Este trabalho analisa as relações de reciprocidade entre duas comunidades tradicionais negras remanescentes de quilombos em Viamão, RS, focando nas formas de sociabilidade baseadas em parentesco e amizade. O estudo busca compreender como essas relações sustentam a reivindicação da identidade quilombola, enfatizando a raridade da autoafirmação dessas comunidades. Conclui-se que a reciprocidade no parentesco é central para a constituição da identidade coletiva quilombola.