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Boletim Informativo da Gimenez
Nº 9 - SETEMBRO DE 2009
Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos
R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130
Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br
1
B I G
Editorial
Em nossa vida diária, seja em casa, no trabalho,
seja viajando ou nos divertindo, existem inúmeras situações
nas quais estamos expostos ao barulho.
O trabalho, na maioria das vezes, se apresenta
como a situação mais perigosa em função das muitas
máquinas e equipamentos ruidosos e do tempo considerável
que passamos sob estas condições. O barulho contínuo e
excessivo pode causar, com o passar do tempo, a perda da
audição. Por isso, falaremos sobre o Ruído, suas
conseqüências e maneiras de evitar a perda de um dos
nossos principais sentidos!
Boa Leitura!
Conhecendo o risco
Som – É uma vibração que se propaga pelo ar em forma de
ondas e que é percebida pelo ouvido humano. É uma
sensação agradável, em nível suportável e que não irrita. Ele
pode ser mais ou menos perigoso dependendo da sua
frequência e intensidade.
Ruído – É um som prejudicial à saúde humana que causa
sensação desagradável e irritante. Além disso, o grau de risco
também depende de outros fatores como o tempo de
exposição.
Freqüência – É medida em Hertz (Hz), e é a quantidade de
ondas de um som propagado no tempo de 1 segundo. Os
sons de baixa frequência são chamados de graves e os de
alta, sons agudos. O nosso ouvido é mais sensível em
determinadas frequências do que em outras.
Intensidade – Medida em decibel (dB), é a força ou pressão
que o som exerce nos nossos ouvidos. É conhecido como
altura ou volume. Um lugar tranqüilo tem sons de baixa
intensidade, enquanto que uma máquina ruidosa tem alta
intensidade. Quando a intensidade alcança altos valores, o
som se transforma em risco para o trabalhador colocando em
perigo a sua audição.
Os fatores que influenciam os riscos são:
Tempo de exposição – quanto maior este tempo, maior o
perigo.
Tipo de ruído – pode ser contínuo (sem interrupção),
intermitente (com variações de intensidade) ou de impacto
(picos de energia acústica de duração inferior a 1 segundo e
intervalo superiores a 1 segundo).
Lesões no ouvido – causados por problemas anteriores no
ouvido.
Sensibilidade individual – varia de acordo com a idade e com
a resistência do organismo de cada pessoa.
Distância da fonte ruidosa – quanto mais próximo, maior o
perigo.
Intensidade – quanto maior a intensidade, maior o risco para o
trabalhador.
Limites de tolerância
NR. 15
Tempo de exposição para ruídos contínuos ou intermitentes
Nível de Ruído
dB (A)
Máxima exposição diária
permitida
85 8 h.
86 7 h.
87 6 h.
88 5 h.
89 4,5 h.
90 4 h.
91 3,5 h.
92 3 h.
93 2,40 h.
94 2,15 h.
95 2 h.
96 1,45 h.
98 1,15 h.
100 1 h.
102 45 min.
104 35 min.
105 30 min.
106 25 min.
108 20 min.
110 15 min.
112 10 min.
114 8 min.
115 7 min.
A partir de 85 dB(A), para exposição contínua de 8 horas por dia, o
ruído se torna ainda mais prejudicial. Nestas situações, é obrigatório o
uso de equipamento de proteção auditiva.
Efeitos do ruído à saúde
v Problemas na comunicação;
v Baixa concentração;
v Desconforto e cansaço;
v Nervosismo;
v Baixo rendimento;
v Acidentes;
v Insônia;
v Zumbido no ouvido;
v Ansiedade e tensão;
v Contração dos músculos;
v Perda auditiva;
v Impotência sexual;
v Aumento da pressão sanguínea.
Efeitos à audição
A perda da audição pode ocorrer pela exposição a
diferentes formas de ruído:
v Trauma Acústico: é a perda auditiva repentina
causada por ruídos de impacto como explosões;
v Perda Auditiva temporária: ocorre após exposição a
ruído intenso, mesmo por curto período de tempo, como nas
discotecas. A audição volta ao normal após algum tempo
longe do ruído;
v Perda Auditiva permanente: ocorre pela exposição
repetida, durante longos períodos, a ruídos de alta
intensidade. É irreversível, pois destrói as células auditivas.
Sinais de perda auditiva
v Zumbidos ou sons estranhos no ouvido. São
notados, geralmente, depois do período de trabalho, em
ambientes silenciosos ou ao dormir;
v Incapacidade de ouvir sons baixos ou de alta
freqüência;
Boletim Informativo da Gimenez
Nº 9 - SETEMBRO DE 2009
Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos
R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130
Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br
2
B I G
v Dificuldade em ouvir e entender uma conversa ou
falar ao telefone;
v Os sons são percebidos de forma abafada.
O grande problema do ruído é que os seus efeitos não são
imediatos, ou seja, a perda de audição ocorre aos poucos e
vai aumentando com o passar do tempo. Quando a gente se
dá conta, não existe cura ou tratamento, pois a situação é
irreversível.
Programa de Conservação Auditiva
O principal objetivo de um PCA na indústria é
prevenir que os trabalhadores expostos a níveis de ruído
perigosamente altos desenvolvam perda auditiva induzida
pelo ruído ocupacional (PAIR).
O controle do ruído é, portanto, uma questão de
considerável importância econômica e social e esta
importância tem crescido progressivamente nos últimos anos.
Cada vez mais, uma ampla variedade de profissionais
compartilha um interesse vital por este problema: técnicos,
engenheiros, arquitetos, urbanistas, oficiais do governo,
higienistas ocupacionais, médicos, fonoaudiólogos, entre
outros.
É possível conseguir motivação tanto dos
empregadores quanto dos empregados para uma
implementação eficaz de um PCA em uma empresa, pois
muitos benefícios podem ser observados para ambas as
partes.
Benefícios do PCA ao empregado
v Melhoria da qualidade de vida;
v Redução dos impactos no organismo;
v Melhoria no ambiente de trabalho;
v Disponibilidade para o mercado;
v Manutenção da Saúde.
Benefícios do PCA ao empregador
v Aumento da produtividade do empregado pela
redução do estresse e fadiga, relacionados à exposição ao
ruído;
v Diminuição do índice de acidentes e doenças
ocupacionais na empresa;
v Redução de gastos.
Avaliando a audição
Para evitarmos que a nossa audição seja afetada
pelo ruído, devemos realizar regularmente o exame
audiométrico, de modo a conhecer e controlar as possíveis
perdas.
Este exame é realizado dentro de uma cabine
acústica utilizando-se um aparelho chamado audiômetro, o
qual emite sons em diferentes freqüências e intensidades
para os fones de ouvidos utilizados pela pessoa em teste. Ao
ouvir os sons esta pessoa deve sinalizar para o operador do
teste.
Concluído o exame, obtém-se um gráfico chamado
audiograma, que será comparado com valores padrão de uma
audição normal.
Para pessoas que trabalham em áreas ruidosas,
recomenda-se realizar o exame audiométrico uma vez por
ano e dependendo da atividade e local de trabalho este prazo
pode ser menor.
Como proteger do ruído
Uma maneira de se proteger dos efeitos do ruído é
a utilização de protetores auditivos. O uso do protetor auditivo
adequado depende do tipo de ruído e das condições de
trabalho. Um ponto muito importante é o tempo de uso do EPI
pelo trabalhador. Quanto mais confortável e prático para usar,
maior será o tempo de uso e a proteção. Devem-se considerar
os seguintes critérios:
v Vedação: o protetor deve ter boa vedação tampando
bem a entrada do ruído no ouvido;
v Eficiência: deve proporcionar o nível de atenuação
necessário para a situação de risco encontrada;
v Conforto: como o usuário precisa usar o protetor
todo o tempo em que estiver exposto ao barulho, é importante
que seja leve, confortável e que não machuque o ouvido;
v Compatível com outros EPI’s: deve permitir o uso de
outros EPI’s, como capacete, óculos, etc.;
v Verificar a validade e periodicidade de troca.
Alguns tipos de protetores
Fonte: Cartilha de Proteção Auditiva 3M
FIQUE SABENDO!
ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA OCUPACIONAL DIZ QUE
AMBIENTE ELEVA O STRESS
Considerada uma das maiores especialistas na área
de estresse e psicologia organizacional, a diretora do
Programa de Psicologia Industrial e Organizacional e
professora do Departamento de Saúde Organizacional da
George Mason University (EUA), Lois Tetrick esteve no Brasil
para falar sobre Saúde Ocupacional dentro das empresas.
[...]
Durante sua participação na 9ª edição do Congresso
de Stress da ISMA-BR e no 11º Fórum Internacional de
Qualidade de Vida no Trabalho, que ocorreu em junho, Lois
concedeu entrevista à Revista Proteção, na qual destacou os
principais causadores do estresse ocupacional entre os
trabalhadores. Segundo ela, a sobrecarga de trabalho, a
pressão por resultados, as falhas na liderança e o excesso de
barulho têm contribuído para elevar o nível desse problema.
Além disso, ela ressaltou que as empresas estão
investindo errado na solução do estresse, pois a maioria dos
programas que foram desenvolvidos está focada nos
problemas enfrentados pelos funcionários, mantendo, assim,
os causadores do desconforto inalterados.
Fonte: Texto retirado do site da Revista Proteção
Adaptam-se a todos os canais
auditivos por serem de espuma
moldável. São descartáveis.
São projetados para proporcionar
grande conforto ao usuário, com
boa atenuação.
Vale lembrar que todos os funcionários devem
receber treinamento quanto ao uso correto,
guarda e conservação do EPI, conforme
exigência da NR-06.

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  • 1. Boletim Informativo da Gimenez Nº 9 - SETEMBRO DE 2009 Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130 Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br 1 B I G Editorial Em nossa vida diária, seja em casa, no trabalho, seja viajando ou nos divertindo, existem inúmeras situações nas quais estamos expostos ao barulho. O trabalho, na maioria das vezes, se apresenta como a situação mais perigosa em função das muitas máquinas e equipamentos ruidosos e do tempo considerável que passamos sob estas condições. O barulho contínuo e excessivo pode causar, com o passar do tempo, a perda da audição. Por isso, falaremos sobre o Ruído, suas conseqüências e maneiras de evitar a perda de um dos nossos principais sentidos! Boa Leitura! Conhecendo o risco Som – É uma vibração que se propaga pelo ar em forma de ondas e que é percebida pelo ouvido humano. É uma sensação agradável, em nível suportável e que não irrita. Ele pode ser mais ou menos perigoso dependendo da sua frequência e intensidade. Ruído – É um som prejudicial à saúde humana que causa sensação desagradável e irritante. Além disso, o grau de risco também depende de outros fatores como o tempo de exposição. Freqüência – É medida em Hertz (Hz), e é a quantidade de ondas de um som propagado no tempo de 1 segundo. Os sons de baixa frequência são chamados de graves e os de alta, sons agudos. O nosso ouvido é mais sensível em determinadas frequências do que em outras. Intensidade – Medida em decibel (dB), é a força ou pressão que o som exerce nos nossos ouvidos. É conhecido como altura ou volume. Um lugar tranqüilo tem sons de baixa intensidade, enquanto que uma máquina ruidosa tem alta intensidade. Quando a intensidade alcança altos valores, o som se transforma em risco para o trabalhador colocando em perigo a sua audição. Os fatores que influenciam os riscos são: Tempo de exposição – quanto maior este tempo, maior o perigo. Tipo de ruído – pode ser contínuo (sem interrupção), intermitente (com variações de intensidade) ou de impacto (picos de energia acústica de duração inferior a 1 segundo e intervalo superiores a 1 segundo). Lesões no ouvido – causados por problemas anteriores no ouvido. Sensibilidade individual – varia de acordo com a idade e com a resistência do organismo de cada pessoa. Distância da fonte ruidosa – quanto mais próximo, maior o perigo. Intensidade – quanto maior a intensidade, maior o risco para o trabalhador. Limites de tolerância NR. 15 Tempo de exposição para ruídos contínuos ou intermitentes Nível de Ruído dB (A) Máxima exposição diária permitida 85 8 h. 86 7 h. 87 6 h. 88 5 h. 89 4,5 h. 90 4 h. 91 3,5 h. 92 3 h. 93 2,40 h. 94 2,15 h. 95 2 h. 96 1,45 h. 98 1,15 h. 100 1 h. 102 45 min. 104 35 min. 105 30 min. 106 25 min. 108 20 min. 110 15 min. 112 10 min. 114 8 min. 115 7 min. A partir de 85 dB(A), para exposição contínua de 8 horas por dia, o ruído se torna ainda mais prejudicial. Nestas situações, é obrigatório o uso de equipamento de proteção auditiva. Efeitos do ruído à saúde v Problemas na comunicação; v Baixa concentração; v Desconforto e cansaço; v Nervosismo; v Baixo rendimento; v Acidentes; v Insônia; v Zumbido no ouvido; v Ansiedade e tensão; v Contração dos músculos; v Perda auditiva; v Impotência sexual; v Aumento da pressão sanguínea. Efeitos à audição A perda da audição pode ocorrer pela exposição a diferentes formas de ruído: v Trauma Acústico: é a perda auditiva repentina causada por ruídos de impacto como explosões; v Perda Auditiva temporária: ocorre após exposição a ruído intenso, mesmo por curto período de tempo, como nas discotecas. A audição volta ao normal após algum tempo longe do ruído; v Perda Auditiva permanente: ocorre pela exposição repetida, durante longos períodos, a ruídos de alta intensidade. É irreversível, pois destrói as células auditivas. Sinais de perda auditiva v Zumbidos ou sons estranhos no ouvido. São notados, geralmente, depois do período de trabalho, em ambientes silenciosos ou ao dormir; v Incapacidade de ouvir sons baixos ou de alta freqüência;
  • 2. Boletim Informativo da Gimenez Nº 9 - SETEMBRO DE 2009 Gimenez & Associados – Assessoria em Segurança e Saúde do Trabalho - Perícias - Treinamentos R. Salvador Padilha Gimenez, 195 – Cj. 02 – São Paulo/SP – CEP: 02562-130 Fone/Fax: 3856-7673 – contato@gimenezeassociados.com.br – www.gimenezeassociados.com.br 2 B I G v Dificuldade em ouvir e entender uma conversa ou falar ao telefone; v Os sons são percebidos de forma abafada. O grande problema do ruído é que os seus efeitos não são imediatos, ou seja, a perda de audição ocorre aos poucos e vai aumentando com o passar do tempo. Quando a gente se dá conta, não existe cura ou tratamento, pois a situação é irreversível. Programa de Conservação Auditiva O principal objetivo de um PCA na indústria é prevenir que os trabalhadores expostos a níveis de ruído perigosamente altos desenvolvam perda auditiva induzida pelo ruído ocupacional (PAIR). O controle do ruído é, portanto, uma questão de considerável importância econômica e social e esta importância tem crescido progressivamente nos últimos anos. Cada vez mais, uma ampla variedade de profissionais compartilha um interesse vital por este problema: técnicos, engenheiros, arquitetos, urbanistas, oficiais do governo, higienistas ocupacionais, médicos, fonoaudiólogos, entre outros. É possível conseguir motivação tanto dos empregadores quanto dos empregados para uma implementação eficaz de um PCA em uma empresa, pois muitos benefícios podem ser observados para ambas as partes. Benefícios do PCA ao empregado v Melhoria da qualidade de vida; v Redução dos impactos no organismo; v Melhoria no ambiente de trabalho; v Disponibilidade para o mercado; v Manutenção da Saúde. Benefícios do PCA ao empregador v Aumento da produtividade do empregado pela redução do estresse e fadiga, relacionados à exposição ao ruído; v Diminuição do índice de acidentes e doenças ocupacionais na empresa; v Redução de gastos. Avaliando a audição Para evitarmos que a nossa audição seja afetada pelo ruído, devemos realizar regularmente o exame audiométrico, de modo a conhecer e controlar as possíveis perdas. Este exame é realizado dentro de uma cabine acústica utilizando-se um aparelho chamado audiômetro, o qual emite sons em diferentes freqüências e intensidades para os fones de ouvidos utilizados pela pessoa em teste. Ao ouvir os sons esta pessoa deve sinalizar para o operador do teste. Concluído o exame, obtém-se um gráfico chamado audiograma, que será comparado com valores padrão de uma audição normal. Para pessoas que trabalham em áreas ruidosas, recomenda-se realizar o exame audiométrico uma vez por ano e dependendo da atividade e local de trabalho este prazo pode ser menor. Como proteger do ruído Uma maneira de se proteger dos efeitos do ruído é a utilização de protetores auditivos. O uso do protetor auditivo adequado depende do tipo de ruído e das condições de trabalho. Um ponto muito importante é o tempo de uso do EPI pelo trabalhador. Quanto mais confortável e prático para usar, maior será o tempo de uso e a proteção. Devem-se considerar os seguintes critérios: v Vedação: o protetor deve ter boa vedação tampando bem a entrada do ruído no ouvido; v Eficiência: deve proporcionar o nível de atenuação necessário para a situação de risco encontrada; v Conforto: como o usuário precisa usar o protetor todo o tempo em que estiver exposto ao barulho, é importante que seja leve, confortável e que não machuque o ouvido; v Compatível com outros EPI’s: deve permitir o uso de outros EPI’s, como capacete, óculos, etc.; v Verificar a validade e periodicidade de troca. Alguns tipos de protetores Fonte: Cartilha de Proteção Auditiva 3M FIQUE SABENDO! ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA OCUPACIONAL DIZ QUE AMBIENTE ELEVA O STRESS Considerada uma das maiores especialistas na área de estresse e psicologia organizacional, a diretora do Programa de Psicologia Industrial e Organizacional e professora do Departamento de Saúde Organizacional da George Mason University (EUA), Lois Tetrick esteve no Brasil para falar sobre Saúde Ocupacional dentro das empresas. [...] Durante sua participação na 9ª edição do Congresso de Stress da ISMA-BR e no 11º Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho, que ocorreu em junho, Lois concedeu entrevista à Revista Proteção, na qual destacou os principais causadores do estresse ocupacional entre os trabalhadores. Segundo ela, a sobrecarga de trabalho, a pressão por resultados, as falhas na liderança e o excesso de barulho têm contribuído para elevar o nível desse problema. Além disso, ela ressaltou que as empresas estão investindo errado na solução do estresse, pois a maioria dos programas que foram desenvolvidos está focada nos problemas enfrentados pelos funcionários, mantendo, assim, os causadores do desconforto inalterados. Fonte: Texto retirado do site da Revista Proteção Adaptam-se a todos os canais auditivos por serem de espuma moldável. São descartáveis. São projetados para proporcionar grande conforto ao usuário, com boa atenuação. Vale lembrar que todos os funcionários devem receber treinamento quanto ao uso correto, guarda e conservação do EPI, conforme exigência da NR-06.