Este estudo investigou 16 trabalhadores de 3 indústrias madeireiras em Rondônia, Brasil. Metade dos trabalhadores relataram queixas auditivas e metade apresentaram alterações na audiometria. A maioria era jovem, com pouca escolaridade e relatou ambientes de trabalho ruidosos, porém metade disse não se incomodar com o ruído. Protetores auriculares eram usados por metade.