Este artigo analisa o Poesilúdio no 4 de Almeida Prado, demonstrando como o compositor manipula o tempo e a altura de forma a expandir e subverter a noção tradicional de forma musical. A análise mostra como esses elementos são contraídos e expandidos de acordo com uma lógica que não exclui o diálogo com a teoria tonal, mas que reutiliza esses conceitos para estruturar seu gesto musical atonal.