco de acidentes no trânsito, mesmo causadas por outros motoristas ou pedestres. Um exemplo, ao se aproximar de uma passarela de pedestres, deve-se estar alerta ao risco de alguém estar atravessando por baixo da passarela ou próximo dela. Deve-se sempre reduzir a velocidade e redobrar a atenção nestes casos. Não adianta cumprir a lei e ter razão, mas atropelar uma pessoa, mesmo que ela esteja errada.
  69. Fala Sugerida: Duas dicas fundamentais: usar o cinto e respeitar os limites de velocidade. O uso do cinto é obrigatório para todos os passageiros (e as cadeirinhas para as crianças também). Estes dispositivos não evitam os acidentes, mas minimizam os seus efeitos, protegendo motorista e passageiros. Mesmo nos carros que possuem air bags o uso do cinto é fundamental! Adotar velocidade compatível com as condições da via também é primordial para o aumento da segurança. A velocidade tem o potencial de agravar um acidente (quanto mais rápido, mais grave), além de reduzir o tempo para manobras evasivas ou mesmo para frear.
  70. Fala Sugerida: O celular é uma ferramenta muito útil, mas deve ser bem usada. Quando se está dirigindo não se deve utilizar o celular nunca! Nem com viva-voz ou bluetooth, porque o celular ocupa o cérebro e atrapalha a percepção espacial, prejudicando a tarefa de dirigir. Com o álcool é quase a mesma coisa, pois o álcool atua no sistema nervoso central e também faz o desempenho do motorista piorar muito. Aqui a dica é sempre Se beber, não dirija!
  71. Fala Sugerida: Descansar é fundamental para que se tenha um bom desempenho ao volante. Dormir bem antes de viajar, parar para descanso conforme o planejado e respeitar o intervalo de 11 horas entre as jornadas de trabalho são primordiais. Quando fazemos um curso paramos a cada 2 horas para o chamado coffee break (pausa para relaxar, ir ao banheiro, beber uma água, tomar um café), temos que pensar que o motorista tem a mesma necessidade, com o agravante de que ele está executando uma tarefa cansativa e estressante. Temos que respeitar e garantir estes repousos.
  72. Fala Sugerida: Este slide e o seguinte trazem o texto integral da Regra de Ouro. Neste estão explicitados o que se espera do motorista e do empregado como passageiro.
  73. Fala Sugerida: Este slide e o seguinte trazem o texto integral da Regra de Ouro. Neste estão explicitados o que se espera do motorista e do empregado como passageiro.
  74. Fala Sugerida: Este slide apresenta o caso de um acidente fatal em que houve falha de gestão da transportadora quanto ao monitoramento das velocidades ao longo da viagem, permitindo excessos, e o seu processo de auditoria e conscientização não conseguiram inibir o motorista de usar o celular ao volante. Devemos sempre lembrar dos riscos da velocidade acima dos limites da via ou incompatíveis com as condições locais. Igualmente devemos enfatizar a necessidade de manter o celular desligado enquanto estiver dirigindo. Para acessar o filme, necessita-se de uma chave gerencial, mas o filme pode ser utilizado para divulgação após o download feito pelo gerente.
  75. Fala Sugerida: Este slide apresenta o caso de um acidente fatal em que houve falha de gestão da transportadora quanto ao monitoramento das velocidades ao longo da viagem, permitindo excessos, e o seu processo de auditoria e conscientização não conseguiram inibir o motorista de usar o celular ao volante. Devemos sempre lembrar dos riscos da velocidade acima dos limites da via ou incompatíveis com as condições locais. Igualmente devemos enfatizar a necessidade de manter o celular desligado enquanto estiver dirigindo. Para acessar o filme, necessita-se de uma chave gerencial, mas o filme pode ser utilizado para divulgação após o download feito pelo gerente.
  76. Fala Sugerida: Importante destacar neste slide que alguns tipos de medicamentos também são drogas e podem trazer risco para quem está trabalhando, dependendo da atividade a ser desempenhada. Quando o médico receitar algum medicamento é importante que você avise onde trabalha e o que faz, para que ele possa verificar se a medicação traz algum risco. Mudanças fisiológicas: alterações físicas, mecânicas e químicas no organismo. Ex. taquicardia, sudorese Drogas psicotrópicas ou psicoativas : altera o funcionamento cerebral Depressores: tranquilizantes ( diazepam), inalantes ( cola de sapateiro, tolueno, tiner), opioides ( morfina, codeína, heroína) Estimulantes: anfetaminas ( inibex) e cocaína Alucinógenos: LSD, maconha
  77. Os efeitos das drogas sobre o sistema nervoso central variam enormemente e podem ir de um estado agudo de vigilância, inquietação, irritabilidade e ansiedade até à depressão, sonolência, insónia, comportamentos bizarros e por vezes violentos, e percepções distorcidas de profundidade, tempo, dimensões e formas de objetos e movimentos. O impacto efetivo de uma determinada droga sobre um indivíduo depende de diversos factores, incluindo: a quantidade consumida de uma só vez; anterior experiência de consumo de drogas; estado de espírito e atividade do consumidor; momento e local de consumo; presença de outras pessoas; consumo simultâneo de outras drogas; e via de administração.
  78. Fala Sugerida: Para tratar o uso nocivo e a dependência de álcool e outras drogas são indicados tratamentos com reconhecimento e evidências científicas. Consumo eventual de doses maiores quase sempre estará acompanhado de complicações: acidentes por exemplo Diagnostico de dependência: compulsão para consumo, aumento da tolerância, síndrome da abstinência e relevância do consumo
  79. De 20% a 25% dos acidentes de trabalho no mundo envolvem pessoas que estavam sob o efeito do álcool ou outras drogas. Quantidade de acidente por CID: 422 relacionados ao uso de álcool e drogas em 2014*
  80. Fala Sugerida: Este slide e o seguinte trazem o texto integral da Regra de Ouro. Nele está expresso o que se espera da força de trabalho.
  81. Fala Sugerida: Este slide e o seguinte trazem o texto integral da Regra de Ouro. Aqui está definida a postura da liderança em relação ao assunto.
  82. Fala Sugerida: Os gerentes e supervisores devem adotar atitudes comprometidas com as orientações do padrão e buscar assessoria quanto à abordagem do problema, sempre que necessário. Recomenda-se que seja implementada uma sistemática de capacitação para gerentes, coordenadores e supervisores Este slide e o seguinte trazem o texto integral da Regra de Ouro. Aqui está definida a postura da liderança em relação ao assunto.
  83. Fala Sugerida: As ações vinculadas aos problemas relacionados ao uso de álcool, tabaco e outras drogas devem ser prioritariamente dirigidas à prevenção. De acordo com a OIT, os programas de promoção da saúde são eficazes pois podem sensibilizar um número mais elevado de trabalhadores cujo consumo de substâncias ainda não é problemático. Deste modo, podem ser usados como instrumentos poderosos para a prevenção do abuso de substâncias. Lembrar que na abordagem dos problemas relativos a álcool e outras drogas devem ser considerados os fatores de riscos psicossociais, ambientais e organizacionais e os fatores de riscos individuais. Além de não se automedicar, deve-se informar ao profissional de saúde qual a atividade que você desempenha, pois alguns medicamentos podem trazer risco durante o trabalho.
  84. Criação de programas de informação e conscientização, destinados a todos os trabalhadores, sobre os efeitos físicos e psicológicos do álcool e outras drogas. Os trabalhadores que queiram receber tratamento ou reabilitação não devem sofrer discriminação por parte do empregador e devem desfrutar das mesmas oportunidades de ascensão profissional; As informações pessoais acerca dos empregados que fazem uso do programa devem ser mantidas em caráter confidencial;