Universidade lúrio
Faculdade de ciências de saúde
Licenciatura em Medicina Dentária
 Aparelho mastigatório: Conceito, elementos.
Posições mandibulares: conceito. Relações
craneomandibulares: conceito, tipos. Placa
de articulação: conceito, partes constituintes,
objectivos dos mesmos. Metodos para o
registro de relações craneomandibulares em
desdentados totais e parciais: plástico e
gráfico. Fixação, manutenção e transferência
da relação obtida. articuladores: conceito,
uso e classificação.
 Definir o conceito de relação cráneo
mandibular e objectivos.
 Explicar os objectivos das placas de
articulação.
 Explicar as posições básicas da mandíbula.
É a unidade funcional do organismo que
fundamentalmente se encarrega da
mastigação , fala e a deglutição e esta formado
por ossos, articulações, ligamentos, dentes e
músculos, regulado pelo sistema neorológico
que coordena todos esses componentes.
 Constitue um registro variado de técnicas e
manobras destinadas a relacionar e
posicionar a mandíbula em relação ao maciço
crâneo facial nos três planos do espaço e
assim começar a reabilitação protética fora
da boca.
Sagital
Frontal
Horizontal
1. Tranferir a uma articulador semi-ajustável e poder
reproduzir os movimentos em posições
mandibulares e a relação obtida.
2. Restaurar as funções afectadas pela perda de dentes
como a mastigação, fonética e estética.
3. Alcançar manutenção das relações mediante
elementos de fixação como entalhes, chaves de
fixação ou outros para transferí-los com os modelos
ao articulador,
4. Determinar uma altura morfológica em relação
cêntrica
5. Alcançar boas indicações para a posição dos dentes
artificiais
 Posição postural ou de repouso mandibular:
corresponde-se com a dimensão vertical em
repouso.
 Posição de maxima intercuspidação (MI) ou
posição de oclusao centrica (OC): corresponde
com a dimensão vertical oclusiva.
 Posição de relação cêntrica (RC): corresponde
com a posição média superior e mais returisiva e
não forçada do côndilo mandibular dentro da
cavidade glenoidea.
 Se obtem quando a mandíbula não esta em
função e se alcança quando a as pessoas estão
sentadas ou de pé em estado de passividade
relativa com suficiente tranquilidade emocional
e psíquica.
 Há equilíbrio entre os músculos elevadores e
depressores, não ha contacto oclusal.
 Fica entre ambas arcadas um pequeno espaço
denominado espaço livre, cuja dimensão flutua
entre 1 e 4 mm. é incosciente.
 Produz-se e deixa de produzir-se
constantemente
 A cara do paciente encontra-se ligeiramente
alargada.
 Os côndilos mandibulares parecem estar
flutuando entre os tecidos moles da cavidade
glenoidea.
 Altera-se por factores sistémicos e locais.
 Altera com a idade.
 Se alcança a maior intercuspidação ou pontos de
contacto entre as cúspides de suporte e seus
corespondentes com tensões ou paradas
cêntricas da arcada dentária.
 Existem uma maior eficácia mastigatória nesta
posição.
 Os cóndilos se encontram enfrentando a
vertente posterior do tubérculo articular do
temporal.
 É estavel e reproduziel quando não ha
interferências oclusais, nela existem mudanças
devido a atrição e migração mesial dos dentes.
 Uma posição activa pela contração dos músculos
elevadores e relaxamento dos depressores.
 Os dentes de ambas arcadas se encontra em maior
digitação.
 Os labios tomam posição firme.
 O paciente tem uma expressão dura de contração.
 Nos desdentados totais se obtêm essa dimensão
subtraindo a DVR o espaço livre de 1-4mm.
 Em uma pessoa com fisionomia média normal a
distânçia naso-mentoniana quando os labios tomam
contacto firme e igual a distância entre a linha da
comissura labial e a linha interpupilar.
 Nesta posição os condilos se encontram na
posição média superior mais retrusiva e não
forçada na cavidade glenoidea a uma altura ou
dimensão vertical determinada, apartir da qual
se pode efectuar os movimentos de lateralidade.
 É estavel e reproduzivel pelo paciente.
 É viavel seu regitro e fixação para transladar ao
articulador semiajustavel.
 é uma relação de osso-a-osso a qual pode
registrar-se em desdentados totais ou parciais.
 é uma posição de referência horizontal.
 É a distância entre dois pontos no sentido
vertical.
 Em um individuo se determina apartir da
localização de um ponto na base fixa do maciço
craneomandibular (base do nariz) e um ponto na
massa móvel mandibular (ponta do mento).
 Esta distância pode encontra-se dentro ou fora
da cavidade bucal.
 Representa as diferentes idades do individuo em
seu periodo de crescimento.
 As placas de articulação ou de prova, são
bases provisórias que se utilizam durante o
tratamento e construção da prótese
estomatológica. Se constroe sobre os
modelos definitivos.
 Desempenha um papel destacado nos
procedimentos diagnósticos e terapêuticos,
tanto do aspecto clínico ou de laboratório.
 São o meio idôneo para obter a relação
crâneo-mandibular.
1. Comprovação da qualidade de impressão.
2. Restituir a plenitude facial e o perfil do paciente.
3. Determinar e manter a dimensão vertical oclusiva
alcançada
4. Transferiri esta dimensão e a relação cêntrica alcançada
ao articulador para montagem dos modelos nos três
planos de espaço.
5. Transladar as linhas referência, média, dos caninos e do
sorriso.
6. Colocação dos dentes artificiais em sua posição,
disposição e alinhamento.
7. Determina a extensão forma e grossura dos bordes
periféricos da prótese futura.
8. Permite a prova da prótese encerrada ao paciente.
 Segundo sua extensão
 Podem ser para desdentados totais e parciais
 Segundo a área que ocupam
 Superior ou maxilar e inferior ou mandibular
 Contém duas partes:
1. Placa ou base provisória.
2. Rodete ou rolo de articulação.
 A palaca de articulação pode ser
confeccionado de materiais termoplásticos
de goma laca e resina. Ex. A placa base.
 Também podem ser confecçionado de
parafina, cerra dura, acrílico.
 Os rolos articulares são confecionados de
parafina dura.
 Cobrir toda a zona de suporte e ajustar sobre o modelo.
 Adaptar-se ao espaço potencial existente para dentadura
na zona do sulco vestibular com a mesma grossura e
extensão da base protésica furuta.
 Fácil manipulaço clínica e a possibilidade de adaptar-se as
necessidades de cada indivíduo.
 Apta para vexercer a pressão e os deslocamentos
corespondentes ao selado palatino posterior.
 Deve ter retensão e estabilidade.
 Deve ter rigidez e resistência para que não se deforme
durante o RCM e evital falsear.
 Deve colocar-se e retirar-se do modelo com facilidade e
exatitude.
 Inoquo aos tecidos.
 Estes registros podem ser de 4 tipos:
 Plásticos arbitrários.
 Gráficos intraoral e extraoral.
 Funcional.
 Cefalométrico.
1. Contorno facial.
2. Altura del rolo.
3. Orientação do plano da oclusão.
4. Linhas de referências.
5. Obtenção da dimensão vertical oclusiva.
6. Altura do rolo inferior e equilíbrio de presões.
7. Obtenção da relaçã céntrica.
8. Manutenção e transporte da relação céntrica ao articulador.
9. Seleção de cor dos dentes artificiais.
10. Indicações ao Laboratório.
normal. Para traz.
para frente
 O plano protético não é mais que a projecção
aproximada sobre a pele da cara do plano de
Campea, formado pela união de uma linha
anterior, paralela a linha bipupilar, e por duas
linheas laterais paralelas a duas linhas que vão
desde a parte média dos conductos auditivos
externos a espinha nasal anterior, em um cráneo
seco; enquanto que se consideramos um
individuo vivo, as linheas laterais irão desde a
parte média do tragos ate a base das aasas
nasais.
Plano protético
D.V.O
D.V.R
E.I.
DIMENSION VERT
 Guai digital.
 Guia lingual.
 Guia deglutiva.
 Verificação dos músculos temporal.
 Outros tipos de guias: molar e retrusão da
mandibula.
Guia lingual
 Baseia-se em ordenar ao paciente que
coloque a ponta da língua o mais atras e
acima possível, tratando de tocar o borde
posterior da placa superior.
 Com a língua nesta posição deve ir fechando
a boca até chegar a contactar os rodetes para
alcançar a dimensão vertical 0clusiva pré
determinada.
 Consiste em levar a mandíbula na posição de
relação céntrica com ajuda dos indicadores
de cada mão impulsando a mandíbula para
trás no fechamento.
 Baseia-se em que o individuo quando
deglute, fixa sua mandibula em relacao
centrica ao produzir-se a accao deglutiva a
manbiluba vai automaticamente para tras e
se obtem a posicao desejada a altura
determinada
 Para levar a manbibula a posição de RC é
necessário amolecer de forma par a superfície
oclusal do rodete inferior para evitar
problemas posicionais ou de inclinação
mandibular ja que quando o amolcimento é
desigual, faz com que contacte primeiro um
lado do rodete e ocasiona uma relação
distorcionada.
Definição
É um método mais científico e exato para obter a relação
céntrica, mediante um registro sobre um plano horizontal ,
donde se registrão as trajectórias que descreve um puoto ao
deslizar-se durante os movimentos de lateralidade,
propulsão e retropulsão.
 O registro gráfico da relaçã céntrica fundamenta-se na
posibilidade de traçar uma rco gótico ou ponta de frecha
Poede ser:
 Gráficos Intrabucais
 Gráficos Extrabucais.
Objectivo do registro gráficos intraoral
1. Obter a posição de relação céntrica mandibular
mediante manobras mais isatas que as iplementadas
no método plástico arbitrário de acordo com os
movimentos mandibulares individuais.
2. Manter a relação céntrica mandibular mediante
chaves de fixação.
3. Rencontrar a posição mandibular registrada no
paciente no articulador.
4. Retificar uma possivel mal posição ou mal relação da
mandíbula como o maxilar.
5. Retificar desiquilíbrio de pressão e má posição
mandibular obtido no registro arbitrário.
I. Os dintes ocluem na posiçã segura sem perda da dimensão
nosomentoniana.
II. Os dintes ocluem com perda da dimensão nazo-mentoniana.
III. Os dentes permanentes não ocluem entre si.
IV. Desdentado completo monomaxilar, variantes:
1. Posui uma protese completa em boas condições biomecânicas e
necesita uma protese parcial oposta.
2. Refere a construção das duas próteses: uma total e uma parcial.
3. Tem as duas próteses totais superior e inferior e vai se confeccionar
uma delas por não cumprir com as funções biomecânicas.
Caso I Caso II Caso II
Caso III Caso IV
Variantes 1, 2 y 3.
1. Posui uma protese completa em boas condições biomecânicas e necesita uma protese parcial
oposta.
2. Refere a construção das duas próteses: uma total e uma parcial.
3. Tem as duas próteses totais superior e inferior e vai se confeccionar uma delas por não cumprir com
as funções biomecânicas.
 A relação cráneo-mandibular como resultado final deve dar
fundamentalmente uma sã restauração estética quanto a
plenitude facial e dimensão vertical; um espaço livre para a fala e a
mastigação e uma oclusão equilibrada.
 A relação céntrica mandibular vai estar regida por considerações
estéticas, mecánicas e fisiológicas que as vezes se complementam
e as vezes se contrapoem.
 Se um paciente lhe é realizada a obtenção da relação céntrica pelo
método arbitrario, podemos determina-la tambem por um
método mais exacto,o registro gráfico.
 Que os pacientes destentados parciaiss apresentam 4 casos em
que a (RC) relação céntrica varia em seus diferentes aspectos.

Reabilitação, Cirurgia e Endodontia.

  • 1.
    Universidade lúrio Faculdade deciências de saúde Licenciatura em Medicina Dentária
  • 2.
     Aparelho mastigatório:Conceito, elementos. Posições mandibulares: conceito. Relações craneomandibulares: conceito, tipos. Placa de articulação: conceito, partes constituintes, objectivos dos mesmos. Metodos para o registro de relações craneomandibulares em desdentados totais e parciais: plástico e gráfico. Fixação, manutenção e transferência da relação obtida. articuladores: conceito, uso e classificação.
  • 3.
     Definir oconceito de relação cráneo mandibular e objectivos.  Explicar os objectivos das placas de articulação.  Explicar as posições básicas da mandíbula.
  • 4.
    É a unidadefuncional do organismo que fundamentalmente se encarrega da mastigação , fala e a deglutição e esta formado por ossos, articulações, ligamentos, dentes e músculos, regulado pelo sistema neorológico que coordena todos esses componentes.
  • 5.
     Constitue umregistro variado de técnicas e manobras destinadas a relacionar e posicionar a mandíbula em relação ao maciço crâneo facial nos três planos do espaço e assim começar a reabilitação protética fora da boca.
  • 6.
  • 7.
    1. Tranferir auma articulador semi-ajustável e poder reproduzir os movimentos em posições mandibulares e a relação obtida. 2. Restaurar as funções afectadas pela perda de dentes como a mastigação, fonética e estética. 3. Alcançar manutenção das relações mediante elementos de fixação como entalhes, chaves de fixação ou outros para transferí-los com os modelos ao articulador, 4. Determinar uma altura morfológica em relação cêntrica 5. Alcançar boas indicações para a posição dos dentes artificiais
  • 8.
     Posição posturalou de repouso mandibular: corresponde-se com a dimensão vertical em repouso.  Posição de maxima intercuspidação (MI) ou posição de oclusao centrica (OC): corresponde com a dimensão vertical oclusiva.  Posição de relação cêntrica (RC): corresponde com a posição média superior e mais returisiva e não forçada do côndilo mandibular dentro da cavidade glenoidea.
  • 9.
     Se obtemquando a mandíbula não esta em função e se alcança quando a as pessoas estão sentadas ou de pé em estado de passividade relativa com suficiente tranquilidade emocional e psíquica.  Há equilíbrio entre os músculos elevadores e depressores, não ha contacto oclusal.  Fica entre ambas arcadas um pequeno espaço denominado espaço livre, cuja dimensão flutua entre 1 e 4 mm. é incosciente.  Produz-se e deixa de produzir-se constantemente
  • 10.
     A carado paciente encontra-se ligeiramente alargada.  Os côndilos mandibulares parecem estar flutuando entre os tecidos moles da cavidade glenoidea.  Altera-se por factores sistémicos e locais.  Altera com a idade.
  • 11.
     Se alcançaa maior intercuspidação ou pontos de contacto entre as cúspides de suporte e seus corespondentes com tensões ou paradas cêntricas da arcada dentária.  Existem uma maior eficácia mastigatória nesta posição.  Os cóndilos se encontram enfrentando a vertente posterior do tubérculo articular do temporal.  É estavel e reproduziel quando não ha interferências oclusais, nela existem mudanças devido a atrição e migração mesial dos dentes.
  • 12.
     Uma posiçãoactiva pela contração dos músculos elevadores e relaxamento dos depressores.  Os dentes de ambas arcadas se encontra em maior digitação.  Os labios tomam posição firme.  O paciente tem uma expressão dura de contração.  Nos desdentados totais se obtêm essa dimensão subtraindo a DVR o espaço livre de 1-4mm.  Em uma pessoa com fisionomia média normal a distânçia naso-mentoniana quando os labios tomam contacto firme e igual a distância entre a linha da comissura labial e a linha interpupilar.
  • 13.
     Nesta posiçãoos condilos se encontram na posição média superior mais retrusiva e não forçada na cavidade glenoidea a uma altura ou dimensão vertical determinada, apartir da qual se pode efectuar os movimentos de lateralidade.  É estavel e reproduzivel pelo paciente.  É viavel seu regitro e fixação para transladar ao articulador semiajustavel.  é uma relação de osso-a-osso a qual pode registrar-se em desdentados totais ou parciais.  é uma posição de referência horizontal.
  • 14.
     É adistância entre dois pontos no sentido vertical.  Em um individuo se determina apartir da localização de um ponto na base fixa do maciço craneomandibular (base do nariz) e um ponto na massa móvel mandibular (ponta do mento).  Esta distância pode encontra-se dentro ou fora da cavidade bucal.  Representa as diferentes idades do individuo em seu periodo de crescimento.
  • 15.
     As placasde articulação ou de prova, são bases provisórias que se utilizam durante o tratamento e construção da prótese estomatológica. Se constroe sobre os modelos definitivos.  Desempenha um papel destacado nos procedimentos diagnósticos e terapêuticos, tanto do aspecto clínico ou de laboratório.  São o meio idôneo para obter a relação crâneo-mandibular.
  • 17.
    1. Comprovação daqualidade de impressão. 2. Restituir a plenitude facial e o perfil do paciente. 3. Determinar e manter a dimensão vertical oclusiva alcançada 4. Transferiri esta dimensão e a relação cêntrica alcançada ao articulador para montagem dos modelos nos três planos de espaço. 5. Transladar as linhas referência, média, dos caninos e do sorriso. 6. Colocação dos dentes artificiais em sua posição, disposição e alinhamento. 7. Determina a extensão forma e grossura dos bordes periféricos da prótese futura. 8. Permite a prova da prótese encerrada ao paciente.
  • 18.
     Segundo suaextensão  Podem ser para desdentados totais e parciais  Segundo a área que ocupam  Superior ou maxilar e inferior ou mandibular
  • 19.
     Contém duaspartes: 1. Placa ou base provisória. 2. Rodete ou rolo de articulação.
  • 20.
     A palacade articulação pode ser confeccionado de materiais termoplásticos de goma laca e resina. Ex. A placa base.  Também podem ser confecçionado de parafina, cerra dura, acrílico.  Os rolos articulares são confecionados de parafina dura.
  • 21.
     Cobrir todaa zona de suporte e ajustar sobre o modelo.  Adaptar-se ao espaço potencial existente para dentadura na zona do sulco vestibular com a mesma grossura e extensão da base protésica furuta.  Fácil manipulaço clínica e a possibilidade de adaptar-se as necessidades de cada indivíduo.  Apta para vexercer a pressão e os deslocamentos corespondentes ao selado palatino posterior.  Deve ter retensão e estabilidade.  Deve ter rigidez e resistência para que não se deforme durante o RCM e evital falsear.  Deve colocar-se e retirar-se do modelo com facilidade e exatitude.  Inoquo aos tecidos.
  • 22.
     Estes registrospodem ser de 4 tipos:  Plásticos arbitrários.  Gráficos intraoral e extraoral.  Funcional.  Cefalométrico.
  • 23.
    1. Contorno facial. 2.Altura del rolo. 3. Orientação do plano da oclusão. 4. Linhas de referências. 5. Obtenção da dimensão vertical oclusiva. 6. Altura do rolo inferior e equilíbrio de presões. 7. Obtenção da relaçã céntrica. 8. Manutenção e transporte da relação céntrica ao articulador. 9. Seleção de cor dos dentes artificiais. 10. Indicações ao Laboratório.
  • 26.
  • 35.
     O planoprotético não é mais que a projecção aproximada sobre a pele da cara do plano de Campea, formado pela união de uma linha anterior, paralela a linha bipupilar, e por duas linheas laterais paralelas a duas linhas que vão desde a parte média dos conductos auditivos externos a espinha nasal anterior, em um cráneo seco; enquanto que se consideramos um individuo vivo, as linheas laterais irão desde a parte média do tragos ate a base das aasas nasais.
  • 36.
  • 40.
  • 42.
  • 43.
     Guai digital. Guia lingual.  Guia deglutiva.  Verificação dos músculos temporal.  Outros tipos de guias: molar e retrusão da mandibula.
  • 44.
    Guia lingual  Baseia-seem ordenar ao paciente que coloque a ponta da língua o mais atras e acima possível, tratando de tocar o borde posterior da placa superior.  Com a língua nesta posição deve ir fechando a boca até chegar a contactar os rodetes para alcançar a dimensão vertical 0clusiva pré determinada.
  • 45.
     Consiste emlevar a mandíbula na posição de relação céntrica com ajuda dos indicadores de cada mão impulsando a mandíbula para trás no fechamento.
  • 46.
     Baseia-se emque o individuo quando deglute, fixa sua mandibula em relacao centrica ao produzir-se a accao deglutiva a manbiluba vai automaticamente para tras e se obtem a posicao desejada a altura determinada
  • 47.
     Para levara manbibula a posição de RC é necessário amolecer de forma par a superfície oclusal do rodete inferior para evitar problemas posicionais ou de inclinação mandibular ja que quando o amolcimento é desigual, faz com que contacte primeiro um lado do rodete e ocasiona uma relação distorcionada.
  • 56.
    Definição É um métodomais científico e exato para obter a relação céntrica, mediante um registro sobre um plano horizontal , donde se registrão as trajectórias que descreve um puoto ao deslizar-se durante os movimentos de lateralidade, propulsão e retropulsão.  O registro gráfico da relaçã céntrica fundamenta-se na posibilidade de traçar uma rco gótico ou ponta de frecha Poede ser:  Gráficos Intrabucais  Gráficos Extrabucais.
  • 57.
    Objectivo do registrográficos intraoral 1. Obter a posição de relação céntrica mandibular mediante manobras mais isatas que as iplementadas no método plástico arbitrário de acordo com os movimentos mandibulares individuais. 2. Manter a relação céntrica mandibular mediante chaves de fixação. 3. Rencontrar a posição mandibular registrada no paciente no articulador. 4. Retificar uma possivel mal posição ou mal relação da mandíbula como o maxilar. 5. Retificar desiquilíbrio de pressão e má posição mandibular obtido no registro arbitrário.
  • 62.
    I. Os dintesocluem na posiçã segura sem perda da dimensão nosomentoniana. II. Os dintes ocluem com perda da dimensão nazo-mentoniana. III. Os dentes permanentes não ocluem entre si. IV. Desdentado completo monomaxilar, variantes: 1. Posui uma protese completa em boas condições biomecânicas e necesita uma protese parcial oposta. 2. Refere a construção das duas próteses: uma total e uma parcial. 3. Tem as duas próteses totais superior e inferior e vai se confeccionar uma delas por não cumprir com as funções biomecânicas.
  • 63.
    Caso I CasoII Caso II Caso III Caso IV Variantes 1, 2 y 3.
  • 67.
    1. Posui umaprotese completa em boas condições biomecânicas e necesita uma protese parcial oposta. 2. Refere a construção das duas próteses: uma total e uma parcial. 3. Tem as duas próteses totais superior e inferior e vai se confeccionar uma delas por não cumprir com as funções biomecânicas.
  • 68.
     A relaçãocráneo-mandibular como resultado final deve dar fundamentalmente uma sã restauração estética quanto a plenitude facial e dimensão vertical; um espaço livre para a fala e a mastigação e uma oclusão equilibrada.  A relação céntrica mandibular vai estar regida por considerações estéticas, mecánicas e fisiológicas que as vezes se complementam e as vezes se contrapoem.  Se um paciente lhe é realizada a obtenção da relação céntrica pelo método arbitrario, podemos determina-la tambem por um método mais exacto,o registro gráfico.  Que os pacientes destentados parciaiss apresentam 4 casos em que a (RC) relação céntrica varia em seus diferentes aspectos.