Gradiente alveoloarterial
➢ Avaliao grau da eficácia global das trocas gasosas;
➢ Hipoxemia com gradiente aumentado indica defeito nas trocas alvéolo
capilares e aponta para IR tipo I.
➢ Hipoxemia com gradiente normal é compatível com hipoventilação alveolar
(IR tipo II).
2.
CLASSIFICAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA
➢A suplementação de oxigênio deve ser iniciada em todo paciente
apresentando SpO2 menor ou igual a 93% em ar ambiente.
3.
A insuficiência respiratóriaaguda é dividida em:
Hipoxêmica: resultante de uma falha no funcionamento das trocas gasosas
no pulmão, com a redução da pressão arterial de oxigênio (PaO ) para
menos de 50 mmHg quando o paciente respira em ar ambiente.
Hipercápnica: resultante de uma falha no funcionamento da ventilação pulmonar, com
aumento da pressão arterial de dióxido de carbono (PaCO ) acima de 50 mmHg e pH
< 7,35.
AGUDA CRÔNICA
4.
IR HIPERCAPNÊICA (TIPOII)
➢ PaCO2 >50 mmHg
➢ A hipoxemia está sempre presente
➢ A resposta renal ocorre em dias ou semanas.
Aguda
➢ pH arterial é baixo
➢ Causas
➢ overdose de drogas sedativas
➢ fraqueza musculara aguda como ocorre na myasthenia gravis
➢ doença pulmonar grave onde a ventilação alveolar não pode ser mantida (ex.
Asma ou pneumonia)
5.
A insuficiência respiratóriaCRÔNICA é dividida em
➢ Desenvolve de maneira insidiosa ou que persistiu por um longo período de
tempo após um episódio de insuficiência respiratória aguda.
➢ Os pacientes desenvolvem tolerância ao agravamento gradual da hipoxemia
e da hipercapnia.
➢ Ausência de sintomas agudos e a presença de acidose respiratória crônica
sugerem a cronicidade da insuficiência respiratória.
Ex. DPOC e as doenças neuromusculares.
7.
PRINCÍPIOS DO TRATAMENTODA IR
➢ Hipoxemia pode causar morte em IR
➢ O objetivo primário é reveter e prevenir a hipoxemia.
➢ O objetivo secundário é controlar a PaCO2 e acidose respiratória
➢ Tratamento da moléstia de base
8.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS, SINAISE SINTOMAS
➢ Os primeiros sinais estão associados à oxigenação prejudicada, como:
agitação, fadiga, cefaleia, dispneia, falta de ar, taquicardia e aumento da
pressão arterial. Com a piora da hipoxemia, pode ocorrer confusão mental,
letargia, taquicardia, taquipneia, cianose central, sudorese e parada
respiratória.
➢ AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Gasometria arterial Exame de escarro Exame de imagem
Oxímetria de pulso Biopsia Procedimentos
endoscópicos
TRATAMENTO
➢ Consiste emterapia específica para a doença de base e cuidados
respiratórios de suporte para manter as trocas gasosas.
A base do tratamento consiste em:
Corrigir a causa
Restaurar a troca
gasosa adequada
Promover a ventilação
mecânica se
necessário